Arquivo | maio, 2011

Comitiva Do Município de Roncade, Província de Treviso, Região do Veneto. it, participa da mesa julgadora do FEST’ITÁLIA DE PALMA SOLA-SANTA CATARINA

30 maio

O BLOG SARDEGNA SA TERRA MIA, Parabeniza todos os organizadores pelo SUCESSO ABSOLUITO DA IX FEST’ITÁLIA DI PALNA SOLA/SC-BRASIL NA PESSOA DE SUA ILUSTRE PRESENTE ODETTE ANA DELAZARI MINGORI. (foto abaixo)

(da esquerda para direita ODETE MINGORI, AMIGOS E AUTOIDADES DE PALMA SOLAFET!ITÀLIA2011)
Antes de falar sobre este importante evento de demonstração das raízes italianas no Brasil, em especial em Palma Sola/SC sul do Brasil, quero apresentar um pequeno ressumo sobe este importante Município Catarinense, que faz questão de preservar sua ancestralidade Italiana.
                                                                                                      foto da cidade
Apresentação, Imigração, Colonização, Origem do Nome
O Município de Palma Sola muito antes de ser colonizado pelos imigrantes alemãs, italianos, poloneses, oriundos do Rio Grande do Sul, era ocupado por grandes fatos históricos que deu sentido e embasamento para a história do Brasil. 
O nome de Palma Sola, segundo tradição popular, é derivada de Palma Suela, significava na expressão castelha, palmeira solitária, que ficava localizada na atual praça central do município. Essa palmeira na parte superior do tronco dividia-se em três partes e servia como referencia para quem chegava e para forasteiros que por ali passavam.
Por volta de 1920, já havia algumas famílias de caboclos que moravam no município, isolados de outras civilizações,  alguns chegavam a se identificar como índios, pois viviam de forma simples, plantavam somente para subsistência, a forma de comercio era a troca, e o principal produto era o sal, tecidos e produtos que não era produzido na propriedade.
As famílias se denominavam os Laras, Cabral, Mello, Oliveira, Rocha, Piruchim, algumas destas oriundas da Argentina.
Somente em 1945 começaram a chegar colonos gaúchos, descendentes de italianos e germânicos, poloneses. Dentre eles estavam os Jungs. … Saiba mais sobre este importante Municipio no site da Prefeitura – http://www.palmasola.sc.gov.br
REFERENCIAS
DEBONA, Narcélio Inácio. Memórias da Colonização de Palma Sola. São Miguel do Oeste –SC: Mclee, 2003.
PEREIRA, Gilberto Schreiner. As Cidades Gêmeas. Blumenau:Odorizzi,2004.
Entrevistas com os Pioneiros do município de Palma Sola.
Documentos em arquivos publico
FEST’ITÁLIA EM PALMA SOLA/SC
A ASSOCIAÇÃO TREVISANI NEL MONDO E GRUPO FOLCLORICO LA TERRA DEL PIN, DE PALMA SOLA SC, realizou nos dias 06 e 07/05/2011 a nona edição do fest’italia (festival da interpretação da musica italiana), categoria adulto e infantil, modalidade clássico-contemporânea e folclórica/popular. Foram distribuídos 20 mil em prêmios aos ganhadores. 

Na categoria infantil só foram aceitas inscrições de crianças com até 14 anos e na modalidade folclórica/popular para que os jovens não se esqueçam da grande história que os imigrantes italianos trouxeram para o Brasil e em especial para o sul, sua língua, seus costumes, suas danças e em especial suas músicas e que muito contribuíram para o grande progresso do Brasil. 

As Músicas cantadas pelos nonos evidenciam a Itália sua terra natal com tanta nostalgia, com saudades porque a maioria nunca mais pôde retornar. 
Esse é o objetivo do fest’italia, manter viva essa história. Palma Sola é destaque na cultura italiana porque o grupo folclórico La terra Del pin e neste ano também conta com a associação trevisani nel mondo, juntas não medem esforços na divulgação pelo Brasil e na Itália deste evento que é um dos únicos no Brasil no gênero.

Este ano a festa contou com a participação especial e muito honrada com a representante da comitiva Do Município de Roncade, Província de Treviso, Região do Veneto. it,  Sra. giorgia miazzo que veio especialmente para  visitar e fazer parte da parte da mesa julgadora do Evento. 

“Temos a certeza de que esta representação  foi um marco na história não só de palma sola, mas sim de toda a região para um futuro intercambio entre essas duas regiões”, afirmou a Presidente da Associação Trevisani Nel Mondo e Grupo Folclórico La Terra del Pin, de Palma Sola/SC.
Di. Redação Festa Itália-Palma Sola
Edição em português
Lucinha Dettori



“MINHA FAMÍLIA SARDA” EM HISTÓRIA DE EMIGRANTES

16 maio


TIAGO MAIA 

 

Prezados amigos,
                  Na série HISTORIA DE EMIGRANTES SARDOS, apresento hoje a saga da família de um grande amigo TIAGO MAIA, descendente de Sardos, que infelizmente vive fora do Brasil, mas que nunca perdeu o contato com suas raízes Sardas, em especial as deixadas aqui no Brasil. 
Tiago nos presenteia em breve resumo, a linda historia da sua família a qual tenho a satisfação de publicar. Espero  que  muitos de vocês possam quem sabe, até encontra algum parente entre as pessoas aqui apresentadas. 
Na oportunidade, quero fazer o meu agradecimento publico pela bem  sucedida pesquisa genealogia de meus antepassados  Sardos feita com tanta dedicação por Tiago Maia,  fato este que  reputo como uma divida impagável da minha parte.
Obrigada querido amigo, sempre serei grata a você por este lindo presente documental de toda minha família Sarda, que  você soube mensurar  tão bem o quanto significava este desejo  acalentado por tantos anos em meu coração.
Desejo que apreciem como eu aprecie  o excelente conteúdo histórico  e estatístico deste texto feito com tanto carinho , por   TIAGO MAIA 
EDIÇÃO SSTM em Português
Moderação:  LUCIHA DETTORI 
                     Casamento de Dois Sardos no Brasil
Dizem os economistas: “Tudo que é raro, é caro.” Caro porque vale muito. Dos descendentes de italianos no Brasil, nós (descendentes de sardos) somos os mais raros. De acordo com o IBGE, os sardos foram os que menos vieram para o Brasil. Estima-se que apenas um pouco mais de 6 mil sardos imigraram para o Brasil; ou seja, 0.5% dos imigrantes italianos.
Emigração italiana para o Brasil, segundo as regiões
de procedência – período 1876/1920
Regiões de procedência
Emigrantes
Vêneto
365.710
29.4%
Campânia
166.080
13.4%
Calábria
113.155
9.1%
Lombardia
105.973
8.5%
Abruzzi/Molizi
93.020
7.5%
Toscana
81.056
6.5%
Emília Romana
59.877
4.8%
Brasilicata
52.888
4.3%
Sicília
44.390
3.6%
Piemonte
40.336
3.2%
Puglia
34.833
2.8%
Marche
25.074
2.0%
Lázio
15.982
1.3%
Úmbria
11.818
1.0%
Ligúria
9.328
0.8%
Sardenha
6.113
0.5%
Total
1.243.633
100.0%
 Fonte:Brasil 500 anos de povoamento. IBGE. Rio de Janeiro. 2000[1]
Assim sendo, me sinto duplamente abençoado porque sou descendente não só de uma família sarda que imigrou para o Brasil, mas DUAS! Da mesma forma que quase todos os imigrantes que foram a Minas Gerais, os meus primeiros ancestrais sardos (Salvatore MASALA e Maria Antonia CHERCHI) desembarcaram no porto do Rio de Janeiro em 18 de junho de 1896, provinientes do porto de Genova no navio Montevideu. Um dia depois, em 19 de junho de 1896, a família MASALA dá entrada na Hospedaria de Imigrantes Horta Barbosa em Juiz de Fora, Minas Gerais.

Aliás, talvez seja por isso que poucos sardos imigraram para o Brasil. Imagine: nossos ancestrais saíram do campo viajando, provavelmente, até Cagliari ou Sassari onde embarcaram rumo a Genova. Em Genova, embarcaram outro navio indo para o Rio de Janeiro. Chegando no Rio, pegaram um trem até a hospedaria  de imigrantes onde por dias esperaram contratantes, apelidados de “gato” que os remanejavam a seu destino final.[2] Penso no cansaço, fome, e desconforto que passaram a fim de dar uma vida melhor a nós, seus descendentes.
                                                              MINHA PRIMEIRA FAMÍLIA SARDA
Salvatore MASALA e Maria Antonia CHERCHI vieram da cidade de Abbasanta, da província Oristano. “Abba” é a palavra sarda para “água”. Com eles, vieram 5 filhos entre as idades de 13 a 1 aninho, sendo um deles minha trisavó Maria Grazia MASALA, de apenas 9 anos de idade. Minha mãe, Lívia, contara-me depoimentos de que Maria Grazia era loira, dos olhos azuis. Oriunda da Sardenha, eu sempre duvidei dessa afirmação, imaginando que os sardos eram todos de cabelos e olhos escuros, até que consegui uma foto de seu irmão, Giovanni Antonio, três anos mais jovem que ela.
Infelizmente, ainda não temos uma foto da trisavó M. Grazia MASALA, mas temos essa foto de seu irmão, Giovanni Antonio.
sempre imaginei que vieram ao Brasil sem nada, ao léu do destino. Mas a relação da hospedaria mostra que não: dos quase 900 imigrantes naquele navio, apenas uns 100 vieram sem contrato de trabalho.[3] Salvatore MASALA como vários outros naquele navio (inclusive o ancestral do Dr. Jaime SANNA do Circolo Sardo-MG que estava no mesmo navio) vieram contratados para exploração de ouro na Usina Wigg que fica em Miguel Burnier, distrito de Ouro Preto.

Final do séc. XIX, em 1887, foi inaugurada a Estação Ferroviária de Miguel Burnier, ponto de encontro da 1ª Estrada de Ferro do Brasil, a Central do Brasil.

http://www.projetoestacao.blogspot.com

                                                                  MINHA SEGUNDA FAMÍLIA SARDA
Um ano depois, em setembro de 1897, meu trisavô, Silvio PUXEDDU, veio de Atzara, Nuoro ao Brasil. Os Puxeddu eram originalmente de Cagliari, mas a trabalho, o pai do Silvio se mudou a Atzara.

Silvio PUXEDDU. O “x”, na língua sarda faz o mesmo som que o “g” da língua

portuguesa. Por isso, no Brasil, o sobrenome foi alterado para Pugedo, Puggedo, ou Pujedo. Como a língua italiana não possui esse som, o sobrenome foi alterado para PUSCEDDU.


Silvio veio com 17 anos de idade, com sua irmã Brigida, sua mãe Sebastiana FLORE, seu padastro Marco Antonio MEREU, e dois meio irmãos Gaetano e Egidio MEREU.

Egidio Mereu, recebeu o nome do pai de Silvio.Tanto Silvio quanto sua irmã Brigida também deram o nome de “Egidio” a seus filhos.

O destino levou a família Puxeddu-Flore-Mereu a Usina Wigg onde conheceram vários sardos, entre eles a família SANNA do Dr Jaime, e a família da minha trisavó: os MASALA. A partir dali, começa-se uma grande amizade que mais tarde se torna um fundamento para um grande casamento entre dois sardos: Silvio Puxeddu e Maria Grazia Masala.
Dessa união, nasceu em Pará de Minas minha querida bisavó Alzira Puggedo, a única bisavó que conheci. Tendo 100% sangue sardo, minha bisavó viveu mais de 90 anos. Aliás, os sardos são conhecidos mundialmente por serem o povo com maior porcentagem de pessoas com mais de 100 anos de idade.

Alzira Puggedo (PUXEDDU) veio a se casar com alguém como ela, um filho de imigrante italiano, porém da Região do Vêneto.


PASTA ALLA NORMA : EM HOMENAGEM A MINHA IRMÃ ‘NORMA PALHARES DETTORI”

12 maio


 Pagina : AMORE SENSA CADENE – FACEBOOK
Di Antonella Palermo –
Escritoria -Poetisa e especialista da culinaria Siciliana.
BOM ALMOÇO A TODOS :-)) Até mais ♥
Edição SSTM – em português –
Por Lucinha Dettori
Receita da Semana : Pasta alla Norma
Ingredientes para 4 pessoas:
360 gr. de penne ou macarrão
600 gr. tomates para  fazer o molho)
1 berinjela grande
ser ralado ricota salgada
manjericão
1 dente de alho
azeite extra-virgem
Preparação:
Corte a berinjela em fatias de 1 cm de espessura e organizar em camadas em uma peneira com ‘um pouco de sal. Deixe-os por uma hora, com um peso em, para drenar a água da berinjelas.
Prepare o molho de tomate pelado , passando-o na peneira.
 Em seguida,coloque o alho em uma panela com um pouco de azeite extra-virgem e deixe dourar.
Adicione o molho de tomate, algumas folhas de manjericão, um pouco “de sal e cozinhe por cerca de 15 minutos.
Frite a berinjela em azeite e em seguida, limpe o excesso de óleo com papel toalha.
Separe 4 fatias inteiras para decorar os pratos, o outro corte em  tiras e  coloque-os na panela de molho de tomate.
Neste ponto, coloque o macarrão para cozinhar, uma vez cozidos, escorrer e ripasse por alguns segundos para as panelas de molho.
Despeje a mistura nos pratos, coloque sobre a fatia inteira de berinjela e polvilhe com bastante  ricota  com sal , ralada.
Você pode encontrar  outras receitas em Bontà Sicíliana em
Orgulho de ser siciliano
Ricette
Pasta alla Norma
 Ricetta originale in Itliaano
 Ingredienti per 4 persone:
360 gr. di penne rigate o maccheroni
600 gr. di pomodori perini (quelli per fare la salsa)
1 grossa melanzana
ricotta salata da grattuggiare (non troppo stagionata)
basilico
1 spicchio d’aglio
olio extra vergine di oliva
 Preparazione:
Tagliate la melanzana a fette spesse 1 cm e disponetele a strati in uno scolapasta con un po’ di sale. Lasciatele per un’ora, con un peso sopra, a spurgare l’acqua di vegetazione.
 Preparate la salsa passando i pomodori nel passatutto. Dopodiché mettete l’aglio in una casseruola con un po’ d’olio d’oliva extravergine e lasciatelo imbiondire. Aggiungete la passata di pomodoro, qualche foglia di basilico, un po’ di sale e lasciate cuocere per circa 15 minuti.
 Friggete le fette di melanzane in abbondante olio e poi asciugate l’olio in eccesso con della carta assorbente.
Tenete 4 fette intere per decorare i piatti, le altre tagliatele a listarelle e passatele nella casseruola della salsa di pomodoro.
 A questo punto mettete a cuocere la pasta, una volta cotta scolatela e ripassatela per pochi secondi nella casseruole della salsa.
Versate la pasta nei piatti, mettete sopra la fetta di melanzana intera e spolverate con abbondante ricotta salata grattuggiata.
Qui potete trovare le ricette delle bontà siciliane
De: Fiero di essere Siciliano

SÉRIE POETAS EMERGENTE DESTACA: ANTONELLA DI SALVO PALERMO –SICÍLIA

5 maio

Di SSTM – Brasil

Edição Lucinha Dettori 

ANTONELLA PARLENO , nasceu em Palermo em 20 de junho e a  52 anos vive  em MONREALE, uma cidade nas montanhas, a poucos quilômetros de Palermo, capital da Sicília. Cidade esta  bem conhecida pela belíssima catedral em estilo árabe-nrmando.

 Casada mãe de dois  filhos maravilhosos e realizada no matrimonio,  Antononella se define como uma pessoa sensível e emotivamente como uma criança. Desde a idade escolar já externava as emoções de sua inquieta alma, através da escrita, muitas vezes em lindos poemas e reflexões. Na maioria  não muito extensos, mas com uma carga poética que já encantava aqueles que destes tomavam conhecimento.

 Seu grande sonho  como escritora e ver seus poemas  editados e ser reconhecida como tal.

 Os Poemas de Antonella Palemo, assim como tantos outros Poemas já editados  na série Poetas emergentes, são  transcritos na Pagina AMORE SENSA CATENE, pagina facebook de Maria Pia Pisano , que diga-se  de passagem tem sido uma grande vitrina com  apresentação de Poetas já consagrados e de  Poetas emergentes  de varias regiões da Itália.

 Antonella também  se destaca neste  grupo, onde publica diariamente a maioria de seus poemas.

Sua característica principal e a  simplicidade  e a  carga emocional que transmite em  seus poemas, carregado de emoções e  beleza que nos inebria e que vem conquistando cada vez mais espaço entre os adeptos da boa poesia.

 Os melhores Poemas de Antonella são aqueles que deixa transparecer uma certa melancolia, justificada por ela mesma, como o resultado de uma infância dolorosa, que ela magistralmente mescla com esperança e alegria de viver, pois este é o seu caráter, alegre , extrovertido e pleno de superações.

Tudo  e isto ela sabe demonstrar como ninguém em seus lindos poemas, pois seu lema de vida é:

“O Importante e saber apreciar as coisas singelas e pura da vida, seja em qualquer circunstância que ela nos apresente.”

 Aproveito a oportunidade pra transcreveu abaixo um dos  inúmeros  Poema de sua autoria.

Espero que todos apreciem e deixem registrado seus comentários.

*Andiamo via*

Andiamo via, mio faro nella tempesta,
cediamo al passato
il caos opprimente del quotidiano
 e le nere pozzanghere degli affanni.
Andiamo via, a cercare tra le strade della vita
senza più la sfrenata corsa del giorno
ed il pianto stanco della notte
 la luce pacata di una nuova alba.
Andiamo via..troveremo un nido sicuro
tra gli alberi più belli del nostro giardino
dove la terra si scioglie in dolci lacrime
che erompono fresche e pure dal sottosuolo.
Andiamo via, porteremo soltanto
il canto puro dell’anima
alla ricerca incessante di pace.
Andiamo via..dal rumore lacerante del silenzio ostile,
dalle ferite sanguinanti del dolore tagliente
 e chiediamo a gran voce al cielo della serenità
di spalancarci finalmente le sue porte.
Na versão Português – Brasil

Vamos andando!

Vamos andando, meu farol na tempestade,
cedemos ao  passado
 e ao caos esmagador do cotidiano
 e às poças negra da tristeza.
 Vamos andando, encontraremos  através dos caminhos da vida
 sem a desenfreada corrida do dia
 e do pranto da noite cansada,
 a luz difusa de um novo amanhecer.
 .. Vamos encontrar um ninho seguro
 entre as árvores mais belas do nosso jardim
 onde a terra se derrete em lágrimas doces
 fresca e pura que emergem do subsolo.  
 Vamos, vamos apenas
 cantando com alma pura
 em busca da incansável da paz.
 Vamos andando ao  rumor lacerante do  silêncio hostil
 das feridas sangrentas da dor aguda
 a  pedir  aos céus da serenidade

  finalmente,  para escancarar as suas portas.

 Antonella Di Salvo Palermo

BRUNO ZAPPARRATA : Um dos mais premiados Poetas Napolitano da atualidade.

3 maio


 Fotos da premiação do conjuntos de obras de Bruno Zapparrata Cidade de Pomigliano d’Arco-Academia Neapolis Lifetime Achievement Award

 

Bruno Zapparrata é um querido amigo é um dos mais premiados autores de poesia de Nápoles. Escritor, poeta, compositor de comédias, também responsável pela distinção de vários de seus alunos em Nápoles.

Atualmente esta com três livros em preparação, um de Poesias napolitanas e duas narrativas, tendo já publicado quatro livros de antologias em Napolitano.

 Atua também como Membro e Presidente de júri em vários concursos de poesia e a Academia Nápoles e Machiavel, o nomeou como “Acadêmico”.

 Ele esteve como apresentador radiofônico por muito tempo do programa intitulado “Uma Poesia e um Personagem”, em emissoras napolitanas: Partenope Rádio Antena, Rádio Spaccanapoli Som, Rádio Studio Nápoles, apresentando os melhores poetas Napolitanos. 

 Nessa mesma estação, todos  têm uma enorme gratidão por Bruno, pelo seu empenho em  divulgar e fazer conhecer muitos bons poetas napolitanos.

 Atualmente ele possui um programa radiofônico de poesias com alcança de Abruzzo a Puglia.

 Além de todos estes predicados, Bruno é  uma pessoa extremamente modéstia e diz que, uma honraria por uma premiação não o consagra como tal, o que demonstra o seu caráter e a sua simplicidade.

 Seu carisma pessoal e seu enorme talento em expressar seus sentimentos versejando, vem ganhando espaço e notoriedade em toda a mídia, bem como, a adesão  diária de inúmeros admiradores na maior rede social facebook que acessam diariamente sua pagina.

Destaco como uma das minhas preferidas, esta bela poesia que foi recentemente publicada no Facebook na Pagina Amore Sensa Catene de Maria Pia Pisano, pagina de amigos di Sardegna, onde Bruno é muito prestigiado e participante ativo.

  

UMA ROSA PARA MARIA 

di Bruno Zapparrata

‘E ccampane sunavano a’ gloria,

tutto attuorno silenzio, na pace,

mezanotte d”o Sabato Santo,

Gesù Cristo scenneva d”a Croce.

Dinto ‘a cchiesia, tra ncienzo ‘e cannele,

astrignute mo ll’une cu ll’ate,

ncoppa ‘e scanne, chiate, mpreghiera,

quanta ggente, guagliune… surdate…

Chi pensava ‘a famiglia luntana,

chi penzava a’ nu figlio malato,

chi cercava n’ammore perduto,

chi sultanto pe ffede priava…

Into a’ n’angulo, quase appartata,

cu dduie uocchie, distrutte,scavate,

nu ritratto astrignuto int”e mmane,

si, na mamma chiagneva, chiagneva…

So’ duie anne, me pare fuie aiere,

na criatura partette cantanno,

chiena ‘e vita, ‘e cumpagne, ‘e ccanzone,

pe ncuntrarse ‘àntrasatta cu ‘a morte !

Fuie n’istante, e’ unnice ‘e lloro

non vedettero ‘e ragge d”o sole

rimanettero nterra, straziate…

tridice anne, ‘a vita struncata!

E d”e llacreme senza cchiù fine

‘e sti mamme, abbrusciate ‘e dulore

sò schiuppate mo unnice rose,

rose janche, comm’erano lloro !

(‘E campane sunavano a’ gloria

e na mamma chiagneva, chiagneva…).

Bruno Zapparrata