Arquivo | março, 2018

DESEJANDO A TODOS UMA FELIZ E HARMONIOSA PÁSQUA

29 mar

Fonte : Ciencia e Saude

 Por BBC

Sugestão de texto: Daniel Séllos Durante

Reedição – Blog Sardegnasaterramia – Brasil

Por:  Lucinha Dettori

 QUERIDOS AMIGOS LEITORES

“Por ocasião da Pascoa, quero antes de desejar a todos muita PAZ E HARMONIA, aproveitando a oportunidade para reeditar este lindo artigo, sobre um tema bastante relevante e recorrente nos últimos tempos sobre O PRECONCEITO DA COR.

Reiterando como de costume, que não é minha intenção levantar bandeira   sobre qualquer apologia, seja de credos e/ou político. Quero apenas atiçar a curiosidade dos que ainda não tiveram a oportunidade de ler alguma coisa sobre a possível aparecia física de JESUS. “

O que os historiadores dizem sobre a real aparência de Jesus

Esqueça os cabelos compridos e olhos azuis: para pesquisadores, ele tinha a pele e os olhos escuros e os cabelos curtos.

Concepção artística do designer gráfico especialista em reconstituição facial forense Cícero Moraes mostra que judeus que viviam no Oriente Médio no século 1 tinham a pele, o cabelo e os olhos escuros (Foto: Cícero Moraes/BBC Brasil)

Foram séculos e séculos de eurocentrismo – tanto na arte quanto na religião – para que se sedimentasse a imagem mais conhecida de Jesus Cristo: um homem branco, barbudo, de longos cabelos castanhos claros e olhos azuis. Apesar de ser um retrato já conhecido pela maior parte dos cerca de 2 bilhões de cristãos no mundo, trata-se de uma construção que pouco deve ter tido a ver com a realidade.

O Jesus histórico, apontam especialistas, muito provavelmente era moreno, baixinho e mantinha os cabelos aparados, como os outros judeus de sua época.

A dificuldade para se saber como era a aparência de Jesus vem da própria base do cristianismo: a Bíblia, conjunto de livros sagrados cujo Novo Testamento narra a vida de Jesus – e os primeiros desdobramentos de sua doutrina – não faz qualquer menção que indique como era sua aparência.

“Nos evangelhos ele não é descrito fisicamente. Nem se era alto ou baixo, bem-apessoado ou forte. A única coisa que se diz é sua idade aproximada, cerca de 30 anos”, comenta a historiadora neozelandesa Joan E. Taylor, autora do recém-lançado livro What Did Jesus Look Like? e professora do Departamento de Teologia e Estudos Religiosos do King’s College de Londres.

“Essa ausência de dados é muito significativa. Parece indicar que os primeiros seguidores de Jesus não se preocupavam com tal informação. Que para eles era mais importante registrar as ideias e os papos desse cara do que dizer como ele era fisicamente”, afirma o historiador André Leonardo Chevitarese, professor do Instituto de História da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e autor do livro Jesus Histórico – Uma Brevíssima Introdução.

Em 2001, para um documentário produzido pela BBC, o especialista forense em reconstruções faciais britânico Richard Neave utilizou conhecimentos científicos para chegar a uma imagem que pode ser considerada próxima da realidade. A partir de três crânios do século 1, de antigos habitantes da mesma região onde Jesus teria vivido, ele e sua equipe recriaram, utilizando modelagem 3D, como seria um rosto típico que pode muito bem ter sido o de Jesus.

Esqueletos de judeus dessa época mostram que a altura média era de 1,60 m e que a grande maioria deles pesava pouco mais de 50 quilos. A cor da pele é uma estimativa.

Ilustração feita por especialista Richard Neave para documentário da BBC em 2001 (Foto: BBC)

Taylor chegou a conclusões semelhantes sobre a fisionomia de Jesus. “Os judeus da época eram biologicamente semelhantes aos judeus iraquianos de hoje em dia. Assim, acredito que ele tinha cabelos de castanho-escuros a pretos, olhos castanhos, pele morena. Um homem típico do Oriente Médio”, afirma.

“Certamente ele era moreno, considerando a tez de pessoas daquela região e, principalmente, analisando a fisionomia de homens do deserto, gente que vive sob o sol intenso”, comenta o designer gráfico brasileiro Cícero Moraes, especialista em reconstituição facial forense com trabalhos realizados para universidades estrangeiras. Ele já fez reconstituição facial de 11 santos católicos – e criou uma imagem científica de Jesus Cristo a pedido da reportagem.

“O melhor caminho para imaginar a face de Jesus seria olhar para algum beduíno daquelas terras desérticas, andarilho nômade daquelas terras castigadas pelo sol inclemente”, diz o teólogo Pedro Lima Vasconcellos, professor da Universidade Federal de Alagoas e autor do livro O Código da Vinci e o Cristianismo dos Primeiros Séculos.

Outra questão interessante é a cabeleira. Na Epístola aos Coríntios, Paulo escreve que “é uma desonra para o homem ter cabelo comprido”. O que indica que o próprio Jesus não tivesse tido madeixas longas, como costuma ser retratado.

Para o mundo romano, a aparência aceitável para um homem eram barbas feitas e cabelos curtos. Um filósofo da antiguidade provavelmente tinha cabelo curto e, talvez, deixasse a barba por fazer”, afirma a historiadora Joan E. Taylor.

Chevitarese diz que as primeiras iconografias conhecidas de Jesus, que datam do século 3, traziam-no como um jovem imberbe e de cabelos curtos. “Era muito mais a representação de um jovem filósofo, um professor, do que um deus barbudo”, pontua ele.

 “No centro da iconografia paleocristã, Cristo aparece sob diversas angulações: com o rosto barbado, como um filósofo ou mestre; ou imberbe, com o rosto apolíneo; com o pálio ou a túnica; com o semblante do deus Sol ou de humilde pastor”, contextualiza a pesquisadora Wilma Steagall De Tommaso, professora da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e do Museu de Arte Sacra de São Paulo e membro da Sociedade Brasileira de Teologia e Ciências da Religião.

 Imagens

Joan acredita que as imagens que se consolidaram ao longo dos séculos sempre procuraram retratar o Cristo, ou seja, a figura divina, de filho de Deus – e não o Jesus humano. “E esse é um assunto que sempre me fascinou. Eu queria ver Jesus claramente”, diz.

A representação de Jesus barbudo e cabeludo surgiu na Idade Média, durante o auge do Império Bizantino. Como lembra o professor Chevitarese, eles começaram a retratar a figura de Cristo como um ser invencível, semelhante fisicamente aos reis e imperadores da época.

“Ao longo da história, as representações artísticas de Jesus e de sua face raras vezes se preocuparam em apresentar o ser humano concreto que habitou a Palestina no início da era cristã”, diz o sociólogo Francisco Borba Ribeiro Neto, coordenador do Núcleo Fé e Cultura da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).

“Nas Igrejas Católicas do Oriente, o ícone de Cristo deve seguir uma série de regras para que a imagem transmita essa outra percepção da realidade de Cristo. Por exemplo, a testa é alta, com rugas que normalmente se agrupam entre os olhos, sugerindo a sabedoria e a capacidade de ver além do mundo material, nas cenas com várias pessoas ele é sempre representado maior, indicando sua ascendência sobre o ser humano normal, e na cruz é representado vivo e na glória, indicando, desde aí, a sua ressurreição.”

Como a Igreja ocidental não criou tais normas, os artistas que representaram Cristo ao longo dos séculos criaram-no a seu modo. “Pode ser uma figura doce ou até fofa em muitas imagens barrocas ou um Cristo sofrido e martirizado como nas obras de Caravaggio ou Goya”, pontua Ribeiro Neto.

“O problema da representação fiel ao personagem histórico é uma questão do nosso tempo, quando a reflexão crítica mostrou as formas de dominação cultural associadas às representações artísticas”, prossegue o sociólogo.

“Nesse sentido, o problema não é termos um Cristo loiro de olhos azuis. É termos fiéis negros ou mulatos, com feições caboclas, imaginando que a divindade deve se apresentar com feições europeias porque essas representam aqueles que estão ‘por cima’ na escala social.”

Essa distância entre o Jesus “europeu” e os novos fiéis de países distantes foi reduzida na busca por uma representação bem mais aproximada, um “Jesus étnico”, segundo o historiador Chevitarese. “Retratos de Jesus em Macau, antiga colônia portuguesa na China, mostram-no de olhos puxados, com a forma de se vestir própria de um chinês. Na Etiópia, há registros de um Jesus com feições negras.”

O ator Jim Caviezel interpretou Jesus no filme ‘A Paixão de Cristo’, de 2004, dirigido por Mel Gibson (Foto: Icon Productions/Divulgação)

No Brasil, o Jesus “europeu” convive hoje com imagens de um Cristo mais próximo dos fiéis, como nas obras de Cláudio Pastro (1948-2016), considerado o artista sacro mais importante do país desde Aleijadinho. Responsável por painéis, vitrais e pinturas do interior do Santuário Nacional de Aparecida, Pastro sempre pintou Cristo com rostos populares brasileiros.

Para quem acredita nas mensagens de Jesus, entretanto, suas feições reais pouco importam. “Nunca me ocupei diretamente da aparência física de Jesus. Na verdade, a fisionomia física de Jesus não tem tanta importância quanto o ar que transfigurava de seu olhar e gestos, irradiando a misericórdia de Deus, face humana do Espírito que o habitava em plenitude. Fisionomia bem conhecida do coração dos que nele creem”, diz o teólogo Francisco Catão, autor do livro Catecismo e Catequese, entre outros.

Joaquin Phoenix interpretou Jesus no filme ‘Maria Madalena’, de 2018 (Foto: Divulgação)

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TESTO IN TALIANO

 Fonte: scienza e salute

Dalla BBC

Suggerimento di testo: Daniel Séllos Durante

Reedition – Sardegnasaterramia Blog – Brazil

Di: Lucinha Dettori

CARI AMICI LETTORI

“In occasione della Pasqua, voglio prima di augurare a tutti molta PACE E ARMONIA, cogliendo l’occasione per ripubblicare questo bellissimo articolo su un tema molto rilevante e ricorrente negli ultimi tempi su
LA PRECONCEPT DEL COLORE.

Ribadendo come al solito, non è mia intenzione sollevare uno striscione su nessuna scusa, sia essa di credo e / o politica. Voglio solo eccitare la curiosità di coloro che non hanno ancora avuto l’opportunità di leggere qualcosa sul possibile aspetto fisico di Gesù. “

Cosa dicono gli storici della vera apparizione di Gesù? Dimenticate i capelli lunghi e gli occhi azzurri: per i ricercatori, che aveva la pelle e gli occhi scuri e capelli curtos.Concepção artistica del designer graphic forense, in ricostruzione facciale, Cicerone Moraes mostra che gli ebrei che vivono in Medio Oriente nel 1 ° secolo aveva la pelle , capelli e occhi scuri (Foto: Cícero Moraes / BBC Brasil)

Erano secoli di eurocentrismo – sia nell’arte e nella religione – in modo che si sistemano l’immagine più conosciuta di Gesù Cristo: un uomo bianco, con la barba, con lunghi capelli castano chiaro e occhi azzurri. Nonostante sia un ritratto già conosciuto dalla maggior parte dei circa 2 miliardi di cristiani nel mondo, è una costruzione che avrebbe dovuto avere poco a che fare con la realtà.

Il Gesù storico, dicono gli esperti, era probabilmente scuro e basso e aveva i capelli tagliati come gli altri ebrei del suo tempo.

La difficoltà è sapere che cosa era come l’apparizione di Gesù viene dalla base cristiana stessa: la Bibbia, serie di libri sacri cui Nuovo Testamento racconta della vita di Gesù – ei primi sviluppi della sua dottrina – non menziona che indica come sia stato il loro aspetto

“Nei Vangeli non è descritto fisicamente. Non se era alto o basso, bello e forte. L’unica cosa che dice è la sua età approssimativa, circa 30 anni”, dice lo storico Nuova Zelanda Joan E. Taylor, autore di Libro appena pubblicato Cosa assomigliava a Gesù? e un professore nel Dipartimento di Teologia e Studi Religiosi al King’s College di Londra.

“Questa mancanza di dati è molto significativo. E sembra indicare che i primi seguaci di Gesù non si preoccupano di tali informazioni. Che per loro era più importante per registrare le idee e le conversazioni che il ragazzo cosa dire come era fisicamente”, dice lo storico André Leonardo Chevitarese, professore dell’Istituto di storia dell’Università Federale di Rio de Janeiro (UFRJ) e autore del libro Jesus History – A Brief Introduction.

Nel 2001, per un documentario prodotto dalla BBC, specialista forense britannico in ricostruzioni facciali, Richard Neave ha usato le conoscenze scientifiche per arrivare a un’immagine che può essere considerata vicina alla realtà. Da tre teschi del 1 ° secolo, antichi abitanti della stessa regione dove Gesù avrebbe vissuto, lui e la sua squadra ricreati usando la modellazione 3D, come farebbe un volto tipico che potrebbe essere stata quella di Gesù.

Scheletri di ebrei di quel tempo mostrano che l’altezza media era di 1,60 me che la stragrande maggioranza pesava poco più di 50 chili. Il colore della pelle è una stima.

Illustrazione dell’esperto Richard Neave per il documentario della BBC nel 2001 (Foto: BBC)

Taylor arrivò a conclusioni simili sulla fisionomia di Gesù. “Gli ebrei erano biologicamente simile a ebrei iracheni di oggi. Quindi, credo che aveva i capelli marrone scuro al nero, occhi castani, la pelle scura. Un tipico uomo del Medio Oriente”, egli spiega.

“Certamente era buio, mentre la carnagione della gente di quella regione e l’analisi principalmente volto degli uomini del deserto, le persone che vivono sotto il sole intenso”, ha detto il graphic designer brasiliano Cicero Moraes, Esperto forense ricostruzione facciale con il lavoro svolto per le università straniere. Ha già fatto una ricostruzione facciale di 11 santi cattolici e ha creato un’immagine scientifica di Gesù Cristo su richiesta del rapporto.

“Il modo migliore per immaginare il volto di Gesù sarebbe guardare alcuni beduini quelle terre desertiche, girovago nomade quelle terre puniti con il sole inclemente”, dice il teologo Pedro Lima Vasconcellos, professore presso l’Università Federale di Alagoas e il autore di Il Codice Da Vinci e il cristianesimo primitivo.

Un’altra domanda interessante è la parrucca. Nella Lettera ai Corinzi, Paolo scrive che “è un disonore per un uomo avere i capelli lunghi”. Ciò indica che Gesù stesso non aveva avuto lunghi capelli, come di solito viene raffigurato.

Per il mondo romano, l’aspetto accettabile per un uomo erano barbe e capelli corti. Un filosofo dell’antichità probabilmente aveva i capelli corti e forse ha lasciato la barba incompiuta “, afferma lo storico  Joan E. Taylor.

Chevitarese afferma che le prime iconografie conosciute di Gesù, risalenti al 3 ° secolo, lo hanno portato come un giovane senza barba, con i capelli corti. “Era molto più la rappresentazione di un giovane filosofo, un insegnante, che un dio barbuto”, sottolinea.

“Al centro della prima iconografia cristiana, Cristo appare sotto diverse angolazioni: con la faccia barbuta, come un filosofo o un insegnante, o senza barba, con la faccia apollinea, con il baldacchino o tunica, con la faccia del dio del sole o umile pastore” , contestualizza il ricercatore Wilma Steagall de Tommaso, professore presso l’Università cattolica di San Paolo e il Museo di Arte Sacra di San Paolo e membro della Società brasiliana di Teologia e Studi religiosi.

immagini

Giovanna crede che le immagini che si sono consolidate nei secoli hanno sempre cercato di ritrarre il Cristo, cioè la figura divina, il figlio di Dio – e non il Gesù umano. “E questo è un argomento che mi ha sempre affascinato, volevo vedere Gesù chiaramente”, dice.

La rappresentazione di Gesù barbuto e peloso sorse nel Medioevo durante il periodo di massimo splendore dell’Impero bizantino. Come ha ricordato il professor Chevitarese, hanno iniziato a ritrarre la figura di Cristo come un essere invincibile fisicamente simile ai re e agli imperatori del tempo.

“Nel corso della storia, rappresentazioni artistiche di Gesù e il suo volto si preoccupano raramente di presentare l’essere umano concreto che abitavano la Palestina, all’inizio dell’era cristiana”, dice il sociologo Francisco Borba Ribeiro Neto, coordinatore del Centro Fede e Cultura della Pontificia Università Cattolica di São Paulo (PUC-SP).

“Nelle Chiese cattoliche d’Oriente, l’icona di Cristo deve seguire una serie di regole in modo che l’immagine trasmettere questa altra percezione della realtà di Cristo. Ad esempio, la fronte è alta, con le rughe che di solito sono raggruppati in mezzo agli occhi, suggerendo la saggezza e la capacità di vedere al di là del mondo materiale, in scene con diverse persone che è sempre più rappresentata, indicando la sua influenza sul normale essere umano, e la croce è rappresentato vivo e in gloria, affermando, da allora, la sua risurrezione. “

Poiché la Chiesa occidentale non ha creato tali norme, gli artisti che hanno rappresentato Cristo nel corso dei secoli l’hanno creata a modo loro. “Può essere una figura dolce o anche carino in molte immagini barocche o Cristo ha sofferto e martiri, come nelle opere di Caravaggio e Goya,” punti Ribeiro Neto.

“Il problema della rappresentazione fedele al carattere storico è una questione del nostro tempo, in cui la riflessione critica ha mostrato forme di dominazione culturale associato con rappresentazioni artistiche”, continua il sociologo.

“In questo senso, il problema non è avere un biondo Cristo con gli occhi azzurri. Terminologia fedele nera o mulatta, con caratteristiche di meticci, pensando che la divinità deve essere presentato con caratteristiche europee, perché questi rappresentano coloro che sono ‘sopra’ la scala sociale . “

Questa distanza tra Gesù ‘europea’ e nuovi credenti provenienti da paesi lontani è stata ridotta nella ricerca di una rappresentazione molto più approssimativa, un “etnico Gesù”, secondo lo storico Chevitarese. “Immagini di Gesù a Macao, ex colonia portoghese in Cina, mostrano la dagli occhi a mandorla, con il modo di vestire proprio interno di un cinese. In Etiopia, si ha notizia di un Gesù con caratteristiche nere”. L’attore Jim Caviezel giocato Gesù L’attore Jim Caviezel interpretò Gesù nel film del 2004 “La Passione di Cristo”, diretto da Mel Gibson (Foto: Icon Produzioni / Divulgazione)

L’attore Jim Caviezel ha interpretato Gesù nel film del 2004 “La passione di Cristo”, diretto da Mel Gibson (Foto: Icon Productions / Comunicato stampa)

In Brasile, Gesù ‘europea’ vive oggi con le immagini di un Cristo più vicino ai fedeli, come nelle opere di Claudio Pastro (1948-2016), considerato il più importante artista country sacrale dal Aleijadinho. Responsabile di pannelli, vetrate e dipinti dell’interno del Santuario Nazionale di Aparecida, Pastro dipinse sempre Cristo con facce popolari brasiliane.

Per coloro che credono nei messaggi di Gesù, tuttavia, le loro caratteristiche reali non contano. “Mi sono mai diedi da fare direttamente l’aspetto fisico di Gesù. Infatti, le caratteristiche fisiche di Gesù non è importante quanto l’aria che trasfigura nei suoi occhi e nei gesti, irradiando la misericordia di Dio, volto umano dello Spirito, che ha vissuto in pienezza. Fisionomia ben nota del cuore di coloro che credono in essa “, dice il teologo Francisco Catão, autore del libro Catechismo e Catechesi, tra gli altri.

Joaquin Phoenix interpretò Gesù nel film “Maria Magdalena”, del 2018 (Foto: Divulgazione)

Quando os tiranos de Savoy arrasaram a Sardenha

23 mar

A imagem pode conter: 1 pessoa, barba e close-up

 Artigo sugerido por Gianni Mascia Secchi   –  Escritor de vários livros com importantes premiações na Sardenha, Poeta e estudioso da  escrita, tradução e interpretação da lingua sarda,com especialização na instituição de ensino Idiomas e mestres para tradutores sardos  da  Universidade de Cagliari e Soparma- Viale Buoncammino – Cagliari –  independentista dissidente de esquerda – trabalha  na empresa Coloris de Limbas

De Francesco Casula

FONTE:   Manifesto da Sardenhahttp://www.manifestosardo.org/quando-i-tiranni-sabaudi-rasero-al-suolo-la-sardegna/

Adaptção português – BLOG SSTM – Brasil

Lucinha Dettori

A ilha do “grande verde”, que entre os séculos XIV e XII antes das fontes de Cristo, Egípcio, Akkadian e Hittite retratado como o lar dos Sardinianos Shardana é cada vez mais uma lembrança. A história documenta que a ilha verde, cheia de vegetação, florestas e bosques, em alguns séculos foi ceifado drasticamente, para fornecer carvão para indústrias e travessas ferroviárias, especialmente no norte da Itália. Claro, a dissipação já havia começado com os fenícios cartagineses e romanos, que quebraram as florestas nas planícies para roubar a madeira e dedicar a terra às plantações de trigo e nas montanhas queimadas para libertar rebeldes e fugitivos, mas é com os piemonteses que a o ritmo destrutivo é acelerado. 

Começaram cedo: 20 anos depois de tomar posse da ilha, em 1740 o rei Carlos Emmanuel III de Sabóia concedeu ao nobre sueco Carlo Gustavo Mandell o direito de explorar todas as minas de Parte d’Ispi (Villacidro) em troca de uma pequena porcentagem de mineral refinado; e permitiu-lhe coletar carvão e madeira para as fundições nas florestas circundantes, forçando os municípios a serem reais e destruindo o patrimônio da floresta da região.

A destruição continuou mesmo quando minas e fundições expiraram o contrato de trinta anos de Mandell, e foram administradas diretamente pelo governo real. De fato, desde então, a situação piorou, porque as demandas de combustível tornaram-se mais urgentes e peremptórias. Mesmo os bosques da planície de Oristano foram queimados para incinerar os caixões dos bandidos enquanto os toscanos os queimavam para fazer carvão e amigos e parentes de Cavour, já que contava Beltrami devastador de madeiras que a Sardenha nunca teve, enviou o patrimônio silvano para a fumaça Fluminimaggiore e Iglesiente.

Com a Unidade da Itália, o jogo termina com uma aceleração monstruosa do ritmo da destruição, especialmente com o reinado de Umberto I no final do século XIX. Eliseo Spiga escreverá: “o estado italiano promoveu e autorizou nos cinquenta anos entre 1863 e 1910 a destruição de florestas bonitas e primordiais para a incrível extensão de 586.000 hectares, cerca de um quarto da superfície inteira da Sardenha, incluindo cidades”  .

Enquanto o poeta Peppino Mereu, no final do século XIX, colocou à nu a “colonização” operada pelo reino piemontês e pelo continente, a qual a Sardenha está sujeita, precisamente no que diz respeito ao desmatamento: Sos vandalos chi cun briga e cuntierra/benint dae lontanu a si partire/sos fruttos da chi si brujant sa terra (vândalos com argumentos e disputas / venha de longe para dividir os frutos / depois de ter queimado a terra). E novamente: Vile em quem sas jannas abre o chapéu / um s’istruanzu pro benner cun sa serra / um fagher de custu logu unu desertu (Vile que abriu a porta para o estranho / por que ele veio com a serra / e fez deste lugar um deserto).

E Giuseppe Dessì, em seu romance Country of Shadows: A proteção das florestas da Sardenha não interessava aos governos do Piemonte, a Sardenha continuou a ser mantida em conta a uma colônia a ser explorada, especialmente após a unificação do reino. Enquanto Carlo Corbetta, (escritor lombar da segunda metade do século XIX), depois de uma viagem à Sardenha (e na Córsega) escreveu uma obra em dois volumes, a Sardenha e a Córsega. E, falando da destruição das florestas e do desmatamento, ele escreve que é devido, em grande parte, a especuladores e traficantes de lâminas que, com a faca esquelética, desnudam os troncos e os grandes ramos de elci e carvalhos marinhos e carvalhos comuns e enviam-no continente para extrair tanino para curtimento e tingimento de couro.

Esta é uma análise seriamente falha. É verdade que as rolhas foram presas imediatamente após a Unificação da Itália (a partir de 1865) de grupos de comerciantes que estavam procurando taninos e potassa. Mas os verdadeiros culpados que Corbetta não identifica são bem diferentes: os reis de Sabóia e seus governos. Provavelmente Corbetta não queria nem poderia identificá-los, sendo eles amigos e contíguos com seus apoiantes, Quintino Sella, em primeiro lugar. Sua viagem à Sardenha foi possível graças ao apoio da Quintino Sella. Ele, várias vezes Ministro das Finanças em 1869, ficará duas vezes na Sardenha como membro da Comissão Parlamentar de Inquérito sobre as condições da ilha.

Mas é acima de tudo Gramsci, em um artigo sobre Avanti (edição de Piemonte) de 23 de outubro de 1918, censurado e redescoberto 60 anos depois, para denunciar a devastação ambiental e climática, resultado da espoliação e destruição da floresta. No artigo – intitulado de forma significativa “Os vestiários de cadáveres”, identifica entre estes os industriais do carvão. Eles descem da Toscana e desta vez, o legado da Sardenha é a degradação catastrófica do seu território. A ilha ainda é toda floresta. Os industriais da Toscana obtêm a exploração por pouco dinheiro: para um povo de joelhos, mesmo esse pequeno dinheiro parece ser a salvação, Gramsci escreve.

Assim – continua o intelectual de Ales – “A Ilha da Sardenha foi literalmente arrasada como uma invasão bárbara. As florestas caíram. O que regulou o clima e a precipitação média. A Sardenha hoje, alternando com longas estações secas e chuveiros inundáveis, herdamos isso, concluiremos.”

 Di;  http://laveritadininconaco.altervista.org/author/laveritadininconaco/

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TESTO ORIGINALE.

Quando i tiranni sabaudi rasero al suolo la Sardegna

1 febbraio 2017

Francesco Casula

L’Isola del «grande verde», che fra il XIV e XII secolo avanti Cristo fonti egizie, accadiche e ittite dipingevano come patria dei Sardi shardana è sempre più solo un ricordo. La storia documenta che l’Isola verde, densa di vegetazione, foreste e boschi, nel giro di un paio di secoli fu drasticamente rasata, per fornire carbone alla industrie e traversine alle strade ferrate, specie del Nord d’Italia. Certo, il dissipamento era iniziato già con Fenici Cartaginesi e Romani, che abbatterono le foreste nelle pianure per rubare il legname e per dedicare il terreno alle piantagioni di grano e nei monti le bruciarono per stanare ribelli e fuggitivi, ma è con i Piemontesi che il ritmo distruttivo viene accelerato.

Iniziarono presto: 20 anni dopo avere preso possesso dell’Isola, nel 1740 il re Carlo Emanuele III di Savoia aveva concesso al nobile svedese Carlo Gustavo Mandell il diritto di sfruttare tutte le miniere di Parte d’Ispi (Villacidro) in cambio di un’esigua percentuale sul minerale raffinato; e gli aveva permesso di prelevare nelle circostanti foreste il carbone e la legna per le fonderie, costringendo i comuni a vere e proprie corvè e distruggendo così il patrimonio forestale della regione.

Lo scempio era continuato anche quando miniere e fonderie, scaduto il contratto trentennale di Mandell, furono gestite direttamente dal regio governo. Anzi da allora la situazione si era aggravata, perché le richieste di combustibile si erano fatte più pressanti e perentorie. Furono bruciati persino i boschi della piana di Oristano per incenerire i covi dei banditi mentre i toscani li bruciarono per fare carbone e amici e parenti di Cavour, come quel tal conte Beltrami devastatore di boschi quale mai ebbe la Sardegna, mandò in fumo il patrimonio silvano di Fluminimaggiore e dell’Iglesiente.

Con l’Unità d’Italia infine si chiude la partita con una mostruosa accelerazione del ritmo delle distruzioni, specie con il regno di Umberto I a fine Ottocento. Scriverà Eliseo Spiga :” lo stato italiano promosse e autorizzò nel cinquantennio tra il 1863 e il 1910 la distruzione di splendide e primordiali foreste per l’estensione incredibile di ben 586.000 ettari, circa un quarto dell’intera superficie della Sardegna, città comprese” 6.

Mentre il poeta Peppino Mereu, a fine Ottocento, mette a nudo la “colonizzazione” operata dal regno piemontese e dai continentali, cui è sottoposta la Sardegna, proprio in merito alla deforestazione: Sos vandalos chi cun briga e cuntierra/benint dae lontanu a si partire/sos fruttos da chi si brujant sa terra(I vandali con liti e contese/ vengono da lontano/a spartirsi i frutti/dopo aver bruciato la terra). E ancora: Vile su chi sas jannas hat apertu/a s’istranzu pro benner cun sa serra/a fagher de custu logu unu desertu (Vile chi ha aperto la porta al forestiero /perché venisse con la sega/e facesse di questo posto un deserto).

E Giuseppe Dessì, nel suo romanzo Paese d’ombre scrive: La salvaguardia delle foreste sarde non interessava ai governi piemontesi, la Sardegna continuava ad essere tenuta nel conto di una colonia da sfruttare, specialmente dopo l’unificazione del regno. Mentre  Carlo Corbetta, (scrittore lombardo  della seconda metà del secolo XIX), in seguito a un viaggio in Sardegna, (e in Corsica) scrisse un’opera in due volumi Sardegna e Corsica. E a proposito della distruzione dei boschi e della deforestazione, scrive che la si deve in  massima parte agli speculatori e trafficanti di scorza che col loro coltello scorticatore ne denudano i tronchi  e grossi rami delle elci e quercie marine e delle quercie comuni e la spediscono in continente ad estrarne tannino per la conceria delle pelli e per le tinture.

Si tratta di un’analisi gravemente deficitaria. E’ vero che le sugherete erano preda subito dopo l’Unità d’Italia (a partire soprattutto dal 1865) di gruppi di commercianti che cercavano il tannino e la potassa. Ma i veri responsabili che Corbetta non individua, sono ben altri: i re sabaudi e i loro governi. Probabilmente Corbetta  non voleva nè poteva individuarli, essendo essi amici e contigui ai suoi sostenitori, Quintino Sella in primis. Il suo viaggio in Sardegna era stato possibile proprio grazie  all’appoggio proprio di Quintino Sella. Questi, più volte Ministro delle Finanze nel 1869 soggiornerà due volte in Sardegna in qualità di componente della Commissione Parlamentare d’Inchiesta sulle condizioni dell’isola.

Ma è soprattutto Gramsci, in un articolo sull’Avanti (Edizione piemontese) del 23 ottobre 1918, censurato e riscoperto 60 anni dopo, a denunciare la devastazione ambientale e climatica, frutto della spoliazione e distruzione dei boschi. Nell’articolo – intitolato significativamente “Gli spogliatoi di cadaveri”, individua fra questi gli industriali del carbone. Essi scendono dalla Toscana e stavolta, il lascito perla Sardegna è la degradazione catastrofica del suo territorio. L’Isola è ancora tutta boschi. Gli industriali toscani ne ottengono lo sfruttamento per pochi soldi.: a un popolo in ginocchio anche questi pochi soldi paiono la salvezza, scrive ancora Gramsci.

Così – continua l’intellettuale di Ales – L’Isola di Sardegna fu letteralmente rasa suolo come per un’invasione barbarica. Caddero le foreste. Che ne regolavano il clima e la media delle precipitazioni atmosferiche. La Sardegna d’oggi alternanza di lunghe stagioni aride e di rovesci alluvionanti, l’abbiamo ereditata allora, concluderà.

Tavolara: il più piccolo regno del mondo

13 mar

Fonte : Ossevatore

Di : Luca Andrighetto

Edição -SSTM – Brasil

Por Lucinha Dettori

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Tavolara

A ilha de Tavolara é uma ilha da Itália, localizada a oeste da Sardenha, no mar Tirreno.A ilha pertence à comuna de Ólbia e possui uma área de cerca de 5,9 km².
A ilha é um maciço de pedra calcária, com os penhascos íngremes, exceto em suas extremidades. Seu ponto mais elevado esta a 565 m acima do nível do mar.

Atualmente, a ilha é habitada somente por um punhado de famílias e tem um cemitério e um restaurante pequeno de verão.

As cidades mais próximas são Ólbia, e a vila de pesca de Porto San Paolo.
As ilhas de Molara e de Molarotto são suas vizinhas.

A ilha e as águas circunvizinhas são parte do Parque Marinho de Tavolara e de Punta Coda Cavallo, criado em 1997. As proteções ambientais colocadas no parque adicionaram limitações ao uso da área para o turismo.

Tavolara, uma pequena ilha ao sul da Costa Esmeralda, é o reino mais pequeno do mundo e tem apenas 11 habitantes. Não tem estradas nem hotéis, apenas um pequeno restaurante nesta ilha de 5 quilómetros quadrados. O dono é o Rei António, de 83 anos.

“Eu sou provavelmente o Rei mais vulgar de todo o mundo. O único privilégio que tenho aqui é ter comida grátis”, disse Antonio Bertoleoni, mais conhecido por Tonino, à BBC.

A ilha de Tavolara é uma ilha que pertence à Itália, localizada a oeste da Sardenha. A sua história começa em 1833 quando rei Carlos Alberto da Sardenha visitou a ilha e reconheceu Giuseppe Bertoleoni como monarca soberano. Bertoleoni morreu o e seu filho mais velho tornou-se o rei Paolo I. Até aos dias de hoje, todos os reis da ilha pertencem à família de Bertoleoni, membros da dinastia de Tavolara.

O nome oficial de Tonino é Carlos II e detém o único restaurante da ilha, o “Da Tonino”. Nos dias de hoje, Tavolara é um local muito procurado por turistas e, como tal, a Itália reconheceu o reino como uma reserva natural. A pequena ilha tem ainda uma raça extremamente rara de bodes que atraem turistas e investigadores de todo o mundo.

Texto original.

Tavolara è il regno più piccolo del mondo e conta solo 11 abitanti
Tavolara, una piccola isola a sud della Costa Smeralda, è il regno più piccolo del mondo e conta solo 11 abitanti. Non ha strade o alberghi, solo un piccolo ristorante. Il proprietario è il re Antonio.

Tavolara, una piccola isola a sud della Costa Smeralda, è il regno più piccolo del mondo e conta solo 11 abitanti. Non ha strade né alberghi, solo un piccolo ristorante su quest’isola di 5 chilometri quadrati. Il proprietario è il re Antonio, 83 anni.

“Sono probabilmente il re più comune del mondo. L’unico privilegio che ho qui è quello di avere cibo gratis “, ha detto alla BBC Antonio Bertoleoni, meglio noto come Tonino.

L’isola di Tavolara è un’isola che appartiene all’Italia, situata ad ovest della Sardegna. La sua storia inizia nel 1833 quando il re Carlo Alberto di Sardegna visitò l’isola e riconobbe Giuseppe Bertoleoni come sovrano monarca. Morì Bertoleoni e il suo primogenito divenne re Paolo I. A tutt’oggi, tutti i re dell’isola appartengono alla famiglia Bertoleoni, membri della dinastia Tavolara.

Il nome ufficiale di Tonino è Carlos II e detiene l’unico ristorante dell’isola, il “Da Tonino”. Oggi Tavolara è un luogo molto ricercato dai turisti e, come tale, l’Italia ha riconosciuto il regno come riserva naturale. La piccola isola ha ancora una razza estremamente rara di capre che attira turisti e ricercatori da tutto il mondo.

 

OS SARDOS E SUAS ORIGENS !! SARDENHA ANTIGA

6 mar

FONTE: sciupess2
Publicado em 11 de set de 200pequena coleção de fotos de pessoas da Sardenha com trajes tradicionais e breve descrição das origens considerando a genética dos sardos.
Trajes tradicionais da Sardenha pela aldeia http: //www.theapricity.com/forum/show …
(as fotos foram todas baixadas do google entre as imagens dos vários festivais e festivais)
(fontes completas para aqueles com interesse estão disponíveis na wikipedia sob o título “genética dos sardos”)

Adaptação da legenda italiano x português : Lucinha Dettori

LEGENDA EM  ADAPTADA PARA O PORTUGUÊS

Para começar, os sardos são de origem muito antiga, da idade do paleolítico a idade do Branze.
E graças a junção de várias  populações, foi formado o pool genético sardo que permanece até os nossos dias.

De fato, as invasões e imigrações em épocas sucessivas
de oltras pessoas influenciaram pouco ou nada a genética da sardenha,principalmente nas áreas de( Alghero e Carloforte).

OK VEJAMOS AGORA QUAIS SÃO AS NOSSAS ORIGEM !

OS HAPLOGRUPO OS (y) : Presente somente nos cromossomos das pessoas Europeias, atingindo outros percentuais somente nos povos escandinavos, 42 por cento, nos sardos; 45 por cento e nos Croatas 50 por cento.Pelo que podemos sentir que uma população presente nos Balcãs depois da ultima glaciação e imigrou para o norte da Escandinávia e para o oeste da Sardenha, deixando vestígios da região de origem glacial.

Já os haplogrupo RB1 é o típico dos povos da Europa ocidental setentrional
atinge 30 x centavos de pessoas sardas em difusão, sugerindo que é provável uma migraram para a Sardenha da população dessas áreas.

Os haplogrupo R1A  presente somente em algumas áreas da Sardenha, como Cagliaritanos e os Sorgonezes, onde se pode aplicar apenas 5 por cento do tipo de pessoas do leste da Europa ….

O haplogrupo G, originário da causazia ( Geórgia e Rússia) é presente na Sardenha em 20 por cento da população, o que se faz pressupor uma imigração para a Sardenha de pessoas do Cáucaso e da península Anatólia

Os haplogrupo E3B, difuso entre os Berberes e algumas populações do norte da África são presentes na Sardenha na ordem de 0,3 por cento, o que sugere um limitado fluxo genético entre a África e a Sardenha.

.E FOI A UNIÃO DE TODOS ESSES POVOS, QUE SE ORIGINOU A POPULAÇÃO DE PESSOAS MAIS ORGULHOSA, MAIS GENEROSO E MAIS TEIMOSA QUE EXISTE… .

HONRADOS DE SER UM SARDO !!!

SARDENHA VISTA DO CÉU. UM IMPERDÍVEL VÍDEO DE 1978

6 mar

Tirado da série “Itália vista do céu” sob a direção de Folco Quilici, foi produzida pelo italiano Esso em 1978 e completamente restaurada em 2006. sardiniaislandit
Publicado em 11 de agosto de 2012

“Expressões como não historicidade, ou atemporalidade ao falar sobre a Sardenha, não devem nos confundir. Todas as civilizações arcaicas e, portanto, também as da ilha, em relação à sua aparente imobilidade, estão a sua maneira vivas no tempo, como podemos subtrair do tempo e dos laços com o mundo exterior, uma ilha como a Sardenha, no meio do Mediterrâneo ? …

Um território que ainda goza de espaços desertos, áreas preciosas e não só por sua riqueza turística potencial, mas também porque um habitat natural único sobrevive … ».
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Viagens e eventos
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Música: “Larghetto” de Ennio Morricone (iTunes)

Adaptação para o português 

Lucinha Dettori