Arquivo | abril, 2016

SA DIE DE SA SARDIGNA:”COMO É CONTADA A HISTÓRIA SARDA NA ESCOLA ITALIANA”

28 abr

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Sabemos desde há muito, que o Estado italiano não oferece muito espaço para a  história e tradições da Sardenha, no Programa Ministerial para os  filhos dos sardos nas escolas públicas.

Para compensar essa falta existe uma rede, chamada “HISTÓRIA SARDA NA ESCOLA ITALIANA”  que é a  produção de materiais de apoio para o ensino da história da Sardenha. O grupo é composto por escritores de livros didáticos, professores, arqueólogos, linguistas, designes gráficos e ilustradores, agindo numa base voluntária, a fim de completar a preparação das crianças sardas.

A rede produz textos em PDF adequado para crianças e jovens em escolas primárias e secundárias que são disponibilizados aos professores e todas as pessoas interessadas. Neste artigo, vamos ver por exemplo o trabalho feito para conhecer o Die de sa Sardigna, pondo assim de lado a controvérsia sobre a edição 2016 dedicada aos imigrantes da edição de 2016, buscamos percorrer quais foram as razões históricas para esta festa, introduzida nos últimos tempos. (estabelecida pelo Conselho regional da Sardenha 14 de outubro de 1993 dia do nome do povo da Sardenha).

SA DIE DE SA SARDEDIGNA:

A SA DIE DE SA SARDIGNA, temos que lembrar que foi a  “Vésperas Sardes”, uma  revolta popular de 28 de abril de 1794 com a qual os sardos  fizeram partir de Cagliari os piemontês e o vice-rei Balbiano, na sequência da recusa do Governo  de Turim a conceder à parte da Sardenha, cargos civis e militares e uma  maior autonomia. Os piemonteses de fato controlava a Sardenha ainda mais durante do que a classe política espanhola anterior.

Tanto é assim que o vice-rei para acomodar parcialmente até mesmo as exigências legítimas da sociedade da Sardenha – Considerando que os sardos no ano anterior, haviam  rechaçado o ataque francês em Cagliari e La Maddalena, salvando de fato o controle dos Piemonteses na ilha –  fizeram prisioneiro dois dos comandantes do partido patriótico, do advogado cagliaritano Vicenzo Cabras e Efisio Pintor, desencadeando o motim da insurreição   em Cagliari, Sassari e Alghero, com os piemontês que, no mês de maio 1794, foram abordados pela força e enviado de volta para a sua região.

Sa die de sa Sardignia explicada facimente:
E recomendado para  criança ou adulto, ler  “Sa Die de sa Sardigna,” facilmente explicado pela “História da Sardenha, na escola italiana.”

28 de abril de 1794: a expulsão dos piemontêses
Os eventos ocorreram muito rapidamente.

Os franceses queriam trazer da Europa a sua revolução e o início de 1793, ocupondo a ilha de San Pietro, desembarcaram nas praias de St. Helena e tentou ocupar a ilha de La Maddalena.  Mas  foram empurrados de volta ao mar por tropas organizadas pelos nobres e pela cidade da Sardenha.

Os sardos, repelirão a invasão, e também sobreviveram a dominação dos piemonteses na  ilha. Em troca, eles  reinvidicaram  alguns pedidos ao rei Victor Amadeus III.

Os mais importantes foram dois:
– Reunir de novo o Parlamento sardo;
– Deixar aos Sardos as tarefas mais importantes no governo da Sardenha.

O rei rejeitou estas exigências e os sardos se rebelaram contra os piemonteses.

A revolta eclodiu em Cagliari 28 de abril de 1794: os piemonteses foram expulsos do distrito de Castello e outros bairros da cidade.

Eles foram forçados a embarcar e teveram que deixar a Sardenha.

Foi uma verdadeira revolta patriótica, onde participou todo o povo, contra o governo de um rei estrangeiro.

Esse dia passou para a história como Die De Sa S’Acciappa, “No dia da captura” do piemontês. A fim de distinguir os Sardos dos não sardos, naquelas horas agitadas, se dizia a quem se  encontrasse  pela estrada “Nara cìxiri.” Aqueles que não pronunciar corretamente o “x” serão conduzidos imediatamente para o embarco.

Fonte:
http://www.paradisola.it/articoli/storia-e-archeologia/7514-sa-die-de-sa-sardigna
Por SSTM – Brasil
Adaptação de texto :
Lucinha Dettori
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Texto Originale
Fonte : http://www.paradisola.it/articoli/storia-e-archeologia/7514-sa-die-de-sa-sardigna.

Lo sappiamo ormai, lo Stato italiano non offre molto spazio alla Sardegna, alla sue storie e tradizioni, nei programmi Ministeriali che i nostri figli si trovano a svolgere nella scuola pubblica. Per sopperire a questa mancanza esiste una rete, denominata “STORIA SARDA NELLA SCUOLA ITALIANA” che produce materiali di supporto all’insegnamento della storia sarda. Il gruppo è formato autori di testi scolastici, insegnanti, archeologi, linguisti, grafici e illustratori, che agiscono su base volontaria con lo scopo di completare la preparazione dei nostri figli.

La rete produce dei testi in PDF adatti a bambini e ragazzi delle scuole primarie e secondarie che vengono messi a disposizione dei docenti e di tutte le persone interessate. In questo articolo ad esempio vediamo il lavoro svolto per sa Die de sa Sardigna, perciò mettendo da parte le polemiche sulla dedica ai migranti dell’edizione 2016, cerchiamo di ripercorrere quali sono state le ragioni storiche di questa festa introdotta in tempi recenti (per la precisione fu istituita dal Consiglio regionale della Sardegna il 14 ottobre 1993 nominandola Giornata del popolo sardo).

Sa die de sa Sardigna:
Con sa die de sa Sardigna si ricordano i “Vespri Sardi”, ovvero l’insurrezione popolare del 28 Aprile 1794 con la quale si allontanarono da Cagliari i Piemontesi e il viceré Balbiano, in seguito al rifiuto del governo torinese di concedere ai sardi una parte degli impieghi civili e militari e una maggiore autonomia. I Piemontesi controllavano infatti la Sardegna persino più duramente della precedente classe politica spagnola.

Tanto che il Viceré piuttosto che accogliere anche parzialmente le legittime richieste della società sarda – visto e considerato che i sardi l’anno precedente respinsero l’attacco francese a Cagliari e La Maddalena, salvando di fatto il controllo piemontese sull’isola – fece arrestare due dei capi del partito patriottico, gli avvocati cagliaritani Vincenzo Cabras ed Efisio Pintor, scatenando i moti insurrezionali a Cagliari, Sassari e Alghero, con i Piemontesi che, nel mese di maggio 1794, furono imbarcati a forza e rispediti nella loro regione.

Sa die de sa Sardigna spiegata facile:
Ciò detto che siate, bambini, ragazzi o adulti, noi vi consigliamo di leggere “Sa die de sa Sardigna” spiegata facile dalla “Storia sarda nella scuola italiana”.

28 aprile 1794: la cacciata dei Piemontesi
Gli avvenimenti si svolsero molto velocemente.

I Francesi volevano portare in Europa la loro rivoluzione e, all’inizio del 1793, occuparono l’isola di San Pietro, sbarcarono sulle spiagge di Quartu Sant’Elena e tentarono di occupare l’isola de La Maddalena. Furono respinti in mare dalle truppe organizzate dai nobili e dalle città sarde.

I Sardi, respingendo l’invasione, salvarono anche il dominio dei Piemontesi sulla nostra isola. In cambio, rivolsero alcune richieste al re Vittorio Amedeo III.

Le più importanti erano due:
– riunire di nuovo il Parlamento sardo;
– lasciare ai Sardi i compiti più importanti nel governo della Sardegna.

Il sovrano respinse queste richieste e i Sardi si ribellarono ai Piemontesi.

La rivolta scoppiò a Cagliari il 28 aprile 1794: i Piemontesi furono cacciati dal quartiere di Castello e dagli altri quartieri della città.

Furono costretti a imbarcarsi e dovettero lasciare la Sardegna.

Fu una vera e propria rivolta patriottica, cui partecipò tutto il popolo, contro il dominio di un re straniero.

Quel giorno è passato alla storia come Sa Die De S’Acciappa, “Il giorno della cattura” dei Piemontesi. Pensa che per distinguere i Sardi dai non Sardi, in quelle concitate ore, si diceva a chi si incontrava per strada: «Nara cìxiri!». Chi non pronunciava correttamente la «x» veniva immediatamente condotto all’imbarco.

http://www.paradisola.it/articoli

EM OROTELLI- SARDENHA – TIO GASPARRU MELE : PRÓXIMO AOS 105 ANOS

26 abr

01_tziu Gasparru Mele

TZIU GASPARRU MELO – NATO A OROTELLI – SARDENHA

foto de cristoforoPOR CRISTOFOROPADDU

EDIÇÃO: SSTM-BRASIL

ADAPTAÇÃO DE TEXTO

LUCINHA DETTORI

Caros amigos,

Novamente, é um prazer postar os textos que tão gentilmente nos envia o grande Poeta e escritor Cristoforo Paddu, querido amigo e prestigiador do nosso BLOG. Hoje nos falar sobre  uma figura mítica e muita querida por Cristoforo;  que como sua sensibilidade de  poeta o descreve em forma lírica:

 TIO GASPARRU MELE:   Seu   “estilo de vida” é: palavras pacatas, passos leves e paz para viver a vida na Terra”.

Lucinha Dettori

Texto.

“A sociedade de hoje, com crescente interesse também da parte dos estudiosos (sociólogos, médicos, psicólogos, economistas, nutricionistas, etc.), demonstra uma sensibilidade à população idosa em geral; ou seja, que definiu a “terceira idade”. De acordo com as previsões de alguns especialistas, o homem seria “programado” (em condições de saúde física e mental digno e satisfatório) para se chegar a 120 anos e considerado um  patriarca excepcional  nos dia de hoje.

No universo da Sardenha , pelo menos para diversas centenas de residentes para além das expectativas naturais da vida mítica dos “Chentu annos” ou cem anos, o envelhecimento já reserva registros de surpresas agradáveis . O papel do centenário, em pequenas comunidades, alimenta a promoção do individuo e  o repasse das memórias individuais na relação entre diferentes gerações; a mesma educação ao envelhecimento, desenvolvida no contexto sardo, que representa uma riqueza individual para o crescimento social e humano.

Exemplo de longevidade, marcado pelo espírito da vida “jovem” na velhice, bem como a existência do Orotellese Tio Gasparru Mele. Intelectualmente ativo – elabora vários poemas em língua sarda, com características inalteradas da antiga paixão lírica de profundo poeta – está prestes a atingir, em 29 de abril, a marca dos 105 anos. Mesmo com o desgastar da idade, Tio Gasparru, responde com a conquista do cotidiana da energia diária e  da vitalidade que vem da fé inabalável, confiança  incondicional, nos “dons reservados ao Deus paterno”.

Os discursos proferidos por tio Gasparru refletem uma bela alma, são sabedoria e perfume de verdade meditadas sobre temas de justiça e honestidade ou sobre o senso da amizade e hospitalidade. Muitas vezes, a comunidade de amigos que freqüentemente lhe faz visitas, os mesmos silêncios são contribuições discretas para ensinar um “estilo de vida”; palavras pacatas são passos leves de paz para viver a vida na Terra. Quem conhece e freqüenta o ultracentenário de Orotelli, reconhece a sua capacidade de estar sempre amável e de haver preservado a amabilidade e de saber generosamente doar um sorriso e de ser um distribuidor de experiência para semear a esperança.

Tio Gasparru – medas ateros annos e comente cheret Deus!.”
Cristoforo Puddu

POEMAS ESCRITOS POR TIO GASPARRU MELLE

1_Componimento poetico di tziu Gasparru data

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

2_Componimento poetico di tziu Gasparru data

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

————————————————————————TZIU GASPARRU MELE DI OROTELLI AL TRAGUARDO DEI 105

Fonte Tuttus In Pari

Di. Cristoforo Paddu

La società odierna, con crescente interesse anche da parte degli studiosi (sociologi, medici, psicologi, economisti, dietologi, etc.), dimostra una sensibilità complessiva verso la popolazione anziana; ossia, quella definita della “terza età”. Secondo le previsioni di alcuni specialisti, l’uomo sarebbe “programmato” (in condizioni di discreta e soddisfacente salute fisica e psichica) per il raggiungimento dei 120 anni: età considerata patriarcale ed eccezionale al giorno d’oggi.

Nell’universo Sardegna, almeno per le diverse centinaia di residenti che vanno oltre le naturali attese di vita dei mitici “chentu annos”, l’invecchiamento riserva già delle piacevoli sorprese anagrafiche da record. Il ruolo del centenario, nelle piccole comunità, alimenta la promozione dell’individuo ed è collante di memorie nel rapporto tra le diverse generazioni; la stessa educazione all’invecchiamento, sviluppata nel contesto sardo, rappresenta una ricchezza individuale per la crescita sociale e umana.

Esempio di longevità, segnata dallo spirito del vivere “giovane” in tarda età, è l’esistenza dell’orotellese tziu Gasparru Mele. Intellettualmente attivo – elabora dei validi componimenti in limba, con gli immutati tratti dell’antica passione lirica da profondo poeta – si accinge a raggiungere, il 29 aprile, il traguardo dei 105 anni. Ai logoramenti e fatiche dell’età, tziu Gasparru, risponde con la conquista quotidiana di energia e vitalità che gli proviene dall’incrollabile fede, e fiducia incondizionata, nei “doni riservati paternamente da Dio”.

I discorsi di tziu Gasparru riflettono un’anima bella, sono sapienziali e profumano di verità meditate sui temi di giustizia e onesta o sul senso di amicizia e ospitalità. Spesso, per la comunità di amicizie che frequente gli rende visita, gli stessi silenzi sono contributi discreti a insegnare uno “stile di vita”; le parole pacate sono passaggi leggeri di pace per il vivere e la Terra. Chi conosce e frequenta l’ultracentenario di Orotelli, gli riconosce la capacità di essere sempre amabile e di aver conservato l’amabilità di sapere generosamente donare un sorriso ed essere un dispensatore di esperienza per seminare speranze.

Tziu Gasparru, a medas ateros annos e comente cheret Deus!
Cristoforo Puddu

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ROBERTO LUIU – O GRANDE PINTOR SASSARESE DOS EFEITOS EXTRAORDINARIOS DE LUZ E SOMBRA

22 abr

roberto 2                                                                                                        Talentoso jovem pintor sassarese – ROBERTO LUIU

Caros Amigos, 

Em um dos muitos contatos com meu caro amigo DOMENICO MELIA,pesquisador da antiga história  da Sardenha, perguntei-lhe sobre uma foto muito intrigante que havia descoberto na internet sobre a Fontana de Rosello, um dos temas centrais do livro que acabei de escreve sobre minhas raizes sardas, o qual será disponibilizado  em breve, no formato E-book.

Esta pintura, por nome,  Vallata del Rosello – olio su tela cm. 30×24, me chamou muito a atenção, justamente pelos contrates de luz e sombras que faz desta pintura, algo diferente  e fascinante.

Me revelou então  Domenico, que esta era de um grande  pintor Sassarese, Roberto Luiu , reconhecido em toda a Itália.

Após um rápido e cordial contato via e-mail com o artista, tenho a grata satisfação de editar este Post, não apenas para difundir a sua belíssima, delicada e harmonica arte, mas também agradecer a gentil autorização para estampar como capa do meu Livro, em forma de cortesia, a pintura abaixo.

Fontana de osello colorida R. Luiri                                                 Vallata del Rosello – olio su tela cm. 30×24

Cari amici,
 In uno dei numerosi contatti con il mio caro amico DOMENICO MELIA, ricercatore della storia della Sardegna, gli ho mostrato una foto molto interessante trovata tramite internet che raffigura la Fontana di Rosello, uno dei temi centrali del libro che ho appena scritto sulle mie radici sarde, che sarà presto disponibile in formato e-book. Questo dipinto, titolato, Sassari – Vallata del Rosello – olio su tela cm. 30×24, ha catturato la mia attenzione soprattutto per i contrasti di luce e ombra presenti in questo quadro che lo rendono qualcosa di diverso e affascinante. Domenico mi ha poi detto che è stato dipinto da un grande pittore sassarese, conosciuto in tutta Italia, Roberto Luiu. Dopo una contatto veloce e cordiale via e-mail con l’artista, sono lieta di modificare questo post e, inoltre, di diffondere la sua arte bella, delicata e armonica, ringraziandolo anche della gentile concessione di utilizzare come copertina del mio libro, in forma di cortesia, questo bellissimo quadro. Vale la pena conoscere questo brillante pittore Sassarese. 

Tutti e suoi dipinti nel link :https://www.facebook.com/robertoluiu.pittoredisassari/photos

Lucinha Dettori

.x.x.x.x.

Desde as primeiras pinturas quando criança,passando por “natureza selvagem” (1992), atraves dos pontos de vista das ruas históricas de Sassari, até “o presente” (2015) …

Dai primi dipinti da ragazzino passando per “Natura selvaggia” (1992), attraverso gli scorci delle vie storiche di Sassari, fino a “L’Attesa”(2015)…

Biografia.

“Roberto Luiu nascido em Sassari em 1966. Ele ocupou desde 1987, ano da sua estreia, ganhando uma atividade artística intensa muitos prêmios críticos e audiências. Roberto expõe em Sassari, Ardara, Roma, Sorso, Porto Torres, Cagliari, Santa Teresa di Gallura e Osilo.

“Roberto Luiu nasce a Sassari nel 1966. Ha svolto a partire dal 1987, anno del suo debutto, un’intensa attività artistica conquistando non pochi riconoscimenti di critica e di pubblico. Roberto espone a Sassari, Ardara, Roma, Sorso, Porto Torres, Cagliari, Santa Teresa di Gallura e Osilo.

Mais tarde, dedicou-se quase exclusivamente para a sua cidade. Sua primeira exposição individual “ERA UMA VEZ…. SASSARI” foi apresentado em 2001 no curso de Sassari. No ano seguinte, apresenta sua segunda exposição individual “Sassari”, apresentado no Salão de prestígio do Palazzo Ducale Duce sempre em Sassari.

Successivamente si dedica quasi completamente alla sua città. La sua primissima mostra personale “C’era una volta… Sassari” fu presentata nel 2001 ovviamente a Sassari. L’anno successivo presenta la sua seconda personale “Sassari” presentata nella prestigiosa Sala Duce del Palazzo Ducale sempre a Sassari.

Em 2005, ele irá novamente retratar “Sassari” expondo, ao palácio da frumentaria,  com um maior número de obras para além das apresentadas no ano de 2002. Em 2007, será a vez de “Noites Sassarese” apresentada na sala de Duce.

Nel 2005 si ripropone ancora una volta con “Sassari” esponendo, al palazzo della Frumentaria, un maggior numero di opere oltre a quelle presentate nell’anno 2002. Nel 2007 sarà la volta di “Notturni Sassaresi” presentata nella Sala Duce.

A exposição foi um enorme sucesso. Ele apresentou uma Sassari de ontem e hoje exclusivamente durante a brisa da noite com efeitos extraordinários de luz e sombra. Em 2010, novamente na sala Duce, Luiu apresenta “O mè Ziddai”. Outro grande sucesso do público no teatro. “(Da revista” “Sassari”, ontem … Hoje … Amanhã, No. 0).

La mostra ebbe un enorme successo. Presentava una Sassari di ieri e di oggi esclusivamente durante la brezza notturna con straordinari effetti di luci e ombre. Nel 2010, sempre nella Sala Duce, Luiu presenta “La mè Ziddai”. Altro enorme successo da parte del pubblico presente in sala.” (Dalla rivista “Sassari, Ieri…Oggi…Domani, n° 0).

“A paixão pelo desenho estava presente desde a minha infância. Como um adolescente eu decidi fazer a coisa mais a sério tentando pintura. E esta é a minha mais cara e grande paixão, que agora  cultivo o crescimento, inabalável. (A revista “Sassari, ontem … hoje e….amanhã,  No. 2)

“La passione per il disegno era presente fin dalla mia infanzia. Da adolescente decisi di rendere la cosa più seriamente provando con la pittura. ed ecco la mia più grande e cara passione, ancora oggi coltivo, senza sosta. (Dalla rivista “Sassari, Ieri…Oggi..Domani, n° 2)

FONTE; https://www.facebook.com/robertoluiu.pittoredisassari/photos
POR : SSTM – BRASIL
ADAPTAÇÃO  PARA O PORTUGUÊS:
LUCINHA DETTORI

 UMA PEQUENA MOSTRA DO GRANDE ACERVO ARTISTICO DE ROBERTO LUIU

SASSARI - Piazza d'Italia - olio sui tela cm. 60x40

 

 

 

 


SASSARI - Antica Porta Sant'Antonio - olio su tela cm. 40x30

 SASSARI - Cattedrale di San Nicola - olio su tela cm. 120x80

 

 

 

 

 

 

 

 

 

‘ A INGÊNUA BELEZA DO “SA MURRA SARDA” : UM JOGO TRADICIONAL DA SARDENHA.

13 abr

MARCO SINI

 

Fonte – Sardinia Life – Youtube

Sugerido por – MARCOS SINI 

Edição SSTM – Brasil 

Por Lucinha Dettori.

O jogo de ”  sa murra” é um jogo tradicional da Sardenha, onde ainda é muito difundido. Consiste em adivinhar a soma dos números que são mostrados com os dedos dos jogadores.

Simultaneamente, os dois jogadores estedem seu braço mostrando um número de dedos para ser escolhidos, enquanto grita (como se para assustar o adversário) um número de 2 a 10 no idioma local, por vezes, estropiado, com expressões muito coloridas que variam de país para país.

O jogador que adivinha a soma ganha o ponto e, no caso de jogo da equipe, mantém a mão e terá que lutar com o outro jogador da equipe adversária, e assim por diante.

O jogo termina quando um dos  jogadores  atingir a pontuação decididos com antecedência.
À medida que o jogo prossegue, o ritmo aumentar rapidamente e não é fácil manter a concentração.

O jogador, em pequenas fracções de segundo, terá que ser  capaz de pensar de duas maneiras: para analisar e prever o jogo do adversário e, simultaneamente, evitar jogar os números que seu adversário espera. 

do Youtube giandocontu canal

 

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Sardegna Live

Il gioco de “sa murra”, tradizionale della Sardegna dove ancora oggi è diffusissimo, consiste nell’indovinare la somma dei numeri che vengono mostrati con le dita dai giocatori. Simultaneamente i due giocatori tendono il braccio mostrando un numero di dita a scelta, mentre gridano (quasi a voler intimorire l’avversario) un numero da 2 a 10 in lingua locale, a volte storpiati con espressioni molto colorite che variano di paese in paese. Il giocatore che indovina la somma conquista il punto e, nel caso di gioco a squadre, mantiene la mano e dovrà combattere con l’altro giocatore della squadra concorrente e così via. Il gioco finisce quando si raggiunge il punteggio deciso a priori.
Mentre il gioco va avanti i ritmi aumentano rapidamente e non è facile mantenere la concentrazione. Il giocatore, in piccolissime frazioni di secondo, deve essere capace di ragionare in due sensi: analizzare e prevedere il gioco dell’avversario e contemporaneamente evitare di giocare i numeri che si aspetta l’avversario.

dal canale Youtube di giandocontu

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