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MINHA RECENTE EPOPEIA PELA SARDENHA – MAR DE STINTINO: AZUL DA COR DO CÉU…

4 out

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OLA QUERIDOS AMIGOS E AMIGAS,

Sempre a cata de mais informações para conhecer melhor a historia de meus avós, retornei á Sardenha, desta vez pra localizar onde viviam na cidade de Sassari onde nasceram. Infelizmente devido ao pouco tempo que dispunha  já  que havia programado estar em Sassari apenas uma semana, não me foi possível encontrar o oficio anagrfe aberto, mesmo que andando ali duas vezes. Bem fica para próxima! 

Mas restava-me  ainda duas visitas importante a fazer, uma era ver de novo o maravilhosa mar de Stintivo,( Stintino é uma comuna italiana da região da Sardenha, província de Sassari) que faz fronteira com Sassari.  e desta vez  me deliciar com um banho nas tépidas e transparentes águas azul celeste desse mar. E assim o fiz. Sempre em companhia do meu querido amigo Sandro Ribichesu. Foi uma manhã maravilhosa, com um leve e delicioso almoço em um restaurante a beira mar. Compartilho com vocês algumas fotos. Uma visão incrível e um passeio que não deve faltar em seu roteiro à fantástico ilha da Sardenha. 

Fotos. em 13/09/2016

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CIAO CARI AMICI,

alla ricerca di maggiori informazioni sempre per conoscere meglio la storia dei miei nonni, sono tornata in Sardegna, questa volta per trovare dove vivevano nella città di Sassari in cui sono nati. Purtroppo a causa del breve tempo che  aveva già in programma di essere a Sassari, solo per una settimna, non sono riuscito a trovare l’ufficio anagrfe aperto, anche se si sono andata li due volte.. Beh, non mancherà unaltra oportunità!

Ma mi ha lasciato ancora due visite importanti da fare, una era di vedere di nuovo il meraviglioso mare di Stintivo (Stintino è un comune della regione Sardegna, provincia di Sassari), che confina con Sassari. e questa volta indulgere in un bagno nelle calde e limpide acque azzurre di questo mare. E l’ho fatto. Sempre in compagnia del mio caro amico Sandro Ribichesu. Era una mattina meravigliosa con un leggero e delizioso pranzo in un ristorante in riva al mare. Condivido con voi alcune foto. Uno spettacolo incredibile e una corsa che non dovrebbe mancare sul vostro script per la fantastica isola di Sardegna.

Foto. on 2016/09/13

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ILHA DE AREIA ROSA NA SARDENHA TEM FUTURO INCERTO

28 fev

Fonte:http://blogdoaleitalia.blogspot.com.br/2016/02/ilha-italiana-de-areia-rosa-tem-futuro.html

Por SSTM – Brasil

Editado por – Lucinha Dettori

Ilha italiana de areia rosa tem futuro incerto Da EFE A Ilha de Budelli, com sua famosa praia rosa, é uma das joias do Mediterrâneo e agora poderia ser novamente leiloada depois que seu último comprador voltou atrás por conta das restrições que envolvem esta reserva natural. Ilha fica localizada dentro do Parque Natural La Maddalena (Foto: Reprodução/Union of Municipalities Gallura)

Ilha fica localizada dentro do Parque Natural La Maddalena (Foto: Reprodução/Union of Municipalities Gallura)

Localizada dentro do Parque Natural La Maddalena, um arquipélago ao norte da Sardenha, Budelli serviu de cenário para “Deserto Rosso -O Dilema de uma Vida” (1964), do cineasta Michelangelo Antonioni e que lhe concedeu notoriedade internacional.

O diretor (1912-2007) mostrou ao mundo as águas cristalinas que banham o lugar de 200 hectares, sua vegetação selvagem, sua orografia tranquila e desabitada e sua impressionante e icônica praia rosa, devido à mistura da areia com fragmentos de coral.

Sua essência permanece intacta, já que a ilha está catalogada pelo governo italiano como reserva natural integral, o que proíbe qualquer tipo de construção em seu território. É assim desde a década de 60.

“Muitos vândalos iam lá para roubar sua areia”, lamentou em declarações à Agência Efe Vincenzo Tiana, membro da associação ecologista Legambiente Sardegna, que ressaltou que a praia “está se recuperando aos poucos”.

A proteção feita à ilha é tão rígida que ninguém pode colocar os pés nela sem a presença de um técnico do Ministério do Meio Ambiente, como apontou à Efe o presidente do Parque Natural La Maddalena, Giuseppe Bonanno.

No entanto, ao mesmo tempo, se trata uma área privada, ou seja, que precisa de um proprietário para gerir e manter desde que em meados de século 19 ela foi dividida em partes e vendida ao melhor licitante.

Há poucos anos, a Budelli era propriedade da imobiliária Gallura, mas a empresa faliu e o Tribunal de Tempio (Sardenha) levou a ilha a leilão para quitar as dívidas da companhia. Foi então que, em novembro de 2013, apareceu o empresário neozelandês Michael Harte, que ofereceu uma soma próxima a 3 milhões de euros e um projeto com o qual queria transformar a Ilha de Budelli em um museu a céu aberto.

“Esta ilha deve ser limpa, organizada e valorizada. Uma atração natural para os visitantes. Como todos os museus, deve ter uma entrada, um porto. As embarcações ainda jogam a âncora na frente na praia, o que danifica o ecossistema”, disse ele à época ao jornal “La Repubblica”. No entanto, o magnata, que considerou Budelli “uma pérola rara”, viu seu entusiasmo ir desaparecendo pouco a pouco devido às ferrenhas proibições ambientais que regem o lugar para garantir sua conservação.

De acordo com o presidente do Parque Natural La Maddalena, o empresário promoveu então uma “campanha” para “convencer o parque a diminuir o nível” das exigências de conservação, algo que finalmente não aconteceu. “Visto que não podia realizar o projeto que tinha em mente, ele disse, há poucos dias, que renunciava à compra.

Foram desmascaradas suas reais intenções, meramente especulativas”, denunciou Bonanno. Harte agora parece decidido a dar marcha à ré e não concluir a operação de compra da ilha, o que a levaria a um novo leilão público. Mas, que opções restam a esta ilha para não sucumbir ao abandono? O Parque Natural La Maddalena decidiu assumir a ilha, graças aos orçamentos destinados para este fim pelo parlamento, mas em abril do ano passado, o Conselho de Estado se mostrou contrário a esta opção.

Na plataforma online “Change.org” apareceram várias iniciativas para reivindicar que a ilha seja considerada “bem comum” pelo Estado e para mostrar a desaprovação perante uma gestão privada do lugar. Nos últimos dias, no entanto, surgiu uma opção que talvez seja ainda mais curiosa e, ao mesmo tempo, idealista: transformar Budelli na “Ilha de Mosso”.

A ideia surgiu de uma escola de Mosso, um pequeno município na região do Piemonte, que começou uma campanha para comprar o terreno e evitar, assim, que empresários convençam às autoridades locais a construir infraestruturas. Os jovens, segundo afirmam em uma página do Facebook criada para esta finalidade, calcularam que “se cada estudante das escolas italianas doar 0,50 euro seriam arrecadados imediatamente os fundos necessários” para fazer deste lugar um santuário natural.

“Viajar não é chegar, é recolher conchinhas, bilhetes, as emoções, e beijos nas estações …”

2 maio

Fonte : Mal di Sardegna e dintorno – Facebook

Vídeo feito pela classe 4 ^ E junto com Prof. Mirella Podda. Instituto Mossa-Brunelleschi, durante Turismo, Oristano. Música: Cristalize – Lindsey St … YOUTUBE.COM
Por SSTm – Brasil
Edição em português – 
Lucinha Dettori

Este vídeo esta publicado também em umas das mais belas paginas do facebook que fala sobre a Sardegna. Quero compartilhá-lo também em nosso Blog, convidando vocês a vê-lo. Este foi feito com o coração por alguns estudantes de Oristano. Iniciativa louvável.

A exata ciência da viagem,

E a busca dos sonhos
nos confins.
Entre ser e torna-se.
Onde o céu se casa com o mar
a nuvens cintilam luzes,
ondas embalam outras ondas,
histórias  de antigos  gestos,
que perpetuam outros gestos.
Mãos que velozes correm  sobre a tela,
Poderia este dia nunca acabar.

Cristalizar ao longo do tempo
Enganado por este espaço,
Cercado por essas pessoas.
Viajar não é chegar e
RECOLHER CONCHINHAS,
BILHETES,
EMOÇÕES
BEIJOS EM CADA ESTAÇÃO
PERDER O TREM,
ENCONTRAR AMIGOS,
FAZER PASSOS,
QUE ENCURTAM DISTÂNCIAS,

PROCURANDO OUTRAS COISAS,

E NA DESCONCERTANTE BELEZA,
ENCONTRAR A SI MESMO,
NA SARDEGNA.

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PAOLO PULINA:  REDESCOBRE EM SARDENHA A FIGURA INTERNACIONAL DO JESUÍTA  PLOAGHESE NICOLA CONGIATO  

16 abr


Padre Jesuíta                                                            Capa do livro – Jesuíta Nicola Congiatu

Cristoforo Paddu

foto de cristoforo

 

 

 

 

Caros amigos,

Hoje quero reapresentar a vocês, dois queridos amigos da Sardenha. Um é PAOLO PULINA, um renomado escritor e CRISTOFORO PADDU, Jornalista, escritor e Poeta de ILLORAI, provincia de Sassari . Ambos sempre presente com belos artigos em nosso Blog.

Este material me foi enviado por Cristoforo, (um dos grandes colaboradores e incentivadores do Blog SardgnaTerraMia no Brasil) do qual faço um rápido resumo em Português.

O assunto é sobre o novo libro Bibliográfico com um rico material documental escrito por PAOLO PULINA. que conta a historia dos feitos de um grande missionário Jesuíta Ploaghese NICOLA CONGIATO (1816-1897), e que, infelizmente, foi mais conhecido nos EUA do que dentro da Sardenha.

                                                                                    Paolo Pulina

fam-Pulina

Paolo,  o autor  do livro, também  de Ploaghe, província de Sassari  e uma conhecida figura da emigração organizada STEPS (Federação das Associações Sarda na Itália) e membro da mesma Comissão Executiva Nacional,  e como tal,  não perde a oportunidade de   escrever  sobre as memórias de  personagens históricos e literários que honram a Terra da  Sardenha e sua cidade natal , Ploaghe.

                                                  VISTA DE PLOAGHE: 

Ploaghe, panoramaploaghe

Segundo Paddu, os objetivos de  Pulina em  dedicar esta obra bibliográfica, escrita  com muita propriedade, sobre   Nicola Congiato (Ploaghe, 14 setembro de 1816 – Los Gatos, Califórnia, 10 de maio de 1897). e no sentido de remediar um inexplicável e prolongado esquecimento  do mesmo, além de tentar corrigir as  imprecisões biográficas  do famoso Jesuíta sardo. Este foi e é de fato,  uma  personalidade de nível internacional, infelizmente, desconhecido para a maioria, na Sardenha.

Segundo Paddu, Pulina pega  pedaço por pedaço, na sequência de um trabalho preciso como um historiador, e com controles cruzados de diferentes fontes e documentos para definir com certeza o berço (erradamente atribuído à cidade de Cagliari) e o nome correto de Nicola Congiatu, que em muitas referências escritas, qualificado com o nome de Michel e sobrenome italianizado para  Congiato.

E assim, vai descobrindo e discorrendo também outras  eventuais incertezas e dúvidas sobre o local de origem do jesuíta, como seu batismo e outros dados biográficos básicos da religiosidade e outras particularidades sobre o Jesuíta Nicola Congiato.

Finalizando,  Paddu  nos afirma que  este é ,  “ apenas o primeiro fruto da cultura de pesquisa histórica iniciada por Paolo Pulina sobre a grande figura do compatriota Nicola Congiatu (o livro já foi apresentado em 20 de março, em Lausanne pelo Círculo da Sardenha “Nuraghe” presidido por Josiane Masala.  Estamos certos de que, afirma Paddu; “num  futuro  próximo, nós esperamos com sincera estima – outros traços biográficos adicionais do jesuíta que sei vai chamar ainda mais atenção para os ricos  Arquivo Central Romanos da  Companhia de Jesus.”

Um Abraço afetuoso a todos 

Lucinha Dettori 

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Fonte Crisfotofo paddu 

Ed.  SSTM – Brasil 

Por lucinha Dettori

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Cari amici, Oggi voglio presentarvi due cari amici della Sardegna. Uno è Paolo Pulina, un noto scrittore e CRISTOFORO PADDU, Giornalista, scrittore e poeta di Illora, in provincia di Sassari. Entrambi sempre presente con bellissimi articoli nel nostro blog.

Questo materiale è stato inviato a me da Cristoforo, uno dei maggiori contribuenti e sostenitori Blog SardgnaTerraMia in Brasile. Il soggetto è sulla nuova Biblioteca libro con un ricco materiale documentario scritto da PAOLO Pulina. che racconta la storia delle gesta di un grande missionario gesuita Ploaghese NICOLA CONGIATO (1816-1897), e che, purtroppo, è stato più conosciuto negli Stati Uniti che in Sardegna. Caro saluto  tottusu  Lucinha Dettori – Brasile

–Do Texto original . 

UN LAVORO STORICO DI PAOLO PULINA FA RISCOPRIRE ANCHE IN SARDEGNA LA FIGURA INTERNAZIONALE DEL GESUITA PLOAGHESE NICOLA CONGIATO (1816-1897)

La pubblicazione Nicola Congiato (1816-1897), missionario gesuita ploaghese, poco noto in Sardegna, famoso negli USA si presenta come un particolare volume, molto denso e dal ricco materiale documentale per una bio-bibliografia di avvincente percorso e lettura.

L’autore Paolo Pulina – nota figura dell’emigrazione organizzata FASI (Federazione Associazioni Sarde in Italia) e componente dello stesso Comitato Esecutivo nazionale, con incarichi relativi alle Attività culturali e Informazione e Comunicazione – non perde occasione letteraria e storica per scandagliare tra personaggi e memorie, da proporre attraverso memorabili e documentate pagine, che onorano la Terra sarda e il suo natio centro logudorese di Ploaghe.

Nicola Congiato (Ploaghe, 14 settembre 1816 – Los Gatos, California,  10 maggio 1897)  è infatti una personalità di livello internazionale, sconosciuta ai più in Sardegna, che il nostro ricercatore Pulina riporta dagli estremi confini dell’oblio, rimediando a una inspiegabile prolungata dimenticanza e a vistose inesattezze biografiche. Innanzitutto, tassello dopo tassello, seguendo un preciso lavoro da storico, e con verifiche incrociate su diverse fonti e documenti ha potuto definire con sicurezza sia il luogo di nascita (assegnato erroneamente alla città di Cagliari) e il corretto nome e cognome in Nicola Congiatu, mentre in tanti riferimenti di qualificati scritti si riportava il nome di Michele, con il cognome italianizzato in Congiato.

Decisivo per dipanare eventuali incertezze e dubbi sul luogo d’origine del gesuita è stato il ritrovamento dell’atto di battesimo, custodito nell’Archivio della Parrocchia di San Pietro Apostolo di Ploaghe e redatto nel Quinque Libri – Liber Baptizatorum n. 14, anni 1800-1818 – c. 317 v., da Franciscus De Ligios viceparochus; l’atto è stato “ripescato”, e messo a disposizione del Pulina, dalla ricercatrice storica ploaghese  Caterina Satta. Le origini della ricerca, scrive Pulina, vengono avviate e determinate dalle diverse e contrastanti notizie sui basilari dati biografici del religioso, che in seguito alla “legge eccezionale  contro i gesuiti [1848] imponeva ai regnicoli l’obbligo di ottenere entro due mesi la secolarizzazione per aver diritto alle libertà civili e ad una pensione su l’asse attivo dei beni devoluti allo Stato”.

Tra coloro che, “preferendo alla rinunzia alle regole del proprio istituto l’esilio volontario”, vi fu anche Nicola Congiatu di Ploaghe, missionario nel Missouri. Per un sincero appartenente alla Compagnia di Gesù –  ordine di chierici regolari fondato da Sant’ Ignazio di Loyola, di cui lo stesso fu primo Generale dal 1541 al 1556 – non poteva essere altrimenti, in coerenza con i voti dell’ordine e il ministero della Compagnia che prevede anche l’attività missionaria ed ecumenica. Attualmente –dati relativi al gennaio 2014 –, l’ordine conta 16.986 membri, di cui 12.107 sacerdoti, 1.331 fratelli e 2.842 scolastici; impegnati in 112 nazioni e curatori anche di numerose istituzioni educative e scientifiche di rilevanza mondiale.

La missione americana di Nicola Congiato si svilupperà in un proficuo percorso di 49 anni vissuti in diversi Stati (Kentucky, Montana, Oregon, California, Washington, etc.); a lui si deve la fondazione del noviziato di Los Gatos, il significativo periodo che caratterizzò  da Superiore Generale le Missioni gesuite della California e dell’Oregon ed è inoltre ricordato per essere stato rettore del collegio di Santa Clara, l’attuale più importante Università degli Usa diretta dai Gesuiti. Non trascurabile l’impegno di Nicola Congiato anche come pioniere della viticoltura americana, con il rinomato vino californiano Jesuits’ Black Muscat: prodotto di prestigiosa qualità che si identificò nella missione gesuita.

La pubblicazione, edita dalla Nuova Tipografia Popolare di Pavia, consta di una bella e dotta prefazione di  Raimondo Turtas (professore emerito di Storia della  Chiesa nell’Università di Sassari), di un contributo di Gerald McKevitt della Santa Clara University e della presentazione di Serafina Mascia, presidentessa della FASI, che impegna già la Federazione “ad organizzare nel 2016 (bicentenario della nascita di padre Congiato/Congiatu) un incontro di studio sugli emigrati sardi speciali che sono stati e sono tuttora i missionari sardi nel mondo”, così da poter accomunare nel ricordo due grandi gesuiti sardi di levatura internazionale come Padre Nicola Congiato e Padre Giuseppe Pittau, villacidrese scomparso a Tokio il 26 dicembre 2014.

E questo è solo il primo frutto del coltivo di ricerche storiche avviate da Paolo Pulina sulla grande figura del compaesano Nicola Congiatu (il libro è già stato presentato il 20 marzo scorso a Losanna dal Circolo sardo “Nuraghe” presieduto da Josiane Masala: Congiato, prima di andare in America,  insegnò nel Collegio gesuita svizzero di Friburgo).  Siamo certi che in futuro – e noi lo auspichiamo con sincera stima – per poter definire ulteriori tratti biografici del gesuita saprà attingere ulteriori notizie anche dal ricco Archivio centrale romano della Compagnia di Gesù.

Cristoforo Puddu

 

PARA A MINHA AMADA SARDEGNA – ICHNUSA

26 mar

cici i matita

                       Autoretrato de Cici Peis.  0 grande Pintor  sardo de Guspini 

Caros amigos(as)

I C H  N U  S A  –  nome em greco antigo da Sardegna (Ιχνουσσα, transliterado como Hyknusa o Ichnussa). De todas as definições de nomes da   Sardenha, ICHNUSA é a que eu mais gosto .

 E esta foi a  alegação mais aplausível  na antiguidade para o nome da ilha,  dada a semelhança da mesma com a sola do pé humano, basta olhar para o mapa hidrográfico de Smith, e da geografia do general La Marmora, para entender  que tanto a Sardenha se assemelha a sola do pé humano, ou sandália, como parecia a Timeu, como a semelhança da  Itália com a bota.

 Não apenas me chamou atenção o titulo desta mostra  de arte belíssima  em vídeo que compartilho com todos os amigos do  grande Pintor Sardo – CICI PEIS,  mas também o  diferencial  desta   exibição  que foi poeticamente legendado com  versos  do  talentoso jovem ANDREA PEIS , que como o pai  tão magnificamente  coloca em cada tela o vigor da dissertação poética da profunda paixão Isolana( ou ilhéu)  entre as gerações.

 Este  certamente é mais um  jovem sardo que desponta na literatura  poética da Sardenha.   Vale a pena conferir. …      

Andrea Pes                                                                  ANDREA PEIS – POETA SARDO  

 (Tradução não literária)

 ICHNUSSA – PARA A MINHA AMADA SARDEGNA

DI ANDREA PEIS  

Entre estes tambores arqueado, tambores batidos,

abatidos sob o peso de um passado que domina a folhagem

onde eu acho refresco.

Nestas margens irregulares abraçado pelo mar em todos os lugares,

violentada por ventos que,

independentemente traçam o perfil,

que satisfaz minha alma.

Eu mergulho nas histórias de uma terra cansada

e eu descubro folclores antigos,

que, mesmo com o passar dos anos agora resiste,

resiste ao tempo.

 Elas são danças selvagens.

São máscaras pretas, perturbadoras, e ameaçadoras.

São corridas a cavalos,

Perseguição

Ou o prender de  estrelas.

São peças de vestuário antigas que decoram estas tradições

Redescobre  os rostos franzidos

cansados, mas orgulhosos,

das batalhas daqueles que não são mais ‘

mas ainda persiste.

 Esta é a minha terra,

minha ilha,

meu povo.

Isto e muito mais

(Andrea Peis)

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EM ITALIANO

i c h n u s a – Di tutte le impostazioni  ILHA della Sardegna, questo è quello che mi piace di più.  Per quanto riguarda l’affermazione della somiglianza da terra di Sardegna con il solo  del piede umano basta guardare la mappa idrografica di Smith, e della geografia del generale La Marmora, per avvisare sia la Sardegna ricorda la pianta del piede umano,o sandalo, come sembrava Timeo, quali stivale d’Italia.

Non solo mi ha colpito il titolo di questa bellissima mostra d’arte in video che condivido con tutti gli amici del grande pittore sardo – CICI PEIS, ma anche la differenza in questa visione che è stato poeticamente etichettato con versi del talentuoso giovane ANDREA PEIS, che come il padre così magnificamente messo su ogni schermo la forza della tesi poetica come profonda passione Isolana tra le generazioni.

Questo è certamente un giovane sardo che emerge nella letteratura poetica della Sardegna. E ‘degno verificare. … ————————-

Ichnussa

(Alla mia amata Sardegna)

Tra questi fusti arcuati,

fusti

sbattuti, abatidos

appesantiti da un passato che ne sovrasta le chiome

io trovo ristoro.

eu acho refresco

In queste rive frastagliate

abbracciate dal mare in ogni dove,

violentate dai venti

che incuranti ne delineano il profilo,

si appaga la mia anima.

Mi immergo nei racconti di una terra stanca

e ne scopro folclori antichi,

che, all’incalzar

del tempo ancor resistono.

agora resite ao tempo

Sono danze sfrenate.

Sono maschere nere,

turbate,

minacciose.

Sono corse a cavallo,

a rincorrersi

o ad acchiappar stelle.

Sono antiche vesti che queste tradizioni adornano.

Riscopro nei visi corrucciati,

stanchi ma fieri,

le battaglie di chi non c’è piu’…

..ma ancora vive.

Questa è la mia terra,

la mia isola,

la mia gente.

Questo, e tanto altro.

(Andrea Peis)