Arquivo | janeiro, 2016

ROMA CIDADE ETERNA: UNA CRÔNICA POÉTICA DA AVENTURA DE UM JOVEM SARDO AOS 20 ANOS. 

27 jan

Ferias de Luigi - foto pra o post

                                                                    Querido amigo Luigi – Em Férias : Sardenha. 

piazza_di_spagna

                                                                                  Foto da praça di Espanha – Roma 

Cattura

                                                          Mapa dos lindos percursos feito por Luigi, na Juventude. 

de Luigi Puggioni

Por SSTM Brasile 

Adaptação para o português :

 Lucinha Dettori 

Caros amigos, 
As vezes me pergunto: o que mais  me falta aprender com meus compatriotas sardos? Ha Alguns dias, Falei com hum deles sobre o meu desejo de ainda fazer visita  Roma.   Sempre muito conciso, respondeu-me com uma breve e deliciosa  crônica poética, falando-me sobre sua aventura quando Jovem à cidade eterna. Isto aumentou ainda mais o meu desejo de passar uns dias por lá. Compartilho com vocês esse gracioso e significativo comentário di Luigi,  amigo de longa data, daqueles que a gente tem vontade de nunca sair de perto…

                                                                     UMA PEQUENA CRÔNICA POETICA 

“Tem razão, cara amiga, em querer passar alguns dias em Roma. A cidade eterna, vale a pena uma visita, Roma é uma bela cidade.

A Itália tem três cidades que não têm  nenhuma igual no mundo, Roma, Florença e Veneza.

Eu amo Roma. Eu a visitei várias vezes a negócios ou férias.
A primeira vez foi uma fuga. tinha penas 20 anos, um saco de dormir, uma mochila e 20.000 libras no bolso. ou 10 €.

Era julho de 1973. O bilhete na balsa de Sardenha para Roma, custava 1.750 liras.
Durante um mês, com dois amigos, vimos Roma a partir de uma perspectiva única, aquela dos desabrigados…

Dormimos nos gramado dos papas  em Villa Borghese, nadamos em uma tarde quente, na água gelada e límpida da fonte Bernini na Piazza Navona.

Colhemos frutas e verduras em caixas abandonadas depois do mercado de Campo das flores, a praça maravilhosa entre os telhados de Roma, e onde foi queimado Giordano Bruno.

Fomos roubados enquanto dormíamos em um prado em frente à Estação Termini,
Viajamos em um telefone celular.( não um telefone, modo de dizer na itália,) mas uma Van verde sem janelas, ou camburão da policia, quando presos por vadiagem e liberado mais tarde, mas depois do almoço.

Eu bebi água e dormia no mármore branco da Barcaccia, sobre a perspectiva da Escadaria de Trinità dei Monti, entorno ao burburinho da Praça de Espanha.

Hoje eu durmo pouco e mal, e apenas na minha cama, imagina sobre o mármore. E que tenha silêncio, e não tráfego. Dias e anos formidáveis…

Se eu não os tivesse vivido, mesmo não o sabendo, tenho certeza que teria algum arrependimento.
A última vez que lá estive, foi a trabalho.

De Roma não vi nada que você possa ver através da janela de um táxi na chuva, de Roma a Termini a Vigna Murata, sobre os l’EUR(è un complesso urbanistico e arquitetônico  de Roma, ) na ponta da cidade. Mais de uma hora de viagem no tráfego.  Da varanda do  meu quarto de hotel, se via apenas  uma casinha de fazenda e o campo a sumir no horizonte… “

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Cari amici,
A volte mi chiedo, che cosa posso imparare di più dalla mia sarda conazionali? Pochi giorni fa ho parlato con essi circa il mio desiderio di fare ancora un viaggio a Roma. Poi ha risposto con una breve e delicosa cronaca poetica, raccontando la sua aventua nella giovinezza, alla bellissima Città Eterna. L’aumento più il mio desiderio di vedere Roma e vuole anche condividere con voi, questo messaggio aggraziato e significativo.

Ha ragione a voler passare qualche giorno a Roma. La città eterna merita una visita, Roma è una città bellissima.

L’Italia ha tre città che non hanno uguali nel Mondo, Roma, Firenze e Venezia.

Amo molto Roma. L’ho vista diverse volte per lavoro o per vacanza.
La prima volta era una fuga. 20 anni uno zaino il sacco a pelo e 20.000 lire in tasca. 10 euro.

Era luglio del 1973. Il passaggio in ponte sul traghetto costava 1.750 lire.
Per un mese con due amici abbiamo visto Roma da una prospettiva unica, quella del senza casa.

Abbiamo dormito sui prati dei papi a villa Borghese,
nuotato, un pomeriggio caldissimo, nell’acqua gelida
e limpida della fontana del Bernini in piazza Navona
raccolto frutta e verdure tra le cassette abbandonate dopo il mercato di Campo dei Fiori, la piazza meravigliosa tra i tetti di Roma dove fu bruciato Giordano Bruno.

Siamo stati rapinati mentre dormivamo in un prato davanti alla Stazione Termini,
Abbiamo viaggiato su un cellulare. Non un telefono, un furgone verde senza vetri.
Fermati per vagabondaggio e poi rilasciati, Ma dopo il pranzo.

Ho bevuto l’acqua e ho dormito sul marmo bianco della Barcaccia, sotto la prospettiva di Trinità dei Monti
e intorno il brusio eterno di piazza di Spagna.

Oggi dormo poco e male solo nel mio letto, figuriamoci sul marmo. E che ci sia silenzio, non traffico.
Giorni e anni formidabili.

Se non li avessi vissuti, pur non sapendolo, sono sicuro che avrei qualche rimpianto.
L’ultima volta due anni fa fu per lavoro.

Di Roma ho visto il nulla che si intravvede dal finestrino di un taxi sotto la pioggia, da Roma Termini a Vigna Murata,
oltre l’EUR nella punta estrema della città. Oltre un ora di viaggio nel traffico.

Dal balcone della camera in albergo si vedeva una cascina e la campagna fino all’orizzonte.
La fine di Roma.

Luigi Puggioni

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CRÔNICA : SANT’ANTIOCO “SAMAXINA S’OGU PIGAU” – QUANDO A ORAÇÃO BATE A ASPIRINA

26 jan

di Serena Cirina
Fonte; A União Sarda.it “
Por : SSTM – Brasil
Adaptação de testo para o português:
Lucinha Dettori

saogus pigauUm dos remédios da medicina antiga contra o mau-olhado.

Os  pingos de óleo caem do bocal da garrafa, ele toca a superfície da água contida na bacia, enquanto a oração é recitada em voz baixa (apenas o suficiente, bem fundamentado, para não permitir que o ouvinte entenda as palavras) e finalmente chega o veredito acompanhado com um sorriso: “Não há o mau-olhado.”

Anna Salidu, oitenta e cinco anos, acomoda-se junto à lareira contra a parede de uma casa no centro histórico de Sant’Antioco, e é rápida em precisar: “Eu trato de tudo: braços e pernas quebradas, fogo de Santo Antonio; olho gordo, não existe tantas pessoas como eu”.

E ai daqueles que pensam que os destinatários desta tradição são amantes crédulos de misturas esotéricas e sugestões: “A mim, apelam pessoas de todas as esferas sociais  e com diferentes níveis de educação”, assegura uma outra curandeira conhecida localmente como ‘Sra. Meloni “(” Eu prefiro não dizer o meu nome é uma questão de respeito para o que eu faço “, explica ela graciosamente). O segredo, afinal, é acreditar.

E a confiança na resposta da cura eficaz que é o  poder da terapia para quem pratica e quem se beneficia, “Eu aprendi a fazer samexina de s’ogu, de uma prima – diz a Sra Meloni – porque eu queria fazer o bem para as pessoas em dificuldades: em particular àqueles afetados pelo mau-olhado “. Ou seja, aqueles indicados como pigàusu de Ogu, aprisionados por um olhar malévolo. Os efeitos são típicos: crianças esgotadas; adultos com enxaqueca, até mesmo animais com falta de apetite ou perda de cabelo.

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A União Sarda.it
“Chronicle”SANT’ANTIOCO” Sa de mexina s’ogu pigau: Chronicle
Uno dei rimedi della medicina antica contro il malocchio
L’olio cola dal beccuccio del flacone, tocca la superficie dell’acqua contenuta nel catino mentre la preghiera viene recitata a bassa voce (quel tanto, ben ragionato, da non consentire all’ascoltatore di distinguerne le parole) e infine arriva il verdetto accompagnato da un sorriso: “Non c’è il malocchio”.

Anna Salidu, ottantacinque anni, si accomoda accanto al camino addossato alla parete di un’abitazione del centro storico di Sant’Antioco, e si affretta a precisare: «Io curo tutto: braccia e gambe rotte, fuoco di Sant’Antonio, porri; mica ce ne sono tanti come me».

E guai a pensare che i destinatari di questa tradizione siano creduloni amanti di intrugli e suggestioni esoteriche: «A me si rivolgono persone di ogni estrazione sociale e con differenti gradi di istruzione», assicura un’altra guaritrice nota in paese come “la signora Meloni” («Preferisco non dire il mio nome: è una questione di rispetto per ciò che faccio», spiega con garbo). Il segreto, del resto, è crederci.

E la fiducia riposta nell’effettivo potere terapeutico della medicina riguarda chi la pratica e chi ne beneficia: «Io ho imparato a fare samexina de s’ogu da una cugina – racconta la signora Meloni – perché volevo fare del bene alle persone in difficoltà: in particolare coloro colpite dal malocchio». Ovvero, quelli indicati come pigàusu de ogu , imprigionati da uno sguardo malevolo. Gli effetti sono tipici: bimbi spossati; adulti con emicranie, perfino animali con scarso appetito o perdita del pelo.
di Serena Cirina

UMA GRACIOSA LENDA NA SARDENHA SOBRE ‘ SU FOGORONE DI SANT’ANTONIO “

17 jan

                                   A FOGUEIRA DE SAN’ANTONIO EM SORGONO  
salvatore marras                                                       Salvatore Marras : Um dos melhores excursionista e fotógrafo de SORGONO

neve e fogo

fogo de santo antoinio 2

FOGO DE SANTO ANTONIO

                      A LENDA SOBRE O FOGO DE SANTO ANTONIO.

Uma das mais graciosas lendas sobre “IL FOGORONE DI SANT’ANTONIO” ou a fogueira de Antonio Antonio, talvez o mais conhecido na Sardenha é esta.

Sobre a terra, os homens tinham frio porque o fogo ainda não existia, foi assim que Antonio teve a idéia de ir para o inferno para obter algumas brasas.

Não é tarefa fácil para roubar o fogo do, Santo Antonio então, inventou um truque, ele foi para o inferno levando consigo um bastão episcopal e bateu na porta, mas os demônios o conhecia não iria deixá-lo entrar.

<< Abram, estou com frio! >>, suplicava << eu só quero aquecer! >> Os diabos, cansados da insistência,  abriram a porta e deixram-no passar de olho para não tocasse em nada.

Santo Antonio se aproximou do fogo, fingindo se aquecer, aproveitando por um instante o descuido dos diabos e descansou por um tempo o bastão episcopal sobre uma brasa , em seguida , cumprimentou a todos e partiu.

Voltando à terra onde estava muito frio, soprou sobre o bastão e deu o  fogo aos Sardos,  cantando:
                                                                  << Ohu, ohu em Chelu, terra
                                                                      e de ognia Lohu! >>

Fogo, fogo, no céu, na terra e em todos os lugares!

Fonte: Postado por Gian Luca Casu
Fotos de: Salvatore Marras

Por ASTM – Brasil
Adaptação oara ou Portugue
Lucinha Dettori

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Sant’Antonio e il fuoco – la leggenda.
Una delle leggende su Sant’Antonio forse la più conosciuta è questa.

Sulla terra gli uomini avevano freddo perché il fuoco ancora non esisteva,
fu così che Antonio ebbe l’idea di andare all’inferno per prendere qualche brace ardente.

Non essendo facile impresa rubare il fuoco ai diavoli Antonio trovò uno stratagemma,si recò all’inferno portando con se un bastone di ferula e bussò alla porta,ma i diavoli riconosciutolo non volevano farlo entrare.

<<Aprite, ho freddo!>>,supplicava, <> stanchi delle insistenze i diavoli aprirono la porta e lo lasciarono passare tenendolo d’occhio affinché non toccasse nulla.

Antonio si accostò al fuoco e,fingendo di scaldarsi, approfittò di un momento di distrazione dei diavoli e poggiò per un istante il bastone di ferula su una brace,poi salutò tutti e andò via.

Tornato sulla terra ove faceva tanto freddo e, soffiando sulla ferula, diede il fuoco ai Sardi cantando:
<<Ohu, ohu, in chelu, in terra
e in d’ognia lohu!>>
Fuoco, fuoco, in cielo, in terra e in ogni luogo!

Fonte : Pubblicato da Gian Luca Casu
Por ASTM – Brasil
Adaptação oara o portuguê
Lucinha Dettori

FERNANDO MARROCU- UM GRANDE PINTOR QUE NÃO ESCONDDE SUA PAIXÃO PELA ARTE CERAMISTA

15 jan

Bona die zente Sarda
Bom dia amigos.
 
artes de fernando
 
Caros amigos,
sempre que posso, gosto de destacar as obras do grande pintor e ceramista FERNANDO MARROCU, não apenas, pelas sua criatividade  artística, mas principalmente pelo seu caráter  reservado e  sóbrio. Estas são umas das tantas característica que admiro nos sardos e que me torna cada vez mais, uma apaixonada descendente.
 

Umas poucas falas de Fernando Marrocu sobre o seu trabalho…

 
“Hoje, para a quarta fase das publicações do meu trabalho, eu queria destacar uma outra parte das minhas habilidades artísticas, como ceramista, desde o período da escola eu desenvolvi um forte compromisso com esta disciplina..onde posso resumir com gestos, forma e cor.
 
No quadro cima, são os anciões, Um assunto que eu retratei muitas vezes nos meus trabalhos, as pessoas que viviam nas ruas quando eu era ainda menino, e os velhos faziam parte da paisagem, em bares e nas ruas nas frescas noites de verão.
 
Hoje eu  continuo a reverenciar a carreira artística de Angelo Corrias, .. é uma referencia feita a um ilustre conterrâneo e amigo que não está mais entre nós…
 
… mas em cada ocasião me é útil celebra-lo, ele foi o meu professor de fotografia e até mesmo pintura, carrosséis muitos famosos italiano nos anos de boom econômico que vieram de sua imaginação e de seu talento, gerenciava no estudo Armando Testa, em Turim, cobrindo em Tex Willer com Aurelio Galepini e atuou em muitas exposições com o grupo de arte sangavinese … Obrigada a todos pelo compartilhar esse meu trabalho.
 
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Oggi, per la quarta tappa delle pubblicazioni dei miei lavori, ho voluto evidenziare anche un’altra parte delle mie competenze artistiche, la ceramica, sin dal periodo della scuola sviluppai una forte vocazione per questa disciplina..per la possibilità di compendiare insieme gestualità, forma e colore. Nel quadro i protagonisti sono gli anziani, un soggetto che ho trattato molto spesso nei miei lavori, la gente quando ero piccolo abitava le strade più che adesso, ed i vecchi erano parte del paesaggio, nei bar nelle piazze.. sezzius in sa friscura, la sera d’estate.. Oggi nomino a continuare la catena artistica Angelo Corrias,.. è una nomina fatta ad un illustre compaesano ed amico che non è più tra noi…ma ogni occasione m’è utile per celebrarlo, è stato il mio maestro di fotografia e anche di pittura, tanti caroselli celebri negli anni del bum economico italiano sono usciti dalla sua fantasia e dal suo obbiettivo, era caporeparto nello studio Armando Testa a Torino, inchiostratore in Tex Willer con Aurelio Galepini e protagonista.

SEADAS: UMA DELICIOSA SOBREMESSA TÍPICA DA SARDENHA.

9 jan

https://www.youtube.com/watch?v=MJy9eJB1MNEFONTE: SARDENHA REMIX
POR SSTM – BRASIL
Adaptação para o português :
Lucinha DETTORI

imagem de seadas

Seadas é um dos pratos típicos da nossa Sardenha, um dos mais amados e apreciados por sua bondade e por seu sabor único e inimitável.

Os Seadas são as rainhas da cozinha da Sardenha. Famoso em todo o mundo pela maneira em que a doçura do mel é magistralmente combinado com pecorino. Você quer aprender a prepará-las? Hoje vamos explicar como.

Diz-se que o nome “Seadas” vem da palavra “SEU”, uma gordura animal que era usada para fazer velas, cujo brilho lembra esses doces quando são polvilhados com mel e açúcar. Aqui está a receita em português e também um video que nos envia  um querido amigo, DANIELE UBERTI, um sardo de coração. 

Ingredientes (para 4 pessoas)

500 g de farinha,

3 ovos, 225 g de água,

sal,

raspas de limão,

mel a gosto,

400 g de Pecorino;

50 g de banha

SARDENHA, COMO PREPARAR OS SEADAS

Coloque a farinha em uma vasilha e  dentro os ovos com a água com o sal.

Amasse com as mãos por pelo menos 15 minutos.

Adicione banha um pouco de cada vez, e continue a amassar até a massa ficar lisa e compacta.

Deixe a massa a descansar por 30 minutos.

Em seguida, desenrole a massa a uma espessura de 1,5 milímetros.

Com um molde, recorde a com bordas de cerca de 10 centímetros de diâmetro para fazer uma série de bases.

Escove as básicos que você criou, com o ovo e preenchê-lo com pecorino.

Feito isso, feche as bases colocando uma outras base igual sobre.

Frite os vários Seadas em óleo abundante.

OBS. Para evitar que o recheio escape durante o cozimento, sele com atenção as extremidades, umedecimendo a massa com um pouco ‘de clara de ovo uma das duas bases.

Depois de fritas, deve colocar filetes de mel por cima e polvilhar com açúcar.

ALGUMAS CURIOSIDADES SOBRE O QUEIJO PECORINO SARDO DOP.

maturo-dolceO queijo pecorino vem de uma longa tradição da história cultural antiga com a criação de ovelhas na ilha .

Pecorino Sardo DOP é feito a partir de leite de leite, coalho, sal, ácido láctico de ovelha da Sardenha e é vendido em duas versões: uma jovem (ou doce) e um maduro (experiente).

Pecorino Sardo DOP novo tem cerca de 1-2 meses, enquanto o madura tem mais do que 6 meses.

Pecorino Sardo DOP se distingue de todos os outros tipos de queijo produzido na Sardenha, porque segue as diretrizes contidas em uma especificação do produto.

Os regulamentos impõem certas obrigações, tais como usando apenas leite de ovelha da Sardenha, ou a exigência de utilização de um determinado tipo de rotulagem que deve incluir o símbolo do consórcio de protecção, que fica em Cagliari.

Pecorino Sardo DOP é o único queijo produzido na Sardenha que pode gabar-se essa designação. Todas as outras variantes (queijo produzido na Sardenha, queijo sardo, Queijo de ovelha Sardo) destinam-se a recordar o DOP, sem  ser submetidos a duras condições ditadas pela produção.

Pecorino Sardo DOP tem sido, por vários anos, o principal patrocinador do Cagliari Calcio.

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TESTO ORIGINAL EM ITALAINO.
SARDEGNA, COME PREPARARE LE SEADAS

FONTE: SARDEGNA REMIX
POR SSTM – BRASIL
EDIÇÃO :LUCINHA DETTORI

Seadas é uno dei piatti tipici della tradizione della nostra Sardegna, uno dei più amati e apprezzati, per la sua bontà e per il suo sapore unico e inimitabile.

Le Seadas sono le regine della cucina sarda. Famose in tutto il mondo, per il modo in cui la dolcezza del miele viene magistralmente abbinata al pecorino. Volete imparare a prepararle? Oggi vi spieghiamo come fare.

Si dice che il nome “Seadas” deriva dalla parola “seu”, un grasso animale che veniva usato per fabbricare candele, la cui lucentezza ricorda appunto quella che questi dolci hanno quando sono cosparsi di miele e zucchero. Ecco la ricetta.

INGREDIENTI (per 4 persone)

500 g di farina, 3 uova, 225 g d’acqua, sale q.b., buccia di limone grattugiata, miele q.b., 400 g di Pecorino, 50 g di strutto

PREPARAZIONE DELLE SEADAS

Disporre la semola a fontana e inserire all’interno le uova insieme all’acqua con il sale. Impastare con le mani per almeno 15 minuti.

Aggiungete lo strutto un po’ per volta e continuate ad impastare, fino a rendere l’impasto liscio e ben compatto.

Fate riposare l’impasto per 30 minuti. Dopodiché, stendete la pasta ad uno spessore di 1.5 millimetri.

Con una formina a bordi ricci di circa 10 centimetri di diametro, tagliate la pasta per fare numerose basi.

Spennellate le basi che avete creato con l’uovo e riempitele con il pecorino sardo. Fatto questo, chiudete le basi mettendo sopra altre basi uguali.

Friggete le varie Seadas in abbondante olio. Per evitare che il ripieno fuoriesca durante la cottura, sigillate con attenzione le estremità della pasta inumidendo con un po’ di albume d’uovo una delle due basi.

Una volta fritte dovete cospargerle con miele e zucchero.

Il pecorino sardo è un formaggio di lunghissima tradizione storico culturale assieme all’allevamento della pecora che sull’isola ha tradizioni antichissime. Il Pecorino Sardo DOP è prodotto con latte di pecora sardo pastorizzato, caglio, sale, fermenti lattici e viene commercializzato in due versioni: una giovane (o fresco) ed una maturo (stagionato). Il pecorino Sardo DOP giovane ha circa 1-2 mesi, mentre quello maturo ha più di 6 mesi. Il Pecorino Sardo DOP si distingue da tutti gli altri tipi di formaggi prodotti in Sardegna, perché segue le direttive presenti all’interno di un disciplinare di produzione. Il disciplinare di produzione prevede alcuni obblighi, come quello di utilizzare solo latte di pecora sardo, oppure l’obbligo di utilizzare un determinato tipo di etichettatura che deve obbligatoriamente contenere il simbolo del consorzio di Tutela, che ha sede a Cagliari.

Il Pecorino Sardo DOP è l’unico formaggio prodotto in Sardegna a poter vantare questa denominazione. Tutte le altre varianti (pecorino prodotto in Sardegna, Formaggio Sardo, Formaggio di Pecora Sardo) hanno lo scopo di richiamare la denominazione DOP, senza però sottostare alle dure condizioni dettate dal disciplinare di produzione.

Il Pecorino Sardo DOP è stato, per parecchi anni, sponsor principale del Cagliari Calcio.