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DESEJANDO A TODOS UMA FELIZ E HARMONIOSA PÁSQUA

29 mar

Fonte : Ciencia e Saude

 Por BBC

Sugestão de texto: Daniel Séllos Durante

Reedição – Blog Sardegnasaterramia – Brasil

Por:  Lucinha Dettori

 QUERIDOS AMIGOS LEITORES

“Por ocasião da Pascoa, quero antes de desejar a todos muita PAZ E HARMONIA, aproveitando a oportunidade para reeditar este lindo artigo, sobre um tema bastante relevante e recorrente nos últimos tempos sobre O PRECONCEITO DA COR.

Reiterando como de costume, que não é minha intenção levantar bandeira   sobre qualquer apologia, seja de credos e/ou político. Quero apenas atiçar a curiosidade dos que ainda não tiveram a oportunidade de ler alguma coisa sobre a possível aparecia física de JESUS. “

O que os historiadores dizem sobre a real aparência de Jesus

Esqueça os cabelos compridos e olhos azuis: para pesquisadores, ele tinha a pele e os olhos escuros e os cabelos curtos.

Concepção artística do designer gráfico especialista em reconstituição facial forense Cícero Moraes mostra que judeus que viviam no Oriente Médio no século 1 tinham a pele, o cabelo e os olhos escuros (Foto: Cícero Moraes/BBC Brasil)

Foram séculos e séculos de eurocentrismo – tanto na arte quanto na religião – para que se sedimentasse a imagem mais conhecida de Jesus Cristo: um homem branco, barbudo, de longos cabelos castanhos claros e olhos azuis. Apesar de ser um retrato já conhecido pela maior parte dos cerca de 2 bilhões de cristãos no mundo, trata-se de uma construção que pouco deve ter tido a ver com a realidade.

O Jesus histórico, apontam especialistas, muito provavelmente era moreno, baixinho e mantinha os cabelos aparados, como os outros judeus de sua época.

A dificuldade para se saber como era a aparência de Jesus vem da própria base do cristianismo: a Bíblia, conjunto de livros sagrados cujo Novo Testamento narra a vida de Jesus – e os primeiros desdobramentos de sua doutrina – não faz qualquer menção que indique como era sua aparência.

“Nos evangelhos ele não é descrito fisicamente. Nem se era alto ou baixo, bem-apessoado ou forte. A única coisa que se diz é sua idade aproximada, cerca de 30 anos”, comenta a historiadora neozelandesa Joan E. Taylor, autora do recém-lançado livro What Did Jesus Look Like? e professora do Departamento de Teologia e Estudos Religiosos do King’s College de Londres.

“Essa ausência de dados é muito significativa. Parece indicar que os primeiros seguidores de Jesus não se preocupavam com tal informação. Que para eles era mais importante registrar as ideias e os papos desse cara do que dizer como ele era fisicamente”, afirma o historiador André Leonardo Chevitarese, professor do Instituto de História da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e autor do livro Jesus Histórico – Uma Brevíssima Introdução.

Em 2001, para um documentário produzido pela BBC, o especialista forense em reconstruções faciais britânico Richard Neave utilizou conhecimentos científicos para chegar a uma imagem que pode ser considerada próxima da realidade. A partir de três crânios do século 1, de antigos habitantes da mesma região onde Jesus teria vivido, ele e sua equipe recriaram, utilizando modelagem 3D, como seria um rosto típico que pode muito bem ter sido o de Jesus.

Esqueletos de judeus dessa época mostram que a altura média era de 1,60 m e que a grande maioria deles pesava pouco mais de 50 quilos. A cor da pele é uma estimativa.

Ilustração feita por especialista Richard Neave para documentário da BBC em 2001 (Foto: BBC)

Taylor chegou a conclusões semelhantes sobre a fisionomia de Jesus. “Os judeus da época eram biologicamente semelhantes aos judeus iraquianos de hoje em dia. Assim, acredito que ele tinha cabelos de castanho-escuros a pretos, olhos castanhos, pele morena. Um homem típico do Oriente Médio”, afirma.

“Certamente ele era moreno, considerando a tez de pessoas daquela região e, principalmente, analisando a fisionomia de homens do deserto, gente que vive sob o sol intenso”, comenta o designer gráfico brasileiro Cícero Moraes, especialista em reconstituição facial forense com trabalhos realizados para universidades estrangeiras. Ele já fez reconstituição facial de 11 santos católicos – e criou uma imagem científica de Jesus Cristo a pedido da reportagem.

“O melhor caminho para imaginar a face de Jesus seria olhar para algum beduíno daquelas terras desérticas, andarilho nômade daquelas terras castigadas pelo sol inclemente”, diz o teólogo Pedro Lima Vasconcellos, professor da Universidade Federal de Alagoas e autor do livro O Código da Vinci e o Cristianismo dos Primeiros Séculos.

Outra questão interessante é a cabeleira. Na Epístola aos Coríntios, Paulo escreve que “é uma desonra para o homem ter cabelo comprido”. O que indica que o próprio Jesus não tivesse tido madeixas longas, como costuma ser retratado.

Para o mundo romano, a aparência aceitável para um homem eram barbas feitas e cabelos curtos. Um filósofo da antiguidade provavelmente tinha cabelo curto e, talvez, deixasse a barba por fazer”, afirma a historiadora Joan E. Taylor.

Chevitarese diz que as primeiras iconografias conhecidas de Jesus, que datam do século 3, traziam-no como um jovem imberbe e de cabelos curtos. “Era muito mais a representação de um jovem filósofo, um professor, do que um deus barbudo”, pontua ele.

 “No centro da iconografia paleocristã, Cristo aparece sob diversas angulações: com o rosto barbado, como um filósofo ou mestre; ou imberbe, com o rosto apolíneo; com o pálio ou a túnica; com o semblante do deus Sol ou de humilde pastor”, contextualiza a pesquisadora Wilma Steagall De Tommaso, professora da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e do Museu de Arte Sacra de São Paulo e membro da Sociedade Brasileira de Teologia e Ciências da Religião.

 Imagens

Joan acredita que as imagens que se consolidaram ao longo dos séculos sempre procuraram retratar o Cristo, ou seja, a figura divina, de filho de Deus – e não o Jesus humano. “E esse é um assunto que sempre me fascinou. Eu queria ver Jesus claramente”, diz.

A representação de Jesus barbudo e cabeludo surgiu na Idade Média, durante o auge do Império Bizantino. Como lembra o professor Chevitarese, eles começaram a retratar a figura de Cristo como um ser invencível, semelhante fisicamente aos reis e imperadores da época.

“Ao longo da história, as representações artísticas de Jesus e de sua face raras vezes se preocuparam em apresentar o ser humano concreto que habitou a Palestina no início da era cristã”, diz o sociólogo Francisco Borba Ribeiro Neto, coordenador do Núcleo Fé e Cultura da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP).

“Nas Igrejas Católicas do Oriente, o ícone de Cristo deve seguir uma série de regras para que a imagem transmita essa outra percepção da realidade de Cristo. Por exemplo, a testa é alta, com rugas que normalmente se agrupam entre os olhos, sugerindo a sabedoria e a capacidade de ver além do mundo material, nas cenas com várias pessoas ele é sempre representado maior, indicando sua ascendência sobre o ser humano normal, e na cruz é representado vivo e na glória, indicando, desde aí, a sua ressurreição.”

Como a Igreja ocidental não criou tais normas, os artistas que representaram Cristo ao longo dos séculos criaram-no a seu modo. “Pode ser uma figura doce ou até fofa em muitas imagens barrocas ou um Cristo sofrido e martirizado como nas obras de Caravaggio ou Goya”, pontua Ribeiro Neto.

“O problema da representação fiel ao personagem histórico é uma questão do nosso tempo, quando a reflexão crítica mostrou as formas de dominação cultural associadas às representações artísticas”, prossegue o sociólogo.

“Nesse sentido, o problema não é termos um Cristo loiro de olhos azuis. É termos fiéis negros ou mulatos, com feições caboclas, imaginando que a divindade deve se apresentar com feições europeias porque essas representam aqueles que estão ‘por cima’ na escala social.”

Essa distância entre o Jesus “europeu” e os novos fiéis de países distantes foi reduzida na busca por uma representação bem mais aproximada, um “Jesus étnico”, segundo o historiador Chevitarese. “Retratos de Jesus em Macau, antiga colônia portuguesa na China, mostram-no de olhos puxados, com a forma de se vestir própria de um chinês. Na Etiópia, há registros de um Jesus com feições negras.”

O ator Jim Caviezel interpretou Jesus no filme ‘A Paixão de Cristo’, de 2004, dirigido por Mel Gibson (Foto: Icon Productions/Divulgação)

No Brasil, o Jesus “europeu” convive hoje com imagens de um Cristo mais próximo dos fiéis, como nas obras de Cláudio Pastro (1948-2016), considerado o artista sacro mais importante do país desde Aleijadinho. Responsável por painéis, vitrais e pinturas do interior do Santuário Nacional de Aparecida, Pastro sempre pintou Cristo com rostos populares brasileiros.

Para quem acredita nas mensagens de Jesus, entretanto, suas feições reais pouco importam. “Nunca me ocupei diretamente da aparência física de Jesus. Na verdade, a fisionomia física de Jesus não tem tanta importância quanto o ar que transfigurava de seu olhar e gestos, irradiando a misericórdia de Deus, face humana do Espírito que o habitava em plenitude. Fisionomia bem conhecida do coração dos que nele creem”, diz o teólogo Francisco Catão, autor do livro Catecismo e Catequese, entre outros.

Joaquin Phoenix interpretou Jesus no filme ‘Maria Madalena’, de 2018 (Foto: Divulgação)

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TESTO IN TALIANO

 Fonte: scienza e salute

Dalla BBC

Suggerimento di testo: Daniel Séllos Durante

Reedition – Sardegnasaterramia Blog – Brazil

Di: Lucinha Dettori

CARI AMICI LETTORI

“In occasione della Pasqua, voglio prima di augurare a tutti molta PACE E ARMONIA, cogliendo l’occasione per ripubblicare questo bellissimo articolo su un tema molto rilevante e ricorrente negli ultimi tempi su
LA PRECONCEPT DEL COLORE.

Ribadendo come al solito, non è mia intenzione sollevare uno striscione su nessuna scusa, sia essa di credo e / o politica. Voglio solo eccitare la curiosità di coloro che non hanno ancora avuto l’opportunità di leggere qualcosa sul possibile aspetto fisico di Gesù. “

Cosa dicono gli storici della vera apparizione di Gesù? Dimenticate i capelli lunghi e gli occhi azzurri: per i ricercatori, che aveva la pelle e gli occhi scuri e capelli curtos.Concepção artistica del designer graphic forense, in ricostruzione facciale, Cicerone Moraes mostra che gli ebrei che vivono in Medio Oriente nel 1 ° secolo aveva la pelle , capelli e occhi scuri (Foto: Cícero Moraes / BBC Brasil)

Erano secoli di eurocentrismo – sia nell’arte e nella religione – in modo che si sistemano l’immagine più conosciuta di Gesù Cristo: un uomo bianco, con la barba, con lunghi capelli castano chiaro e occhi azzurri. Nonostante sia un ritratto già conosciuto dalla maggior parte dei circa 2 miliardi di cristiani nel mondo, è una costruzione che avrebbe dovuto avere poco a che fare con la realtà.

Il Gesù storico, dicono gli esperti, era probabilmente scuro e basso e aveva i capelli tagliati come gli altri ebrei del suo tempo.

La difficoltà è sapere che cosa era come l’apparizione di Gesù viene dalla base cristiana stessa: la Bibbia, serie di libri sacri cui Nuovo Testamento racconta della vita di Gesù – ei primi sviluppi della sua dottrina – non menziona che indica come sia stato il loro aspetto

“Nei Vangeli non è descritto fisicamente. Non se era alto o basso, bello e forte. L’unica cosa che dice è la sua età approssimativa, circa 30 anni”, dice lo storico Nuova Zelanda Joan E. Taylor, autore di Libro appena pubblicato Cosa assomigliava a Gesù? e un professore nel Dipartimento di Teologia e Studi Religiosi al King’s College di Londra.

“Questa mancanza di dati è molto significativo. E sembra indicare che i primi seguaci di Gesù non si preoccupano di tali informazioni. Che per loro era più importante per registrare le idee e le conversazioni che il ragazzo cosa dire come era fisicamente”, dice lo storico André Leonardo Chevitarese, professore dell’Istituto di storia dell’Università Federale di Rio de Janeiro (UFRJ) e autore del libro Jesus History – A Brief Introduction.

Nel 2001, per un documentario prodotto dalla BBC, specialista forense britannico in ricostruzioni facciali, Richard Neave ha usato le conoscenze scientifiche per arrivare a un’immagine che può essere considerata vicina alla realtà. Da tre teschi del 1 ° secolo, antichi abitanti della stessa regione dove Gesù avrebbe vissuto, lui e la sua squadra ricreati usando la modellazione 3D, come farebbe un volto tipico che potrebbe essere stata quella di Gesù.

Scheletri di ebrei di quel tempo mostrano che l’altezza media era di 1,60 me che la stragrande maggioranza pesava poco più di 50 chili. Il colore della pelle è una stima.

Illustrazione dell’esperto Richard Neave per il documentario della BBC nel 2001 (Foto: BBC)

Taylor arrivò a conclusioni simili sulla fisionomia di Gesù. “Gli ebrei erano biologicamente simile a ebrei iracheni di oggi. Quindi, credo che aveva i capelli marrone scuro al nero, occhi castani, la pelle scura. Un tipico uomo del Medio Oriente”, egli spiega.

“Certamente era buio, mentre la carnagione della gente di quella regione e l’analisi principalmente volto degli uomini del deserto, le persone che vivono sotto il sole intenso”, ha detto il graphic designer brasiliano Cicero Moraes, Esperto forense ricostruzione facciale con il lavoro svolto per le università straniere. Ha già fatto una ricostruzione facciale di 11 santi cattolici e ha creato un’immagine scientifica di Gesù Cristo su richiesta del rapporto.

“Il modo migliore per immaginare il volto di Gesù sarebbe guardare alcuni beduini quelle terre desertiche, girovago nomade quelle terre puniti con il sole inclemente”, dice il teologo Pedro Lima Vasconcellos, professore presso l’Università Federale di Alagoas e il autore di Il Codice Da Vinci e il cristianesimo primitivo.

Un’altra domanda interessante è la parrucca. Nella Lettera ai Corinzi, Paolo scrive che “è un disonore per un uomo avere i capelli lunghi”. Ciò indica che Gesù stesso non aveva avuto lunghi capelli, come di solito viene raffigurato.

Per il mondo romano, l’aspetto accettabile per un uomo erano barbe e capelli corti. Un filosofo dell’antichità probabilmente aveva i capelli corti e forse ha lasciato la barba incompiuta “, afferma lo storico  Joan E. Taylor.

Chevitarese afferma che le prime iconografie conosciute di Gesù, risalenti al 3 ° secolo, lo hanno portato come un giovane senza barba, con i capelli corti. “Era molto più la rappresentazione di un giovane filosofo, un insegnante, che un dio barbuto”, sottolinea.

“Al centro della prima iconografia cristiana, Cristo appare sotto diverse angolazioni: con la faccia barbuta, come un filosofo o un insegnante, o senza barba, con la faccia apollinea, con il baldacchino o tunica, con la faccia del dio del sole o umile pastore” , contestualizza il ricercatore Wilma Steagall de Tommaso, professore presso l’Università cattolica di San Paolo e il Museo di Arte Sacra di San Paolo e membro della Società brasiliana di Teologia e Studi religiosi.

immagini

Giovanna crede che le immagini che si sono consolidate nei secoli hanno sempre cercato di ritrarre il Cristo, cioè la figura divina, il figlio di Dio – e non il Gesù umano. “E questo è un argomento che mi ha sempre affascinato, volevo vedere Gesù chiaramente”, dice.

La rappresentazione di Gesù barbuto e peloso sorse nel Medioevo durante il periodo di massimo splendore dell’Impero bizantino. Come ha ricordato il professor Chevitarese, hanno iniziato a ritrarre la figura di Cristo come un essere invincibile fisicamente simile ai re e agli imperatori del tempo.

“Nel corso della storia, rappresentazioni artistiche di Gesù e il suo volto si preoccupano raramente di presentare l’essere umano concreto che abitavano la Palestina, all’inizio dell’era cristiana”, dice il sociologo Francisco Borba Ribeiro Neto, coordinatore del Centro Fede e Cultura della Pontificia Università Cattolica di São Paulo (PUC-SP).

“Nelle Chiese cattoliche d’Oriente, l’icona di Cristo deve seguire una serie di regole in modo che l’immagine trasmettere questa altra percezione della realtà di Cristo. Ad esempio, la fronte è alta, con le rughe che di solito sono raggruppati in mezzo agli occhi, suggerendo la saggezza e la capacità di vedere al di là del mondo materiale, in scene con diverse persone che è sempre più rappresentata, indicando la sua influenza sul normale essere umano, e la croce è rappresentato vivo e in gloria, affermando, da allora, la sua risurrezione. “

Poiché la Chiesa occidentale non ha creato tali norme, gli artisti che hanno rappresentato Cristo nel corso dei secoli l’hanno creata a modo loro. “Può essere una figura dolce o anche carino in molte immagini barocche o Cristo ha sofferto e martiri, come nelle opere di Caravaggio e Goya,” punti Ribeiro Neto.

“Il problema della rappresentazione fedele al carattere storico è una questione del nostro tempo, in cui la riflessione critica ha mostrato forme di dominazione culturale associato con rappresentazioni artistiche”, continua il sociologo.

“In questo senso, il problema non è avere un biondo Cristo con gli occhi azzurri. Terminologia fedele nera o mulatta, con caratteristiche di meticci, pensando che la divinità deve essere presentato con caratteristiche europee, perché questi rappresentano coloro che sono ‘sopra’ la scala sociale . “

Questa distanza tra Gesù ‘europea’ e nuovi credenti provenienti da paesi lontani è stata ridotta nella ricerca di una rappresentazione molto più approssimativa, un “etnico Gesù”, secondo lo storico Chevitarese. “Immagini di Gesù a Macao, ex colonia portoghese in Cina, mostrano la dagli occhi a mandorla, con il modo di vestire proprio interno di un cinese. In Etiopia, si ha notizia di un Gesù con caratteristiche nere”. L’attore Jim Caviezel giocato Gesù L’attore Jim Caviezel interpretò Gesù nel film del 2004 “La Passione di Cristo”, diretto da Mel Gibson (Foto: Icon Produzioni / Divulgazione)

L’attore Jim Caviezel ha interpretato Gesù nel film del 2004 “La passione di Cristo”, diretto da Mel Gibson (Foto: Icon Productions / Comunicato stampa)

In Brasile, Gesù ‘europea’ vive oggi con le immagini di un Cristo più vicino ai fedeli, come nelle opere di Claudio Pastro (1948-2016), considerato il più importante artista country sacrale dal Aleijadinho. Responsabile di pannelli, vetrate e dipinti dell’interno del Santuario Nazionale di Aparecida, Pastro dipinse sempre Cristo con facce popolari brasiliane.

Per coloro che credono nei messaggi di Gesù, tuttavia, le loro caratteristiche reali non contano. “Mi sono mai diedi da fare direttamente l’aspetto fisico di Gesù. Infatti, le caratteristiche fisiche di Gesù non è importante quanto l’aria che trasfigura nei suoi occhi e nei gesti, irradiando la misericordia di Dio, volto umano dello Spirito, che ha vissuto in pienezza. Fisionomia ben nota del cuore di coloro che credono in essa “, dice il teologo Francisco Catão, autore del libro Catechismo e Catechesi, tra gli altri.

Joaquin Phoenix interpretò Gesù nel film “Maria Magdalena”, del 2018 (Foto: Divulgazione)

AS PESSOAS NOS DECEPCIONAM: A PIZZA D’AUTORE, EM NENHUM MOMENTO !

17 nov

ruggero                                        RUGGERO PISCEDDA         

                                                        vista áerea de Capoterra 

PIZZARIA D’UTORE DESDE 1964 

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prenotazione

 E foi,  exatamente em CAPOTERRA, que fiz meu ultimo passeio na magnifica capital da Sardenha – CAGLIARI, em companhia de meus anfitriões LUIGI PUGGIONI E MARIA GRAZIA, de Monserrato, onde fiquei hospedada, com cuidados e conforto de um hotel cinco estrelas.  neste maravilhoso município de Capoterra, ou  (Cabuderra em Sardo) na província de Cagliari, que faz fronteira com Assemini, Cagliari, Sarroch, Utam fui me encontrar com velho conhecido de internet, o  jovem  empreendedor de  sucesso na área de Gastronomia e nas Artes Plásticas,  RUGGERO PISCEDDA,  um morador apaixonado por CAPOTERRA.

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Ali, eu e meus amigos anfitriões de Monserrato, fomos recepcionados calorosamente por Ruggero, e por sua  linda esposa Caterina, seu braço direito nos negócios e pelos profissionais da casa.

Ruggero nos havia reservado uma mesa, bem ao lado do bar da pizzaria. Naquele dia a  Casa estava cheia como de costume com muitos sorrisos, bebidas e boa companhia de amigos e visitantes. Ali estivemos passando  algumas horas prazerosas, deliciando uma bela  pizza a moda da casa acompanhada de uma Uchinusa geladíssima. Esta é uma especialidade da casa que comi SOZINHA ! Vegetaria decorada com flores de abóbora. inda de se ver e comer. Amei!

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E antes de nos despedir da carinhosa cortesia e fidalguia do Casal Ruggero e Caterina, brindamos o nosso encontro com um cálice di Mirto, com muitos abraços, já com  saudades, de agradecimentos pela bela recepção e acolhida na Pizzaria D’Autore. Este é um lindo local que não se deve deixar de visitar  em Capoterra,Cagliari. Fica o meu convite e  sugestão! 

                                                                      GALERIA DOS FAMOSOS….

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LE PERSONE DELUDONO:  LA PIZZA D’AUTORE MAI! …

veduta aerea di Capoterra

PIZARRIA D’Utore DAL 1964

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prenotazione

  Ed era esattamente CAPOTERRA, ho fatto il mio ultimo giro nella splendida capitale della Sardegna – Cagliari, in compagnia dei miei ospiti LUIGI Puggioni e Maria Grazia di Monserrato dove mi trovavo, con la cura e il conforto di un hotel a cinque stelle.

Questa meravigliosa città di Capoterra, o (Cabuderra in Sardo), in provincia di Cagliari, che confina con Assemini, Cagliari, Sarroch, Uta. fui incontrare Veho conosciuto internet, giovane imprenditore di successo nel campo della gastronomia e delle Arti plastica, RUGGERO Piscedda, un residente appassionato per Capoterra.

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C’è, io ei miei amici anfitriones di Monserrato, abbiamo recepciondos calorosamente da Ruggero, e la sua bella moglie Caterina, il suo braccio destro nel mondo degli affari e dei professionisti della casa.

Ruggero avevamo prenotato un tavolo, accanto al bar da Pizzaria. In quello giono la casa era piena come al solito, con molti sorrisi, bevande e buona compagnia di amici e visitatori. Qui abbiamo trascorso un paio d’ore piacevoli, deliziando una bella pizza alla moda da casa, accompagnato di una Uchinusa ghiacciata.

E prima di chiudere la cortesia affettuosa e gentilezza della coppia Ruggero e Caterina, brindamos il nostro incontro con un calice di Mirto, con tanti abbracci, già mancanti, grazie per la ricezione Bella e di benvenuto presso la Pizzeria D’Autore. Questo è un bel posto che non si deve perdere a Capoterra, Cagliari, che lascio qui il mio invito e suggerimento!Questa è una specialità della casa che ha mangiato SOLO! Vegetaria decorato con fiori di zucca. Bella da vedere e da mangiare. Amato!

                                                                      GALLERIA DI FAMOSI ….

 RUGGERO E MARRAS PIERO
 
RUGGEROE MASSIMO RANIERI
  
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  Di. SSTM – Brasile 

Di. Lucinha Dettori

 

 

UMA VIAGEM DE EMOCÕES ATRAVÉS DA CULTURA, ARTES E SABORES NO INTERIOR DA SARDENHA.

31 out


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                                                                             UM CASAL  MUITO  ESPECIAL

09/10 DE SETEMBRO DE 2016

Bem, minhas expectativas para temporada de férias na Sardenha, é que seria  bastante diferente e especial, pois, era umas férias onde, a convite de meu querido amigo Luigi Puggioni juntamente com sua adorável esposa Maria Grazia, iria passar a mais incrível experiência de conhecer várias província e comunes da ilha, as quais só conhecia por fotos. Mesmo ainda sem me refazer do atordoamento natural da longa viagem, de quase 15 horas de voo até Sassari, dentro eu era só euforia, como uma criança em férias escolar.

Assim que  amanheceu, e ainda recordando da noite anterior entre amigos e o delicioso jantar oferecido por Sandro Ribichesu, proprietário do B&B Oasis Tragli Ulivi a alguns hospedes e amigos, eu Maria Grazia e Luigi, fomos tomar o nosso  delicioso breakfast .

Dali, partimos para a nosso longo tour à Comune de Oliena para participarmos da grande festa Outuno in Barbaccia – “Cortes Apertas”.  Nosso ponto de partida seria NUORO, a província da qual pertence a Comune  di Oliena. Onde passamos o resto da tarde e um agradável pernoite no B&B MAISON ROSETTA  – Via Orsonzo, 11, em NUORO.  Os aposentos eram  extremamente limpos e organizados, assim como toda a áreas da elegante pousada com moveis e obras de arte antigas e de rara beleza e elegância, incluindo a simpatia e cordialidade do gerente proprietário da hospedagem. 

Na manhã seguinte, após e farto café à moda sarda, pegamos estrada para Oliena e ali participar da tão esperada festa CORTES APERTAS 2016. Porém antes,  faço um breve resumo da origem deste incrível evento e suas origens.:

Fonte Oliena. Net

Cortes Apertas – Oliena – Sardegna  2016, 09-11 setembro

9-10-11 set 2016 Outono em Barbaccia parar em Oliena, um dos lugares mais encantadores do interior da Sardenha. Um percurso emocional  entre a cultura, artes e sabores seculares que pode demorar entre vários cortes do país.

Uma pedra calcária gigante coberto de mato e vegetação mediterrânica guarda a Oliena: Monte Corrasi, com sua altura de 1463 metros, é o pico mais alto do complexo do Supramonte.

Vista panorâmica de Oilena  o pé do Monte Carrasi.
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Toda a área está repleta de sítios arqueológicos, como Domus de Janas e menires, testemunhas do período neolítico, e remonta à área Nuraghic de Sa Sedda de sos carros com a fonte sagrada e a vila adjacente.

No Vale de Lanaittu é o Corbeddu Cave, um local muito importante para o conhecimento da história da Sardenha: nela foram encontradas as primeiras evidências da vida humana na ilha, que data do Paleolítico Superior.

Ao pé da Supramonte, cerca de 8 quilómetros a nordeste da cidade, você pode visitar um dos monumentos naturais mais espetaculares na Sardenha: a espetacular  cachoeira  cársica de Su Gologone. Suas rajadas de água dos penhascos com sua vegetação exuberante  que  flui para o Rio  Cedrino.

No território, preserva tradições antigas, que produzem excelente comida e vinho são bem conhecidos e apreciados, incluindo o soberbo Cannonau Nepente, que ficou famosa a partir do louvor de Gabriele D’Annunzio, e o azeite premi.

https://www.youtube.com/watch?v=IkOvSgwhCwM

                                                                        NOSSA GALERIA DE FOTOS DE CORTES APERTA OLIENA

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Cortes Apertas Oliena 2016, 9-11 Settembre

Cortes Apertas Logo

11 2016 Settembre

Beh, le mie aspettative per questo vacanza in Sardegna, sarebbe molto diverso e speciale perché era una vacanza in cui l’invito del mio caro amico Luigi Puggioni insieme alla sua bella moglie Maria Grazia, avrebbe trascorso la più straordinaria esperienza di vedere diversi provincia e Comuni di Sardegna, che conoscevo solo di foto. Anche non mi riformulare la naturale mozzafiato il lungo viaggio di quasi 15 ore di volo per Sassari, dentro ero solo euforia, come un bambino durante le vacanze scolastiche.

Non appena il sole, e ancora ricordando la sera prima con gli amici e la deliziosa cena offerti da Sandro Ribichesu, proprietario di Oasis B&B Tragli Ulivi alcuni  a ospiti e amici, io Grazia Maria e Luigi stavano prendendo il nostro delizioso breakfast.

Da lì, siamo partiti per il nostro lungo tour per il Comune di Oliena per partecipare ai festeggiamenti in autunno BARBACCIA – “Apertas Cortes.” Il nostro punto di partenza sarebbe NUORO, la provincia che appartiene al Comune di Oliena. Dove  trascorso il resto del pomeriggio e agradabile  pernottamento in B & B MAISON ROSETTA via Osonzo, 11 in Muoro. Accogliente, estremamente pulito e organizzato, tra cui la cordialità e il calore della gerente el proprietario.

La mattina seguente, dopo il caffè e lo sgombro e farturoso, abbiamo preso la strada per Oliena per  lì  partecipare alla festa di CORTES APERTS  2016.

Ma prima di fare un breve riassunto della origine di questo straordinario evento e le sue orignes.:

Il 9-10-11 settembre 2016 Autunno in Barbagia fa tappa a Oliena, uno dei posti più suggestivi dell’entroterra sardo. Un percorso emozionale tra cultura, arti e sapori che potrete intraprendere tra le varie cortes del paese.

Un gigante di calcare ricoperto da bosco e macchia mediterranea custodisce il paese di Oliena: il Monte Corrasi, con la sua altezza di 1463 metri, è la cima più alta del complesso del Supramonte.

Tutta l’area è disseminata di siti archeologici come domus de janas e menhir, testimonianze del Neolitico recente, mentre risale all’epoca nuragica l’area di Sa sedda de sos carros con la fonte sacra e l’annesso villaggio.

Nella Valle di Lanaittu si trova la Grotta Corbeddu, un sito molto importante per la conoscenza della storia sarda: al suo interno sono state ritrovate le prime testimonianze di vita umana nell’isola, risalenti al Paleolitico Superiore.

Ai piedi del Supramonte, a circa 8 chilometri a nord-est dal centro abitato, si può visitare uno dei più scenografici monumenti naturali della Sardegna: la spettacolare sorgente carsica di Su Gologone. Le sue acque sgorgano su pareti a strapiombo tra una rigogliosa vegetazione per poi confluire nel fiume Cedrino.

Nel territorio, custode di antiche tradizioni, si producono eccellenze enogastronomiche molto note e apprezzate tra cui il superbo Cannonau Nepente, reso celebre dall’elogio di Gabriele D’Annunzio, e il pregiato olio d’oliva.

SÉRIE: MINHA EPOPEIA PELA SARDENHA: UMA VISITA A DIOCESENA EVARISTIANA A PUTZU IDU.

10 out

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PUTZU IDU é uma fração de  SanVero Milis , província de Oristano. Nome de son estranho, que ao sentir pela primeira vez, te vem uma vontade de  sorrir. Depois descobri que o significado da palavra, não era nem de perto o que eu imginara antes. e sim : POZZO VISTOm ou VIVO…

Ali deveria conhecer a grande obra das irmãs Evaristianas, na companhia de Sandro Ribichesu, que por muitos anos fez um lindo trabalho comunitário com as crianças carentes do local.
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                                                                                  “A PLACA” do convento

Agricultura e assistência social 
fábrica de vinho é Araus
Loc. É Araus SP 10 km 10.500
Marina di Putzu Idu
San Vero Milis -OU-
Tel. 0783/52007
0783/52004 fax
E-Mail: vinievaristiano@gmail.com
Encontrar-nos com o Google Map!

Antes de relatar a minha ida a Putzu Idu, impresindível é relatar o a hisotria do espirito de perseverança e altruimo das veneráveis madres do Convento Evaristiano eem favor dos menos favorecidos pela sorte.

                                         FREIRAS DO VINHO . VINHO EVARISTINO. QUANDO O ESPIRITO E DIVINO.
diMariella Morosi

As chamam de freiras de vinho. São apenas uma dúzia delas e produzem legumes e vinhos orgânicos de uma terra difícil qunanto bela e intocada. Estamos em Putzu Idu, uma fração de San Vero Milis a 20 km de Oristano. No convento das religiosas se ocupara em dar assistência às crianças deficientes e desfavorecidas da região.

Um sinal amarelo com as palavras ‘Comunidade Evaristiana’ nos leva para o convento onde as freiras, liderados pela energetica Superior irmã Margaret e ajudados por leigos e voluntários envolvidos a assistência de deficientes, as crianças desfavorecidas e famílias inteiras, por vezes, em dificuldade.

E só para aumentar a renda escassa eles pensavam anos atrás em fazer a viticultura e cultivo vegetal, trabalhando a terra de acordo com os princípios do fundador do Opus Dei, o padre Evaristo Madeddu. Como um novo San Francesco, na Sardenha latifundiaria dos anos vinte, elas decidiram estar ao lado dos pobres, definindo uma atividade de subsistência: uma história, em seguida, rebatida e desafiada que apenas na década de sessenta recebeu o reconhecimento das instituições eclesiásticas. As primeiras vinhas para os  terrenos, vieram de doações nos anos de 1985.

Não existe uma adega real, o vinho foi vendido a granel e monjas-vigneronnes foram vistas com bondade e desconfiança. “Dez anos atrás, elas estavam deciddadas a Renunciar a empresa – diz a irmã Margaret – mas aqui vestidas como uma alpinistas veio a providência de Deus.”

E esta é a parte de uma história dentro de uma história. Parece uma fabula de altros tempos, mas ocorre verdadeiramente assim. um grupo de Pumas negras, de longe rodearam entre os barris, apreciando o vinho, e entenddo a dramática realidade dos religiosos e dos seus auxiliares.

Eles decidiram ajudá-las, a montar, sem muitos discursos esta empreitada. Alguns meses mais tarde veio uma coluna de caminhões targati Trento com cimento e tijolos e  35 alpinistas, puxaram para cima as mangas e construiram a nova adega, revezando-se em turnos de uma semana. As freiras não tinham outra escolha a não ser orar por eles e mantelos saciados com os sabores da Cozinha Sarda do convento,  como gratidão ao apoio do trabalho oferecido por eles

Desde esse ponto de partida os  hectares de vinhedos tornaram-se 13, com grande atenção das videiras nativas: Nasco, Malvasia di Cagliari, Moscato, Vermentino, Cannonau, Monica e Bovale Sardo e as novas instalações têm melhorado a qualidade dos vinhos. Apreciado pelos especialistas, eles tomaram o caminho marítimo e a atingir mercados mais  importantes.

Atualmente, com a marca Evaristiano, são vendidos seis rótulos: três Dop, a Aristo (a cannonau premiado na Vinitaly 2003, para a categoria Bio e Tralcio d’Oro 2006), Flora (Monica di Sardegna) e é Araus (Vermentino) e muitos IGT: o Evaristiano Tharros Red, White Evaristiano Tharros (premiado em 2006 pelo Gambero Rosso) e Saturnino Novello. Os irmãos Salvatore, Marco, Nicholas Roy a dar uma mão na adega e Mattia, quase se formou, ela está prestes a se tornar o enólogo oficial.

Hoje, Camunidade Evaristiana, graças ao vinho, é uma grande família, com figuras religiosas e seculares, professores e voluntários de apoio, pronto para ajudar e amar os fracos. Há Antonio que tinha medo de ser grande, Rosaria discriminada na família porque era considerada ilegal, Andrea com necessidade de cuidados constantes.

Agora eles trabalham e jogam, e a maior ajuda as irmãs na recolha e venda de legumes. Festa de solidariedade e sempre chegar ao Putzu Idu. “Se você precisar de alguma coisa ou ajuda de alguém – garante confiante a Superiora – de alguma forma, mais cedo ou mais tarde ela vem”.

                                                                                NOSSA CHEGA  AO CONVENTO EVARISTIANO 

Com muito e carinho, somos recebidos por Madre Manuela que me relatou o trabalho profissionalizante de Sandro, um dos motivos de minha ida ali,  durante vários anos naquele convento, preparando e colocando no mercado dezenas de jovens artesãos.


img_20160915_122107883                        De olhar doce, voz suave e serena, assim é MADRE MANUELA. resposnável pela administração do convento.

img_20160915_121314748                       Vários dos alunos tendo aula administradas por Sandro Ribichesu, e supervisão de Madre Manuela. Hoje muitos desses são  grandes artesãos de sucesso em toda a Sardenha.

img_20160915_122317721Nesta hora, pude notar a grande emoção que invadia inexoravelmente o coração do grande Maestro Artesão, saudoso dos feitos naquela entidade, que até hoje são relembrados com muito apreço por todos, em especial por Madre Emanuela, sempre amável e alegre, me apresentando todos os trabalhos ali feitos e doados por Sandro como lindas mobilias expostas em até hoje em salas de estar do convento, bem como, trabalhadas cortinas da capela mor do convento.
img_20160915_122129971                                       Hora de grandes recordações  com Madre Manuel sobre os grandes feitos de Alessandro Ribichesu em prol  dos adolecentes carentes do convento Avaristino in Putzu Idu. img_20160915_131450519                                       Arte tapeceira e  moveleira de Alessandro Ribichessu em exposição nas salas do conventoimg_20160915_131700901                                                                Cortina de fundo de altar mor da capela do Convento E varistia
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img_20160915_121405450                          Berge – arteconfeccionada na oficina profissionalizante do convento por alunos, na superisão de Sandro. img_20160915_121321718                                                                                 Idem movés d sala de estar do convento 
Por sorte, chegamos justamente na hora da vendemmia ou seja na hora da colheita da uva que se faz o vinho, das quais saboremos como sobremessa.  img_20160915_143210274 Em seguida nos convida para o delicioso almoço no convento, bem como a degustar o vinho Evaristiano, fomoso na região.img_20160915_141750716_hdr

                                          Refeitorio, o olhar curioso à  espera do simpes e  delicioso almoço do convento

img_20160915_134512403                                                                 primeiro prato – sopa de feição branco com ervas – deliciosa…img_20160915_135644331

peixe assado – um tempero divo…

img_20160915_135127142                                                terceiro prato – salada de macarrão com queijo pecorino e tomates frescos  – Delicia…Foram horas agradáveis, percorremos várias áreas do convento. Para que se interessar ali há, segundo a madre Emanuela, disponível dois aposentos para alojar turistas a preços módicos.img_20160915_132420196Do grande pátio interno, todo arborizado e bem cuido chegamos aos aposentados dos idosos, lindos bangalôs de frente para o mais maravilhosa mar e praia de areia finíssima e branca. Não posso deixar de me encontra, com cada recanto que conheço da terra de meus antepassados.img_20160915_153814022_hdr

                                                                           Grande patio de cesso ao convento e estcionamento img_20160915_153824686_hdr

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img_20160915_132448364_hdr                                             Casa apoio aos idosos com vista para o mar. Aqui eu bem passaria os meus restos de anos…

img_20160915_132437843                                                                Mais um alojamento para idosos. Sempre de frente para o mar
img_20160915_132415721_hdr                                                                    Acesso do convento ao mar, come um praia particular.

Infelizmente, era hora de deixar aquele lindo local que tantas recordações trouxera ao meu velho e querido amigo Sandro, pois meus anfitriões Luigi e Maria Grazia, que dali me levarariam para uma segunda parte de minha viagem a ilha,  haviam  acabado de chegar  como combinado anteriormente. Mas antes, apenas dois detinhos de prosa com a Madre Manuela e uma rápida visita a PUTZU IDU, local que por coincidência Luigi havia passado a alguns momentos de  doce sua infância com a familia.

img_20160915_155556493E como exímios conhedores de bons vinhos, Luigi e Maria, visitaram também a cantina do convento e de lá, levaram consigo algumas garrafas do saboroso vinho Evaristiano. Abaixo algumas fotos como recordação do lindo Puzut ido.

img_20160915_153638067                                           Vinho biologico Dominus. Lojinha de venda de todos os  produtos orgânicos do convento

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http://www.vinievaristiano.it/nl/press/suore-del-vino-evaristiano-quando-lo-spirito-e-divino/

Contato

Società Agricola EVARISTIANO
Società Agricola Semplice

Sede Operativa:
Stabilimento Enologico di Is Araus
Loc. Is Araus SP 10 Km 10,500
Marina di Putzu Idu
San Vero Milis -OR-

Tel. 0783/52007

Fax 0783/52004

E-Mail: vinievaristiano@gmail.com

img_20160915_153934084      Ao frescor e brisa vindo  do mar e plantas aromáticas do jardim do convento, uma foto minha para a posteridade

Deixo aqui o meu abraço e o meu carinho a Madre Emanuela pela nossa recepção e a  Sandro, o meu fiel escudeiro na Sardenha, por haver conhecido mais este incrível lugar.

Por SSTM – brasil

edição Lucinha Dettori


SÉRIE: MINHA RECENTE EPOPEIA PELA SARDENHA: UMA VISITA A DIOCESENA EVARISTIANA A PUTZU IDU.

PUZT IDU è una frazione di Vero Milis, provincia di Oristano. strano nome, che a sentire per la prima volta, ho voluto sorridere. Poi ho scoperto che il significato della parola, non era quasi quello che imginara prima. e sì: posso vedere …

Ci dovrebbe conoscere il grande lavoro di sorelle Evaristianas in compagnia Sandro Ribichesu, che per molti anni ha fatto un bel lavoro di comunità con i bambini locali bisognosi.

  Prima di segnalare il mio viaggio a Putzu Idu, impresindível è da segnalare la hisotria la perseveranza di spirito e altruimo venerabili suore del Convento Evaristiano in favore dei meno favoriti dalla fortuna.

                                      Suore del vino Evaristiano Quando lo spirito è divino
di: Mariella Morosi.

Testo del  Sito: 

http://www.vinievaristiano.it/nl/press/suore-del-vino-evaristiano-quando-lo-spirito-e-divino/

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                                                               Le chiamano le suore del vino. Sono appena una dozzina e producono ortaggi e vini biologici da una terra difficile quanto bella e incontaminata. Siamo a Putzu Idu, una frazione di San Vero Milis a 20 km da Oristano. Al convento le religiose si occupano dell’assistenza di disabili e minori disagiati.

SAN VERO MILIS (Or) – Le chiamano le suore del vino. Sono appena una dozzina e producono ortaggi e vini biologici da una terra difficile quanto bella e incontaminata, ricca di reperti pre-nuragici e di Domus de Janas, le sepolture dei mitici giganti risalenti al 1.000 a.C. Siamo a Putzu Idu, una frazione di San Vero Milis, tra lo stagno di Cabras e il mare, a 20 km da Oristano

Un cartello giallo con l’indicazione «Comunità Evaristiana» ci porta al convento dove le religiose, guidate dall’energica superiora Suor Margherita e aiutate da confratelli laici e da volontari si occupano dell’assistenza di disabili, minori disagiati e a volte di interi nuclei familiari in difficoltà.

E proprio per incrementare le scarse entrate pensarono anni fa alla vitivinicultura e alla coltivazione di ortaggi, lavorando la terra secondo i principi del fondatore dell’Opera, Padre Evaristo Madeddu. Come un nuovo San Francesco, nella Sardegna latifondista degli anni Venti, aveva deciso di stare dalla parte dei poveri impostando un’attività di autosussistenza: una storia allora contrastata e contestata che solo negli anni Sessanta ottenne il riconoscimento delle istituzioni ecclesiastiche. I primi vigneti, su terreni frutto di donazioni, risalgono al 1985.

Non esisteva una vera cantina, il vino era commercializzato sfuso e le suore-vigneronnes erano viste con bonaria diffidenza. «Dieci anni fa stavano per rinnunciare all’impresa – racconta suor Margherita – ma ecco che vestita da alpino è arrivata la Provvidenza di Dio».

E qui si inserisce una storia nella storia. Sembra una favola d’altri tempi, ma andò veramente così: un gruppo di Penne Nere in trasferta capitò tra le botti, apprezzò il vino ma comprese la drammatica realtà delle religiose e dei loro assistiti.

Decisero di aiutarle, alla montanara, senza troppi discorsi. Dopo qualche mese arrivò una colonna di camion targati Trento con cemento e mattoni e 35 alpini si tirarono su le maniche e costruirono la nuova cantina, alternandosi in turni di una settimana. Alle suorine non restò che pregare per loro e trafficare in cucina per sostenerli nel lavoro con i robusti sapori sardi

Da allora la svolta: gli ettari vitati sono diventati 13, con grande attenzione ai vitigni autoctoni: Nasco, Malvasia di Cagliari, Moscato, Vermentino, Cannonau, Monica e Bovale Sardo e i nuovi impianti hanno perfezionato la qualità dei vini. Apprezzati da esperti, hanno preso la via del mare raggiungendo mercati importanti.

Attualmente, col marchio Evaristiano, sono commercializzate sei etichette: tre Dop, l’Aristo (un Cannonau premiato al Vinitaly 2003 per la categoria Bio e Tralcio d’Oro 2006), il Flora (Monica di Sardegna) e Is Araus (Vermentino) e altrettante Igt: l’Evaristiano Tharros Rosso, l’Evaristiano Tharros Bianco (premiato nel 2006 dal Gambero Rosso) e il Saturnino Novello. I confratelli Salvatore,Marco, Nicola e Roy danno una mano in cantina e Mattia, quasi diplomato, si appresta a diventare l’enologo ufficiale.

Oggi la Comunità Evaristiana, anche grazie al vino, è una grande famiglia, con figure religiose e laiche, insegnanti di sostegno e volontari, pronti ad assistere e ad amare i più deboli. C’è Antonio che aveva paura di diventare grande, Rosaria discriminata in famiglia perchè ritenuta illegittima, Andrea bisognoso di cure continue. Ora studiano e giocano, e i più grandi aiutano le suore nella raccolta e nella vendita delle verdure. La solidarietà parte e arriva sempre a Putzu Idu. «Se serve qualcosa o l’aiuto di qualcuno – assicura fiduciosa la Superiora – chissà come, prima o poi arriva».
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                     La mia visita a Putzu Idu – Testo em italiano revisado por Sandro Richesu. 

Con molto affetto e siamo ricevuti da Emanuela madre che mi ha detto il lavoro professionale di Sandro per diversi anni al convento, la preparazione e l’immissione sul mercato decine di giovani artigiani.

In questo momento, ho potuto vedere la grande emozione che ha invaso il cuore del vecchio e grande Maestro Artigiano, in ritardo di fatto tale entità, che sono ancora ricordato con grande apprezzamento da parte di tutti, in particolare da Madre Emanuela, sempre gentile e allegro, mi mostra tutto il lavoro svolto lì e donata da Sandro come bei mobili esposti a oggi nelle sale del convento vivere, così come tende lavorato coro della cappella del convento.
Per fortuna, appena arrivato al momento della vendemmia cioè al momento della vendemmia, che rende il vino. Poi ci invita a gustare il delizioso pranzo del convento, e di degustare il vino Evaristiano, famoso nella regione, prodotto nella caffetteria del Convento.

Erano ore piacevoli, passiamo attraverso varie zone del convento. Per un interesse lì per, secondo Emanuela madre, due camere disponibili per accogliere i turisti a prezzi accessibili.

Grnde sul cortile interno, tutto alberato e ben prendersi cura ci ritirammo gli anziani, i bellissimi bungalow anteriori per il più meraviglioso mare e la spiaggia di sabbia bianca. Devo trovare me, con ogni angolo So che la terra dei miei antenati.

. Purtroppo, è arrivato il momento di lasciare quel bel posto, come miei ospiti Luigi e Maria Grazia, sono rimasti feriti come cominado in precedenza, di andare ad avviare il `il mio secondo viaggio a Sanrdenha. Ma in primo luogo, a soli due detinhos prosa con la madre Manuela e un rapido fine di Putzu Idu, un luogo che per coincidenza Luigi aveva trascorso la sua infanzia.

E come Eximios conhedores di vini pregiati, Luigi e Maria, visitato anche la mensa del convento e da lì, hanno preso con loro un paio di bottiglie di vino gustoso Evaristiano. Qui di seguito alcune immagini come andato bella richiamo Puzut.

Lascio qui il mio abbraccio e il mio affetto Madre Emanuela e Sandro per aver conosciuto questo posto incredibile della Sardegna.

 

100 ANOS PARA O RIO DOCE VOLTAR A SER DOCE!… – 100 ANNI PER I FIUME DIVENTARE ESSERE DOLCE…

18 nov

(encenação da tragedia - manifestação no Rio de janeiro

Acordei  com uma imensa nostalgia de minha mãe e das longas e agradáveis conversas sobre o Rio Paraopeba. Este igualmente importante em biodiversidade e em grandeza que passava nos fundos da fazenda de seus pais, meus avós maternos. Ali, me dizia – pescavam os mais variados tipos de peixes. Eu ria muito ao ouvir-la falar os respectivos nomes dos mesmos como: MATRINCHÃ, CURIMATÃ, TAMBAKU, e tantos outros que não me vem agora na memoria. Por este motivo, resolvi fazer este pequeno artigo  para reverenciar a memoria de meus conterrâneos que morreram de forma tão indigna, nesta grande tragédia com o rompimento da barragem de mineração, debaixo a 62 mil metros cúbicos de lama na cidade de Bento Rodrigues , distrito de Mariana e consequentemente a morte galopante de todo o ecossistema de um dos mais importantes rio do Brasil, o “Rio Doce” com mais de 350 anos história.

Cari amici,
Mi sono svegliato con un enorme nostalgia di mia madre e delle lunghe e piacevoli conversazioni sul Rio Paraopeba. Questo altrettanto importante per la biodiversità e la grandezza passando i fondi agricoli dei loro genitori, i miei nonni materni. In codesto,  mi ha detto, ha pescato tutti i tipi di pesce. Ho riso molto quando la sentì parlare i loro nomi dei pisce come –  Matrinchã, Curimatá, TAMBAKU, e molti altri che non vengono a me ora nella memoria. Per questo motivo, ho deciso di fare questo breve articolo per onorare la memoria dei miei conazzionali morti in  modo così indegno, in questa grande tragedia che fu la  rottura della diga, pari a 62.000 metri cubi di fango nella città del distretto di Bento Rodrigues in Mariana e conseguentemente la morte dilagante da tutto il ecossistema do Rio Doce di oltre 350 anni di  storia. 

carlos drumont - rio doce

Videos chocantes da tragédia

Flagrantes inéditos e revelações da tragédia em Mariana (MG)

Reproduzo aqui, as palavras de indignação de um jovem engenheiro ambientalista, representando assim, todo o sentimento da população Mineira e Brasileira…

Hoje 15/11/2015, meu pai e eu fizemos uma visita ao Rio Doce. No local que fomos (Ponte Queimada) o manancial faz a divisa dos municípios de Pingo D´água (no vídeo digo erroneamente Bom Jesus do Galho). A cena é triste minha gente. A água do rio ainda exala um forte cheiro que não é característico do corpo d’água.

Riporto qui le parole di indignazione di un giovane ingegnere ambientale, che rappresenta tutte i sentimento dei populo Mineiro e  brasiliano …
2015/11/15 Oggi, io e mio padre ha fatto una visita a Rio Doce. Sul sito ci ha (Burnt Bridge) la molla rende il confine tra i comuni di Pingo D’água (nel video dire erroneamente Bom Jesus ramoscello). La scena è triste il mio popolo. L’acqua del fiume ancora emana un forte odore non caratteristico del corpo idrico.

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A imprensa não está noticiando corretamente as informações. O número de mortos é muito maior do que o divulgado. E o que pior se (posso falar assim), os elementos poluentes que hoje tomam posse do rio não estão sendo revelados pelos do desastre (samarco e VALE ex-rio doce) que junto com o Governo Estadual e Federal se escondem da população diretamente afetada pelo impacto ambiental.

La stampa non si pone come precursore correttamente le informazioni. Il bilancio delle vittime è molto più grande divulgate. E il meno (parlo così), inquinanti elementi che prendiamo possesso fiume non vengono rivelati dal disastro (e Samarco VALE ex fiume dolce) che, insieme con il governo statale e federale nascondere la popolazione direttamente interessata l’impatto ambientale.

Cenas fortes do deslizamento de Mariana mg

À medida que o rio doce se dirige ao mar, vai deixando destruição e contaminação por onde passa. Os metais pesados presente nas águas do manancial, que agora é o maior cemitério da biodiversidade lacustre da mata atlântica, irão penetrar na cadeia trófica afetando todos os seus componentes (incluindo o homo sapiens).

Come il fiume dolce va al mare, sta lasciando la distruzione e contaminazione ovunque vada. I metalli pesanti presenti nell’acqua della sorgente, che è ora il più grande cimitero della biodiversità della foresta pluviale lago, entreranno nella catena alimentare che colpisce tutte le sue componenti (comprese Homo sapiens).

rio doce complementamente morto

Á medida que as água do rio tocarem o mar, se iniciará a inclusão desses metais na cadeia trófica marinha, podendo se estender por milhares de quilômetros da costa brasileira… Do norte ao sul.

Nella misura in cui l’acqua del fiume ha colpito il mare, inizierà tra cui questi metalli nella catena alimentare marina, e può estendersi per migliaia di chilometri dalla costa brasiliana … Da nord a sud.

Tentativa de resgate de uma égua em Bento Rodrigues, distrito de Mariana

Pra quem quiser saber sobre a introdução dos mais pesados na cadeia alimentar digite no google: Desastre de Minamata.
Per coloro che vogliono conoscere l’introduzione del più pesante nel tipo catena alimentare in google: Desastro di Minamata.

Di. Heverton Rocha
Per SSTM – Brasile
Adaptação Lucinha Dettori