Arquivo | dezembro, 2016

UMA MENSAGEM PARA 2017 : Por um mundo com menos “estou com saudades” e mais “estou indo te buscar”

23 dez

  AOS AMIGOS DO BLOG SARDEGNA TERRA MIA , TERMINO ESTE ANO DE 2016, COM ESTA BELA MENSAGEM, QUE NOS ALERTA SOBRE   “ATITUDES”, EM ESPECIAL NOS RELACIONAMENTOS AMOROSOS.

A TODOS, OS MEUS  AGRADECIMENTOS PELA DILETA COMPANHIA –

                                        UM  FELIZ NATAL E UM  ANO NOVO PLENO DE REALIZAÇÕES. 

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                                       Imagem de capa: Google, copyright-free, Creative Commons License

 

De: Pamela Camocardi – 16 Dicembre 2016
Por : Blog. SSTM.
ristampa e tradução /Italiano:
MariLuciDettori
Atitude é tudo. Decore isso. Anote na geladeira, na parede, na testa, mas não esqueça! É possível esquecer as palavras, mas você jamais esquecerá a forma como as pessoas te fizeram sentir.

Sou suspeita dizer, porque amo palavras. Fiz Letras, escrevo todos os dias e leio como quem toma café, mas confesso que entre dizer que sente falta e ir se fazer presente, há uma grande diferença.

As palavras quando bem escolhidas encantam, envolvem, mas não trazem compromisso. Palavras, como diz o poeta, o vento leva. Atitudes não. Atitudes provam, consertam, destroem, unem e separam as pessoas. São, ao mesmo tempo, dor e cura e nada, nem o tempo, pode apagá-las.

Não adianta dizer que ama e não apresentar para família. Não adianta sentir saudades e não mover um passo em direção da pessoa. Não adianta querer casar e não se programar para isso. Atitudes mudam histórias, palavras não.

Sabe aquela história de “quem quer dar um jeito e faz acontecer”? Então , quando o assunto é relacionamento, é verdade. Para quem, realmente, se importa a distância é um pequeno detalhe, o Everest é apenas um morrinho e os alagamentos da cidade servem para colocar a natação em dia.

Quem quer não adia encontro. Aparece sem avisar, coloca o nome na prioridade da agenda. Quem quer não deixa ir, não dá valor depois que perde e valoriza os momentos. Quem ama não diz “não estou pronto”, “marcamos qualquer dia” ou “se for para ser, será”.

Quem ama faz o dia virar noite, o acaso virar objetivo e os dias da semana virarem sábados. Quem quer não se importa com passado, com traumas e medos. Recomeça do zero e tenta tudo de novo.

Vivemos uma época em que a exposição dos relacionamentos conta mais do que o sentimento. Nunca se sentiu tanta necessidade de expor o amor vivido. Fotos, hashtags e declarações criativas criam a ilusão do amor perfeito, mas não comprovam isso com atitudes.

A verdade é que pouco importa se você viajou, se tem tirado mais fotos que uma modelo de capa da VOGUE ou tem um relacionamento digno de Shakespeare. O que importa é quantas vezes você demonstrou isso ao seu parceiro. Quantas planos já fizeram e quantos finais de semana vocês passaram juntos.

O resto são superficialidades que a sociedade prega para justificar a futilidade em que vivem.

Amar não precisa de flahs, de textões e de exposições. Amor precisa de atitudes de gente disposta a fazer dar certo e só. Pouco importam as palavras se as atitudes não as acompanham.

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Per un mondo con meno “Mi manchi” e più “Vado a prenderti”

Da: Pamela Camocardi – 16 Dicembre 2016
Di Blog. SSTM.
ristampa e tradução pra o Italiano:
MariLuciDettori

   
Immagine di copertina: Google, diritto d’autore, Creative Commons License

L’atteggiamento è tutto. Decorare. Nota sul frigorifero, sulla parete, sulla fronte, ma non dimenticare! Si può dimenticare le parole, ma mai dimenticare come la gente ti fa sentire.

Sono sospetta da dire, perché amo parole. I lettere che scrivo tutti i giorni e letta come una bevanda di caffè, ma confesso che tra il dire ti manca e andare fare questo, vi è una grande differenza.

Le parole se ben scelti enconta , gioire e coinvolgenno, ma non portano impegno. Le parole, come dice il poeta, il vento porta via. Atteggiamenti non lo fanno. Gli atteggiamenti dimostrano, riparazione, distruggere, unire e persone separate. Sono allo stesso tempo, il dolore e la guarigione e niente, non il tempo, è possibile eliminarli.

E ‘inutile dire che l’amore e non presentare per la famiglia. Non va bene a perdere e non si muovono di un passo verso la persona. Inutile cercare di sposarsi e non progetta per esso. Gli atteggiamenti cambiano le storie, le parole non possono.

Conoscete la storia di “chi vuole trovare un modo e farlo accadere?” Così, quando si tratta di rapporti, è vero. Per coloro che si preoccupa veramente a distanza è un piccolo dettaglio, l’Everest è solo una piccola collina e allagamenti della città servono a mettere giorni di nuoto.

Chi non vuole non tarda incontro. Appare senza preavviso, mettere il nome in agenda di priorità. Chi vuole non lasciarsi andare, nessun valore dopo aver perso i valori e gli orari. Chi ama non dice “io non sono pronto”, “segnare in qualsiasi giorno” o “se deve essere, sarà”.

Chi ama rende il giorno nella notte, la possibilità di girare obiettivo e giorno della settimana turno di sabato. Chi non si preoccupa del passato, con traumi e paure. Inizia da zero e prova di nuovo.

Viviamo in un tempo in cui l’esposizione delle relazioni ha più di sentimento. Non ha mai sentito tanto bisogno di esporre l’amore vissuto. Foto, hashtag e dichiarazioni creative creare l’illusione di amore perfetto, ma non lo dimostrano con le azioni.

La verità è che non importa se hai viaggiato, si è preso più foto che un modello di copertina di Vogue o avere una relazione decente di Shakespeare. Ciò che conta è quante volte si mostra al vostro partner. Quanti piani hanno fatto e quanti fine settimana è trascorso insieme.

Il resto sono superficialità che la società predica per giustificare l’inutilità della vita.

L’amore non ha bisogno di flahs di teste lungo e mostre. L’amore ha bisogno di persone are certo e basta. POCHI IMPORTA LE PAROLE SI GLI ATTEGGIAMENTI NON LI ACCOMPAGNANO….

DO ESCRITOR MARCO MARRAS “OS GRAMSCI EM SORGONO” : REVELAÇÕES INÉDITAS SOBRE A FAMILIA…

20 dez

marcos-mrrs                                           Marco Marras  em recente entrevista coletiva sobre o seu livro

Queridos amigos,

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A pequena Estação di ABBASANTA

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Viajando de trem, a poucos quilômetros de Sassari, desembarquei na pequena estação de ABBASANTA, uma pequena comune da Sardenha. Ali me esperava meu amigo sorgonese, Salvatore Marras. O dia estava ensolarado, bonito. Este era o meu terceiro dia na ilha, mais precisamente 11 de setembro de 2016. E como havia prometido a Salvador e Pietro Meleddu, estaria em Sorgono para uma rápida visita para conhecê-los e agradecer pessoalmente pelos interessantes artigos que nos enviam sobre a ilha, para a edição no Blog Sardegnasnterramia…

Bem, na verdade já lhes falei sobre eles em um post anterior, e agora quero apenas acrescentar nesta minha visita a Sorgono, um interessante livro que ganhei de presente de   Salvatore Marras.  Este, foi escrito por seu filho MARCO MARRAS, que relata a vida dos Gramsci em Sorgono. Em agradecimento a este simpático gesto, reitero, como uma orgulhosa descendente de sardos, que é um grande prazer apresentar e sugeri a leitura desse excelente livro para todos os amigos que nos prestigiam com sua visita e que gostam da cultura da Sardenha, dentro e fora do Brasil.

copertina-do-ibro-de-marcomarrasEste trabalho literário, de pesquisas cuidadosas e minuciosas sobre detalhes nunca publicado sobre a infância de Gramsci em Sorgono, só poderia ter sido escrito por um sorgonese, que além de muito empenhado e talentoso, honra verdadeiramente suas raízes sardas. Esse é Marco Marras, um jovem nascido em 1983, laureado pela Universidade de Cagliari, em língua estrangeira e literatura, que hoje está residindo em  Malaga, Espanha, em busca de aperfeiçoamento acadêmico.

Entusiasmada com o assunto do livro, fiz um pedido ao autor, em nome do Blog, que nos falasse um pouco sobre a sua ideia de escrever o livro, o qual me enviou, gentilmente uma breve sinopse falando do seu trabalho, que aqui traduzo para o Português. Em sequência a série Gramsci, publicarei o segundo post sobre a CASA GRAMSCI , que tornou-se um belo museu com todos os pertences dos vários estágios da vida familiar, dentro e fora da Sardenha.

Esse também será um belo artigo que trouxe da minha última viagem à ilha. Sei que vocês irão ficar  curiosos até a próxima edição desse post, com as inéditas fotos da vida cotidiana da família em Ghilarza, onde se encontra o museu, umas das tantas cidades da Sardenha por onde passou essa especial família. Mas esta não é cidade onde nasceu  Antonio Gramsci e sim ALES, uma pequena comune de Oristano. Vamos então aos fatos sobe o livro escrito por Marco Marras:

                                                                   UMA PEQUENA SINOPSE DO LIVRO

Por MARCOS MARRAS

Versão : do original do Italiano.

Português/brasileiro

POR : Lucinha dettori

“Do meu livro, eu posso dizer-lhes  que fala dos últimos 800 anos, quando  a Sardenha em crise econômica,  vê a nova classe de comerciantes (os colarinho branco) se  enriquecem em detrimento dos nobres agora caídos.

Nesses mesmos anos, Francesco Gramsci chega com sua família para emergir  no comunidade  de Sorgono,  para segurar o poderoso cargo de chefe do Gabinete de Registo. Ali a  família emergente Gramsci vai viver por seis anos, durante os quais eles vêem a luz dos três filhos, que estabelecem relações sociais e pessoais com os importantes e notáveis locais e além.

antonio-gramsci-a-sorgono-a-4-o-5-anni                                                  FOTO INÉDITA DO PEQUENO E FRÁGIL GRAMSCI

Mas acima de tudo serão os anos em que eles terão problemas de saúde com o pequeno Antonio, e os eventos que levarão  ao colapso econômico e social da família Gramsci, que irão moldar depois, no sentido oposto, a relação com os pais de  Antonio, Francesco e Giuseppina. O trabalho de pesquisa sobre a família Gramsci está inevitavelmente entrelaçada com a história de Mandrolisai, então pequena comune, mas vital fulcro da realidade política desta parte da Sardenha.

IRMÃOS DE GRAMSCI

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Assim sendo, posso  dizer que o meu é um tipo de trabalho coletivo da comunidade ao qual estou empenhado em costurar o conhecimento popular com a pesquisa de arquivo, tentando ficar o máximo possível anexado à descrição dos fatos e acontecimentos verificáveis, de honestidade intelectual e respeito pela família Gramsci e a história de Sorgono, que espelha à de muitas realidades da Sardenha no memento, e talvez até o sul da Itália em geral. E  reconheço que  tenho a sorte de ter encontrado pessoas excepcionais que permitiram o desenvolvimento dessas minhas  pesquisas

via-portico-dove-ha-vissuto-la-famiglia-gramsci-in-affitto-in-una-casa-appartenente-alla-parrocchia-di-sorgonoA idéia de escrever sobre Gramsci em Sorgono  me veio  depois de ler o livro maravilhoso por Joseph Flores, ” A vida de Antonio Gramsci “, o que me deixou apaixonado sobre a figura importante de Antonio Gramsci pelos aspectos de sua vida pessoal e pelo ‘impacto das suas políticas sociais e análises históricas sobre a época em que ele viveu, que ainda estão repercutindo em todo o mundo pela clareza e aplicabilidade universal para as dinâmicas sociais do mundo de hoje. E, claro, eu estava “transbordando” de curiosidade sobre os anos em que sua família viveu e minha cidade, onde eu comecei a investigar e discutir com muitas pessoas que vinham até a mim, e sobre o qual havia tantas opiniões e poucas certezas.

Então, eu posso dizer que o meu livro é um tipo de trabalho coletivo, feito juntamente com a  comunidade na qual estou empenhado em costurar os conhecimento populares com a pesquisa de arquivos, tentando ficar o máximo possível perto à descrição dos fatos e acontecimentos verificáveis, da honestidade intelectual e respeito pela família Gramsci  e da história de Sorgono, que espelha a de muitas realidades da Sardenha no momento, e talvez até o sul da Itália em geral. E reconheço que eu tenho a sorte de ter encontrado pessoas excepcionais que permitiram o desenvolvimento dessas pesquisas e a escrever este livro.

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Presentazione

Ho camminato a pochi chilometri da Sassari  di treno. E quando arrivato alla stazione piccola  di ABBASANT al precedente, ero in attesa per me, il mio amico sorgonese Salvatore Marras. La giornata era soleggiata e bellissima. E ‘stato il mio terzo giorno in Sardegna, più precisamente in data 11 settembre. E come aveva promesso Salvatore e Pietro, sarebbe lì per una visita veloce per soddisfare il mio desidero de ringrziare a tutti e due,  personalmente per   gli’aiuto che  ottengo i due per  scrivere cose interessanti  nel Blog Sartegnaterramia.

Beh, ho accenato sul mio viggio a Sorgono, solo per dire a loro su il libro che mi ha dato Salvatore, scritto dal figlio MARCO MARRAS sulla vita ANTONIO GRAMSCI. Prima, lo ripeto, come discendente dei sardi,  ho imenso  piacere di presentare questo libro eccellente ai miei molti lettori appassionati di cultura della Sardegna, dentro e fuori del  Brasile.

Questo lavoro  literario minucioso, fu  scritta da questo giovane e  talentoso  sorgonese, della classe 1983, e laureato  a Cagliari in Lingua e Letteratura straniera. Per questo Pubblico di prima mano, con grande soddisfazione, l’articolo sulla vita e la storia del grande Gramsci, una breve sinossi del libro di cui sopra, così gentilmente inviato dal suo autore Marco Marras, che ho tradotto in portoghese. Il secondo è sulla CASA GRAMSCI, che è diventato un bellissimo museo con tutti gli effetti personali delle fasi della vita di famiglia dentro e fuori della Sardegna. In questo articolo ho portato la mia recente visita in Sardegna, con belle e intriganti foti di famiglia inetidas, sul Gramsci.

Un piccolo libro SINOSSI

Per Marco Marras.

“Nel mio libro, posso dire loro che parla degli ultimi 800 anni, quando la Sardegna era in crisi economica, e vede la nuova classe mercantile (colletti bianchi) che si arricchisce a spese dei nobili ormai caduti.

In quegli stessi anni Francesco Gramsci arriva con la sua famiglia ad emergere, il mio paese, per tenere il potente posto di capo dell’Ufficio del Registro di sistema. La famiglia sorgere Gramsci vivrà per sei anni, durante i quali vedranno la luce di tre figli, e stabilire importanti relazioni sociali e personali con notabili locali e non solo.

Ma soprattutto sarà l’anno in cui avranno diritto ai piccoli problemi di salute Antonio, e gli eventi si svolgeranno che porterà al collasso economico e sociale della famiglia Gramsci, che si forma in seguito, in direzione opposta, il rapporto con il loro genitori Antonio e Francesco Giuseppina. Il lavoro di ricerca sulla famiglia Gramsci è inevitabilmente intrecciata con la storia del Mandrolisai paese così piccolo, ma fulcro vitale della realtà politica di questa parte della Sardegna.

L’idea di scrivere di Gramsci a Sorgono mi è venuta dopo aver letto il bellissimo libro di Joseph Fiori “di Antonio Gramsci Life”, il che mi ha fatto appassionato grande figura di Antonio Gramisc ad aspetti della sua vita personale e il ‘ impatto delle loro politiche sociali di analisi storica sulla dell’epoca ha vissuto, che sono la ripresa di tutto il mondo per la chiarezza e applicabilità universale alle dinamiche sociali del mondo di oggi. E, naturalmente, mi è stato “travolto” dalla curiosità per gli anni in cui la sua famiglia ha vissuto nel mio paese, in cui ho cominciato a indagare e discutere con molte persone vengono, e su cui c’erano così tante opinioni e poche certezze.

Quindi posso dire che la mia è una sorta di comunità di lavoro collettivo in cui mi sono impegnato a cucire la conoscenza popolare con la ricerca di file, cercando di ottenere il più possibile attaccato alla descrizione dei fatti e degli eventi verificabili, onestà intellettuale e il rispetto dalla famiglia Gramsci e la storia del mio paese, che rispecchia quella di molte realtà della Sardegna, al momento, e forse anche l’Italia meridionale in generale. E riconosco che ho la fortuna di aver trovato persone eccezionali che hanno permesso lo sviluppo della ricerca

Da: “Blog Sardo” <sardegnastm@yahoo.com.br>
Data: 27/11/2016 12.12
CONTATO COM O AUTOR DO LIVRO: <marcomarrasa@libero.it>

Sito per quistare  :https://www.amazon.it/I-Gramsci-Sorgono-Marco-Marras/dp/8895468422/ref=sr_1_3?s=books&ie=UTF8&qid=1479207703&sr=1-3