SÉRIE GRANDES PINTORES SARDOS: CICI PEIS – Um artista que irradia força e realidade ao retratar a vida e a natureza

19 abr

Caros amigos,

O Blog Sardegna  Sa Terra Mia em Português, tem como objetivo divulgar não apenas a cultura e a história da Sardegna, mas também colocar em evidencia as próprias cidades e seus personagens locais. Assim o Blog  procura fazer conhecer as  próprias raízes dos  descendentes dos  6.013  sardos que  emigraram para o Brasil no século XIX, em busca de uma  nova perspectiva de vida.

Em Minas Gerais chegaram menos de 500 oriundos da Sardegna, que, como meus avós paternos Sassareses optaram  por esta região do sudeste brasileiro, onde tiveram a sorte de encontrar, um povo de cultura campesina, acolhedor, cordial e com o mesmo  caráter servado dos Sardos. 

Dando seguimento à “SERIE GRANDES PINTORES SARDOS” quero reapresentar CICI PEIS, um pintor que fui buscar  na maravilhosa cidade de Guspini, uma comuna italiana da região da Sardenha, província de Cagliari e  que ama retratar a terra e a sua gente, em fim,  suas práprias  raízes.

Tudo começou a pouco tempo, quando vi algumas de suas pinturas  e me e encantei com o seu  jeito meio Naif de ser, pintura, que amo de paixão por diferir da arte rigidamente acadêmica, intelectualizada que não possui a   ingenuidade  dos que pintam com a alma, como é o caso deste artista que lhes apresento e  que nasceu com a genialidade e o dom para ser um  artista.

Esta   genialidade, podemos identificar em diversas obras di Cici Peis, como características dos notáveis e grandes pintores, em particular da primeira fase do modernismo no Brasil, como da nossa fabulosa Tarsila do Amaral e muitos outros do mesmo movimento vanguardista.

Bem, esta é apenas a opinião de uma pessoa não muito erudita na materia, que gosta  apenas de apreciar a bela Arte  da pintura, sem nenhuma pretensão de fazer qualquer tipo de comentário técnica, motivo pelo qual  quero sugerir  este  link http://www.medialabsonline.com/file/cici_peis_la_mia_sardegna_web.pdf   onde é ossivel ler alguns comentários criticos sobe a arte di Cici Peis, publicadas pelos criticos italianos  da arte  da pintura,   renomados como    Alba Patanè , nascida na Cidade de Rieti  da Região de lácio,  com a qual,  compartilho a mesma  opinião sobre Ceci Peis. Transcrevo um pequeno trecho de seu comentário critico  abaixo:

“….Sua pintura se preocupa com a vida e a natureza. Seus pastores, seus  Agricultores, pescadores e garimpeiros, que irradiam força, a força da realidade a estimular sensações, envolvendo o espectador em memórias de momentos de suas vidas na juventude….Cici é a prova de que você pode ser um  verdadeiro mestre, mesmo sendo um  autodidata….”

Edição:  Blog SSTM em português – Brasil 

Por Lucinha Dettori

                           www.guspini.net – uma bela vista panorâmica da cidade onde nasceu Ceci Peis – Guspini 

                                                         

” Guspinese de nascimento, mas vivo a anos em  Alghero. Pintor por paixão,  autodidata, otimista, eu gosto, é um pouco estranho dizer, de tudo que é belo.Tenho muitos interesses e predisposição para estabelecer novos conhecimentos. As pessoas  dizem que sou  ….  uma brava pessoa ! ! !”

 ‘Guspinese di nascita, da una vita ad Alghero.Pittore per passione, autodidatta, ottimista , mi piace, strano a dirsi, tutto ciò che è bello.Ho tanti interessi e predisposizione a stabilire nuove conoscenze.Dicono che sono …. troppo togo ! !

  UMA PEQUNA MOSTRA DE SEUS INCRIVÉIS TRABAHO 

 UM POUCA DA  BIOGRAFIA DE CICI PEIS :

fonte : http://www.sardegnaminiere.it/schedacici.htm

 

————————————————————————————————————————————————————–

 TESTOS IN ‘ITALIANO:

Cari Amici,

 Blog Sardegna Sa Terra Mia in portoghese, ha lo scopo di diffondere non solo la cultura e la storia della Sardegna, ma mettere in evidenza anche le proprie città e i suoi personaggi locali . Così il blog cerca di far conoscere le proprie radici ai discendenti dei 6.013 sardi emigrati in Brasile nel secolo XIX , alla ricerca di una prospettiva di vita migliore.

Nelle Minas Gerais arrivarono quasi 500 persone dalla Sardegna, che, anche a caso scelse questa regione del sud-est del Brasile, tra cui i miei nonni paterni Sassaresi, trovando qui , per fortuna, un popolo accogliente e contadini che avevano un carattere simile, in termini di calore umano e lo stesso modo introverso dei sardi.

In questa serie voglio ripresentare CICI PEIS, un pittore che è andato nella meravigliosa città di Guspini, un comune italiano della regione Sardegna, in provincia di Cagliari e che ama ritrarre, la terra e la sua gente, le proprie radici.

L’approfondimento è iniziato poco tempo fa, quando ho visto alcuni dei suoi dipinti e sono rimasta affascinata dal suo modo di essere un po’ Naif, che io amo appassionatamente, perche é un’arte che differisce dall’ accademico rigido e intellettuale, rispetto all’ingegno di coloro che dipingono con l’anima, come è il caso di questo artista che vi presento, nato con il genio e il dono di essere un artista.

Questa genialità, possiamo identificarla in diverse opere di Cici Peis Le caratteristiche notevoli dei grandi pittori, in particolare quelli nella prima fase del modernismo in Brasile, come la nostra favolosa Tarsila do Amaral e molti altri dello stesso movimento d’avanguardia.

Beh, questa è solo l’opinione di una persona non molto erudita in materia, a cui piace solo godere l’arte della bella pittura, senza alcuna intenzione di fare qualsiasi tipo di osservazioni di carattere tecnico ed è per questo che suggerisco questo link http:// www.medialabsonline.com / file / cici_peis_la_mia_sardegna_web.pdf, dove è possibile leggere alcuni commenti critici sull’arte di Cici Peis, pubblicati da critici italiani dell’arte pittorica, autorevoli come Alba Patane, nata a Rieti, nella Regione Lazio (Italia), con cui condivido la stessa opinione sull’artista Cici Peis.

“…. La sua pittura si occupa della vita e della natura. I pastori, i contadini, i pescatori e minatori, la forza irradiante, la forza della realtà per stimolare sensazioni, coinvolgendo lo spettatore nei ricordi di momenti della loro vita in gioventù …. “
Cici è la prova che si può essere un vero maestro, pur essendo un autodidatta ….
Alba Patane.

Fonte Blog SSTM in portoghese.

Nota moderazione

Dettori Lucinha

———————-

 

 

Anúncios

SÉRIE OS GRANDES PINTORES SARDOS: DO FIGURATIVO AO ABSTRATO O TALENTO CRIATIVO DA RETRATISTA CERAMISTA RITA DEIDDA

16 abr

Fonte – Sérgio Carozzag  – videomaker e fotografo oficial 

de eventos artistica de Carbonia

Edição: Blog Sardegna Sa Terra Mia – Brasil 

Adaptção de texto – Lucinha Dettori

A bela Rita Deidda, em Arte DeRita, começou a pintar em 1975.
Em 1989, aflora sua paixão participando de eventos extemporâneos em toda a Sardenha, que para ela é uma escola ao ar livre onde se amadurece e se forma artisticamente.

 Vamos conhecer um  pouco da biografia dessa talentosa artista das belas artes de Carbonia.

Assim começou o ciclo artístico desta brava artista, que passeia com muita naturalidade da pintura, à cerâmica, aos murais, que o famoso arqueólogo Giovanni Lilliu, que, em 1996, na inauguração de um de uma de suas mostras a definiu como a “Pintora”. ceramista criativa, versátil … e nurágica “certamente um grande e valioso reconhecimento para a brava Rita.

Observemos esta pequena galeria de alguns de seus trabalho. Nela vemos nitidamente  a habilidade e sutileza da arte de Rita,  em especial como retratista e paisagista, numa sintonia perfeita  entre o  figurativo e o abstrato, incrivelmente  harmoniosos em uma unica peça, como esta abaixo. 

 E com seus murais, exposições coletivas, exposições individuais, Rita recebeu inúmeros prêmios e reconhecimentos na Itália e no exterior. Em 2000, após uma década de experiência com a cerâmica artística e reprodução de artefatos do período nurágico, dedicou-se plenamente a esta arte que a levou a trabalhar para igrejas, hotéis e particulares. Sua técnica se afina em novos experimentos e tipos de processamentos, de fato, em suas produções começam a aparecer vários materiais: resinas, vidro, cobre, madeira, pedra e outros.

Suas obras embelezam igrejas, hotéis e muitas coleções particulares.
Em 2007, ele pintou em uma parede de madeira (60 metros quadrados) da igreja de Narcao “Os Milagres de S. Nicola di Bari” e no mesmo ano, ela restaurou algumas pinturas na igreja de Perdaxius.

Também criou para algumas igrejas as placas da Via Crucis e restaurou antigas estátuas de santos.

Em outros momentos também ensinou pintura e cerâmica para associações e para particulares que queriam aprender as regras básicas dessas disciplinas.

Nos últimos seis anos, ela criou um Presepio, usando materiais reciclados, que são exibidos por ocasião da mostra “In mineira tra i presepi”, no Museu Carbone, em Carbonia.

Alguns dos seus presépios estão expostos e vistos por muitos visitantes na Livraria Schowcase do museu.

Ainda há muito para escrever, mas paramos por aqui, na esperança de ter descrito de maneira simples e clara o valor desse jovem e talentosa artista.

————————————————————————————————————————————

BIOGRAFIA DI RITA DEIDA. 

 Enviado da  SÉRGIO CAROZZAG –

 Fotografo oficiale di mostra artistiscas di Carbonia. 

La bella Rita Deidda , in arte DeRita ha iniziato a dipingere nel 1975,.Nel 1989 da sfogo alla sua passione partecipando ad estemporanee in tutta la Sardegna , che per lei è una scuola a cielo aperto dove si tempra e si forma artisticamente .
Inizia così il ciclo artistico di questa brava artista .che spaziacon molta naturalezza dallla pittura,alla ceramica , ai murales tanto che colpi così tanto il famoso archeologo Giovanni Lilliu ,che, nel 1996, all’inaugurazione di una sua personale la definì” Pittrice , ceramista creativa , versatile ………..e nuragica “ sicuramente un grande e prezioso riconoscimento per la brava Rita .
E con i suoi Murales, mostre collettive ,mostre personali, Rita ha ricevuto numerosi riconoscimenti e riconoscimenti in Italia e all’estero. Nel 2000, Rita dopo un’esperienza decennale con le ceramiche artistiche e riproduzione di manufatti del periodo nuragico , si dedica pienamente a questa arte che la porta a lavorare per chiese , alberghi e privati . La sua tecnica si affina esperimenta nuovi tipi di lavorazione , infatti nelle sue produzioni cominciano ad apparire materiali vari : resine , vetro , rame , legno , pietra ed altro.
Le sue opere abbelliscono chiese, hotel è molte collezioni private ..
Nel 2007 dipinge su una parete lignea (60 mq) della chiesa di Narcao “I miracoli di S, Nicola di Bari” e nello stesso anno ha restaurato alcuni dipinti nella chiesa di Perdaxius.
Ha anche realizzato per alcune chiese le tavole della Via Crucis e restaurato statue antiche di santi.
Inoltre ha insegnato pittura e ceramica per associazioni e privati che volevano imparare le regole di base di queste discipline
Negli ultimi sei anni, ha realizzato Presepi, utilizzando materiali di riciclo , che vengono esposti in occasione della mostra “ In miniera tra i presepi “ presso il Museo del Carbone a Carbonia .
Alcuni dei suoi presepi sono esposti e visti da numerosi visitatori al Schowcase Bookstore del museo.

Ci sarebbe ancora tanto da scrivere , ma ci fermiamo qui , sperando di aver descritto in maniera semplice e chiaro il valore di questa giovane e bella artista

SÉRIE OS GRANDES PINTORES SARDOS: STEFANO MASILI UM CRIADOR DE IMAGENS REALISTAS QUE NOS SEDUZ.

10 abr

Fonte consultada

LINKS INTERESSANTES DE MASILI:

www.stefanomasili.it

www.facebook.com/stefano.masili

Por : https://sardegnaterramia.wordpress.com/  – Brasil

Edição : Lucinha Dettori

 

Caros amigos,

Dando prosseguimento À Série Pintores sardos, resolve fazer novas edições e reedições de alguns posts mais visualizados do nosso Blog, com alguns dos principais artistas dos vários seguimentos das artes plásticas da Sardenha. Espero que apreciem.  

Nesta segunda nova edição, fui pesquisar os escritos críticos sobre as obras de Stefano Masili, que desde há algum tempo me vem chamado atenção, por se um artista que muito me agrada, em particular por nunca negligência os detalhes mais sutis dos objetos que retrata em suas obras.

Na oportunidade esclareço que sou apenas uma formadora de opinião e grande admiradora dos belos trabalhos de Masili, pela singularidade de suas obras, diante do meu olhar aguçado e interpretativo de alma Naif.

Vamos então conhecer um pouco do caráter e do trabalho desse incrível pintor que acaba de retornar de uma de suas mostra em Londres, juntamente com outros artistas sardos de Carbonia. 

DE MASILI POR MASILI.

Transcrevo aqui, uma definição feita pelo próprio artista sobre o que pensa de si mesmo e o seu olhar crítico analítico sobre a bibliografia de um artista “Diz Stefano Masili:

“Eu não gosto de biografias. Biografia é um ego. O sonho é ser um artista sem biografia, mas é quase impossível, pois a arte é sempre um ego. A biografia é: Eu sou …
apenas peço desculpas: há pessoas que se perguntam quem é Stefano Masili e de onde ele vem?
O que ele faz?
Então, para eles, aqui está minha vida :

Nasci em Carbonia em 27 de novembro de 1952.
Viajei para as cidades do Oriente e para os museus do Ocidente. Eu tento fazer o que eu gosto, sem perseguir modismos.
Eu amo espaguete.
Às vezes a arte me irrita.
Eu gosto de histórias, livros e tardes de verão.
Eu tive um grande amigo pintor agora eu tenho muitos amigos artistas.
Eu gosto de viajar de trem.
Na arte como na vida eu amo sensações. 

Eu quero ser uma árvore
Eu perco minhas memórias e isso me deixa com raiva. Quero que minhas pinturas seduzam quem as vê. 

Eu exponho um pouco ‘em todo lugar e isso me angustia.
Eu moro em Carbonia com Ornella.

 Nós temos dois grandes álamos na frente da casa. Sérgio meu filho é um grande sonho. 

Eu sou um fabricante de imagens. “

Este é Stefano Masili em sua essência, que teve o privilégio de nascer em Carbonia, berço dos mais talentosos artistas da ilha da Sardenha, que se faz presente com seus trabalhos artísticos em coleções públicas e privadas em várias partes da Europa e na Sardenha.

SOBRE SUA ARTE

É sabido que Stefano Masili, se expressa através de vários argumentos, mas uma delas em particular é a mais representativa foi o ciclo das pinturas sobre as AGAVI, cientificamente catalogada como a do tipo “esmettiana variegata” encontrada em grande profusão na bacia mediterrânea, que dizem não ter medo nem do sol e nem do frio do frio Mistral.

 Suas com Folhas são verde-claro com variegação branca-amarela ao longo das margens, em forma de lança, dispostas em espiral em uma formação de roseta, cada folha termina com uma espinha terminal.

 Floresce com a idade entre 8-10 anos, este agave irá produzir uma haste grossa e verde, que emerge do centro da planta elevando-se, de 2-3 metros de altura, com muitas flores que são seguidas por bulbilhos (brotos), depois por sementes e após esse processo a planta morre.

 Esta e uma Planta rústica, de belo efeito ornamental, excelente como planta isolada ou para formação de grupos em meio aos gramados ou nos jardins rochosos.

 Nestas suas pinturas, não precisa que o expectador seja necessariamente um crítico de arte para notar a incrível criatividade do artista em retratar as cores e formas, tão bem delineadas dessa planta, onde a leveza das folhas vivas sobrepõem as já inertes e secas no chão. Representando desta forma, o verdadeiro paradigma do ciclo entre a vida e da morte. 

O Próprio artista, em uma de suas inúmeros entrevistas, nos fala sobre o seu amor pelo ciclo Agavi, do qual lhe porta um verdadeiro fascínio, que ele define como lindos candelabros de luz, em repouso silencioso nas grandes falésias, como guardiões do mar e termina como a mais bela definição de sua matéria prima.

 “Eu era fascinado por agavi e senti a necessidade urgente de contar o balanço de emoções e sensações que me perseguiam.

 Seduções, enganos, percepções de folhas carnudas, enroladas e ressecadas, raízes e espinhos madeirado, elegante dança de luzes, tons e meios-tons de verdes turquesa. Síntese de agavi reduzidas a fibras essenciais. Nascidos da água, das cores azul-cobalto e verde-mar até morrerem queimados nos arcos da terra, com as cores do fogo de metal, das laranjeiras e do cádmio vermelho. Em suma AGAVI …”

CICLO DAS PINTURAS  AGAVI

 Me é prazeroso e bem poderia ficar a falar sobre as dezenas de comentários críticos que li sobre Stefano Masili, mas prefiro me ater a apenas mais umas preciosas avaliações para concluir o meu post, sintetizado o comentário crítico sobre Stefano Masili, da crítica de arte Elizabett Marchioni, muito bem irá pontuado o nosso texto. Neste ela nos fala sobre a dimensão mítica das obras das artistas que ultrapassa a realidade mágica, sem distorce a visão da realista.

 Seus comentários vão  além das Agavi, e ai, reporta-se às todas  particularidades retratadas nas pinturas das fazes “Janelas” da galeria abaixo, como Janela e cafeteira, Janela e botas, Alho e cobre, Moedor Cebolas, num contrate belíssimo de luz e delineamentos de sobras nas paredes, num lindo e leve realismo, rico de detalhes, diferente dos Agavi que nos ofusca com a claridade brilhante do sol, a  nos falar sobre a terra árida e seca do artista, bem como suas paisagens e figuras do cotidiano abaixo.

TEMA : AS JANELAS 

 

 

TEMA: PAISAGENS 

 

FIGURAS

 

Terminando com a definição mais característica de do artista, diz: Stefano Masili. pinta com grande atenção a verdade, lembrando um realismo cuidadosamente mimético, refinado e cuidadoso”. 

 

————————————————————————————————————————————————————————-

SERIE I GRANDI PITTORI SARDI: STEFANO MASILI UN CREATORE DI IMMAGINI REALISTICHE CHE SEDUCIAMO.

 Cari amici,

Continuando l’edizione della serie dei pittori sardi, ho deciso di creare nuove edizioni e riedizioni di alcuni dei nostri post più visti sul nostro Blog, con alcuni dei principali artisti di vari segmenti delle arti sarde. Spero ti piaccia.

 In questa seconda nuova edizione, ho fatto ricerche sugli scritti critici sulle opere di Stefano Masili, che da qualche tempo è venuto a richiamarmi all’attenzione, per essere un artista che mi piace, in particolare per non trascurare mai i dettagli più sottili degli oggetti che ritrae in le loro opere.

 Nell’opportunità chiarisco che sono solo un formatore di opinioni e grande ammiratore delle belle opere di Masili, dalla singolarità delle sue opere, davanti al mio sguardo acuto e interpretativo dell’anima Naif.

 Facciamo quindi conoscere un po ‘del personaggio e del lavoro di questo incredibile pittore che è appena tornato da uno spettacolo londinese insieme ad altri artisti sardi di Carbonia.

 DI MASILI DA MASILI.

 Qui trascrivo, una definizione fatta dall’artista stesso su ciò che pensa di se stesso e il suo occhio critico analitico sulla bibliografia di un artista “dice Stefano Masili:

 “Non mi piacciono le biografie. La biografia è un ego. Il sogno è di essere un artista senza biografia, ma è quasi impossibile, perché l’arte è sempre un ego. La biografia è:

Io sono …

Mi scuso appena: ci sono persone che si chiedono chi è Stefano Masili e da dove viene?

Che cosa fa?

Quindi, per loro, ecco la mia vita per:

Sono nato a Carbonia il 27 novembre 1952.

Ho viaggiato nelle città dell’est e nei musei dell’ovest. Cerco di fare ciò che mi piace senza perseguire mode.

Adoro gli spaghetti.

A volte l’arte mi irrita.

Mi piacciono le storie, i libri e le serate in estate.

Ho avuto un grande amico pittore ora ho molti artisti amici.

Mi piace viaggiare in treno.

Nell’arte come nella vita amo le sensazioni.

Voglio essere un albero.

Perdo i miei ricordi e mi fa arrabbiare. Voglio che i miei quadri seducano quelli che li vedono.

 Lo distendo un po ‘dappertutto e mi angoscia.

Vivo a Carbonia con Ornella.

 Abbiamo due grandi pioppi davanti alla casa. Sergio, figlio mio, è un grande sogno.

 Sono un creatore di immagini. “

Si tratta di Stefano Masili in sostanza, che ha avuto il privilegio di nascere a Carbonia, città natale degli artisti più talentuosi dell’isola di Sardegna, che è presente con le sue opere in collezioni pubbliche e private in varie parti d’Europa e in Sardegna.

 A PROPOSITO DELLA TUA ARTE

 E ‘noto che Stefano Masili, si esprime attraverso vari argomenti, ma uno in particolare è il più rappresentativo è stato il ciclo di dipinti su AGAVI scientificamente catalogati come tipo “esmettiana variegata” si trovano in grande profusione nel bacino del Mediterraneo, dicono di non aver paura del sole e del freddo del freddo di Maestrale.

.Le foglie sono di colore verde chiaro con variegatura giallo-bianca lungo i margini, a forma di lancia, disposte a spirale in una formazione a rosetta, ogni foglia termina con una spina terminale.

 Fiorisce con l’età tra 8-10 anni, questo agave produrrà un fusto verde spesso, che emerge dal centro della pianta che sale, alta 2-3 metri, con molti fiori che sono seguiti da bulbi (germogli), poi dai semi e dopo questo processo la pianta muore.

 Questa è una pianta rustica, con un bellissimo effetto ornamentale, eccellente come pianta isolata o per la formazione di gruppi in mezzo ai prati o nei giardini rocciosi.

 In questi suoi quadri non hanno bisogno dello spettatore necessariamente essere un critico d’arte notare l’incredibile creatività dell’artista nel ritrarre i colori e le forme, così delineato questa pianta, dove la leggerezza delle foglie che vivono sovrappongono già inerte e asciugare il pavimento. Rappresentando in questo modo, il vero paradigma del ciclo tra la vita e la morte.

.La stessa artista in una delle sue numerose interviste, ci racconta il suo amore per il ciclo Agavi, che porta una vera e propria fascinazione, che egli definisce come bellissimi lampadari luce, in una zona tranquilla di riposo in grandi scogliere, come guardiani del mare e termina come la più bella definizione della sua materia prima.

 “Ero affascinato dalle agavi e sentivo l’urgenza di raccontare l’equilibrio delle emozioni e delle sensazioni che mi perseguitavano.

 Seduzioni, inganni, percezioni di foglie carnose, arricciate e secche, radici legnose e spine, elegante danza di luci, ombre e mezzitoni di verdi turchesi. Sintesi di agavi ridotti a fibre essenziali. Nati dall’acqua, blu cobalto e verde mare, fino alla morte, bruciati negli archi della terra, con i colori del fuoco di metallo, degli aranci e del cadmio rosso. In breve AGAVI … “

 Mi piace e potrei parlare delle decine di commenti critici che ho letto su Stefano Masili, ma preferisco attenermi a valutazioni più preziose per completare il mio post, sintetizzato il commento critico su Stefano Masili del critico d’arte Elizabett Marchioni, punirai molto bene il nostro testo. In questo ci racconta la dimensione mitica delle opere degli artisti che supera la realtà magica, senza stravolgere la visione del realista.

  I suoi commenti vanno oltre le Agavi, e lì, si riferisce a tutte le particolarità raffigurate nei dipinti delle facciate “Janelas” della galleria sottostante, come Finestra e caffettiera, Finestra e stivali, Aglio e rame, Cipolle Grinder, in una bella luce e schemi di avanzi sulle pareti, in un realismo bello e leggero, ricco di dettagli, a differenza delle Agavi che ci abbagliano con la luce del sole, raccontandoci dell’arida terra  dell’artista.

 Finendo con la definizione più caratteristica dell’artista, dice: Stefano Masili. dipinge con grande attenzione la verità, assomigliando a un realismo attentamente mimetico, raffinato e attento “.

LINK INTERESSANTI DAI MASILI:
http://www.stefanomasili.it

http://www.facebook.com/stefano.masili

 

 

 

 

 

SÉRIE OS GRANDES PINTORES SARDOS: GIANNI LARDIERI: ARTISTA DO EXPRESSIONISMO ABSTRATO – “QUANTO PINTA VOA COM AS ASAS DO PENSAMENTO PARA O CÉU”.

7 abr

Caros amigos,

Hoje lhes apresento com muita satisfação mais um grande pintor expressionismo abstrato, que possui a mesma genialidade dos consagrados artistas plásticos como Jackson Poolock, Willian Hall e Michael Lang.

Então! embora saber um pouco sobre esta arte?

O expressionismo abstrato reúne um grande conjunto de manifestações,sendo possível identificar duas tendências principais. Uma, que se integra a corrente da Action Painting, dos já consagrados artistas citados acima, em suas obras, bastante gestualistas, onde a tinta era lançada diretamente na tela, através de gestos instintivos, ao acaso e aleatório que Pode terminar evolução da pintura. Este estilo de arte é devido a capacidade do artista de perceber sua incapacidade de transmitir mensagens.

Podemos também definir a arte de Gianni Lardieri como uma pintura matérica que é uma tendência do informalismo que se desenrola na Europa nos finais dos anos 50 e dos princípios da infância do século XX.

 Os artistas Français Fautrier e Dubuffet foram os criadores simultâneos desta tendência.  A Pintura matérica é uma pintura recorrente, dentro do informalismo europeu posterior à Segunda Guerra Mundial. Se desenrolou desde finais dos anos quarenta e princípio dos anos cinquenta. 

A outra tendência, mais meditativa ou “mística”, integra os pintores Rothko e Gottlieb. Estes artistas exploraram preferencialmente as qualidades tactéis e os efeitos sensitivos da cor e produziram quadros abstratos utilizando poucos elementos, representados com limites indefinidos e relações cromáticas de grande subtileza. 

Nem todas as obras deste movimento são abstratas, como algumas obras de Willem de Kooning, de Mark Rothko ou de Barnett Newman. Era normalmente aceito que a abordagem do artista ao seu trabalho se deveria relacionar diretamente com o seu inconsciente, libertando uma diferente criatividade.”

 Então vamos conhecer um pouco sobre GIANNI LARDIERI, que descobri por caso em minha vasta lista de amigos virtuais da Sardenha. E nesta hora que fico a pensar numa frase que li um dia de um outro amigo jornalista sardo e dirigente da revista eletrônica Tuttusu In Pari, que me disse:

 “Beleza da Sardenha não está apenas em seu mar e praias, a beleza da Sardenha está no olhar de quem a vê “

e é com este olhar que vou buscar esta gama de talentosos artistas que perpetuam na ilha, seja na música, dança, pintura, escultura e na literatura. Continuando a falar de Gianni Lardieri, Antonello Dess, em um pequeno artigo nos revela que Gianni Lardieri  é um jovem senhor de meia idade, autodidata, (e  aqui acrescento: elegante, sóbrio, inteligente e extremamente cavalheiro, como um legítimo sardo) que  preservou suas aptidões artísticas, longe do público e que está  paixão pelas artes, aflorou impulsionada pela  sua enorme experiência profissional  na área da  construção, e de seu profundo conhecimento dos materiais de seu trabalho, que hoje são empregados na elaboração de  suas obras sobre tela: como o acrílico alcatrão, esmaltes, óleos, óxidos de ferro, estuque, pó de mármore, várias terras, têxteis e materiais de poliuretano, explorando suas   intrínsecas  transformações realizadas com determinadas massas e combinações. E assim, contrastando a prevalência da matéria sobre a forma, ele encontra o objetivo para criar suas obras imaginárias e cósmica.

Vamos conhecer um pouco mais sobre este importante artista sardo de Carbonia, em um outro artigo, que retirei de umas recentes entrevistas, quando de uma de suas mostras itinerantes na Sardenha. Possivelmente um crítico de arte, que diz: 

Acredito que os títulos dados pelo próprio artista a cada obra, e mais pela escolha dos materiais e formas plásticas que muitas vezes remetem a visões satélites de nosso planeta. Por isso, pergunto diretamente ao artista se era apenas percepção minha, ou se é exatamente essa a intenção de sua fermentação criativa?, pois observando suas obras, pontua os entrevistados, posso pensar em um verso do Canzoniere del Petrarca que diz: “Eu voo com as asas dos meus pensamentos para o céu, muitas vezes parece que quase um deles me parece ter seu tesouro lá, deixando no chão o véu rasgado. “Quanto a arte clássica com sua roupagem influenciou, se houve alguma influência, sua produção atual? Quanta poesia e quanta música impulsiona suas escolhas criativas?

Gianni – Eu amo toda a música em geral, mas quando estou ocupado em um novo trabalho eu quase sempre ouço rock: Led Zeppelin, Deep Purple, Pink Floyd. Isso me ajuda a me concentrar

Entrevistador:  Ao contrário de muitos que se propuseram ao público desde o início de sua jornada artística, você tem experimentado à sombra da modéstia por muitos anos. Você decidiu oferecer seus trabalhos ao público somente quando entendeu que chegou a hora de compartilhar? Você quer nos contar como começou a experimentar e quando percebeu que estava pronto para o público?

Gianni responde: Por causa do grande respeito e amor que tenho pela Arte, propus meus trabalhos numa idade avançada, isto é, quando percebi que o produto do meu longo trabalho de experimentação poderia ser considerado Arte Informal Matérica ou Expressionismo Abstrato. ...

Abro e não esta pequena mostra virtual da galeria do artista, com este emblemática trabalho de Gianni Lardieri, tão bem pontuado por Tina Masoero , intitulado SEQUOIA. técnica mista, Informal e Materica  que na percepção dela e nossa também nos faz  pensar e a ter grande respeito por tudo relacionado ao cenário da floresta amazônica, dão vandalizada em nossos dias. Nela Gianni nos alerta que o bem-estar de todo o nosso planeta depende unicamente de nós. Tenho certeza de que esta imagem será do seu agrado, e que te levará a uma profunda reflexão… 

  

 

Catalogo-di-Gianni-Lardieri-ok-stampa-compresso

Clique a esquerda do mouse no link  acima  para apreciar todo  catálogo  de obras do  artista.

—————————————————————————————————–

Cari amici,

Oggi vi presento con grande soddisfazione un altro grande pittore espressionista astratto, che ha lo stesso genio dei noti artisti della plastica come Jackson Poolock, Willian Hall e Michael Lang.

Quindi, conosciamo un po ‘di quest’arte?

L’espressionismo astratto riunisce una vasta serie di manifestazioni ed è possibile identificare due tendenze principali. Uno che integra la potenza di Action Painting, gli artisti già affermati di cui sopra, nelle sue opere, abbastanza gestualistas, dove la pittura è stato gettato direttamente sullo schermo, attraverso gesti istintivi a caso e casuali che hanno determinato l’evoluzione della pittura. Questo stile artistico è dovuto alla capacità dell’artista di percepire la sua incapacità di trasmettere messaggi.

Si può anche definire l’arte di Gianni Lardieri come una pittura materica che è una tendenza di informalità che si svolge in Europa alla fine del ’50 e della prima infanzia del Novecento.

Gli artisti Fautrier e Dubuffet sono stati i creatori simultanei di questa tendenza. La pittura della materia è un dipinto ricorrente, all’interno dell’informalismo europeo dopo la seconda guerra mondiale. È in atto dalla fine degli anni ’40 e dai primi anni ’50.

L’altra tendenza, più meditativa o “mistica”, integra i pittori Rothko e Gottlieb. Questi artisti sfruttavano preferenzialmente le qualità tattili e gli effetti sensoriali del colore e producevano immagini astratte utilizzando pochi elementi, rappresentati con limiti indefiniti e relazioni cromatiche di grande finezza.

Non tutte le opere di questo movimento sono astratte, come alcune opere di Willem de Kooning, Mark Rothko o Barnett Newman. Era generalmente accettato che l’approccio dell’artista al suo lavoro dovesse riguardare direttamente il suo inconscio, liberando una diversa creatività. “

Familiarizziamo un po ‘su GIANNI LARDIERI, che ho scoperto per caso sulla mia vasta lista di amici virtuali della Sardegna. E questa volta penso a una frase che ho letto un giorno da un altro amico giornalista sardo della rivista elettronica Tuttusu In Pari, che un giorno mi ha detto:

“La bellezza della Sardegna non è solo nel suo mare e nelle sue spiagge, la bellezza della Sardegna è negli occhi di chi la vede”

ed è con questo sguardo che trovro questa gamma di artisti di talento che si perpetuano sull’isola, sia nella musica, nella danza, nella pittura, nella scultura e nella letteratura. Continuando a parlare di Gianni Lardieri, Antonello Dess, in un breve articolo rivela che Gianni Lardieri è un uomo giovane, di mezza età, autodidatta, (e qui aggiungo, elegante, sobrio, intelligente ed estremamente gentiluomo, come un legittimo sarda) che conservato le loro capacità artistiche, lontano dal pubblico e che la passione per le arti, toccato spinto dalla sua grande esperienza nel settore delle costruzioni, e la sua profonda conoscenza dei materiali del loro lavoro, che oggi vengono utilizzati nella preparazione delle sue opere su tela: how smalti acrilici catrame, oli, ossidi di ferro, gesso, polvere di marmo, varie terre e materiali tessili poliuretano sfruttando le trasformazioni intrinseche eseguiti con certe combinazioni e pasta. E così, contrastando la prevalenza della materia sulla forma, trova l’obiettivo di creare le sue opere immaginarie e cosmiche.

Fateci sapere qualcosa in più su questo importante artista sarda Carbonia, in un altro articolo, che ho rimosso una recente intervista, quando uno dei suoi mostre itineranti in Sardegna. Forse il critico d’arte che dice:

“Credo che i titoli dati dall’artista per ogni opera, e più dalla scelta di materiali plastici e di forme che spesso si riferiscono a immagini satellitari del nostro pianeta. Quindi, chiedere direttamente all’artista se è stato solo me percepita, o se è solo È questa l’intenzione del tuo fermento creativo?

Osservando le sue opere, sottolinea gli intervistati, può pensare di un versetto del Canzoniere del Petrarca dice: “io volo con le ali del mio pensiero al cielo, spesso sembra che quasi uno di loro sembra avere il suo tesoro lì, lasciando il terreno il velo strappato. “Quanto l’arte classica con i suoi abiti ha influenzato, se c’è stata qualche influenza, la sua attuale produzione? Quanta poesia e quanta musica guidano le tue scelte creative?

Gianni – Amo la musica in generale, ma quando sono impegnato in un nuovo lavoro ascolto quasi sempre rock: i Led Zeppelin, i Deep Purple, i Pink Floyd. Questo mi aiuta a concentrarmi

Intervistatore: A differenza di molti che si sono proposti al pubblico dall’inizio del loro percorso artistico, hai vissuto l’ombra della modestia per molti anni. Hai deciso di offrire il tuo lavoro al pubblico solo quando hai capito che era giunto il momento di condividere? Vuoi dirci come hai iniziato a sperimentare e quando hai capito che eri pronto per il pubblico?

Intervistatore: A differenza di molti che si sono proposti al pubblico dall’inizio del loro percorso artistico, hai vissuto l’ombra della modestia per molti anni. Hai deciso di offrire il tuo lavoro al pubblico solo quando hai capito che era giunto il momento di condividere? Vuoi dirci come hai iniziato a sperimentare e quando hai capito che eri pronto per il pubblico?

Gianni risponde: A causa del grande rispetto e dell’amore che ho per l’arte, ho proposto i miei lavori in età avanzata, cioè quando ho capito che il prodotto del mio lungo lavoro di sperimentazione poteva essere considerato l’Arte Informale Maerica o l’Espressionismo Astratto. …

Apro questa piccola mostra virtuale della galleria dell’artista, con questa opera emblematica di Gianni Lardieri, così ben punteggiata da Tina Masoero, intitolata SEQUOIA. tecnica mista. informale e materica, secondo lei e anche a noi ci fa riflettere e avere un grande rispetto per tutto ciò che riguarda lo scenario della foresta amazzonica, dare atti vandalici ai nostri giorni. In esso Gianni ci avverte che il benessere dell’intero nostro pianeta dipende da noi, sono sicuro che questa immagine sarà di tuo gradimento e ti porterà una riflessione profonda …

————————————————————————————

Cari amici,

Oggi vi presento con grande soddisfazione un altro grande pittore espressionista astratto, che ha lo stesso genio dei noti artisti della plastica come Jackson Poolock, Willian Hall e Michael Lang.

Quindi, conosciamo un po ‘di quest’arte?

L’espressionismo astratto riunisce una vasta serie di manifestazioni ed è possibile identificare due tendenze principali. Uno che integra la potenza di Action Painting, gli artisti già affermati di cui sopra, nelle sue opere, abbastanza gestualistas, dove la pittura è stato gettato direttamente sullo schermo, attraverso gesti istintivi a caso e casuali che hanno determinato l’evoluzione della pittura. Questo stile artistico è dovuto alla capacità dell’artista di percepire la sua incapacità di trasmettere messaggi.

Si può anche definire l’arte di Gianni Lardieri come una pittura materica che è una tendenza di informalità che si svolge in Europa alla fine del ’50 e della prima infanzia del Novecento.

Gli artisti Fautrier e Dubuffet sono stati i creatori simultanei di questa tendenza. La pittura della materia è un dipinto ricorrente, all’interno dell’informalismo europeo dopo la seconda guerra mondiale. È in atto dalla fine degli anni ’40 e dai primi anni ’50.

L’altra tendenza, più meditativa o “mistica”, integra i pittori Rothko e Gottlieb. Questi artisti sfruttavano preferenzialmente le qualità tattili e gli effetti sensoriali del colore e producevano immagini astratte utilizzando pochi elementi, rappresentati con limiti indefiniti e relazioni cromatiche di grande finezza.

Non tutte le opere di questo movimento sono astratte, come alcune opere di Willem de Kooning, Mark Rothko o Barnett Newman. Era generalmente accettato che l’approccio dell’artista al suo lavoro dovesse riguardare direttamente il suo inconscio, liberando una diversa creatività. “

Familiarizziamo un po ‘su GIANNI LARDIERI, che ho scoperto per caso sulla mia vasta lista di amici virtuali della Sardegna. E questa volta penso a una frase che ho letto un giorno da un altro amico giornalista sardo della rivista elettronica Tuttusu In Pari, che un giorno mi ha detto:

“La bellezza della Sardegna non è solo nel suo mare e nelle sue spiagge, la bellezza della Sardegna è negli occhi di chi la vede”

ed è con questo sguardo che trovro questa gamma di artisti di talento che si perpetuano sull’isola, sia nella musica, nella danza, nella pittura, nella scultura e nella letteratura. Continuando a parlare di Gianni Lardieri, Antonello Dess, in un breve articolo rivela che Gianni Lardieri è un uomo giovane, di mezza età, autodidatta, (e qui aggiungo, elegante, sobrio, intelligente ed estremamente gentiluomo, come un legittimo sarda) che conservato le loro capacità artistiche, lontano dal pubblico e che la passione per le arti, toccato spinto dalla sua grande esperienza nel settore delle costruzioni, e la sua profonda conoscenza dei materiali del loro lavoro, che oggi vengono utilizzati nella preparazione delle sue opere su tela: how smalti acrilici catrame, oli, ossidi di ferro, gesso, polvere di marmo, varie terre e materiali tessili poliuretano sfruttando le trasformazioni intrinseche eseguiti con certe combinazioni e pasta. E così, contrastando la prevalenza della materia sulla forma, trova l’obiettivo di creare le sue opere immaginarie e cosmiche.

Fateci sapere qualcosa in più su questo importante artista sarda Carbonia, in un altro articolo, che ho rimosso una recente intervista, quando uno dei suoi mostre itineranti in Sardegna. Forse il critico d’arte che dice:

“Credo che i titoli dati dall’artista per ogni opera, e più dalla scelta di materiali plastici e di forme che spesso si riferiscono a immagini satellitari del nostro pianeta. Quindi, chiedere direttamente all’artista se è stato solo me percepita, o se è solo È questa l’intenzione del tuo fermento creativo?

Osservando le sue opere, sottolinea gli intervistati, può pensare di un versetto del Canzoniere del Petrarca dice: “io volo con le ali del mio pensiero al cielo, spesso sembra che quasi uno di loro sembra avere il suo tesoro lì, lasciando il terreno il velo strappato. “Quanto l’arte classica con i suoi abiti ha influenzato, se c’è stata qualche influenza, la sua attuale produzione? Quanta poesia e quanta musica guidano le tue scelte creative?

Gianni – Amo la musica in generale, ma quando sono impegnato in un nuovo lavoro ascolto quasi sempre rock: i Led Zeppelin, i Deep Purple, i Pink Floyd. Questo mi aiuta a concentrarmi

Intervistatore: A differenza di molti che si sono proposti al pubblico dall’inizio del loro percorso artistico, hai vissuto l’ombra della modestia per molti anni. Hai deciso di offrire il tuo lavoro al pubblico solo quando hai capito che era giunto il momento di condividere? Vuoi dirci come hai iniziato a sperimentare e quando hai capito che eri pronto per il pubblico?

Intervistatore: A differenza di molti che si sono proposti al pubblico dall’inizio del loro percorso artistico, hai vissuto l’ombra della modestia per molti anni. Hai deciso di offrire il tuo lavoro al pubblico solo quando hai capito che era giunto il momento di condividere? Vuoi dirci come hai iniziato a sperimentare e quando hai capito che eri pronto per il pubblico?

Gianni risponde: A causa del grande rispetto e dell’amore che ho per l’arte, ho proposto i miei lavori in età avanzata, cioè quando ho capito che il prodotto del mio lungo lavoro di sperimentazione poteva essere considerato l’Arte Informale Maerica o l’Espressionismo Astratto. …

Apro questa piccola mostra virtuale della galleria dell’artista, con questa opera emblematica di Gianni Lardieri, così ben punteggiata da Tina Masoero, intitolata SEQUOIA. tecnica mista. informale e materica, secondo lei e anche a noi ci fa riflettere e avere un grande rispetto per tutto ciò che riguarda lo scenario della foresta amazzonica, dare atti vandalici ai nostri giorni. In esso Gianni ci avverte che il benessere dell’intero nostro pianeta dipende da noi, sono sicuro che questa immagine sarà di tuo gradimento e ti porterà una riflessione profonda …

 

 

 

Imagem

E agora estou aqui morto, ressuscitado e nascido por mil e mil anos em um teatro sensa fine…

3 abr

E agora estou aqui morto, ressuscitado e nascido
por mil e mil anos em um teatro, sensa fine…

“Cristo ressuscita mais uma vez….
E agora estou aqui morto, ressuscitado e nascido
por mil e mil anos em um teatro,
e eu não sei se sou eu o derrotado
ou se são vocês que,
embalsamados no roteiro,
fingem não entender, e
dissimulam o poder com aparências
completamente desprovidas de emoção.

 Estas são as profundas e verdadeiras palavras de uma grande escritora e poeta, dentro e fora da Sardenha, “MARIA CARMELA DETTORI ,já bastante conhecida em nosso Blog. Reflitamos juntos este poema que fala de um episódio tão antigo e qual nos suscita uma grande introspecção e “mea culpa” diante de todas as mazelas que flagelou e ainda flagela o nosso mundo contemporâneo.

Réplica n ° 2018

E Cristo ressuscita mais uma vez
todos os anos a mesma escrita,
nascer e morrer jovem
parece mesmo um desastre
ressurgir e se encontrar sempre
na mesma cena
Um script que é sempre igual
que nunca move um ponto
nem uma vírgula, uma palavra
onde a expressão de quem escuta
é uma máscara nunca retirada
e tudo parece firme, inalterado
para os dias distantes de Pilatos,
como se que tivesse pregado
somente pra mudar um deus
deixando o homem intacto, e
ele está tão distante do bem da criação.

Até as lágrimas estão cansadas
de sofrer essas falsas penas,
tanto subir segunda-feira o que importa?

Eu te ensinei amor, justiça
liberdade e respeito
por tudo quanto ao redor é vida,
ensinei você a rir mesmo
com um brilho vivo de emoção
nos duros anos ,
observando os rios, voos de pássaros,
os botões em um galho nu
e o riso de uma criança
mas você não percebeu
tão tomados no luto de si mesmos,

Eu te ensinei a essência
do pensamento livre de cada um,
onde o ódio nunca encontra espaço
mas a torre de Babel, um dia derrubada,
em paredes novas e mais poderosas
com olhar arrogante, foi reconstruída.

E agora estou aqui morto, ressuscitado e nascido
por mil e mil anos em um teatro,
e eu não sei se sou eu o derrotado
ou se são vocês que,
embalsamados no roteiro,
fingem não entender, e
dissimulam o poder com aparências
completamente desprovidas de emoção.

Ódio e dor, foram as resposta obtidas,
por  amor a estrada ainda é longa,
ainda há muito para se trabalhar,
e como disse um certo homem
que explicou a sua falta de conhecimento
(tudo está errado, tudo tem que ser  refeito)

Maria Carmela – Maricá

————————————————————————–

POEMA ORIGINALE.

E ora sono qui morto, risorto e nato
per mille e mille anni in un teatro, sensa bene …

“Cristo è risorto di nuovo ….
E ora sono qui morto, risorto e nato
per mille e mille anni in un teatro,
e non so se sono quello che è sconfitto
o se sei tu chi,
imbalsamato nella sceneggiatura,
far finta di non capire, e
potere dissimulante con le apparenze
completamente privo di emozioni.

  Sono le parole profonde e vere di un grande scrittore e poeta, dentro e fuori la Sardegna, “MARIA CARMELA DETTORI, già nota nel nostro blog. Riflettiamo insieme a questo poema che parla di un episodio così antico e che dà origine a una grande introspezione e “mea culpa” di fronte a tutti i mali che hanno tormentato e ancora affliggono il nostro mondo contemporaneo.

E Cristo risorge ancora,
ogni anno la solita scrittura,
nascere e morir giovane
sembra proprio una iattura,
risorgere e trovarsi sempre
nella stessa sceneggiatura,
un copione sempre uguale,
che non muove mai un punto
né una virgola, una parola,
dove l’espressione di chi ascolta
è una maschera mai tolta,
e sembra tutto fermo, immutato,
ai lontani giorni di Pilato,
come se avessi predicato solo
per cambiare un Dio,
lasciando l’uomo intatto,
lui così distante dal bene del creato.
Anche le lacrime son stanche
di patire queste false pene,
tanto risorgo lunedì che ve ne viene?
Io vi ho insegnato amore, giustizia,
libertà e rispetto
per tutto quanto intorno è vita,
vi ho insegnato a ridere persino
in un barlume vivo di commozione
negli anni duri della persecuzione,
guardando i fiumi, i voli degli uccelli,
le gemme su di un ramo nudo
e il riso di un bambino,
ma non c’avete fatto caso,
così presi nel compianto di voi stessi,
vi ho insegnato l’essenza
del libero pensiero di ciascuno,
dove l’odio giammai trovasse spazio,
ma la torre di Babele, un dì abbattuta,
su nuove e più potenti mura
con arrogante piglio fu ricostruita.
E ora mi trovo qui, morto, risorto e nato,
da mille e mille anni in un teatro,
e non so bene se sono io sconfitto
o siete voi che,
imbalsamati nel copione,
facendo finta di non aver capito,
dissimulate il potere con parvenze
del tutto prive di emozione.
E Cristo risorge ancora,
ogni anno la solita scrittura,
nascere e morir giovane
sembra proprio una iattura,
risorgere e trovarsi sempre
nella stessa sceneggiatura,
un copione sempre uguale,
che non muove mai un punto
né una virgola, una parola,
dove l’espressione di chi ascolta
è una maschera mai tolta,
e sembra tutto fermo, immutato,
ai lontani giorni di Pilato,
come se avessi predicato solo
per cambiare un Dio,
lasciando l’uomo intatto,
lui così distante dal bene del creato.
Anche le lacrime son stanche
di patire queste false pene,
tanto risorgo lunedì che ve ne viene?
Io vi ho insegnato amore, giustizia,
libertà e rispetto
per tutto quanto intorno è vita,
vi ho insegnato a ridere persino
in un barlume vivo di commozione
negli anni duri della persecuzione,
guardando i fiumi, i voli degli uccelli,
le gemme su di un ramo nudo
e il riso di un bambino,
ma non c’avete fatto caso,
così presi nel compianto di voi stessi,
vi ho insegnato l’essenza
del libero pensiero di ciascuno,
dove l’odio giammai trovasse spazio,
ma la torre di Babele, un dì abbattuta,
su nuove e più potenti mura
con arrogante piglio fu ricostruita.
E ora mi trovo qui, morto, risorto e nato,
da mille e mille anni in un teatro,
e non so bene se sono io sconfitto
o siete voi che,
imbalsamati nel copione,
facendo finta di non aver capito,
dissimulate il potere con parvenze
del tutto prive di emozione.
Odio e dolore son le risposte avute,
per l’amore è irta ancora la salita,
anni e fatica su cui lavorare,
e come disse un tale
che azzeccò l’assunto a sua insaputa:
‘l’è tutto sbagliato, l’è tutto da rifare’