Arquivo | março, 2013

SÉRIE TRADIÇÃO: O COSTUME DA SARDEGNA NO PREPARAR O CHAMADO ‘NENNIRI’ REMONTA A ADORAÇÃO PAGÃ DOS ANTIGOS FENÍCIOS

31 mar

FONTE :
ENCANTOS DA SARDENHA
Foto de Roberta Ibba.
comentário http://www.paradisola.it/articoli/tradizioni-di-sardegna/4257-su-nenniri
Editora colaboradora :Maria Rosa Dominici
Edição em SSTM em português
Por Lucinha Dettori
 
menniriO costume de Sardenha para preparar o chamado “Nenniri” remonta a adoração pagã e os tempos antigos dos fenícios.

Mulheres da Sardenha, quarenta dias antes da Páscoa, em vasos de terra boa, semeiam  grãos de cevada, lentilhas e outros grãos, e colocavam  esses vasos em baixo de suas camas,  em caixas que mantinham fechadas

 As plantas cresciam, mas sem clorofila, permaneceu brancas e candidas

Na quinta-feira ou sexta-feira, os vasos com Nenniri bem enfeitadas com fitas de seda ou cetim coloridas, são  colocadas sobre as balaustradas de igrejas, ou nos pés da cruz de Jesus morto.

 Este é um tributo à fé  a Jesus das boas mulheres da Sardenha.

 omo já foi dito, o rito foi feito por mulheres e meninas Fenícias  em honra ao deus Adonis, que, de acordo com a religião deles, renascia para a vida, saindo do reino dos mortos, duas vezes por ano, ou seja, para o solstício de verão e o equinócio de primavera.

 Em seguida, as meninas  fenícias, assim como nossas mulheres da Sardenha, prepavam estes vasos chamado Herme ou jardins de Adônis (deus da beleza e do amor), colocando-os aos pés dos ídolos do Adonis, bem decorado com fitas, laços e fitas coloridas, a partir de uma variedade de cores , e, participando de um selvagem alegria,  dançando muito licenciosa em torno dos ídolos, para propiciar o seu deus.

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texto original em italiano.

L’usanza sarda di preparare il cosiddetto “Nenniri” risale ad un culto pagano ed alle epoche remote dei Fenici.

 Le donne sarde,una quarantina di giorni prima della Pasqua, in vasi di buona terra, seminavano chicchi di grano d’orzo, lenticchie ed altri cereali, e collocavano questi vasi sotto i loro letti o in casse che tenevano chiuse.

 Le piantine crescevano, ma senza clorofilla, rimanevano bianche o candide.

Al Giovedì o al Venerdì Santo, i vasi col Nenniri ben infiocchettati con nastri di seta o di raso multicolori, venivano collocati sulle balaustre delle chiese, o ai piei della croce di Gesù morto.

 Questo era un omaggio di fede delle donne di Sardegna al buon Gesù.

Come si è detto il rito veniva fatto anche dalle donne e dalle fanciulle fenice, in onore del loro dio Adone, che, secondo la loro religione, rinasceva alla vita, uscendo dal regno dei morti, due volte l’anno, e cioè per il solstizio d’estate e l’equinozio di primavera.

 Allora le fanciulle fenice, proprio come le nostre donne di sardegna, preparavano questi vasi che chiamavano Herme o Giardini di Adone (dio della bellezza e dell’amore) disponendoli ai piedi degli idoli di Adone, bene ornati di nastri, fiocchi e bandelle colorate, dalle svariate tinte sfumanti, e, abbandonandosi ad una gioia sfrenata, danzavano, con danze molto licenziose, intorno agli idoli, per propiziarsi il loro dio.

WWW. ECONOTE. IT – ENTREVISTA MARIA EUGENIA RIBICHESU:JOVEM E TALENTOSA EMPREENDEDORA HOTELEIRA DA CIDADE DE SASSARI- SS

19 mar

          
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 Di. Federica Gemma
http://www.econote.it/2013/03/14/essere-ecosostenibili-gestendo-un-bed-breakfast-il-punto-di-vista-di-chi-e-titolare/

 Edição – Blog SSTM – BRASIL
VERSÃO PARA O PORTUGUÊS
Por Lucinha Dettori                                                                                                                                        
maria eugenia                                                                                                                      MARIA EUGENIA RIBICHESU
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SER ECO-SUSTENTÁVEL GERINDO UM BED & BREAKFAST: O PONTO DE VISTA DE QUEM É GESTOR   

 É sempre um prazer quando um artigo provoca reflexões, e este é o caso de “viajantes conscientes: Hotel 5 estrelas e camping, publicado no mês passado em nosso site”.

Pedimos a opinião do “outro lado da cerca” ou a Maria Eugenia Ribichesu proprietário de um bed and breakfast a Sassari, o “OASIS ENTRE AS OLIVEIRAS”.
F. Conte-nos algo sobre o seu negócio? O que significa ter e manter um B & B?
M.E – Nosso negócio é aberto há mais de sete anos. Inicialmente, especialmente para os hospedes italianos, não era um conceito muito claro o B & B. Assim, muitas pessoas faziam reserva com a convicção de se hospedar em um pequeno hotel, que conceitualmente não é provavelmente errado, mas difere deste último em muitos serviços, dado as limitações da atividade que são realizada a nível familiar. Conduzir um B & B, significa seguir pessoalmente os hóspedes da reserva até o final de sua estadia, não existe um gerente de marketing, não há camareiras para serviços dos  quartos, muito menos para a cozinha ou a lavanderia, um jardineiro ou um mantenedor: estes trabalhos são realizados dentro da tradição  familiar “normal”.
Quem reserva conosco, hoje, sabe mais ou menos o que vai encontrar e quais os tipo de serviços pode acessar, é também é um tipo de clientes com pretensões que não escolhe este tipo de férias só para poupar algum dinheiro, mas também, muitas vezes, para abraçar as ideologias de vida, para promover a própria realidade menos impactante que é habituado a ver café da manhã caseiro e roupas penduradas ao sol, então, em princípio, eles são os primeiros a não exceder no no acumulo de lixo.
F. Vamos por pontos, você pode fazer escolhas sustentáveis, como a mudança de toalhas / lençóis não diariamente?
Tanto nas regras de procedimento no momento da apresentação do quarto, explicamos que as toalhas são mudadas a cada quatro dias, enquanto roupa de cama semanal, salvo acidentes, todos aderem a esta política sem quaisquer problemas. Às vezes, você também pode encontrar um monte de colaboração e também acontece que algum turista pela manhã, no verão, depois de um banho, sair no jardim para pendurar a toalha e ler algumas páginas de seu livro, no silêncio do campo.
 F. Para o problema dos  resíduos  significa uma quimera a colheita diferenciada?
ME.  Além dos contêineres de lixo, eu pendurei um cartaz na cozinha um percentual sobre a média de resíduos dentro de cada saco de lixo domestico. São pequenos sinais, mas importantes, dando uma impressão do tipo de gestão e as normas de conduta que convida a seguir sem pressão. Além disso, o tipo de relação que é criada com o hospede é quase sempre muito amigável, levando em conta que, a coleta seletiva é um assunto de âmbito coletivo, tornando-se um boa deixa pra iniciar uma conversação.
O objetivo que eu tenho proposto para o verão é aquele de ser capaz de colocar um distribuidor de água a fim de eliminar uma grande parte de uso de garrafas plásticas. (nota a água da torneira não é potável sempre nessas áreas)
45452_10200832821449746_907500509_n F. E ‘possível fazer um momento de pequeno-almoço a zero desperdício?
M.E – A lei regional 27/98 na região da Sardenha define os parâmetros para o pequeno almoço que fornece “alimentos pré-embalados (e mais quente), sem a capacidade de manipular o mesmo, consistindo de pão, biscoitos, croissants, geleia, manteiga, café, suco de laranja. “.
Segundo algumas associações da indústria, no entanto, essa regra não é absoluta e não proibi servir produtos caseiros.
É um fato  que o aumento da demanda por produtos orgânicos e caseiros iria colocar um limite das centenas de bandejas, pasta de chocolate e mel que são jogados fora a cada ano, ou a casca de lanches industriais, etc.
Todas as atividades em que os compradores consomem produtos locais no exercício, estão ligados à posse de uma licença para o fornecimento de comida e bebida. Pessoalmente, eu gostaria que esta opção fosse  estendido também aos detentores de B & B, de modo que você pode pelo menos agregar a alguns produtos que já estão em uso.
Eu não faço apenas um discurso de redução de resíduos, mas também para comer mais saudável. Eu gostaria de poder oferecer uma torta de maçã quem sabe maçãs.
254493_10200832820689727_738826926_nF. Agradecemos a nossa convidada, eu adoraria ouvir suas experiências sobre os feriados que você tem feito em B & B, se você encontrou soluções sustentáveis e se você acha que eles são replicáveis em todos os contextos.
M.E. – No que diz respeito às modalidades dos produtos a granel, cada região / província tem seus próprios regulamentos, por exemplo, Il Trentino elaborou um vade-mécum (manual do almoço do turista) “O Buffet amico do ambientel”, elaborado pelo Hotel e Empresas de Turismo da Província de Trento colaboração com a Política de Gestão de Resíduos da Província Autônoma de Trento e os Serviços Provinciais de Saúde da Província Autônoma de Trento acordo com os regulamentos relativos à administração de produtos alimentares para o público.
Neste manual lemos neste contexto que, a fim de manter nossas montanhas “limpas” também alojamentos turísticos pode intervir diretamente, através de medidas simples, mas importantes, como o abandono do uso de produtos embalados em porções individuais para produtos a granel menos impactantes “.
A reflexão está agora aberta!
FEDERICA GEMMA
TESTO ORIGINAL .
E’ sempre un piacere quando un articolo suscita delle riflessioni, e questo è il caso di “Viaggiatori consapevoli: hotel a 5 stelle o campeggio, pubblicato il mese scorso sul nostro sito.
Abbiamo quindi chiesto il parere dell’ “altra parte della barricata” ovvero a Maria Eugenia Ribichesu titolare di un bed and breakfast  a Sassari, l’Oasi tra gli Ulivi.
Ci racconti qualcosa sulla tua attività? Che cosa significa avere e gestire un B&B?
La nostra attività è aperta da ormai 7 anni. Inizialmente, soprattutto tra gli ospiti italiani, non era molto chiaro il concetto di B&B. Tante persone prenotavano con la convinzione di soggiornare in un piccolo albergo, che concettualmente probabilmente non è sbagliato, ma si differenzia da quest’ultimo in molti servizi viste le ristrettezze dell’attività che viene condotta a livello familiare. Condurre un B&B significa seguire personalmente l’ospite dalla prenotazione fino alla fine suo soggiorno; non esiste un marketing manager, non c’è del personale addetto alle camere, piuttosto che alla cucina o alla lavanderia, un giardiniere o un manutentore: questi lavori vengono svolti nell’ambito della “normale” consuetudine familiare.
Chi prenota da noi, oggi, sa’ più o meno cosa troverà e a che tipo di servizi potrà accedere; è anche un tipo di clientela con meno pretese, che non sceglie questa tipologia di vacanza solo per risparmiare qualche soldino, ma anche, spesso, per abbracciare delle ideologie di vita, per favorire delle realtà già di per sé meno impattanti e che è abituata a vedere colazioni preparate in casa e panni stesi al sole, quindi, in linea di massima, sono loro i primi a non eccedere in sprechi.
Andiamo per punti, è possibile fare scelte ecosostenibili, come quella del cambio degli asciugamani/lenzuola non giornaliero?
Sia nel regolamento interno che al momento della presentazione della camera spieghiamo che il cambio degli asciugamani avviene ogni quattro giorni, mentre è settimanale quello delle lenzuola e, salvo incidenti, si attengono tutti a questa politica senza problemi. A volte trovi anche molta collaborazione e capita anche che d’estate qualche vacanziere mattutino, dopo la doccia, scenda in giardino per stendere il suo telo e leggere qualche pagina del suo libro nel silenzio della campagna.
Per i rifiuti è davvero una chimera la raccolta differenziata?
Oltre ai contenitori della differenziata, ho appeso in cucina una locandina sulla percentuale media dei materiali da rifiuto presenti all’interno di ogni sacco della spazzatura domestica. Sono piccoli segnali, ma importanti che danno un’impronta sul tipo di gestione e sulle norme comportamentali che inviti a seguire senza fare pressioni. Inoltre il tipo di rapporto che viene a crearsi con l’ospite è quasi sempre pressoché amichevole quindi visti gli input ed essendo un argomento di portata collettiva, la raccolta differenziata diventa sempre un buono spunto di conversazione.
L’obiettivo che mi sono posta per la stagione estiva è quello di riuscire a posizionare un dispenser per l’acqua in modo da eliminare una buona parte di plastica dovuta all’utilizzo delle bottiglie. (ndr l’acqua del rubinetto non è sempre potabile in quelle zone)
  E’ possibile rendere la colazione un momento a rifiuti zero?
La legge ragionale 27/98 della regione Sardegna stabilisce i parametri per la prima colazione che prevedono “cibi preconfezionati (e al massimo riscaldati), senza possibilità di manipolare gli stessi, costituita da: pane, fette biscottate, brioche, marmellata, confettura, burro, caffelatte, succo d’arancia.”
Secondo alcune associazioni di categoria però tale regola non è assoluta e non farebbe divieto di servire prodotti caserecci.
E’ un dato di fatto invece l’aumento della richiesta di prodotti biologici e fatti in casa che porrebbero un limite alle centinaia di vaschettine di marmellata, cioccolata spalmabile e miele che vengono gettate ogni anno, o degli involucri di merendine industriali ecc.
Tutte le attività in cui gli acquirenti consumano prodotti nei locali dell’esercizio sono vincolate al possesso della licenza per la somministrazione di alimenti e bevande. Personalmente mi piacerebbe che questa possibilità venisse estesa anche ai titolari di b&b in modo da poter almeno affiancare alcuni prodotti a quelli già in uso.
Non ne faccio solo un discorso di riduzione dei rifiuti, ma anche di mangiar più sano. Vorrei poter offrire una torta di mele che sappia di mele.
Nel ringraziare la nostra ospite, mi piacerebbe conoscere le vostre esperienze in merito ai soggiorni che avete fatto in B&B, se avete trovato soluzioni sostenibili e se secondo voi sono replicabili in tutti i contesti.
Per quanto riguarda il nodo dei prodotti sfusi, ogni regione/provincia ha i suoi regolamenti, ilTrentino ha redatto ad esempio il vademecum La colazione dei turisti “Il Buffet amico dell’ambiente” redatto dall’Associazione Albergatori ed Imprese Turistiche della Provincia di Trento in collaborazione con il Servizio per le Politiche di Gestione dei Rifiuti della Provincia Autonoma di Trento e con l’Azienda Provinciale per i Servizi Sanitari della Provincia Autonoma di Trento secondo la normativa vigente riguardante la somministrazione di prodotti alimentari al pubblico.
In questo vademecum si legge a tal proposito che per mantenere le nostre montagne “pulite” anche le strutture ricettive turistiche possono intervenire direttamente, adottando semplici ma importanti accorgimenti, come l’abbandono dell’uso dei prodotti confezionati in monoporzioni a favore dei prodotti sfusi meno impattanti.”
La riflessione è aperta!
Di Federica Gemma
 

BUROCRACIA ZERO DO “ARCHIVIO DI STATO DI SASSARI” PARA ENVIO DE REGISTROS DE EMIGRANTES SASSARESES. COMPROVE!

4 mar

                

Sindaco gian fraco ganu                                                         AH ! SE TODOS FOSSEM IGUAIS VOCÊ…  Foto de GIANFRACO GANAU

Por SSTM- Brasil
Edição :Lucinha Dettori

 Nascido em Sassari, em 1955, casado, com uma filha.

É médico, especialista em cardiologia. Em novembro de 2009, por ocasião dos 20 º Aniversário da Convenção sobre os Direitos da Criança, foi nomeado pela UNICEF como Defensor Ideal da Infância.

Dono de um extenso currículo – Este é o Sindaco ou Prefeito da Cidade de Sassari – GIANFRANCO GANAU – querido e admirado por todos na Sardegna.

Esta é uma das razões que quero compartilhar com todos os amigos, um pequeno trecho de um dos capítulos do meu livro sobre a saga de meus antepassados Sardos em “HISTÓRIA DE EMIGRANTES SARDOS SASSARESES”.

 capitulo …“30 ANOS DE BUSCA FRUSTRANTE PELOS REGISTROS DOS MEUS ANTEPASSADOS SARDO.”

 ….Apesar do desanimo e pelas longas e frustrantes buscas, um dia resolvi enviar um e-mail ao prefeito de Sassari, na Sardenha.

Neste, relatei resumidamente, a minha peregrinação em busca dos registros dos meus antepassados Sardos, com uma copia da carta de minha avó, fornecida pelo Consulado de Belo Horizonte, no intuito de provar a vinda de meus avôs para o Brasil. Esta, até  então, era o único registro de meus avós, com os sobrenomes em sardos escritos corretamente….

 Bendita intuição!

Alguns dia depois, recebi um e-mail do Diretor do Arquivo de Estado da Sardenha, com um anexo que nada mais era o Atestado de Alistamento militar do meu avô paterno.

– Quase não acreditei no e-mail telegrafo que recebi.

 E foi através deste documento original que me foi possível descobrir todos os outros registros de meus antepassados Sardos.

Não podia acreditar no que lia, era a primeira vez que tinha um documento com  dados oficiais de meu avô paterno. Apesar deste gigantesco passo, era consciente de que, até chegar às pesquisas a todos os outros documentos oficias, seria mais uma longa caminhada.

 Guiada apenas pela minha intuição, enviei uma cópia deste registro militar de meu avô, a um jovem por nome Tiago Maia, com o qual  correspondia  diariamente através do Circolo sardo di Minas Gerais, para trocar ideias sobre coisas da Sardegna.

 Tiago é descendente de sardos da família Puggedu (cuja historia completa esta editada no Blog – Sardegna Terra Mia, subtítulo: “Historia de Emigrantes Sardos”).  Na verdade, minha intenção,  era  apenas lhe contar a boa nova, e saber dele como prosseguir em minha busca, pois é um excelente pesquisador de genealogia, apesar de não ter muito tempo para se dedicar a esta atividade com exclusividade.  Na época estava vivendo e estudando em Utah – Estados Unidos.

Ao receber meu e-mail, Tiago ficou muito feliz. e após alguns dias,  me enviou um link da internet onde consegui os  inteiro teor dos registros de nascimento e casamento de meus avôs. 

Este  imenso empenho  de Tiago, nunca vou esquecer e serei grata para sempre.pois,  finalmente acabava o mistério e agonia de mais de trinta anos de busca no Brasil pelas minhas raízes sardas.

O Mais maravilhoso agora era que, eu tinha em mãos, os dados oficiais da família de meu pai, com os nomes e sobrenome correto em Sardos, e assim, pude constatar os erros grosseiros de traduções nos registro no Brasil, motivos de tantos descaminhos em buscas das minhas raízes.

Todos estes documentos reiteravam os dados dos  registrados,tanto da hospedaria das Flores no Rio de janeiro em 1896, como  da Horta Barbosa de juiz de Fora, em Minas gerais acima.

Emocionei-me e ainda me emociono ao manusear as copias destes documentos em inteiro teor e principalmente de olhar para a assinatura do meu avô em seu registro de matrimônio datado de 1891, firme e bem talhada, nada condizente com a informação: Escolaridade: “analfabeto”, como constar em seus registros oficiais.

Fiquei fascinada com todos estes acontecimentos e até hoje fico tentando ler e reler os registros originais em inteiro teor que consegui por dica de Tiago, que para mim, têm o mesmo valor de um precioso manuscrito.  

Bem, este e tantos outros episódios, são parte dos relatos que  escrevi  e sei vão emocionar e até divertir, quem  se aventurar a ler a “Historia de emigrantes Sardos Sassareses”, que espero publicar ainda este ano, em forma de EBOOK.

Espero que tenham gostado do artigo e que deixe seu recado.

Abraço afetuoso

Lucinha Dettori.

Per SSTM-Brasile
Edizione: Lucinha Dettori