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SASSARI PRONTA PARA A FESTA DA “CAVALDAGADA SARDA” : ESTE ANO COM A PRESENÇA DA TV BRASILEIRA

18 maio

O grande desfile de Trajes típicos o domingo 20 de maio será o ponto de partida para um documentário. Lançamento do programa de exposições e eventos na Piazza d’Italia Sassari. 

A imagem pode conter: 1 pessoa, óculos de solSugetão de Post ; Chiara Dettori – Olbia
Fonta : La Nuova SardenhaBlog Sardegna Sa Terra Mia – Brasil 
Transcrição do texto em português -Lucinha Dettori –

Haverá também a televisão nacional brasileira nos próximos dias na cidade para produzir um documentário sobre Sassari, suas tradições e, em particular, sobre a “Cavalgada da Sarda”. Até mesmo um grupo de fotógrafos dos Estados Unidos, Austrália e Áustria escolheu o desfile de domingo como tema de uma reportagem de imagens na Sardenha, além de um fotógrafo freelancer do Rio de Janeiro. 

Apesar do clima de inverno, a cidade espera pelo sol e se prepara para o grande evento que atrairá milhares de turistas ao longo do caminho. Já no início da Piazza d’Italia a revisão de canções e danças tradicionais da Sardenha pela Associazione Sardegna Folk.

UM POUCO DA EXTENSA PROGRAMAÇAO

Sexta-feira, maio 18 a 18 retornará o evento antecipado em Monte Accoddi com “Vozes e sons de mitos e rituais”, apresentado por Giuliano Marongiu. A noite inclui um desempenho de Roberto Tangianu para launeddas, o conteúdo “Gennargentu” de Fonni, o coro “Bachis Sulis” de Aritzo, dirigido por Michele Turnu, que vai acompanhar o desfile de máscaras da Sardenha Carnaval, o Mamutzones Antigos Samugheo, é Mustayonis e s’Orku Foresu Sestu, Sos Corriolos Neoneli, Sos Corrajos Paulilatino, S’Urtzu e sos Bardianos de Ula e Urthos e Buttudos Fonni. A noite vai fechar com um site específico performance “Koi, dançamos cantando”, dirigido por Chiara Murru com máscaras de Mamuntones Franco Venda e jogos ao vivo por Francesco Medda.

As notícias de 2018 serão um espaço disponível perto do altar pré-Nurágico onde você pode estacionar em total segurança. De sexta a domingo, o centro da cidade abrigará uma série de iniciativas dedicadas à comida e ao vinho. Ele retornará à Piazza Castello Pani di Sardegna, exposições, degustações, reuniões, oficinas e muito mais para apresentar a cultura de sabores e sabores da Sardenha pelo evento Sardenha. Na Piazza Fiume, haverá o festival Beauty Food – Eat & Buffas, organizado pelas associações S’Andala e Abbì.

Dois importantes eventos com a arte de Angelo Maggi enriquecerão o programa do Maggio Sassarese e do Cavalcata de 4 a 26 de maio na Sala G. Duce no Palazzo Ducale.

 

LÁGIMAS POR ROSELLO : Como o fio de Ariadne no labirinto… A história de uma família de emigrados Sardos no Brasil

1 maio

 

 Livro  impresso apenas por demanda –  maiores informações através do  e-mail:mariluciaheitor@terra.com.br

Maria Rosa Dominici

Fonte : categoria | Antropologia, Direitos Humanos, Família e Menores

Lágrimas por Rosello, de Lucinha Dettori – Uma historia de emigrantes Sardos no Brasil –

Blog. SSTM – Brasil
Postado em 01 mai 2018 por Maria Rosa DOMINICI – 

       Meu nome na introdução que escrevi deste livro para esta amiga do facebbok, brasileira, ainda me emociona desde quando ela me pediu para fazer esse trabalho, mesmo porque  sou pouco familiarizada com o Português. Temerária, mas eu gosto de me desafiar, concordei, porque existem ecos, embora distantes, que ressoam em uma parte da minha infância.

Está é a história de uma menina, filha pai de emigrante de origem da Sardenha.
Lembro-me da reunião sobre social, que eu falava sobre as meninas, falava do amor pela arqueologia e pela Sardenha, contava da minha experiência no Brasil, incluindo uma conferência na Universidade de St. Agostino Montes Claros, da minha amiga karinne que  me havia  enviado um convite para o VIII Congresso Brasileiro Direito do Estado e Teoria, IV seminário Internacional de Direitos Humanos de 10/13 Maio de 2011, e como dali continuei para Fortaleza para visitar a sede de uma ONG, do qual, era um membro do CDA.

Ao retornar daquela viagem, escrevi um relatório sobre Fortaleza e turismo sexual.
Durante esse tempo no Brasil fiz belos e construtivos conhecimentos, tanto que o prof. José Luiz Quadros Magalhães, depois de hospedar sobre o seu blog alguns dos meus artigos, me levou a criar o meu próprio site vitimologia, que foi projetado e construído com Emilio Viano, Karinne Ferreira Braga e outros colaboradores e eu publicamos o relatório em 28/11/2011 sobre  “Fortaleza, Inferno dos pequenos anjos” na http://www.crimevictimpsicantropos.com.
O conjunto de interesses e experiências comuns, fez com  que, Lucinha Dettori, e eu nos tornassemos amigas no FaceBook.

Dettori traduzindo e publicando em seu site alguns dos meus artigos, um dia me perguntou se eu estava disposto a ler o seu livro, escrito em Português e, em seguida, se eu gostaria de expressar minhas observações na introdução do mesmo.Obviamente disse que sim, encontrando uma história notável / testemunho de emigrantes da Sardenha no Brasil, era a história de seus antepassados.

ESTRANHAS COINCIDÊNCIAS NESTE PERÍODO DA MINHA VIDA. EM SÍNTESE, NO PRESENTE DE  CADA UM DE NÓS, EXISTEM RAÍZES DO PASSADO, NAQUELE PASSADO QUE TEM VISTO MUITOS ITALIANO COMO EMIGRANTES A PROCURAR , NÃO APENAS FORTUNA, MA SIMPLESMENTE SUSTENTO PARA A PRÓPRIA FAMÍLIA nos países mais ‘ou menos distante.

Sou grato a Dettori  porque ela me permite expressar meu amor por esta terra generosa, bonito e complexa que é o Brasil,
bom dia Brasil, obrigada.

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Daí a introdução, escrita por mim, a versão bilingue, é claro, a versão em Português é Lucinha.

O livro de Lucinha Dettori é um testemunho valioso, através da palavra escrita e o revelar e revelar-se a si próprio, o que o faz situar-se entre um texto sociológico, o exame minucioso das aventuras dos primeiros imigrantes Sardos, um livro histórico e político, do período entre o final do século XVIII e início do século XIX até o presente momento, um livro psico-antropológico do qual emerge confrontos entre usos e costumes de vários povos europeus que procuravam inserir-se e integrar-se no Brasil, através do texto de uma crônica autobiográfica frequentemente frustrada por preconceitos, pobreza, miséria e infortúnio. Interessante a distorção de alguns sobrenomes para torná-los semelhantes aos locais de origem, derivada da transcrição de documentos e a diferença linguística, bem como, a dificuldade em encontrar documentos que comprovem os primeiros assentamentos parentais que intensamente e com obstinação, a autora conseguiu recuperar.

São tantas as páginas que prendem pela mão o leitor e o conduz ao lado de Lucinha, para ver, viver, e sentir aquilo que ela mesma experimentou, quase como cicerone de si mesma. Ela é um bacharel em turismo e também acompanhante das dobras mais profundas da alma emigrante, estrangeira em pátria de outros… E talvez na própria.

Emigração, matrimônios mistos, fadiga, resgate social, ilusões e esperança, tudo isso nestas páginas, mas principalmente uma forte vontade gravada no coração de uma menina determinada a realizar o seu retorno ao passado…..

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TESTO EM ITALIANO 

categoria | Antropologica, Diritti umani, Famiglia e Minori
Lágrimas por Rosello, de Lucinha Dettori por Lucinha Dettori Scano.Storia di emigrazione
Inserito il 01 maggio 2018 da Maria Rosa DOMINICI

 Il mio nome nell’introduzione che scrissi per questo libro di questa amica fb ,brasiliana ,mi emoziona ancora come quando mi chiese di farlo,un’impresa ,per me che non conosco bene il portoghese,temeraria,ma il mettermi alla prova mi piace e accettai,anche perchè ci sono echi seppur lontani che risuonano in una mia parte infantile.

E ‘la storia di una bambina,figlia di un padre emigrante di origini sarde.
Ricordo l’incontro sul Social,parlavo di vittime bambine,parlavo dell’amore per l’archeologia e per la Sardegna,raccontavo della mia esperienza in Brasile ,fra una conferenza all’Università Sant’Agostino di Montes Claros,della mia allieva/amica Karinne che appunto mi aveva invitato al VIII° Congresso Brasileiro Direito e Teoria do Estado,IV° Seminario Internacional de Direitos Humanos del 10/13 maggio 2011,e come da li prosegui per Fortaleza per visitare la sede di una ONG,di cui,all’epoca,ero membro del CDA.

Al rientro da quel viaggio scrissi un report su Fortaleza e il turismo sessuale.
Durante quel periodo in Brasile si crearono belle e costruttive conoscenze,tanto che il prof. Jose Luiz Quadros Magalhães ,dopo aver ospitato sul suo blog alcuni miei articoli,mi incitò a creare un mio sito di vittimologia,che fu pensato e realizzato con Emilio Viano,Karinne Braga Ferreira e altri collaboratori e il 28/11/2011 pubblicai il report “Fortaleza, l’inferno dei piccoli angeli” su http://www.crimevictimpsicantropos.com.
L’insieme di interessi ed esperienze comuni,fece si che con Lucinha Dettori divenissimo amiche su Face Book.

Dettori pubblicò e tradusse sul suo sito alcuni miei articoli,poi un giorno mi chiese se ero disponibile per leggere il suo libro,scritto in portoghese e se poi le avrei espresso le mie osservazioni e fatto l’introduzione,ovvio che risposi di si,trovandolo un pregevole racconto/testimonianza degli emigranti sardi in Brasile,era la storia dei suoi antenati.

E oggi I° maggio 2018 ,mi sembra giusto e bello pubblicare questa storia,documento autobiografico di intenso valore testimoniale, dei lavoratori migranti di circa 2 e piu’ secoli fa.

STRANE COINCIDENZE IN QUESTO PERIODO DELLA MIA VITA,IN SINTESI IL PRESENTE DI OGNUNO DI NOI ,HA RADICI NEL PASSATO,IN QUEL PASSATO CHE HA VISTO MOLTI ITALIANI COME EMIGRANTI PER CERCARE,NON SOLO FORTUNA,MA SEMPLICEMENTE SOSTEGNO PER LE PROPRIE FAMIGLIE in Paesi piu’ o meno lontani.

Sono grata a Dettori perchè mi permette cosi ,di esprimere il mio amore per questa terra generosa,bella e complessa che è il Brasile,
bom dia brasill,obrigada.

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Prefazione al testo di L.DETTORI

Ecco quindi l’introduzione,da me scritta,nella versione bilingue,ovviamente la traduzione portoghese è di Lucinha.

Il libro di Dettori è un testimone prezioso,tramite la parola scritta , il raccontare e il raccontarsi che lo fa situare ,fra un testo sociologico,(la disanima delle peripezie dei primi emigranti sardi), e un libro storico e politico dell’epoca di fine ‘800 e inizi ‘900 ,fino all’attualità,è un libro psicoantropologico in cui emergono scontri fra usanze e costumi di vari popoli europei che cercavano di inserirsi e integrarsi in Brasile .

E’il testo di una cronaca familiare, autobiografica, spesso frustrata e intrisa da preconcetti razzisti, stigmi come :povertà,disagi ,malattie e sfortuna.
Interessante la distorsione dei cognomi in modo da renderli simili a quelli locali,cosi come la difficoltà ,per Dettori, nel trovare documenti comprovanti i primi insediamenti parentali, che cosi fortemente e con pervicacia l’autrice è riuscita a recuperare.

Tutto ciò rende importante questo libro supportato da documenti e foto d’epoca, che a sociologi,storiografi, studiosi di flussi migratori ,fornirà un valido aiuto informativo.
Non è da meno la serie di ritratti psicologici che ci regala Lucinha,donna colta ,fine osservatrice dell’epopea familiare.
Dal nonno materno,rigido al punto di dannare la propria figlia perché ama un sardo,(di situazione lavorativa ed economica inferiore),alla nonna materna cosi presente come figura genitoriale importante,alla madrina ,buona figura di sostegno e attenzione nei riguardi della piccola e della sua famiglia,Dettori descrivere il funerale di questa benefattrice con parole che catturano l’immaginario ,tanto che “sembra di esserci”.

La madre di Dettori è donna capace di reagire a preconcetti e pregiudizi,vince,per lei,l’amore verso il suo uomo ,sardo affascinante con un temperamento passionale,in nome di ciò sfida tutto e tutti,riuscendo ad intraprendere una sua attività,oltre che avere l’impegno di moglie e madre.
Molte le disgrazie e tanta la fede come appare dai fatti dell’”acqua di marzo…e il quadro di San Sebastiano”,anche se con il vaiolo di Lucinha e de suo fratellino sembrò continuare la cattiva sorte..e il padre in tutto ciò era scomparso per una sua dipendenza dall’alcool..che purtroppo subentrava come reazione secondaria ai vari eventi drammatici che per un lungo periodo perseguitarono la famiglia…..

Purtroppo, in seguito alla distruzione della casa in cui abitava la famiglia, questa fu separata,la madre andò a vivere nell’albergo in cui lavorava e i figli divisi fra vari conoscenti.
In effetti ,l’autrice ricorda e sottolinea come in quell’epoca ,cosi problematica e…pionieristica ,la distinzione fra bontà e cattiveria fosse ancora chiara.
Fu poi recuperata l’immagine del padre in quanto non era scomparso nel momento del bisogno ,perché ubriaco,ma disperato aveva tentato il suicidio e poi aveva ripreso a lavorare ,cosi fu raccontato dai suoi colleghi,quando tornò in famiglia.
Di quei fatti rimasero cicatrici corporee e ferite dello spirito.

Queste pagine hanno in sè l’intensità della storia e la passionalità del romanzo, sicuramente rappresentano un giusto riconoscimento per gli emigranti tutti,in questo specifico,gli italiani sardi.

Tanti emigranti che con il loro lavoro contribuirono alla crescita e allo sviluppo di questo bel Paese dell’America Latina,il Brasile
Grazie all’autrice di questo significativo libro/ documento
Maria Rosa Dominici Bortolotti

 Il libro verrà presentato in Sardegna in settembre di quest’anno,probabilmente lo faremo insieme
grazie
Maria Rosa Dominici Bortolotti

 

“SA PARADURA” PARA ELIA. O GRANDE GESTO DOS PASTORES SARDOS AO JOVEM DE 17 ANOS DE POSADA.

27 out

Posada é uma comuna italiana da região da Sardenha, província de Nuoro, com cerca de 2.371 habitantes. 

adaptação para o português – lucinha Dettori

Fontes ZMS – Newa – Notizie e Sardegna Live 

Elia Taberlet ainda  está incrédulo, porque ele não acreditava  que sua história pudesse ter tanta repercussão .Invés, a história deste menino da Sardenha, de Posada, que quer ser um pastor, tornou-se famosa. Seja pela  tenra idade de Elias, que em apenas 17 anos, o que representa  esta  história, um símbolo de generosidade e amizade. “Comecei a me aproximar do campo ainda na infância quando tinha seis anos. Fui ao campo com meu padrinho e fiquei fascinado com o contato com a natureza e com animais.

Então pensei que essa paixão poderia se transformar em trabalho; minha família me deu uma ovelha : uma avó, um padrinho, meus pais, um presente que era um ponto de partida para o meu futuro. “O futuro que em setembro correu o risco de mudar.

 uma noite, no terreno fora da cidade onde Elias tinha suas  ovelhas, os animais desapareceram. Alguém lhes tinha roubado

 “Eu não pensei em desistir, mas eu estava muito decepcionado -. diz o menino – foi um presente dos meus pais e a base para a  minha futura  profissão “.

Elias não queria que todos soubessem do roubo, mas o padrinho não podia aceitar que o sonho do afilhado acabar assim, aos 17 anos, por causa de ladrões. Então escreveu uma carta para o jornal “O nova Sardegna” dizendo da tristeza do menino e como esses animais eram importantes para ele. Mas mesmo o padrinho de Elia não imaginava criar tantas reações; em vez disso desencadeou uma corrente de solidariedade na web. Uma das primeiras a pedir para dar ajuda a Elia, foi a página do facebook na página Laura Laccabadora, oferendo um animal ao menino.

Sa Paradura. As lágrimas de Eraldo que mora em La Maddalena e doou dezesseis ovelhas grávidas para o jovem Elias: “Nós os sardos são feitos assim”

Fonte Sardegna Live

E as respostas não demoraram . “Eu tenho duas cabras, posso lhes dar a ele”, escreveu um usuário, enquanto outra pergunta: “Eu tenho animais, eu poderia comprar-lhe um” A web tam-tam  da web também moveu os membros do grupo da Sardenha Istentales para organizar ” Sa Paradura “um gesto de solidariedade da Sardenha nascido no mundo agropastoril da ilha dedicada aos pastores que, como resultado de roubo ou desastres naturais, perderam rebanhos. Juntos  cada membro da comunidade doa um seu animal, para que o pastor possa recomeçar e   não perder a esperança.

Sardegna Live

Um ato de fraternidade que os pastores sardos também fizeram  para os agricultores da região central da Itália atingidas pelo terremoto de 2016. “Sa paradura para Elias” foi realizada na sexta-feira dia  20 a Posada, e Elia não parou de agradecer a seus “colegas “, centenas de vezes, e aos artistas que cantaram na noite no auditório do da cidade. Agora Elia pode retomar o que ele começou. “Agora eu tenho 80 ovelhas – diz ele – Foi emocionante, nunca vou parar de pensar no que fizeram por mim”.

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 A SEDA DE ORGOSOLO : IL LIONZU – A MAIS BELA PEÇA DO TRAJE TÍPICO FEMININO DI ORGOSOLO.

25 ago

 

Seda em Orgosolo (ISRE 1991)
O documentário, entre 1988 e 1991

A Sardenha de meus avós e agora minha, que  amo intensamente, nunca me deixa de  surpreender…

Como poderia pensa que em  Orgosolo, a pequena comuna italiana da região da Sardenha, província de Nuoro, com cerca de 4.540 habitantes, já conhecida por todos nós, como a cidade dos mais belos Murais da sardenha, ainda pudesse  existir esta tradição artesanal tão antiga, como a da criação do bico da passado a séculos de geração a geração?

Esta tradição, tem como  única finalidade, não deixar morrer a tradição que é a confecção  da mais bela peça do vestuário típico  Orgolese, o  ” LIONZU” ou o lenço, um dos elementos tradicionais que compõe o traje típico da belíssima vestimenta  feminino de Orgosolo. este e usado  em torno da cabeça e pescoço das lindas jovens da Sardenha, em apresentações especiais, como festas e cortejos na cidade.

Esta é uma ótima e maravilhosa viagem que vocês poderão fazer atrás desse incrível vídeo de apenas alguns minutos que descreve todo  o ciclo de criação do bicho da seda até a  produção do tecido para a confecção do LIONZU, com uma riqueza de detalhes jamais vista. .

Confesso que nunca havia visto um trabalho manual de tamanha, magnitude. Este foi um maravilhoso achado na internet, que muito me satisfaz compartilhar com os amigos do Blog. 

Realização:

Paolo Piquereddu (diretor), Ignazio Figus (filmagem), Virgilio Piras (som).
Por Isre Nuoro

Por SS|T|M – Brasil

Edição em português

Lucinha Dettori.

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Seta in Orgosolo (ISRE 1991)
Il documentario, tra il 1988 e il 1991

La Sardegna dei miei nonni e ora il mia, che amo intensamente, non smette di stupirmi …

Come si potrebbe pensare che in Orgosolo, il piccolo comune italiano della regione Sardegna, provincia di Nuoro, con circa 4.540 abitanti, già conosciuto da tutti noi, come la città dei murales più belli della Sardegna, possa ancora, esistere questa vecchia tradizione come quella della creazione del baco da seta passata da secoli di generazione a generazione?

Questa tradizione ha il solo scopo, non lasciar morire la tradizione che è la realizzazione del più bel pezzo di abbigliamento tipico orgolese, il “LIONZU” o la sciarpa, uno degli elementi tradizionali che compongono il costume tipico del bel vestito femminile Orgosolo. Questo e utilizzato intorno alla testa e al collo delle belle giovani della Sardegna, in presentazioni speciali, come feste e sfilate in città.

Questa è un grande e meraviglioso viaggio che si può fare dopo questo incredibile video di pochi minuti che descrivono tutto il ciclo di creazione animale per la produzione di tessuto per rendere il LIONZU, con una ricchezza di dettagli mai visti prima. .

Confesso che non avevo mai visto un lavoro manuale di tale grandezza. Questo è stato un meraviglioso scoperto su internet, che sono molto felice di condividere con gli amici del Blog.

realizzazione:

Paolo Piquereddu (regista), Ignazio Figus (filmato), Virgilio Piras (suono).
Da Isre Nuoro

Da SS | T | M – Brasile

Edizione in italiano

Lucinha Dettori.

OS CANDELABROS DE SASSARI

11 ago

http://www.sardegnadigitallibrary.it/index.php?xsl=2436&id=186978

Edição : Blog Sardegnaterramia em Português – Brasil 

Por Lucinha Dettori

Descrição: De origem medieval, é a festa mais querida dos Sassaresi. Os componentes da antiga corporação, se vestem nos trajes espanholescos portando em procissão pesados mastros em cera, fazendo-os quase dançar. 

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Descrizione: Di origine medioevale, è la festa più sentita dai sassaresi, i componenti delle antiche corporazioni, nei tradizionali costumi spagnoleschi portano in processione pesanti ceri, facendoli quasi danzare.