A HISTÓRIA DE LOLLOVE : A MENOR CIDADE DO MUNDO

7 out

Fonte : http://www.sardegnaabbandonata.it/lollove/

Por SSTM

Edição em língua brasileira – Lucinha dettori

DSC01171 Elena/Lucinha-Sassari-SS.2013

Caros amigos,

 Dedico este artigo, em especial, a uma querida amiga e verdadeira alma gêmea quando o assunto é descobrir as coisas inusitadas da bela ilha Sardenha.

Seu nome é Elena Santos. O mais curioso que ela não possui nenhuma descendência Sarda, mas o coração o e alma são como se ali tivesse nascido.

Em uma das nossas longas e prazerosas conversas por telefone, ela em São Paulo e eu em Minas, me falou sobre a pequenina Lollove, e do seu desejo em inclui-la em nosso próximo roteiro à Sardenha. Mas antes que isto não aconteça, compartilho com os amigos este incrível lugar. Um a mais dos tantos ainda a  redescobrir na mítica ilha dos Nuraghe milenares.

Abraço afetuoso a todos

Lucinha Dettori 

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 Lollove, uma cidade fora do tempo

 Mesmo que a atmosfera é apenas isso, Lollove não pode ser considerada uma cidade fantasma  de verdade. Por uma razão simples: a de que, aqui, a população, por mais exígua que seja. Vinte e seis residentes, segundo os últimos dados, sobretudo pessoas idosas.

 Lollove, un paese fuori dal tempo – Lollove (NU)
 
Anche se l’atmosfera è proprio quella, Lollove non si può considerare un vero paese fantasma. Per un semplice motivo: e cioè che, qui, una popolazione, per quanto esigua c’è. Ventisei residenti, secondo gli ultimi dati, soprattutto persone anziane.
 
 Mas a atmosfera que transforma única esta  minúscula aldeia a poucos quilómetros de Nuoro é o fato de que se manteve praticamente inalterado. Lollove e ainda hoje assim como eram nas antigas vilas rurais da região central da Sardenha. Mais ou menos.
 

 Ma l’atmosfera che rende unico questo minuscolo borgo a pochi chilometri da Nuoro è data dal fatto che è rimasto praticamente intatto. Lollove è ancora oggi così com’erano gli antichi borghi rurali della Sardegna centrale. Più o meno.

   As poucas casas habitadas tem como vizinhos as ruínas abandonadas,  entre as cabras, gatos e cavalos, você também pode ver alguns suv moderno. Passeando pelas ruas estreitas de paralelepípedos parece estar em um lugar fora do tempo.

 Le poche case abitate hanno come vicini di casa dei ruderi abbandonati, ma tra capre, gatti e cavalli, si vede anche qualche moderno suv. Passeggiando tra le stradine di ciottolato sembra di essere in un luogo fuori dal tempo.

 Não há comercio, escolas, bares o escritórios. Apenas algumas casas, uma taberna e uma bela vista do vale. Lollove – pelo menos por agora – foi protegido da modernidade, ou da cimentificação desenfreada e selvagem.

 Non ci sono negozi, scuole, bar o uffici. Solo qualche casa, una trattoria e una bella vista sulla vallata. Lollove – almeno per il momento – è rimasto al riparo da modernità, ristrutturazione selvaggia o cementificazione.

 É como um por porta joia que preserva a memória daquela Sardenha que um dia não será a mesma. Durante o ano, há diversas  ocasiões em que a aldeia está aberto a turistas e viajantes curiosos se anima, como acontece em muitos outras cidades da  região da Barbaria.

 E’ come uno scrigno che conserva la memoria di quella Sardegna che non ci sarà mai più. Durante l’anno ci sono diverse occasioni in cui il borgo si apre a turisti, curiosi e viaggiatori e si anima come capita in molti altri paesi della Barbagia.

   Mas se você visitar Lollove em um dia qualquer o reinante é a tranquilidade: a população é invisível e silenciosa, apenas alguns lareira, algumas vozes à distância, além dos muitos gatos que o acompanham durante toda a viagem. Não muito longe da aldeia também há um cemitério, obviamente, pequena proporcional ao tamanho da aldeia.

 Ma se si visita Lollove in un giorno qualunque a regnare è la tranquillità: la popolazione è invisibile e silenziosa, solo qualche caminetto acceso, qualche voce in lontananza, oltre ai molti gatti che vi accompagnano per tutto il percorso. Non lontano dal paese c’è anche il cimitero: ovviamente piccolo, proporzionato alle dimensioni del centro abitato.

 Lollove também tem a sua própria lenda, transmitida pela tradição oral dos mais velhos, que conta a história de uma maldição como a de Rebeccu. Estas seriam  madres que, após uma delas  ter sido expulsa com a acusação de ter mantido  relação carnal  com um pastor, amaldiçoaram a cidade com as palavras “Lollove a ser Chei S’abba è su mare: (” Lollove será como a água do mar, não  crescerá e nunca morrerá “).

 Anche Lollove ha la sua leggenda, tramandata dalla tradizione orale degli anziani, che racconta di una maledizione simile a quella di Rebeccu. In questo caso furono delle suore che, cacciate via dopo che una di loro era stata accusata di avere rapporti con un pastore, maledirono il paese con le parole “Lollove as a esser chei s’abba è su mare: no as a crescher nen parescher mai!” (trad. “Lollove sarai come acqua del mare; non crescerai e non morirai mai”).

Aqui, também, Grazia Deledda  ambientou o seu romance, “A Mãe”. Em Lollove em 1990 foi filmado um documentário agradável, os dias de Lollove, Ignazio e Virgil Figus Piras.

 Qui, inoltre, Grazia Deledda ambientò il suo romanzo “La madre”. Su Lollove nel 1990 è stato girato un bel documentario, I giorni di Lollove, di Ignazio Figus e Virgilio Piras.

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3 Respostas para “A HISTÓRIA DE LOLLOVE : A MENOR CIDADE DO MUNDO”

  1. alex ribbi 7 de outubro de 2014 às 2:48 PM #

    Luci, bella rievocazione di un o dei migliori siti autentici della Sardegna , laddove ancora si assapora lo spirito antico dei padri dei Nuraghi .

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    • lucinhadettori 7 de outubro de 2014 às 3:35 PM #

      Ciao Sandro, grazie per la tua visita al sito.
      Questa é una delle cità che Elena vuole comprare un casele -Forze sarò li anche io.
      Ma come mai i paesino si chiama Lollove o Loddove? 🙂
      Grazie per il comento
      Abbraccio

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    • lucinhadettori 10 de outubro de 2014 às 6:37 PM #

      Grazie Sandro – sempre gentilissimo
      Buon fine settimana
      Abbraccio- Luci

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