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AS PESSOAS NOS DECEPCIONAM: A PIZZA D’AUTORE, EM NENHUM MOMENTO !

17 nov

ruggero                                        RUGGERO PISCEDDA         

                                                        vista áerea de Capoterra 

PIZZARIA D’UTORE DESDE 1964 

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prenotazione

 E foi,  exatamente em CAPOTERRA, que fiz meu ultimo passeio na magnifica capital da Sardenha – CAGLIARI, em companhia de meus anfitriões LUIGI PUGGIONI E MARIA GRAZIA, de Monserrato, onde fiquei hospedada, com cuidados e conforto de um hotel cinco estrelas.  neste maravilhoso município de Capoterra, ou  (Cabuderra em Sardo) na província de Cagliari, que faz fronteira com Assemini, Cagliari, Sarroch, Utam fui me encontrar com velho conhecido de internet, o  jovem  empreendedor de  sucesso na área de Gastronomia e nas Artes Plásticas,  RUGGERO PISCEDDA,  um morador apaixonado por CAPOTERRA.

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Ali, eu e meus amigos anfitriões de Monserrato, fomos recepcionados calorosamente por Ruggero, e por sua  linda esposa Caterina, seu braço direito nos negócios e pelos profissionais da casa.

Ruggero nos havia reservado uma mesa, bem ao lado do bar da pizzaria. Naquele dia a  Casa estava cheia como de costume com muitos sorrisos, bebidas e boa companhia de amigos e visitantes. Ali estivemos passando  algumas horas prazerosas, deliciando uma bela  pizza a moda da casa acompanhada de uma Uchinusa geladíssima. Esta é uma especialidade da casa que comi SOZINHA ! Vegetaria decorada com flores de abóbora. inda de se ver e comer. Amei!

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E antes de nos despedir da carinhosa cortesia e fidalguia do Casal Ruggero e Caterina, brindamos o nosso encontro com um cálice di Mirto, com muitos abraços, já com  saudades, de agradecimentos pela bela recepção e acolhida na Pizzaria D’Autore. Este é um lindo local que não se deve deixar de visitar  em Capoterra,Cagliari. Fica o meu convite e  sugestão! 

                                                                      GALERIA DOS FAMOSOS….

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LE PERSONE DELUDONO:  LA PIZZA D’AUTORE MAI! …

veduta aerea di Capoterra

PIZARRIA D’Utore DAL 1964

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prenotazione

  Ed era esattamente CAPOTERRA, ho fatto il mio ultimo giro nella splendida capitale della Sardegna – Cagliari, in compagnia dei miei ospiti LUIGI Puggioni e Maria Grazia di Monserrato dove mi trovavo, con la cura e il conforto di un hotel a cinque stelle.

Questa meravigliosa città di Capoterra, o (Cabuderra in Sardo), in provincia di Cagliari, che confina con Assemini, Cagliari, Sarroch, Uta. fui incontrare Veho conosciuto internet, giovane imprenditore di successo nel campo della gastronomia e delle Arti plastica, RUGGERO Piscedda, un residente appassionato per Capoterra.

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C’è, io ei miei amici anfitriones di Monserrato, abbiamo recepciondos calorosamente da Ruggero, e la sua bella moglie Caterina, il suo braccio destro nel mondo degli affari e dei professionisti della casa.

Ruggero avevamo prenotato un tavolo, accanto al bar da Pizzaria. In quello giono la casa era piena come al solito, con molti sorrisi, bevande e buona compagnia di amici e visitatori. Qui abbiamo trascorso un paio d’ore piacevoli, deliziando una bella pizza alla moda da casa, accompagnato di una Uchinusa ghiacciata.

E prima di chiudere la cortesia affettuosa e gentilezza della coppia Ruggero e Caterina, brindamos il nostro incontro con un calice di Mirto, con tanti abbracci, già mancanti, grazie per la ricezione Bella e di benvenuto presso la Pizzeria D’Autore. Questo è un bel posto che non si deve perdere a Capoterra, Cagliari, che lascio qui il mio invito e suggerimento!Questa è una specialità della casa che ha mangiato SOLO! Vegetaria decorato con fiori di zucca. Bella da vedere e da mangiare. Amato!

                                                                      GALLERIA DI FAMOSI ….

 RUGGERO E MARRAS PIERO
 
RUGGEROE MASSIMO RANIERI
  
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  Di. SSTM – Brasile 

Di. Lucinha Dettori

 

 

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UMA VIAGEM DE EMOCÕES ATRAVÉS DA CULTURA, ARTES E SABORES NO INTERIOR DA SARDENHA.

31 out


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                                                                             UM CASAL  MUITO  ESPECIAL

09/10 DE SETEMBRO DE 2016

Bem, minhas expectativas para temporada de férias na Sardenha, é que seria  bastante diferente e especial, pois, era umas férias onde, a convite de meu querido amigo Luigi Puggioni juntamente com sua adorável esposa Maria Grazia, iria passar a mais incrível experiência de conhecer várias província e comunes da ilha, as quais só conhecia por fotos. Mesmo ainda sem me refazer do atordoamento natural da longa viagem, de quase 15 horas de voo até Sassari, dentro eu era só euforia, como uma criança em férias escolar.

Assim que  amanheceu, e ainda recordando da noite anterior entre amigos e o delicioso jantar oferecido por Sandro Ribichesu, proprietário do B&B Oasis Tragli Ulivi a alguns hospedes e amigos, eu Maria Grazia e Luigi, fomos tomar o nosso  delicioso breakfast .

Dali, partimos para a nosso longo tour à Comune de Oliena para participarmos da grande festa Outuno in Barbaccia – “Cortes Apertas”.  Nosso ponto de partida seria NUORO, a província da qual pertence a Comune  di Oliena. Onde passamos o resto da tarde e um agradável pernoite no B&B MAISON ROSETTA  – Via Orsonzo, 11, em NUORO.  Os aposentos eram  extremamente limpos e organizados, assim como toda a áreas da elegante pousada com moveis e obras de arte antigas e de rara beleza e elegância, incluindo a simpatia e cordialidade do gerente proprietário da hospedagem. 

Na manhã seguinte, após e farto café à moda sarda, pegamos estrada para Oliena e ali participar da tão esperada festa CORTES APERTAS 2016. Porém antes,  faço um breve resumo da origem deste incrível evento e suas origens.:

Fonte Oliena. Net

Cortes Apertas – Oliena – Sardegna  2016, 09-11 setembro

9-10-11 set 2016 Outono em Barbaccia parar em Oliena, um dos lugares mais encantadores do interior da Sardenha. Um percurso emocional  entre a cultura, artes e sabores seculares que pode demorar entre vários cortes do país.

Uma pedra calcária gigante coberto de mato e vegetação mediterrânica guarda a Oliena: Monte Corrasi, com sua altura de 1463 metros, é o pico mais alto do complexo do Supramonte.

Vista panorâmica de Oilena  o pé do Monte Carrasi.
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Toda a área está repleta de sítios arqueológicos, como Domus de Janas e menires, testemunhas do período neolítico, e remonta à área Nuraghic de Sa Sedda de sos carros com a fonte sagrada e a vila adjacente.

No Vale de Lanaittu é o Corbeddu Cave, um local muito importante para o conhecimento da história da Sardenha: nela foram encontradas as primeiras evidências da vida humana na ilha, que data do Paleolítico Superior.

Ao pé da Supramonte, cerca de 8 quilómetros a nordeste da cidade, você pode visitar um dos monumentos naturais mais espetaculares na Sardenha: a espetacular  cachoeira  cársica de Su Gologone. Suas rajadas de água dos penhascos com sua vegetação exuberante  que  flui para o Rio  Cedrino.

No território, preserva tradições antigas, que produzem excelente comida e vinho são bem conhecidos e apreciados, incluindo o soberbo Cannonau Nepente, que ficou famosa a partir do louvor de Gabriele D’Annunzio, e o azeite premi.

https://www.youtube.com/watch?v=IkOvSgwhCwM

                                                                        NOSSA GALERIA DE FOTOS DE CORTES APERTA OLIENA

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Cortes Apertas Oliena 2016, 9-11 Settembre

Cortes Apertas Logo

11 2016 Settembre

Beh, le mie aspettative per questo vacanza in Sardegna, sarebbe molto diverso e speciale perché era una vacanza in cui l’invito del mio caro amico Luigi Puggioni insieme alla sua bella moglie Maria Grazia, avrebbe trascorso la più straordinaria esperienza di vedere diversi provincia e Comuni di Sardegna, che conoscevo solo di foto. Anche non mi riformulare la naturale mozzafiato il lungo viaggio di quasi 15 ore di volo per Sassari, dentro ero solo euforia, come un bambino durante le vacanze scolastiche.

Non appena il sole, e ancora ricordando la sera prima con gli amici e la deliziosa cena offerti da Sandro Ribichesu, proprietario di Oasis B&B Tragli Ulivi alcuni  a ospiti e amici, io Grazia Maria e Luigi stavano prendendo il nostro delizioso breakfast.

Da lì, siamo partiti per il nostro lungo tour per il Comune di Oliena per partecipare ai festeggiamenti in autunno BARBACCIA – “Apertas Cortes.” Il nostro punto di partenza sarebbe NUORO, la provincia che appartiene al Comune di Oliena. Dove  trascorso il resto del pomeriggio e agradabile  pernottamento in B & B MAISON ROSETTA via Osonzo, 11 in Muoro. Accogliente, estremamente pulito e organizzato, tra cui la cordialità e il calore della gerente el proprietario.

La mattina seguente, dopo il caffè e lo sgombro e farturoso, abbiamo preso la strada per Oliena per  lì  partecipare alla festa di CORTES APERTS  2016.

Ma prima di fare un breve riassunto della origine di questo straordinario evento e le sue orignes.:

Il 9-10-11 settembre 2016 Autunno in Barbagia fa tappa a Oliena, uno dei posti più suggestivi dell’entroterra sardo. Un percorso emozionale tra cultura, arti e sapori che potrete intraprendere tra le varie cortes del paese.

Un gigante di calcare ricoperto da bosco e macchia mediterranea custodisce il paese di Oliena: il Monte Corrasi, con la sua altezza di 1463 metri, è la cima più alta del complesso del Supramonte.

Tutta l’area è disseminata di siti archeologici come domus de janas e menhir, testimonianze del Neolitico recente, mentre risale all’epoca nuragica l’area di Sa sedda de sos carros con la fonte sacra e l’annesso villaggio.

Nella Valle di Lanaittu si trova la Grotta Corbeddu, un sito molto importante per la conoscenza della storia sarda: al suo interno sono state ritrovate le prime testimonianze di vita umana nell’isola, risalenti al Paleolitico Superiore.

Ai piedi del Supramonte, a circa 8 chilometri a nord-est dal centro abitato, si può visitare uno dei più scenografici monumenti naturali della Sardegna: la spettacolare sorgente carsica di Su Gologone. Le sue acque sgorgano su pareti a strapiombo tra una rigogliosa vegetazione per poi confluire nel fiume Cedrino.

Nel territorio, custode di antiche tradizioni, si producono eccellenze enogastronomiche molto note e apprezzate tra cui il superbo Cannonau Nepente, reso celebre dall’elogio di Gabriele D’Annunzio, e il pregiato olio d’oliva.

SÉRIE: MINHA EPOPEIA PELA SARDENHA: UMA VISITA A DIOCESENA EVARISTIANA A PUTZU IDU.

10 out

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PUTZU IDU é uma fração de  SanVero Milis , província de Oristano. Nome de son estranho, que ao sentir pela primeira vez, te vem uma vontade de  sorrir. Depois descobri que o significado da palavra, não era nem de perto o que eu imginara antes. e sim : POZZO VISTOm ou VIVO…

Ali deveria conhecer a grande obra das irmãs Evaristianas, na companhia de Sandro Ribichesu, que por muitos anos fez um lindo trabalho comunitário com as crianças carentes do local.
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                                                                                  “A PLACA” do convento

Agricultura e assistência social 
fábrica de vinho é Araus
Loc. É Araus SP 10 km 10.500
Marina di Putzu Idu
San Vero Milis -OU-
Tel. 0783/52007
0783/52004 fax
E-Mail: vinievaristiano@gmail.com
Encontrar-nos com o Google Map!

Antes de relatar a minha ida a Putzu Idu, impresindível é relatar o a hisotria do espirito de perseverança e altruimo das veneráveis madres do Convento Evaristiano eem favor dos menos favorecidos pela sorte.

                                         FREIRAS DO VINHO . VINHO EVARISTINO. QUANDO O ESPIRITO E DIVINO.
diMariella Morosi

As chamam de freiras de vinho. São apenas uma dúzia delas e produzem legumes e vinhos orgânicos de uma terra difícil qunanto bela e intocada. Estamos em Putzu Idu, uma fração de San Vero Milis a 20 km de Oristano. No convento das religiosas se ocupara em dar assistência às crianças deficientes e desfavorecidas da região.

Um sinal amarelo com as palavras ‘Comunidade Evaristiana’ nos leva para o convento onde as freiras, liderados pela energetica Superior irmã Margaret e ajudados por leigos e voluntários envolvidos a assistência de deficientes, as crianças desfavorecidas e famílias inteiras, por vezes, em dificuldade.

E só para aumentar a renda escassa eles pensavam anos atrás em fazer a viticultura e cultivo vegetal, trabalhando a terra de acordo com os princípios do fundador do Opus Dei, o padre Evaristo Madeddu. Como um novo San Francesco, na Sardenha latifundiaria dos anos vinte, elas decidiram estar ao lado dos pobres, definindo uma atividade de subsistência: uma história, em seguida, rebatida e desafiada que apenas na década de sessenta recebeu o reconhecimento das instituições eclesiásticas. As primeiras vinhas para os  terrenos, vieram de doações nos anos de 1985.

Não existe uma adega real, o vinho foi vendido a granel e monjas-vigneronnes foram vistas com bondade e desconfiança. “Dez anos atrás, elas estavam deciddadas a Renunciar a empresa – diz a irmã Margaret – mas aqui vestidas como uma alpinistas veio a providência de Deus.”

E esta é a parte de uma história dentro de uma história. Parece uma fabula de altros tempos, mas ocorre verdadeiramente assim. um grupo de Pumas negras, de longe rodearam entre os barris, apreciando o vinho, e entenddo a dramática realidade dos religiosos e dos seus auxiliares.

Eles decidiram ajudá-las, a montar, sem muitos discursos esta empreitada. Alguns meses mais tarde veio uma coluna de caminhões targati Trento com cimento e tijolos e  35 alpinistas, puxaram para cima as mangas e construiram a nova adega, revezando-se em turnos de uma semana. As freiras não tinham outra escolha a não ser orar por eles e mantelos saciados com os sabores da Cozinha Sarda do convento,  como gratidão ao apoio do trabalho oferecido por eles

Desde esse ponto de partida os  hectares de vinhedos tornaram-se 13, com grande atenção das videiras nativas: Nasco, Malvasia di Cagliari, Moscato, Vermentino, Cannonau, Monica e Bovale Sardo e as novas instalações têm melhorado a qualidade dos vinhos. Apreciado pelos especialistas, eles tomaram o caminho marítimo e a atingir mercados mais  importantes.

Atualmente, com a marca Evaristiano, são vendidos seis rótulos: três Dop, a Aristo (a cannonau premiado na Vinitaly 2003, para a categoria Bio e Tralcio d’Oro 2006), Flora (Monica di Sardegna) e é Araus (Vermentino) e muitos IGT: o Evaristiano Tharros Red, White Evaristiano Tharros (premiado em 2006 pelo Gambero Rosso) e Saturnino Novello. Os irmãos Salvatore, Marco, Nicholas Roy a dar uma mão na adega e Mattia, quase se formou, ela está prestes a se tornar o enólogo oficial.

Hoje, Camunidade Evaristiana, graças ao vinho, é uma grande família, com figuras religiosas e seculares, professores e voluntários de apoio, pronto para ajudar e amar os fracos. Há Antonio que tinha medo de ser grande, Rosaria discriminada na família porque era considerada ilegal, Andrea com necessidade de cuidados constantes.

Agora eles trabalham e jogam, e a maior ajuda as irmãs na recolha e venda de legumes. Festa de solidariedade e sempre chegar ao Putzu Idu. “Se você precisar de alguma coisa ou ajuda de alguém – garante confiante a Superiora – de alguma forma, mais cedo ou mais tarde ela vem”.

                                                                                NOSSA CHEGA  AO CONVENTO EVARISTIANO 

Com muito e carinho, somos recebidos por Madre Manuela que me relatou o trabalho profissionalizante de Sandro, um dos motivos de minha ida ali,  durante vários anos naquele convento, preparando e colocando no mercado dezenas de jovens artesãos.


img_20160915_122107883                        De olhar doce, voz suave e serena, assim é MADRE MANUELA. resposnável pela administração do convento.

img_20160915_121314748                       Vários dos alunos tendo aula administradas por Sandro Ribichesu, e supervisão de Madre Manuela. Hoje muitos desses são  grandes artesãos de sucesso em toda a Sardenha.

img_20160915_122317721Nesta hora, pude notar a grande emoção que invadia inexoravelmente o coração do grande Maestro Artesão, saudoso dos feitos naquela entidade, que até hoje são relembrados com muito apreço por todos, em especial por Madre Emanuela, sempre amável e alegre, me apresentando todos os trabalhos ali feitos e doados por Sandro como lindas mobilias expostas em até hoje em salas de estar do convento, bem como, trabalhadas cortinas da capela mor do convento.
img_20160915_122129971                                       Hora de grandes recordações  com Madre Manuel sobre os grandes feitos de Alessandro Ribichesu em prol  dos adolecentes carentes do convento Avaristino in Putzu Idu. img_20160915_131450519                                       Arte tapeceira e  moveleira de Alessandro Ribichessu em exposição nas salas do conventoimg_20160915_131700901                                                                Cortina de fundo de altar mor da capela do Convento E varistia
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img_20160915_121405450                          Berge – arteconfeccionada na oficina profissionalizante do convento por alunos, na superisão de Sandro. img_20160915_121321718                                                                                 Idem movés d sala de estar do convento 
Por sorte, chegamos justamente na hora da vendemmia ou seja na hora da colheita da uva que se faz o vinho, das quais saboremos como sobremessa.  img_20160915_143210274 Em seguida nos convida para o delicioso almoço no convento, bem como a degustar o vinho Evaristiano, fomoso na região.img_20160915_141750716_hdr

                                          Refeitorio, o olhar curioso à  espera do simpes e  delicioso almoço do convento

img_20160915_134512403                                                                 primeiro prato – sopa de feição branco com ervas – deliciosa…img_20160915_135644331

peixe assado – um tempero divo…

img_20160915_135127142                                                terceiro prato – salada de macarrão com queijo pecorino e tomates frescos  – Delicia…Foram horas agradáveis, percorremos várias áreas do convento. Para que se interessar ali há, segundo a madre Emanuela, disponível dois aposentos para alojar turistas a preços módicos.img_20160915_132420196Do grande pátio interno, todo arborizado e bem cuido chegamos aos aposentados dos idosos, lindos bangalôs de frente para o mais maravilhosa mar e praia de areia finíssima e branca. Não posso deixar de me encontra, com cada recanto que conheço da terra de meus antepassados.img_20160915_153814022_hdr

                                                                           Grande patio de cesso ao convento e estcionamento img_20160915_153824686_hdr

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img_20160915_132448364_hdr                                             Casa apoio aos idosos com vista para o mar. Aqui eu bem passaria os meus restos de anos…

img_20160915_132437843                                                                Mais um alojamento para idosos. Sempre de frente para o mar
img_20160915_132415721_hdr                                                                    Acesso do convento ao mar, come um praia particular.

Infelizmente, era hora de deixar aquele lindo local que tantas recordações trouxera ao meu velho e querido amigo Sandro, pois meus anfitriões Luigi e Maria Grazia, que dali me levarariam para uma segunda parte de minha viagem a ilha,  haviam  acabado de chegar  como combinado anteriormente. Mas antes, apenas dois detinhos de prosa com a Madre Manuela e uma rápida visita a PUTZU IDU, local que por coincidência Luigi havia passado a alguns momentos de  doce sua infância com a familia.

img_20160915_155556493E como exímios conhedores de bons vinhos, Luigi e Maria, visitaram também a cantina do convento e de lá, levaram consigo algumas garrafas do saboroso vinho Evaristiano. Abaixo algumas fotos como recordação do lindo Puzut ido.

img_20160915_153638067                                           Vinho biologico Dominus. Lojinha de venda de todos os  produtos orgânicos do convento

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http://www.vinievaristiano.it/nl/press/suore-del-vino-evaristiano-quando-lo-spirito-e-divino/

Contato

Società Agricola EVARISTIANO
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Marina di Putzu Idu
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img_20160915_153934084      Ao frescor e brisa vindo  do mar e plantas aromáticas do jardim do convento, uma foto minha para a posteridade

Deixo aqui o meu abraço e o meu carinho a Madre Emanuela pela nossa recepção e a  Sandro, o meu fiel escudeiro na Sardenha, por haver conhecido mais este incrível lugar.

Por SSTM – brasil

edição Lucinha Dettori


SÉRIE: MINHA RECENTE EPOPEIA PELA SARDENHA: UMA VISITA A DIOCESENA EVARISTIANA A PUTZU IDU.

PUZT IDU è una frazione di Vero Milis, provincia di Oristano. strano nome, che a sentire per la prima volta, ho voluto sorridere. Poi ho scoperto che il significato della parola, non era quasi quello che imginara prima. e sì: posso vedere …

Ci dovrebbe conoscere il grande lavoro di sorelle Evaristianas in compagnia Sandro Ribichesu, che per molti anni ha fatto un bel lavoro di comunità con i bambini locali bisognosi.

  Prima di segnalare il mio viaggio a Putzu Idu, impresindível è da segnalare la hisotria la perseveranza di spirito e altruimo venerabili suore del Convento Evaristiano in favore dei meno favoriti dalla fortuna.

                                      Suore del vino Evaristiano Quando lo spirito è divino
di: Mariella Morosi.

Testo del  Sito: 

http://www.vinievaristiano.it/nl/press/suore-del-vino-evaristiano-quando-lo-spirito-e-divino/

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                                                               Le chiamano le suore del vino. Sono appena una dozzina e producono ortaggi e vini biologici da una terra difficile quanto bella e incontaminata. Siamo a Putzu Idu, una frazione di San Vero Milis a 20 km da Oristano. Al convento le religiose si occupano dell’assistenza di disabili e minori disagiati.

SAN VERO MILIS (Or) – Le chiamano le suore del vino. Sono appena una dozzina e producono ortaggi e vini biologici da una terra difficile quanto bella e incontaminata, ricca di reperti pre-nuragici e di Domus de Janas, le sepolture dei mitici giganti risalenti al 1.000 a.C. Siamo a Putzu Idu, una frazione di San Vero Milis, tra lo stagno di Cabras e il mare, a 20 km da Oristano

Un cartello giallo con l’indicazione «Comunità Evaristiana» ci porta al convento dove le religiose, guidate dall’energica superiora Suor Margherita e aiutate da confratelli laici e da volontari si occupano dell’assistenza di disabili, minori disagiati e a volte di interi nuclei familiari in difficoltà.

E proprio per incrementare le scarse entrate pensarono anni fa alla vitivinicultura e alla coltivazione di ortaggi, lavorando la terra secondo i principi del fondatore dell’Opera, Padre Evaristo Madeddu. Come un nuovo San Francesco, nella Sardegna latifondista degli anni Venti, aveva deciso di stare dalla parte dei poveri impostando un’attività di autosussistenza: una storia allora contrastata e contestata che solo negli anni Sessanta ottenne il riconoscimento delle istituzioni ecclesiastiche. I primi vigneti, su terreni frutto di donazioni, risalgono al 1985.

Non esisteva una vera cantina, il vino era commercializzato sfuso e le suore-vigneronnes erano viste con bonaria diffidenza. «Dieci anni fa stavano per rinnunciare all’impresa – racconta suor Margherita – ma ecco che vestita da alpino è arrivata la Provvidenza di Dio».

E qui si inserisce una storia nella storia. Sembra una favola d’altri tempi, ma andò veramente così: un gruppo di Penne Nere in trasferta capitò tra le botti, apprezzò il vino ma comprese la drammatica realtà delle religiose e dei loro assistiti.

Decisero di aiutarle, alla montanara, senza troppi discorsi. Dopo qualche mese arrivò una colonna di camion targati Trento con cemento e mattoni e 35 alpini si tirarono su le maniche e costruirono la nuova cantina, alternandosi in turni di una settimana. Alle suorine non restò che pregare per loro e trafficare in cucina per sostenerli nel lavoro con i robusti sapori sardi

Da allora la svolta: gli ettari vitati sono diventati 13, con grande attenzione ai vitigni autoctoni: Nasco, Malvasia di Cagliari, Moscato, Vermentino, Cannonau, Monica e Bovale Sardo e i nuovi impianti hanno perfezionato la qualità dei vini. Apprezzati da esperti, hanno preso la via del mare raggiungendo mercati importanti.

Attualmente, col marchio Evaristiano, sono commercializzate sei etichette: tre Dop, l’Aristo (un Cannonau premiato al Vinitaly 2003 per la categoria Bio e Tralcio d’Oro 2006), il Flora (Monica di Sardegna) e Is Araus (Vermentino) e altrettante Igt: l’Evaristiano Tharros Rosso, l’Evaristiano Tharros Bianco (premiato nel 2006 dal Gambero Rosso) e il Saturnino Novello. I confratelli Salvatore,Marco, Nicola e Roy danno una mano in cantina e Mattia, quasi diplomato, si appresta a diventare l’enologo ufficiale.

Oggi la Comunità Evaristiana, anche grazie al vino, è una grande famiglia, con figure religiose e laiche, insegnanti di sostegno e volontari, pronti ad assistere e ad amare i più deboli. C’è Antonio che aveva paura di diventare grande, Rosaria discriminata in famiglia perchè ritenuta illegittima, Andrea bisognoso di cure continue. Ora studiano e giocano, e i più grandi aiutano le suore nella raccolta e nella vendita delle verdure. La solidarietà parte e arriva sempre a Putzu Idu. «Se serve qualcosa o l’aiuto di qualcuno – assicura fiduciosa la Superiora – chissà come, prima o poi arriva».
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                     La mia visita a Putzu Idu – Testo em italiano revisado por Sandro Richesu. 

Con molto affetto e siamo ricevuti da Emanuela madre che mi ha detto il lavoro professionale di Sandro per diversi anni al convento, la preparazione e l’immissione sul mercato decine di giovani artigiani.

In questo momento, ho potuto vedere la grande emozione che ha invaso il cuore del vecchio e grande Maestro Artigiano, in ritardo di fatto tale entità, che sono ancora ricordato con grande apprezzamento da parte di tutti, in particolare da Madre Emanuela, sempre gentile e allegro, mi mostra tutto il lavoro svolto lì e donata da Sandro come bei mobili esposti a oggi nelle sale del convento vivere, così come tende lavorato coro della cappella del convento.
Per fortuna, appena arrivato al momento della vendemmia cioè al momento della vendemmia, che rende il vino. Poi ci invita a gustare il delizioso pranzo del convento, e di degustare il vino Evaristiano, famoso nella regione, prodotto nella caffetteria del Convento.

Erano ore piacevoli, passiamo attraverso varie zone del convento. Per un interesse lì per, secondo Emanuela madre, due camere disponibili per accogliere i turisti a prezzi accessibili.

Grnde sul cortile interno, tutto alberato e ben prendersi cura ci ritirammo gli anziani, i bellissimi bungalow anteriori per il più meraviglioso mare e la spiaggia di sabbia bianca. Devo trovare me, con ogni angolo So che la terra dei miei antenati.

. Purtroppo, è arrivato il momento di lasciare quel bel posto, come miei ospiti Luigi e Maria Grazia, sono rimasti feriti come cominado in precedenza, di andare ad avviare il `il mio secondo viaggio a Sanrdenha. Ma in primo luogo, a soli due detinhos prosa con la madre Manuela e un rapido fine di Putzu Idu, un luogo che per coincidenza Luigi aveva trascorso la sua infanzia.

E come Eximios conhedores di vini pregiati, Luigi e Maria, visitato anche la mensa del convento e da lì, hanno preso con loro un paio di bottiglie di vino gustoso Evaristiano. Qui di seguito alcune immagini come andato bella richiamo Puzut.

Lascio qui il mio abbraccio e il mio affetto Madre Emanuela e Sandro per aver conosciuto questo posto incredibile della Sardegna.