Arquivo | março, 2011

RITOS E TRADIÇÕES DA SARDENHA: IL MATRIMONIO SELARGINO

25 mar

Tradução do italiano para português SSTM

Edição Lucinha Dettori

Texto enviado pelo correspondente internacional

Scanu Gianfranco – Sardegna

 

 

Todos os anos a partir de 1962, em Selargiu (cidade campidanese  do interior de Cagliari) acontece um antigo ritual nupcial que por sua beleza e particularidade, consegue envolver não apenas as pessoas da cidade, mas  toda a Sardegna.

O Casamento Selargino é um ritual muito antigo, e  a sua   origem vem da um  pequeno  Centro campidanese dos arredores de Cagliari, chamado “cerargius”, nome este da  época romana, devido a uma enorme salina que ali existia e que era muito importante para toda a área.

Nesta cerimônia de casamento, a multidão que rodeava o caminho por onde passava  os nubentes, os  abençoava  com sal e trigo, produtos estes que representavam as principais fontes de riqueza daquele período.

As duas representações do casamento avançavam separadamente por duas diferentes direções, em seguida, reuniam-se no adro da igreja, que eram  compostas de parentes próximos que usam o traje de gala. Procedendo aos parentes que vinham à frente do cortejo, vinham os tocadores de launeddas.

Imediatamente após os músicos ,vinham algumas meninas que traziam presentes para o casal, para o banquete: um arco, um cordeiro, o pão trabalhou em belas formas, e doces, sobremesas em belíssimos trabalhos de arte culinária.

Tanto o noivo e a noiva eram levados ao templo apenas pelos seus pais, as duas mães, ficavam esperando na nova casa, onde, após a cerimônia, as duas famílias se reúnem para celebrar o novo casal e pra participarem do suntuoso banquete

Na nova casa do casal, os esposos recebiam a bênção final, que é também o mais emocionante: aquela materna. As duas mães espargiam com o sal e trigo, para que daqueles frutos da natureza, germinassem um grande porvir para as família deles.

A noiva, antes de cruzar a porta da frente, que também representa a última fronteira de sua juventude despreocupada, dava  as flores de laranjeira para a sua melhor amiga.

Essa virgem guirlanda consagrada no altar , significa que portará boa sorte para essa outra garota, e a levará ao casamento dentro deste mesmo  ano.

A chegada dos cônjuges do lar conjugal é um momento muito importante do casamento Selargino;

Existe um fato um ritual muito impressionante.

Quando os noivos estão a caminho de sua casa, todas as mulheres do bairro vão para as suas janelas e dali joga nos cônjuges, o trigo, desejando felicidades ao novo casal.

Enquanto isso, a mãe do noivo o espera na porta da casa e, na chegada lança seu trigo e o sal, esse rito é chamado SA GRAZIA – ou a graça.

A noiva ao chegar a casa, e saudada com aplausos, desce do cavalo e beija as mãos dos sogros, oferecendo-se  como filha.

A cerimônia de casamento Selargino, é um dos show mais bonito que você pode assistir na Sardenha, um retorno ao passado, que  ressurge com  todo o sentido vital dos antigos povos e como esta sugestiva festa, que coloca a Sardenha como um dos mosaicos étnicos mais pitorescos da Europa.

Por este motivo o casamento  Selargino é um festival da Cidade de Selargius, que anualmente participam uma multidão de pessoas “

Fotos fonte:

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POETA GIANNI MASCIA – GANHA MAIS UM IMPORTANTE PRÊMIO LITERÁRIO ‘OZIERI’ DA SARDENHA

22 mar

Gianni Mascia – Recital In PlazA di Mayo

“Caros amigos ,

É com grande satisfação que destaco em nosso Blog Sardegna em português, mais um trabalho do nosso já conhecido GIANNI MASCIA, grande literato Sardo, que vem se destacando pelo seu imenso talento como poeta e romancista em língua Sarda. É notório que o forte de Gianni é de se expressar seus pensamentos através dos seus lindos poemas, mas também devemos admitir, seu inegável talento em se expressar em outros gêneros literário, como aconteceu ressentimento, em seu ultimo trabalho escrito em PROSA, motivo desta edição especial.

Esta modalidade de expressão sem versejar ou seja escrevendo normalmente, nunca tinha dado a Gianni uma premiação, motivo pelo qual queremos compartilhar este grande feito, uma vez que este trabalho o colocou entre os vencedores do 51º edição de prêmio de literatura Sarda, “ OZIERI” .Esta é uma das premiação mais antiga e prestigiada da Sardenha.

O conto nos relata a historia de um pequenino homem. Que veio de um pais distante com a avó. Este pais era tão longe, mas tão longe que para chegar nesta nova terra gastou um mês inteiro de viagem. Deste homenzinho, ninguém mais nada sabia, sua idade, sua nação e nem menos o sobrenome , apenas que viera de um lugar muito distante. Como o seu nome era muito difícil de ser pronunciado, os aldeões o apelidaram carinhosamente por BUSTIANEDDU. Muitos segredos e mistérios envolvem este pequeno e singular ser, além de sua  beleza, bondade e o motivo principal de sua missão na terra…

Convido a todos para  a lerem este delicioso conto de Gianni, na tradução do Sardo para o Italiano em nosso Blog, intitulado na língua sarda como Bustianeddu piccino, que lhe valeu este importante prêmio. PARABÉNS POETA GIANNI, pela sua perseverança e por sua meteórica ascensão como escritor.

Bustianeddu l’omino piccino –

“Era uma vez, em uma pequena vila perdida no meio das montanhas, havia uma pequena casa feita de madeira e tijolos de barro. Esta casinha era a menor da vila, mas também a mais bonita. Tinha um belo pátio cheio de flores e uma pequena horta, mas com árvores cheias de tudo de bom, mas a coisa mais linda não era a casinha, mas quem morava lá. O dono era um homenzinho minúsculo, mas tão pequeno que nem chegou à mesa.
Deve-se dizer, no entanto, que apesar de ser um anão, ele era muito bonito, mas tão bonito que até os espelhos se apaixonaram por ele, até que ele foi visto como o homem mais alto do mundo. Ninguém sabia a idade desse homenzinho, nem de que país ele veio ou mesmo seu sobrenome. Só sabíamos que ele tinha vindo com a avó de um lugar muito distante, mas tão longe que um mês inteiro não foi suficiente para chegar à nossa terra.
Também se sabia que seu nome se chamava Anacreonte, mas como não era um nome muito simples de pronunciar, toda a vila o havia renomeado Bustianeddu. Ele e a avó tinham vindo do mar com um navio grande e grande, um carro do mar, que estava desmoronando e carregava as pessoas pobres e desesperadas. Depois de uma jornada conturbada, eles chegaram à nossa terra e, desde o primeiro momento, pareceu-lhes o lugar mais bonito do mundo. A maioria de seus companheiros de viagem havia parado na cidade, mas Bustianeddu e sua avó continuaram sua jornada em busca de um lugar mais pacífico. Andam, andam, chegaram à pequena vila perdida no meio das montanhas.
Os habitantes locais, a princípio, ficaram muito surpresos ao vê-los, porque naquela aldeia nunca haviam visto estrangeiros e, além disso, tinham rostos muito, muito diferentes dos deles e, por isso, eles eles pareciam com grande curiosidade. No entanto, eles os receberam com grande hospitalidade e generosidade e competiram para ajudá-los a ponto de o prefeito, com a aprovação de todo o conselho da cidade, ter decidido dar a eles a casinha de madeira e tijolos de barro para que eles pudessem parar por aí. viver. A avó era música e tocava especialmente um tipo de apito que parecia muito com o som, o que ela costumava fazer naquelas montanhas, que as pessoas faziam dos juncos e que era tocada para a grande festa. Então, como havia poucos músicos na vila e pouco valor, quando a ouviram tocar pela primeira vez, imediatamente a nomearam como chefe da banda do país.
Desde então, a alegria chegou à aldeia, porque ele não nasceu mais apenas para uma “festa de maná”, mas também todos os domingos e para todas as ocasiões. Por esse motivo, as pessoas começaram a amá-los ainda mais. Bustianeddu, que era um garotinho muito inteligente, freqüentou a escola na vila e aprendeu tudo com muita facilidade, até se tornar o primeiro da turma, e como não era egoísta e sempre ajudava seus companheiros em dificuldades, era amado por todos. Após as aulas, voltou para casa para almoçar com a avó, que divinamente cozinhou os pratos de sua terra. O que mais gostava era o cuscuz, mas também gostava das especialidades da nossa terra e principalmente dos doces.
Depois de almoçar e estudar, foi com a avó à bot-teguccia que, entretanto, abrira, onde trabalhava. os juncos que foram coletados nos rios da região e os transformaram em instrumentos musicais e eram tão bem feitos que foram até ela comprá-los e aprender a tocá-los melhor, mesmo nos países vizinhos. Bustianeddu sempre prestava muita atenção quando ouvia a avó tocar e sempre sonhava em se tornar tão boa quanto ela, para tocar su ballu tundu em todas as festas.
Um dia, um lindo dia de primavera, como sua avó tinha muito trabalho a fazer e não tinha tempo para lhe dar aulas de música, ele decidiu dar um passeio no campo e caminhar, caminhar, chegou à margem de um rio que naquele o tempo foi preenchido com varas de todos os tamanhos. Como estava cansado, sentou-se para descansar. Enquanto descansava, ele tinha um desejo louco de tocar, mas, como não tinha o zufoletto com ele, pensou que poderia fazer um novo. Mas, remexendo nos bolsos, percebeu que havia esquecido a faca em casa e sem ela não conseguia trabalhar os barris. Então, parecendo melhor, ele viu alguns que pareciam feitos de propósito e colocados ali para ele, prontos para jogar.
Embora parecesse muito estranho (até quase ter medo disso), ele os pegou e tentou tocá-los e, desde o primeiro momento, percebeu que o som que eles emanavam parecia muito com o que ele acreditava ser o som das harpas dos anjos do céu. O som que você toca gradualmente adormeceu e começou a sonhar um sonho lindo. Ele viu alguns anjinhos que cantando em tenor lhe disseram que com aqueles juncos havia descoberto que ele podia tocar uma dança que poderia trazer paz ao mundo inteiro. Depois de um tempo, ele acordou com o coração cheio de alegria e depois de alguns anos o nome do homenzinho Bustianeddu começou a voar de cidade em cidade, do mar para as montanhas e em todos os lugares a lenda do pequeno jogador começou a florescer. com a grandeza de sua música, ele trouxe alegria e fez as pazes em todas as partes da terra, em qualquer lugar onde a guerra durasse.”

Bustianeddu l’omino piccino –

È con grande soddisfazione che metto in evidenza nel nostro Blog Sardegna in portoghese, un’altra opera del nostro già noto GIANNI MASCIA, grande poeta sardo che si è distinto per il suo immenso talento di poeta e scrittore in lingua sarda.

È chiaro che la forza di Gianni è di esprimersi in versi, i suoi pensieri attraverso le sue bellissime poesie, ma dobbiamo anche ammettere, il suo innegabile talento nell’esprimersi in altri generi letterari, come accadde il risentimento, nella sua ultima opera scritta in PROSA, motivo per questa edizione speciale.

Questa modalità di espressione senza versi o scritti normalmente, non aveva mai assegnato a Gianni un premio, motivo per cui vogliamo condividere questo grande risultato, poiché questo lavoro lo ha posto tra i vincitori della 51a edizione del premio letterario Sarda, “OZIERI” Questo è uno dei più antichi e prestigiosi riconoscimenti in Sardegna.

La storia racconta la storia di un uomo minuscolo. Chi veniva da un paese lontano con sua nonna. Questo paese era così lontano, ma così lontano che ci sono voluti un mese intero di viaggio per raggiungere questa nuova terra.

Nessun altro sapeva di questo omino, della sua età, della sua nazione o del suo cognome, solo che era venuto da un posto molto lontano.

Poiché il suo nome era molto difficile da pronunciare, gli abitanti del villaggio lo soprannominarono affettuosamente BUSTIANEDDU. Molti segreti e misteri circondano questo piccolo e singolare essere, oltre alla sua bellezza, bontà e la ragione principale della sua missione sulla terra …

Invito tutti a leggere questa deliziosa storia di Gianni, nella traduzione del sardo in italiano sul nostro blog, intitolata in lingua sarda come Bustianeddu piccino, che gli è valsa questo importante premio. CONGRATULAZIONI POETA GIANNI, per la sua perseveranza e la sua ascesa meteorica come scrittore.

Texto Original em Italiano.

“C’era una volta,in un paesino sperduto in mezzo ai monti,una casettina fatta di legno e di mattoni di fango. Questa casettina era la più piccolina del paesino,ma era anche la più bellina. Aveva un bel patio tutto fiorito e un orticello piccolino ma con alberelli carichi di ogni ben di Dio. Ma la cosa più bella non era la casettina,ma chi vi abitava. Il padrone era un omettino piccolino piccolino,ma così bassottino che non arrivava nemmeno al tavolo. Bisogna dire,però,che malgrado fosse un nanetto,era moltobello,ma così bello che perfino gli specchi s’innamoravano di lui,fino a vederlo come l’uomo più alto della terra. Di quest’omettino nessuno conosceva l’età,nè da quale nazione venisse e nemmeno il cognome. Si sapeva solo ch’era venuto con la nonna da un luogo molto lontano,ma così lontano che per arrivare nella nostra terra non era bastato un mese intero. Si sapeva anche che di nome si chiamava Anacreonte,ma poichè non era un nome molto semplice da pronunciare, tutto il paesino l’aveva ribattezzato Bustianeddu. Erano venuti,lui e la nonna,dal mare con una nave grande grande,una carretta del mare,che cadeva a pezzi e carica i gente povera e disperata. Dopo un viaggio tormentato erano giunti nella nostra terra e,dal primo istante,era sembrato loro il posto più bello del mondo. La maggior parte dei loro compagni di viaggio si era fermata nella città,ma Bustianeddu e la nonna avevano continuato il cammino alla ricerca di un luogo più tranquillo. Cammina cammina erano giunti al paesino sperduto in mezzo ai monti. La gente del luogo,in un primo momento,si era meravigliata molto al vederli,perchè in quel villaggio non si erano mai visti degli stranieri,e,per di più loro avevano delle facce molto, ma molto diverse dalle loro e per questo motivo li guardavano con grande curiosità. Comunque,li accolsero con molta ospitalità e generosità e facevano a gara per aiutarli fino al punto che il sindaco,con l’approvazione di tutto il consiglio comunale,aveva deciso di dar loro la casettina di legno e di mattoni di fango affinchè ci si fermassero a vivere. La nonna era una musicista e suonava specialmente un tipo di zufolo che somigliava molto come suono,a quello che solevano suo nare in quei monti,che il popolo faceva dalle canne e che ve- niva suonato per la festa grande. Allora,siccome in paese i musicisti erano pochi e neanche tanto di valore,quando la sentirono suonare per la prima volta la nominarono immediatamente capo della banda musicale del paese. Da allora nel paesino era arrivata l’allegria,perchè non si suo nava più solo per sa “festa manna” ma anche ogni domenica e per ogni ricorrenza. Per questa ragione la gente aveva cominciato a voler loro sem- pre più bene. Bustianeddu,che era un bambinello molto sveglio,frequentava la scuola del paese ed imparava tutto con molta facilità,fino a diventare il primo della classe,e siccome non era un egoista e aiutava sempre i compagnetti in difficoltà era adorato da tutti. Dopo le lezioni ritornava a casa per pranzare con la nonna che cucinava divinamente i piatti della loro terra. Quello che a lui piaceva di più era il cous-cous,però gli piacevano molto anche le specialità della nostra terra e soprattutto i dolcetti.Dopo aver pranzato e studiato andava con la nonna alla bot-teguccia che nel frattempo avevano aperto,dove lei lavorava le canne che si racccoglievano nei fiumiciattoli della zona e ne faceva gli strumenti musicali ed erano talmente ben fatti che si recavano da lei a comprarli e ad imparare a suonarli meglio perfino dai paesi vicini. Bustianeddu prestava sempre molta attenzione quando sentiva la nonna suonare e sognava sempre di diventare bravo quanto lei per poter sonare su ballu tundu in ogni festa. Un giorno,un bel giorno di primavera,poichè la nonna aveva molto lavoro da sbrigare e non aveva tempo per dargli lezioni di musica,decise di andare a fare un passeggiata in campagna e cammina cammina,arrivò fino alla riva di un rio che in quel tempo si riempiva di canne di ogni misura. Poichè era stanco si sedette a riposare. Intanto che riposava gli venne una voglia matta di suonare ma, poichè non aveva lo zufoletto con sè,pensò che avrebbe potuto fabbricarsene uno nuovo. Però,frugando nelle tasche,si accorse di aver dimenticato a casa il suo coltellino e senza quello non poteva lavorare le canne. Allora,guardando meglio,ne vide alcune che parevano fatte apposta e messe lì per lui,pronte da suonare. Malgrado gli fosse sembrato molto strano (fin quasi ad averne paura) le raccolse e provò a suonarle e fin dal primo momento si rese conto che il suono che emanavano somigliava molte a ciò che lui credeva che fosse il suono delle arpe degli angioletti del cielo. Suona che ti suona a poco a poco si addormentò e cominciò a sognare un bellissimo sogno. Vide alcuni angioletti che cantando a tenore gli dissero che con quelle canne che aveva trovato si poteva suonare un ballo che poteva portare la pace in tutto il mondo. Dopo un poco si svegliò col cuore pieno di gioia e di pace,pensando che forse avrebbe potuto davvero fare qualcosa perchè il sogno si facesse realtà. Rientrato a casa raccontò tutto alla nonna e le fece vedere le canne che aveva trovato e gliene fece udire il suono. La nonna,che era un orecchio esperto,pensò fin dal primo momento che con qualche piccola modifica se ne poteva trarre il più bello dei suoni di canna che si fosse udito mai. L’indomani mattina,sveglia da molto presto,si mise a lavorare nella botteguccia e,dopo alcune ore,lo strumento era pronto da suonare. Dopo averlo provato per un po’,si rese conto che il suono che ne veniva fuori era quasi uguale a quello delle launeddas,uno strumento che veniva usato parecchio in quella terra piena di magia. Avevano in più,però,qualche nota che pareva venisse dalle nuvole del cielo e dal centro della terra,dall’essenza dell’anima e dalle risate dei bambini quando in inverno mangiano il pop corncotto davanti al caminetto mentre ascoltano i racconti e i ricordidei vecchierelli. Al ritorno dalla scuola,Bustianeddu seppe tutto questo dalla nonna molto contenta e dopo aver mangiato qualcosa velocemente,si mise a suonare per tutta la sera,fino all’ora di andare a dormire. Ma quella notte dormì pochissimo e,in quel poco, sognò sempre lo stesso sogno. Sognava di suonare in ogni villaggio per sa “festa manna” un ballo che dava piacere ad ogni uomo e sognava anche che al suono della sua musica non succedesse niente di brutto e nessuno litigasse malgrado in queste ricorrenze si bevesse quasi sempre smodatamente. Da quella notte Bustianeddu passava ogni momento libero a suonare il nuovo strumento e,giorno dopo giorno,diventava sempre più bravo,fino a diventare anche lui un grande musicista. Dopo un po’ di anni il nome dell’omino Bustianeddu cominciò a volare di paese in paese,dal mare ai monti e in ogni luogo cominciava a fiorire la leggenda del suonatore piccolino piccolino che con la grandezza della sua musica portava gioia e metteva pace in ogni parte della terra,in qualsiasi luogo ove infuriasse la guerra. po’ di anni il nome dell’omino Bustianeddu cominciò a volare di paese in paese,dal mare ai monti e in ogni luogo cominciava a fiorire la leggenda del suonatore piccolino piccolino che con la grandezza della sua musica portava gioia e metteva pace in ogni parte della terra,in qualsiasi luogo ove infuriasse la guerra.”

Di GIANNI MASCIA
POR SSTM EDIÇÃO EM PORTUGUÊS
Tradução: Lucinha Dettori
Imagem – Tocador de Lunedda.
colaboração – Nick denotarpietro

 

AUGURI PER IL 150 ANNI DELL’UNITÀ D’ITALIA DI SARDEGNA SA TERRA MIA-Il BLOG SARDO/BRASILIANO

17 mar


  • Maravilhoso, emocionante, parabéns!!!!A mensagem mais linda sobre a Unificação da Itália, com texto, imagens e música escolhidos para tocar os corações de italianos e  italo-brasileiros.

Carissimi amici,

Questo video  vale la pena di essere guardato con un po’ di speranza, forse più che un augurio è un sogno di un’ Italia più unita.

Este vídeo (que retrata as dificuldades da “jovem’ Itália, festejando os 150 anos da fundação!) é um desejo ou um sonho de uma Itália mais unida, quem sabe …

Cordiali saluti

Professor  Bruno Benetti –

Revisor de edições do Blog  SSTM  em português

Skype user: profbenetti – (Um dos melhores cursos de italiano online, confira no site abaixo)

http://www.studiocwd.com

Edição SSTM em português

Por Lucinha Dettori

Fonte : Gli auguri di Tecnova.it

PALMA SOLA – SANTA CATARINA, SUL DO BRASIL, SE PREPARA PARA O IX FEST ITÁLIA.

15 mar

ODETE ANA DELAZERI MINGORI,

Presidente da ASSOCIAÇÃO TREVISANI NEL MONDO  E GRUPO FOLCLORICO LA TERRA DEL PIN, DE PALMA SOLA SC,  convida a todos para a nona edição do fest’italia(festival da interpretação da musica italiana nas categorias adulto e infantil, modalidade clássica/contemporânea e folclórica/popular) nos dias 06 e 07/05/2011

Nesta ocasião, serão distribuídos 20 mil reais em prêmios aos ganhadores.

Na categoria infantil só serão aceitas inscrições de crianças com até 14 anos e na modalidade folclórica/popular para que os jovens não esqueçam da grande história que os imigrantes italianos  trouxeram para o Brasil e em especial para o sul,  sua língua, seus costumes, suas danças  e em especial suas músicas e que muito  contribuíram para o grande progresso do Brasil.

As  Músicas cantadas pelos nonos, evidenciam a Itália sua terra natal com tanta nostalgia, com saudades porque a maioria nunca mais puderam retornar.  Esse é o objetivo do fest’italia, manter viva essa história.

Palma Sola é destaque na cultura italiana porque o grupo folclórico La terra Del Pin e neste ano também conta com a associação trevisani nel mondo , juntas  não medem  esforços  na divulgação pelo Brasil e na Itália deste evento que é um dos únicos no Brasil no gênero.

As inscrições são gratuitas e poderão ser feitas pela net no endereço  WWW.festitalia.net, contabilmingori@gmail.com, fones 49 36520150/91069928.

Uma comitiva Do Município de Roncade, província de Treviso, Região do Veneto.it,  deverão visitar Palma Sola no evento e farão parte da mesa julgadora.

Temos a certeza de que a vinda desta comitiva será um marco na história não só de palma sola mas sim de toda a região para um futuro intercâmbio  entre essas duas  regiões.

di : Odete Mingori – presidente

Apoio Blog  Sardegna Sa Terra Mia em português

Edição Lucinha Dettori

ITALIAMIX :A Revista eletrônica que leva você nos lugares mais bonitos da Itália!

12 mar

Blog Sardegna Sa Terra Mia, cumprimenta ITALIAMIX uma das mais conceituada revista da Comunidade de Itálo-descendentes do Brasil, com sede em Belo Horizonte, pela criação da Associação Cultural ItáliaMix,bem como,pelo excelente artigo sobre a região Sardegna, para ler toda a reportagem, acesso o site: http://www.italiamix.net
Diretor Executivo Giorgio Crosetti
Jornalista Responsável:Márcio Rubens Prado
Colunistas Adv. Marcos SarquesRoberto GuglielmottoMaurizio Curotto
Redaçãoredacao@italiamix.net Comercial publicidade@italiamix.net
Di : Giorgio Crosetti
Por SSTM
Caros  amigos,
E m outubro do ano passado foi finalmente registrada em cartório a Associação Cultural Itália Mix, que já estava operando há anos, mesmo sem existir ainda oficialmente.
Os objetivos da Associação Cultural Itália Mix, como explica o Estatuto, são os seguintes: – Resgatar e incentivar a tradição, a cultura, o folclore e a história italiana, ao fim de alcançar um maior congraçamento entre italianos, ítalo-descendentes e simpatizantes; Estudar, pesquisar e divulgar as culturas dos países envolvidos, para a recuperação da memória e das entidades culturais; – Promover o encontro, o debate e a parceria entre associações, empresas e instituições públicas e privadas dos dois países, que visem o interesse comum; difundir atividades educativas, culturais e artísticas, realizando encontros, eventos, conferências, seminários e cursos. – Promover o diálogo e o intercâmbio sócio-cultural entre grupos, profissionais,entidades e instituições públicas e privadas  do  Brasil  e  da  Itália,
Favorecendo a integração entre brasileiros e italianos; – Aprofundar e estreitar os laços existentes entre esses dois países, criando espaços para novos vínculos, envolvendo inclusive outras entidades, empresas e instituições públicas e privadas dos dois países.
A nova diretoria é assim composta:- Giorgio Crosetti – presidente;- Roberto Guglielmotto – vice-presidente;- Palmino Andreetto – tesoureiro- Vivien Ferrari – secretária-  Gustavo  Panicali  Cavalcanti  de  Albuquerque – conselheiro fiscal;-  Dr.  Marcos  André  arques  –  departamento jurídico.
A  Associação  Cultural  Itália Mix  já organizou vários eventos, entre os quais as já renomadas “Ceias Temáticas”, que sempre  têm  um  grande  sucesso  e  contam com a participação de mais de cem convidados em cada edição.
Para  este  ano,  em  ocasião  dos  150anos da Unificação da Itália, estamos preparando uma série de eventos ainda mais interessantes, que não deixarão de des-pertar o interesse de todos o que amam a Itália e sua cultura.
Por estar ainda em fase de organização,  preferimos  ainda  não  revelar  nada sobre estes eventos, mas temos a certeza de que todo mundo irá gostar muito.Em  breve  iremos  também  iniciar  acampanha de afiliação à Associação.
Os associados irão desfrutar de mui-tas vantagens, que irão desde desconto sem compras nas empresas conveniadas, até descontos nos ingressos em todos os eventos futuros,  organizados  pela Associação.
Estamos  trabalhando  nisso  e  assim que  tudo  estiver  pronto,  anunciaremos em nosso site e nesta Revista, o lança-mento da campanha e as vantagens hoje recibidas, com mais detalhes.
Quem quiser entrar em contato coma  Associação  Cultural  ItaliaMix,  para enviar  propostas  para  eventos,  parcerias, sugestões ou qualquer outro contato, pode enviar um e-mail ao endereço: asso@italiamix.net.
Todas as propostas e sugestões serão avaliadas pela diretoria e, se possíveis e compatíveis com os objetivos da Associação, realizadas. Com  isso  pretendemos  fazer  da Associação Cultural ItaliaMix, não sobem mais uma associação na comunidade, mas sim unir várias pessoas italianas e Brasileiras, num verdadeiro círculo de atividades e amizade, que tenham como fim a confraternização e a integração entre estes dois povos, que já estão tão próximos por suas história e cultura.

Giorgio Crosetti –Diretor Executivo
Italiano, nascido em Torino, residente no Brasil, em Belo Horizonte, desde 1994.
Consultor Editorial, designer gráfico e tradutor.
Experiências:
– Direção técnica e estratégica de revistas e jornais italianos, de difusão regional e nacional.
– Idealização e montagem, em Torino, de uma editora sob comissão de terceiros.
– Realização do jornal “Lo Stivale”, publicado pelo Comites MG/GO/TO.
– Idealizador e diretor da Revista Eletrônica ItaliaMix, dirigida aos italianos e ítalo-descendentes do Brasil.
– Fundador e Presidente da “Associação Cultural ItaliaMix”.
– Sócio fundador da Associação “Alleanza Brasil-Italia”.
– Palestrante do curso “Essere Italiani”, sobre normas e leis que regulamentam o reconhecimento da cidadania italiana.
– Tradutor Juramentado para o Consulado da Itália de Belo Horizonte, desde 2003.
– Tradução e acompanhamento de centenas de processos de cidadania.
– Tradução de documentos relativos a vários processos de Adoção Internacional.
– Intérprete continuativo e assistência  em reuniões de negócios. Serviços prestados:
Tradução em Italiano de documentos de estado civil e outros, para uso consular
Tradução em italiano de documentos escolares brasileiros
Acompanhamento de documentos
Tradução de documentos para Adoção Internacional
Traduções comerciais
Intérprete simultâneo
Intérprete continuativo
Aulas de italiano
Localização:
Rua Passos, 380/2 – Bairro Carlos Prates
30710-540 – Belo Horizonte (MG)
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