Arquivo | outubro, 2015

HALLOWEEN NA SARDENHA: O VERDADEIRO SIGNIFICADO DE UM RITUAL ESQUECIDO

31 out

halloween-in-sardegna-is-animeddas
Texto em italiano escrito por:

Tottus em Pari sobre vários temas
De: Natasha Talloru

Por SSTM- Brasil

Adaptação do texto – Lucinha Dettori

A transição entre final de outubro e início de novembro é particularmente sentida por todas as culturas do planeta. Querendo aprofundar mais sobre o o argumento,com grande surpresa podemos achar que, naqueles dias, ele tem um encontro com a história antiga, produto de uma amálgama de religião, magia e crenças populares.

Mesmo a Sardenha, terra de tradições antigas ainda visíveis, que parecem querer se opor a uma modernização forçada, preservou muitos costumes, embutidos com as doutrinas que gradualmente têm impregnados nossa sociedade. Não está claro ainda se algum modus operandi ocorrer com o conhecimento de seu verdadeiro significado pelos próprios, ou se habitantes, que dá origem como um reflexo de algumas tendências no exterior.

É possível houve uma contaminação americana até as pequenas cidades do interior? Mas nós fazemos um pouco ‘da ordem cronológica. Halloween originou da população celta que dividiu o ano em dois períodos: o nascimento eo despertar da natureza, Beltane (cerca de Maio), e do período em que a natureza dá forma e morre, Samhain (metade Outubro), correspondente ao ano novo celta e no final do verão.

 Mesmo na civilização romana parece uma festa semelhante, indicando o fim da campanha agrícola, com homenagens e agradecimentos para a colheita recebido da terra no ano anterior. Mais tarde os romanos popularizaeam costumes e práticas da sua civilização, que foi seguido pela inserção da Igreja, que, dedicou um dia de comemoração para os santos em 13 de maio, coincidindo com ilSamhain em séculos posteriores do final de outubro.

 Assim nasceu o Dia das Bruxas, véspera de Todos os Santos (All Hallows, toda a véspera dos santos, véspera). Neste dia especial, e pela atmosfera encantada onde o tempo e o espaço parecem ser suspensos em uma dimensão paralela, diversas populações da antiguidade realizavam rituais para apaziguar os espíritos, dar-lhes presentes e alimentos, orações e pedir, em troca, proteção durante a escuridão do inverno que se aproximava.

Ainda hoje, na Sardenha entre 31 de outubro e 02 de novembro os meninos percorrem as ruas do país, com um saco ou uma fronha, batendo de porta em porta e recitando versos infantis na língua sarda, com o intento de receber presentes oferecidos com a intenção de “manter os defundos em suas tumbas, que, neste dia, retornam para suas casas, onde viviam . Do lado de fora das casas são decoradas com abóboras, sem o miolo interno, tendo as características de um rosto humano, e iluminado por uma luz traçando as almas no caminho de volta à tumbas.

Abóbora substitui, aparentemente, um rito antigo, praticada tanto na Sardenha e Córsega, segundo a qual os crânios foram extraídos do cemitério para chamar a chuva. Rituais destinadas a exorcizar o medo da morte, com o pedido, em troca, o bem das almas (su bne e is animas. Os nomes variam de acordo com a área: em mortu mortu, animeddas sobre prugadoriu, é panixeddas.

 Eles também alterar os tipos de bolos preparados para a ocasião: pabassinas na bandeja “e saba ou pão preto, os ossos dos mortos. Mas o valor desses rituais antigos é comum, e não tem nada a ver com a América, que adquiriu uma parte das pessoas que emigraram e tiveram a clarividência de espalhá-los ao redor do mundo, transformando-os em um carnaval macabro e comercial.

A Sardenha é a linguagem em si, com suas variantes, para nos dizer que não pode haver uma influência americana. E ‘o nosso próprio sentimento, intuição, esquecida, para nos trazer de volta aos tempos passados. Para insinuar que talvez devêssemos recuperar e manter viva as nossas tradições.

Fases do desenvolvimento do mural “Cultura Rural” – Por Fernando Marrocu e Antonio Pilloni

15 out

feranando

É sempre bom relembrar obras de importantes e grandes pintores da sardenha, bem cono, trazer novidades que possam colocar mais ainda em evidências o trabalho grandioso desses incansável artistas sardos . Apenas como recordação de um recente post sobre esse assunto.

https://sardegnaterramia.wordpress.com/2015/05/08/fernando-marrocu-pintor-e-ceramista-sardo-num-silencio-quase-musical-as-maos-comandam-do-pensamento-acodes-tateis-que-geram-objetos/ – Valle a pena pra quem não leu ainda apreciar as belíssima obras de arte de Fernando nesse artigo.

…..Apenas como lembrete, Fernando é sempre requisitado para mostrar os seus belíssimos trabalhos, em grandes exposições de artes e eventos variados. E devido ao seu talento e reconhecimento artístico, é comum também receber convites para se unir na realização de trabalhos, com outros artistas também de igual renome, a exemplo com um seu compatriota o pintor, Antonio Pilloni.

Está parceria foi para pintar o grande mural “Civilità Contadina”, no pátio da casa-museu etnográfico Dona Máxima em San Gavino, onde Fernando sintetiza a imagem moderna e tradicional que caracteriza suas obras, seja ela um prato de cerâmica ou um trabalho gráfico como desse Mural.

Em três minutos, podemos ver nesse vide o as várias fases desse incrível mural intitulado “Cultura Rural” pintado por Fernando Narrocu, sangavinesi e Antonino Pilloni no museu casa “Dona Maxima” em San Gavino Monreale.

http://”http://www.sangavinomonreale.net/gab_gallery/le-fasi-della-realizzazione-del-murale-civilta-contadina/

Um caro abraço a Ferando e Antonio do Blog Sardegnaterramia Brasil.
Lucinha Dettori

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Adaptação em italiano
Lucinha dettori

E ‘sempre bene ricordare le  opere di grandi pittori di Sardegna, oltre Come, portando notizie che possono mettere ulteriori prove il grande lavoro di questi artisti sardi instancabili. Come ricordo di un recente post sull’argomento, suggerisco questo link

https://sardegnaterramia.wordpress.com/2015/05/08/fernando-marrocu-pintor-e-ceramista-sardo-num-silencio-quase-musical-as-maos-comandam-do-pensamento-acodes-tateis-que-geram-objetos/ – Valle vale la pena per coloro che non hanno ancora letto godersi la belissima Fernando opere d’arte in questo articolo.

….. Proprio come un promemoria, Fernando è sempre tenuto a mostrare le loro belle opere in importanti mostre d’arte ed eventi vari. E a causa della loro talento e riconoscimento artistico, è comune anche ricevere inviti a partecipare a svolgere il lavoro con altri artisti altrettanto famosi, come ad esempio con un pittore e compagno, Antonio Pilloni.

 È il partenariato è stato quello di dipingere un grande murale “Civiltà Contadina” nel cortile della casa-museo etnografico Dona Maxima a San Gavino, dove Fernando incarna l’immagine moderna e tradizionale con le sue opere, che si tratti di un piatto di ceramica o un lavoro grafico come questo Murale.

In tre minuti, si può vedere in questo video le varie fasi di questo murale incredibile dal titolo “Cultura Rurale” dipinto da Fernando Narrocu, sangavinesi Marrocu e Antonino Pilloni nella casa museo “dà Maxima” a San Gavino Monreale.
Dal Blog Sardegnaterramia, um caro saluto a Fernando e Antonio Pilloni per la bellissima opera.

AS ORIGENS DO HOMEM NO DNA DOS SARDOS

9 out

Uma pesquisa italiano coloca o aparecimento do Homo sapiens cerca de 200.000 anos atrás, analisando todo o genoma de mais de 1.000 homens da Sardenha
1991, Sardinia, Italy --- Old Sardinian Man --- Image by © William Coupon/Corbis

1991, Sardinia, Italy — Old Sardinian Man — Image by © William Coupon/Corbis

A idade do “progenitor da humanidade” não parece ser um mistério, graças a um estudo genético realizado em 1.204 homens sardos, cujos resultados acabam de ser publicados na revista Science. A pesquisa, liderada por Paul Francalacci Universidade de Sassari, bem como investigar a história evolutiva da população da ilha, remonta cerca de 50.000 anos, em comparação aos estudos anteriores, o período em que ele iria viver a nossa ancestral comum: uma era entre 180.000 e 200.000 anos atrás.

O genoma de cada indivíduo é diferente devido a mutações que ocorrem no processo de replicação de DNA, que se acumulam de geração em geração. Este é um conjunto de dados valiosos para lançar luz sobre as origens das populações atuais.

Os estudiosos analisaram as variações genéticas dentro das sequências de DNA do cromossomo Y, que é herdado por homens exclusivamente paternalmente. Em particular, estas sequências não são sujeitos a recombinação genética e as taxas de mutação são muito baixas, e, assim, permitir reconstruir os eventos de um passado ancestral.

Ao analisar as sequências do cromossomo Y, os pesquisadores foram capazes de construir uma árvore filogenética. Para a sua análise eles também têm atraído a partir de técnicas desenvolvidas para o estudo do DNA mitocondrial, o que – ao contrário do cromossoma Y – é herdada apenas através da matriz, em vez e é também crucial para estudar as origens genéticas da humanidade. A construção da árvore filogenética foi calibrado com dados arqueológicos relacionados com a expansão da população de cerca sarda 7.700 anos atrás.

A partir deste crescimento populacional, os pesquisadores reconstruíram uma série de “camadas” genéticos. “Nós identificamos nos cromossomos Y dos participantes do estudo da Sardenha variantes genéticas que permitem você voltar para os antigos ancestrais que habitaram a ilha e que liga as várias linhas ancestrais destes cromossômas em eventos de expanção demografica que ocorreram no passado”, diz Francalacci.

“Nós voltamos no tempo para antes da sua chegada na Sardenha, atingindo os ancestrais africanos de todos os homens de nossa espécie viveu há cerca de 180,000-200,000 anos atrás, em uma idade mais velha de 50.000 anos do que o indicado pela maioria parte de estudos anteriores “, diz o estudioso.

O sexo masculino que deixou vestígios de seu genoma em toda a humanidade, chamado de “Adão”, teria então vivido entre 100.000 e 200.000 anos atrás, um período consistente com as estimativas anteriores a respeito de quando ele viveu o mais recente ancestral comum a todos nós, “Eva”, com base na análise do DNA mitocondrial. A maioria os humanos de hoje compartilham partes do genoma -, respectivamente, no cromossomo Y e do genoma mitocondrial – destes dois indivíduos. As sequências do DNA correspondentes a outros sujeitos antigos são em grande parte extinta devido ao processo de selecção natural, ou factores aleatórios.

Ciência publicou os estudos italiana, juntamente com os resultados de uma outra pesquisa independente – liderado pelo University School of Medicine David G. Poznik Stanford – que, com diferentes dados e técnicas, chegou a conclusões semelhantes, colocando a origem do “primeiro homem “entre 120.000 e 156.000 anos atrás.

“Nossa pesquisa confirma que os sardos têm em seu DNA uma série de características, mas revela também que possuem a maior parte da variabilidade presente no DNA do cromossomo Y dos outros povos da Europa”, diz Francesco Cucca, diretor dell’Irgb-CNR e um dos autores do estudo. “É uma questão da única população que parece conter características mais genéticos de todos os europeus. Isto o torna um recurso valioso, tanto para estudos evolutivos quanto para estudar os fatores de risco genéticos para doenças comuns na ilha e no resto da Europa “.

Fonte Le origini dell’uomo nel DNA dei sardi
di Valentina Tudisca
genetica,evoluzione,italia – link : http://www.nationalgeographic.it/scienza/2013/08/02/news/le_origini_dell_uomo_europeo_e_non_solo_scritte_nel_dna_dei_sardi-1766551/
Maschio sardo. Fotografia di William Coupon/Corbis
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Por SSTM – Brasile 

Adaptação para o português 

Lucinha dettori 

FÉRIAS DE UM AMICO ORISTANESE NA PENÍNSULA DO SINIS: SARDENHA

3 out

Ferias de Luigi - foto pra o post

Como sempre, gentil e atencioso, Luigi Puggioni compartilha conosco todos os anos,  suas  ferias na Sardenha  nos enviando  lindas fotos, história e novidades interessantes dos lugares por onde passa.

Desta vez, nos relatando uma novidade,  que mesmo sendo  inicio de setembro, a chuva apareceu de repente,  copiosa e com cara de quem veio abrir mesmo o outono na Sardenha.

Mas ele e esposa, já haviam resolvido, partiriam para o  litoral. Esta seria mesmo umas férias diferentes, daquelas que sempre fizerem que é percorrer o interior da  Sardenha, mais   precisamente o campo, acampando aqui e acolá que é uma das verdadeiras paixões do casal. 

Desde modo, esta será realmente uma férias inusitada, porque depois de muitos anos, resolveram  voltar à costa do por do sol,  um lugar por nome  TORRE DEL POZZO, perto de Oristano. Um dos motivos é que ali, especialmente Luigi, ira  relembrar da sua juventude e matar a saudade dos quase vinte anos passados ali. foto 1

mar de sinis

E Assim partiram, prometendo Luigi, nos enviar lindas fotografias  de Sinis que é  uma península da Sardenha centro-oeste, e que fica entre a Baía de Is Arenas, no norte, e no Golfo de Oristano no sul.  Este é um dos lugares do qual Luigi  tem muitas recordações, pois ali nasceu, e passou a metade de sua juventude.

 Luigi me relata que nem todo mundo ama o Sinis. Os motivos são vários:
Para alguns, é pelo fato de ser a terra plana, árida e por vezes desértica, com o vento que agita o mar e  leva os mosquitos dos pontos de pesca a leste das lagoas. Isto realmente leva as pessoas a evitar este local.  Não Luigi, que fala sobre este lugar,  usando a forma poetica para se expressar. 

“Há um poema em Sinis, um encanto que me surpreender cada vez que eu volto”.
Aqui estão as praias de quartzo, as lagoas onde flamingos passam o inverno, os campos da terra de areia branca, pedaços de desertos, as vinhas de Vernaccia, a cozinha pobre e maravilhoso, estanho pescadores, o poder e a tranquilidade do mar.

“Este é um lugar que faz a alma sentir a sonolência de uma sesta.”

Passamos então às fotos que  Luigi escolheu e enviou com alguns pequenos comentários a respeito.

                                                                                   NATUREZA EXUBERANTE DE SINIS – foto 2 natureza sinis

foto 3 natureza sini

foto 4                                                                                               Esta é a ponta do eixo da torre.FERIAS DE LP 2

A torre é um dos muitos postos  de  vigilia bizantino para  avistar  os  navios de piratas sarracenos, construídos no final do século XIII. O que você veem é um posto de segurança e um túnel que liga a caverna ao mar que pode ser visto perto do final da ponta. – foto 5 FERIAS DELUIGI PUGGIONI 1Durante as tempestades do Mistral, do poço sobem altas ondas pulverizada, como  um rumor parecido a de um respiro. Por isto a chamam de “A Baleia”.

Por aqui eles chamam de “Bentu ‘e soi” vento do sol, o vento do leste. Um vento quente que varre o mar  com pequenas ondulações verde.     – foto 6 ferias de Luigi 4Esta é a praia de Mari Ermi. Totalmente coberta  com pequeninos  grãos de quartzo. Está é a magia da Sardenha.
FERIAS LUIGI 2

foto 7 

foto 8 

sabia di sinis

                                                             “Apenas para olhar, tocar, fotografar e deixar no mesmo lugar. Não é a minha areia e quando eu voltar quero encontra-la no mesmo lugar. Agradecimentos”.

Este é um aviso de Luigi aos  inadvertidos turistas que enchem sacolas e garrafas petes  de pequeninos grãos de quartzo  para levar para o exterior.

                                                                    Belíssima praia de pequeninos grãos de quartzo – foto 9cascahos de sinis

                                                                              Este lugar é chamado Sa Mesa Longa. foto 10 FERIE DI LUIGI 7O Mar agitado e ventos fortes, não deixa Luigi ir a praia nesse dia, mas ele não se lamenta e diz  que é                                                              um show e um privilégio poder  estar ali e ver este espetáculo da natureza.

foto 11 FERIAS DE LUIGI 3

                                                                                Último dia de férias em Oristano . –  foto 11FERIAS DE LUIGI 5                                                                  Último olhar para o mar, para a nostalgia de amanhã. – foto 12ultimo dia de ferias

Um abraço a todos e até uma outra aventura maravilhosa de ferias de Luigi na sardenha .

Fonte . Imagens Luigi Puggioni

Por SSTM – Brasil

Edição Lucinha Dettori