DARIO SAVARESE: UM JOVEM DIPLOMATA NO COMANDO DO CONSULADO ITALIANO DE BELO HORIZONTE…

17 jan

SENHOR DARIO SAVARESE – CONSUL DE BELO HORIZONTE – sendo a terceira capital do Brasil com (5.413.627 habitantes):

Em novembro de 2019, por ocasião da apresentação do famoso instrumentista e grande amigo da Sardenha, Enzo Favata e sua Banda, estive no Café com letras em Belo Horizonte. E lá tive a grata satisfação de ser apresentada por Enzo, ao senhor Dario Savarese, DD. Consul de Belo Horizonte e sua digníssima esposa. Na oportunidade, falei um pouco sobre meus projetos, naturalmente, ligados à Sardenha.

Ao notar um certo interesse do Jovem Diplomada em conhecer mais sobre o assunto em pauta naquele breve momento, aproveitei então para lhe falar, sobre o lançamento da segunda edição do livro que escrevi sobre a história de meus avós, emigrados da ilha Sardenha em 1986, solicitando ao mesmo, uma visita, ao Consulado para entrega pessoalmente um exemplar do livro.

Prontamente e muito gentilmente, concedeu-me um encontro, dias depois, onde tive a satisfação de falar mais um pouco sobe todas as minhas experiências em termos de aprendizado cultural e as descobertas sobre minhas raízes, cada vez, que visito a ilha de meus antepassados.

Confesso que não havia ainda pensado na hipótese de ir até ao Consulado falar com a autoridade máxima da Itália em Belo Horizonte, sobre o meu simples projeto., que teve como objetivo, narrar a vida e todos e os caminhos que tive que percorrer, para levantar os dados de apenas três emigrantes, vindos do norte da Sardenha, com apenas uma valise de papelão, uma ânfora de barro, (usada para transportar água, pertencente à minha avó paterna) e o bem mais precioso que possuíam, que era a filha de 5 anos Está, posteriormente, se transformou no pivô da grande tragédia da família recém chegada ao Brasil. Está história que repeti tantas vezes, antes de passar para o papel, havia despertado interesse, até o momento, em alguns amigos da Sardenha e poucos descendentes dessa matriz sarda, que hoje ultrapassam mais de duzentos descendentes, oriundos dos seis filhos da segunda geração, nascidos no Brasil.

O Senhor Consul, prontamente recebeu-me. E, Após me oferecer água e café, conversamos um pouco sobre o êxodo emigratório do primeira século XIX, onde milhares de Italianos vieram para o Brasil, e um pouco das grande melhoras burocráticas que emperravam e muito os processos de cidadania para os ítalo-brasileiros até recentemente. Neste momento, apenas pude constatar a veracidade do que já havia lido a respeito do Jovem Diplomata, que demonstrou ter uma imensa afinidade e sensibilidade nas questões de ordem social, principalmente com os povos de países em desenvolvimento como o Brasil.

O Consul é sempre uma presença marcante em quase todos os eventos culturais das Comunidades do Estado de Minas e destaque na mídia, e rede sociais, onde deixa claro, sua intenção plausível que é, oferecer o e apoio institucional irrestrito à cultura. Tendo em vista o incentivo que vem demonstrando, principalmente aos novos escritores, a escrever sobre a genealogia de nossos antepassados italianos e, assim contar a verdadeira história dos emigrantes que construíram a “MÈRICA” à custa de seus suor e lágrimas.

Dentre os apoiados recentemente nesta literatura, destaco o meu grande e querido amigo Escritor, advogado e grande pesquisador de genealogia Italiana de Minas Gerais, o Ítalo-brasileiro, Dr. Stanley Savoretti de Souza, que ao desbravar os mares através do Vapor Montevideo, nos deixa registrado a história, e as relembranças de todos aqueles emigrantes que fizeram parte da aventura dos “Passageiros de um sonho”, Título do livro, com 400 páginas e belas ilustrações, lindamente prefaciado pelo Consul Dario Savarese, nos idiomas, português e italiano.

E concluo este Post, com um trecho das palavras do próprio Consul Dr. Dario Savarese obre um dos seus principais papeis diante da administração do Consulado de Belo que é:

” Gostaria de dar um amplo espaço à diplomacia cultural, potencializando a difusão da cultura, da língua e do estilo de vida dos italianos em Minas Gerais. “

Este é um dos motivos pelo qual, vem angariando cada dia mais, a simpatia e a confiança, não apenas dos Belorizontinos, mas também em Goias e Tocantins, circunscrições da administração consular.

Na oportunidade, compartilho algumas fotos que fizemos no ultimo dia 10 deste mês de janeiro, de 2020, no gabinete Consular, quando da entrega da primeira edição do meu livro, Lágrimas por Rosello, a História de uma família de emigrantes sardos no Brasil, que será lançado brevemente, com a presença do Senhor Consul, e no meio do ano a versão em Italiano, em alguns Municípios da Ilha da Sardegna.

Deixo aqui, o meu agradecimento não apenas ao Consul Dario Savarese, mas à Monica, gentilíssima Secretaria e Fernanda, responsável pelo setor de Cidadania Italiana do Consulado.

A todos o meu especial agradecimento.

Blog Sardenha terra Mia – Brasil –

Edição Lucinha Dettori

ESTE ANO, INOVE-SE: DÊ OBRAS DE ARTES DE PRESENTE, VOCÊ NUNCA SERÁ ESQUECIDO…

8 dez

TUTTE LE OPERE, PUOI TROVARE IN QUESTO BLOG, SENTENDO SOLO IL NOME DELL’ARTISTA IN RICERCA.

TODOS ESTAS OBRAS,VOCE PODE ENCONTRAR NO BLOG MENCIONANDO APENAS O NOME DO ARTISTA NA PESQUISA.

EDIÇÃO : COLABORAÇÃO CULTURAL- BLOG.SSTM – BRASIL

EDIÇÃO : LUCINHA DETTORI

O pintor Ielmo Cara expôs seus trabalhos na Mostra solo "Sou Romantico", montado no salão Euralcoop, em Carbonia.

29 nov

Fonte: http://www.laprovinciadelsulcisiglesiente.com/…/il-pittore…/

Nadia Pische.

Per Sardegnaterramia – Brasile

Lucinha Dettori

Tradução e edição em português

Esta é a definição mais elegante e persuasiva para definir a Arte de um grande Mestre como Ielmo Caras que li até agora. ” Se você vir o fogo em uma pintura, sentirá o calor; se vir um sorriso, ele tranquilizará sua alma e, ao observar o campo, você não poderá fazer isso sem se perder, sonhando estar lá. Essa é a mágica de “sou romântica”

Em uma noite fria de outono, para aquecer seu coração, bastava assistir à abertura da exposição do artista Ielmo Cara. “Eu ainda sou romântico” é o título escolhido pelo pintor para mostrar suas pinturas. Ielmo Cara, nasce em Grosseto, Toscana . Seu pai militar o leva para morar na Sardenha, onde mora com os avós em Narcao. Hoje, o artista faz parte do grupo de “Pensadores Livres” e, junto com os outros membros, ele trabalha para tornar a arte viva, tornando-a conhecida através das obras-primas de artistas locais e outros. A exposição foi amplamente visitada no salão dos membros da Euralcoop, na Piazza Marmilla, em Carbonia, até sábado 23 de novembro.

As cores quentes que você encontrará nas telas dele farão você voltar magicamente, a suavidade de suas figuras o lembrar de um passado mais difícil do ponto de vista econômico, mas mais fácil nos relacionamentos e no compartilhamento de problemas. Se você vir o fogo em uma pintura, sentirá o calor; se vir um sorriso, ele tranquilizará sua alma e, ao observar o campo, você não poderá fazer isso sem se perder, sonhando estar lá. Essa é a mágica que “sou romântica” dará a seus visitantes e, nos dias de hoje, onde a pressa e o descuido reinam supremas, parando para observar como era bonita antes … só pode se sair bem e se sentir mais leve …!

A DEMOLIÇÃO DOS MUROS E O CASTELO MEDIEVAL DE SASSARI: COMO SERIAM HOJE OS MUROS E O CASTELO DE SASSARI ?

11 set

Fonte :Álbum Sassari, le mura e il castello – 

Blog – SSTM – Brasile

Edição em Português : Lucinha Dettori 

Traduçõ do Texto Original
Criado por Alessandro Luiu algumas imagens mostrando como a cidade medieval teria sido sem as demolições do século XIX se Sassari ainda tivesse suas muralhas da cidade e seu castelo seria a mesma cidade ou desfrutaria de uma luz diferente e de outras na Itália onde seu passado ainda está presente?

Provavelmente ninguém é capaz de dar uma resposta, mas a pouca atenção dada ao que foi salvo de uma demolição selvagem pode sugerir que, mesmo nesse caso, tudo seria deixado para a negligência do tempo. Das cerca de 35/40 torres existentes (de acordo com os vários mapas conhecidos), hoje apenas seis restauradas recentemente sobrevivem, com exceção da torre redonda na rua homônima e incorporada no antigo monopólio estatal.

A restauração foi bem documentada no livro de Gian Filippo Orlandi. “Sassari. Os Muros e o Castelo”, que naquela ocasião tiveram o privilégio de poder realizar pesquisas e fornecer-nos documentos e informações valiosas sobre as torres e muros remanescentes e dos quais extraí as informações necessárias para o trabalho de reconstrução em 3D do castelo e suas muralhas. Foi precisamente esse trabalho que me fez perceber que o povo de Sassari ama sua cidade e sua história e que gostaria de poder admirá-la como apareceu em meados , para abrir espaço para um quartel e a sistematização das ruas atuais e adjacentes.

Como Orlandi escreve. “Essa nova onda de progresso e melhoria no padrão de vida que caracteriza todo o século passado talvez seja comparada à estagnação dos séculos anteriores. Brusca demais, a ponto de o desejo pelo novo ser a necessidade de deixar para trás e esquecer as misérias, multidões e epidemias do passado até recentemente provocam, primeiro entre os cidadãos, depois também nos governantes locais uma espécie de indiferença ou mesmo aborrecimento ou repulsa por tudo que diz respeito ao passado.

Um dos primeiros pedidos de demolição ou modificação da estrutura ocorreu em 1842, quando os comerciantes Bargone, Valdetaro e Rau recorreram ao vice-rei, expondo-lhe os danos que podem resultar do atraso na abertura de um canal de drenagem das águas da cidade, bem como da proximidade de suas fábricas à torre que continha o depósito de pólvora. O pedido foi rejeitado e, nos anos seguintes, os trabalhos de consolidação e restauração da estrutura continuaram.

Em 1848, a Prefeitura rejeitou outra proposta de demolição. Mas em 1850 começa a circular um plano, que além de representar o castelo também contém sobreposições, algumas novas estruturas giradas em 40 ° e destinadas ao uso como quartel.

Nos anos seguintes, o Conselheiro Garavetti expressou-se decididamente contra a preservação do Castelo: << Ele pressionou nada menos do que a Prefeitura fez um esforço para fazer com que o Ministro da Guerra decidisse, quaisquer que fossem suas intenções, demolir o castelo minado que desordenava e estraga um dos melhores e mais frequentados pontos da cidade, assim que a ocupação da nova prisão lhe permite suprimir a prisão do ramo que você atualmente mantém no referido castelo <…> seria que a Prefeitura, que já praticou na Ministério da Guerra pela demolição do castelo em ruínas que tristemente entulhou o chão, retomou-o ativamente
propor ao Ministério o plano na medida em que seja necessário para a construção de um quartel suficiente para a possível defesa deste construto. 

A demolição das muralhas começou por volta de 1830, após a construção do Conde de San Pietro na via Usai. Parte destes foram incorporados juntamente com uma torre das muralhas da cidade antiga. Por volta de 1840, os cidadãos começaram a pedir ao governador para fazer algumas aberturas nas paredes, mesmo considerando que em 1841 foi dada a autorização para que as portas permanecessem abertas mesmo durante a noite.

Nos anos seguintes e até 1878, o ano da demolição definitiva do castelo, vários fragmentos da cortina que durante séculos protegeram a cidade, tanto após demolições regulares quanto por desabamentos por falta de manutenção, muitas vezes também ajudados pelos cidadãos, desaparecerão. Ao longo dos anos enquanto isso, além da construção de novas aberturas, perto da Via Turritana em 1841. Porta Macau em 1844 (colapso) será “alternada”.

O Porta Castello em 1844, mesmo que, desde as fontes da época, não esteja claro se eles se referiram à demolição da estrutura ou se apenas a porta foi destrancada. Porta Rosello em 1854 (?). Porta Utzeri no ano seguinte e Porta Nuova, presumivelmente após 1872. De Porta Sant ‘Antonio, sabe-se que até 1867 ele ainda estava de pé.
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Texto Original
Realizzate da Alessandro Luiu alcune immagini che mostrano come sarebbe stata la città medievale senza le demolizioni dell’Ottocento
Se Sassari avesse ancora la sua cinta Muraria e il suo castello sarebbe la stessa città o godrebbe di una luce diversa cosi come altre in Italia nelle quali ancora è presente il proprio passato? Probabilmente nessuno è in grado di dare una risposta, ma la poca attenzione che viene riservata a quanto si è salvato da una demolizione selvaggia potrebbe far pensare che anche in quel caso tutto sarebbe lasciato all’incuria del tempo. Delle circa 35/40 torri esistenti (secondo le varie mappe conosciute), oggi ne sopravvivono appena sei recentemente restaurate ad eccezione della torre tonda nella omonima via ed inglobata nell’ex Monopolio di Stato.

Il restauro è stato ben documentato nel libro di Gian Filippo Orlandi. “Sassari. Le Mura e il Castello” che in quella occasione ha avuto il privilegio di poter eseguire i rilievi e fornirci documenti e informazioni preziose sulle torri e sulla cinta muraria rimasti e dal quale ho attinto le informazioni necessarie per il lavoro di ricostruzione in 3D del castello e della
relativa cinta muraria. Proprio tale lavoro mi ha fatto capire che i sassaresi amano la loro città e la sua storia e che tanto avrebbero desiderato poterla ammirare come si presentava verso la metà dell’800, Se l’allora amministrazione non avesse deciso di radere al suolo quanto rimaneva per far posto ad una caserma e alla sistemazione dell’attuale e delle vie adiacenti.

Come scrive Orlandi. “Quella fresca ventata di progresso e di miglioramento del livello di vita che caratterizza tutto il secolo scorso è forse, rispetto alla stasi dei secoli precedenti. Troppo brusca, al punto che il desiderio del nuovo il bisogno di lasciarsi indietro e dimenticare le miserie, Gli affollamenti e le epidemie del passato anche recente provoca, prima nei cittadini, poi per conseguenza anche nei governanti locali una sorta di indifferenza o addirittura fastidio o repulsione per tutto ciò che riguarda il passato.

Una delle prime richieste di demolizione o modifica della struttura, si ebbe nel 1842 quando i commercianti Bargone, Valdetaro e Rau, ricorrono al Viceré esponendogli i danni che possono derivare dal ritardo ell’apertura di un canale di scolo delle acque della città oltre che dalla vicinanza delle loro fabbriche alla torre che conteneva la polveriera. La richiesta venne respinta e negli anni a seguire proseguirono invece le opere di consolidamento e restauro della struttura.

Nel 1848 il Municipio respinge un’altra proposta di demolizione. Ma nel 1850 inizia a circolare una planimetria che oltre a raffigurare il castello contiene anche in sovrapposizione, alcune strutture nuove ruotate di 40° e destinate ad uso di caserma.

Negli anni a seguire il consigliere Garavetti, si esprime decisamente contro la conservazione del Castello: <<Preme poi non meno che il Municipio si adoperi a far decidere il Ministro della Guerra, qualunque segno le sue intenzioni, a demolire il minato castello che ingombro e deturpa uno dei migliori e più frequentati punti della città, non appena l’occupazione dei nuovo Carcere abiliti a sopprimere il carcere succursale che attualmente tieni nel detto castello <…> uopo sarebbe che il Municipio, il quale ha già fatto pratiche presso il Ministero di Guerra per la demolizione del ruinoso castello che ingombra tristemente il suolo, le riprendesse attivamente per
proporre al Ministero il piano al tanto che può essere necessario per la costruzione di una caserma sufficiente alla sperabile presidio di questo costrutto <… >.

La demolizione delle mura iniziò intorno al 1830, quando a seguito della costruzione delucidazione del Conte di San Pietro in via Usai. Parte di queste furono inglobate insieme ad una torre dell’antica cinta. Verso il 1840. i cittadini iniziano a chiedere al Governatore che vengano realizzate alcune aperture nelle mura, anche considerando che nel 1841 venne data l’autorizzazione affìnché le porte rimanessero aperte anche durante la notte.

Negli anni successivi e fino al 1878, anno della demolizione definitiva del castello, scompariranno vari spezzoni della cortina che per secoli protesse la città, sia a seguito di regolari demolizioni, sia dovuti a crolli per la mancata manutenzione spesso anche aiutata dai cittadini. Negli anni
intermedi intanto, oltre alla realizzazione di nuove aperture, nei pressi di via Turritana nel 1841. Porta Macao nel 1844 (crollo) verranno ‘alternate’.

La Porta Castello nel 1844, anche se dalle fonti dell’epoca non si capisce se si riferissero alla demolizione della struttura o se invece fu scardinata solo la porta. Porta Rosello nel 1854 (?). Porta Utzeri l’anno successivo e Porta Nuova presumibilmente dopo il 1872. Di Porta Sant’ Antonio, si sa che fino al 1867 era ancora in piedi.

Fenícios na Sardenha, uma história de multiculturalismo e integração  

6 set