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FERNANDO MARROCU – PINTOR E CERAMISTA SARDO: “NUM SILÊNCIO QUASE MUSICAL, AS MÃOS COMANDAM DO PENSAMENTO,ACORDES TÁTEIS QUE GERAM OBJETOS..”

8 maio

                        Fernando Marrocu em seu atelié – Villacidro

feranando trabalhando

Caros amigos,

 Sempre que tenho oportunidade, vou à cata de  novidades sobre a ilha da Sardenha e o que mais  me surpreende é a enorme gama de  talentosos artistas que encontro por lá, especialmente nas Belas Arte, ou Artes plásticas.

 Desta vez, quero destacar um, que já há alguns meses o tenho acompanhado, seja  em suas várias mostras dentro da Sardenha, ou assistindo aos vários vídeos pela internet, que destaquei neste pequeno artigo para a apreciação de todos vocês.  Vale a pena ver as obras  realizadas pelas mãos hábeis  desse incrível e talentoso artista plástico sardo.

 Sempre  relato um pouco sobre a história de vida das pessoas que apresento no blog, mas nunca de  forma invasiva, pois sempre  gosto de respeitar a privacidade de cada um. Mas confesso que sobre esse notável artista em questão, pelo seu modo extremamente servado de ser, consegui extrair  muito pouco, seja  de sua brilhante carreira e de sua vida particular.

 Por este motivo, saliento  apenas alguns detalhes que captei  sobre sua pessoa, em nossas curtas conversas in box, as quais transcrevo neste artigo.  Um deles e  talvez o mais importante detalhe, deixo para os  admiradores e fãs de sua bela arte, fantasiar o significado inimaginável de suas criações, traduzido nas marcas de suas mágicas pinceladas em suas telas e em suas criativas cerâmicas e,  desta forma  descobrir  mais sobre  esse carismático e  ilustre artista plástico da Sardenha.

 Seu nome é FERNANDO MARROCU, um artista que primeiro nos chama atenção  pelo belo e marcante e  semblante, mesmo que por vezes meio melancólico e introspectivo.  Mas  ao primeiro contato com sua arte, logo começamos a descobrir  um pouco sobre a sua  personalidade engenhosa, seja  demonstrada na  leveza das cores suaves ou até  no colorido intenso de algumas de suas pinturas e/ou  na  precisão de suas mãos no manuseio e transformação  graciosa da rude argila sobre o torno. Esta em especial me encanta todas as  vezes que assisto uma apresetaçã  dele sobre este tema.

Isto nos leva  a um encantamento apreciativo imediato. E  aos poucos, na observação mais  atenta de seus trabalhos, verificamos que,  artista e  arte  se mesclam numa simbiose perfeita. E é  nesse momento  que  vemos o desnudar  generoso e suscetível  da grande genialidade criatividade de Fernando.

 Ele nasceu no início da década de cinquenta, na graciosa cidade de San Gavino Monreale,  que é uma  região da Sardenha, província de Cagliari e  situada no coração do Médio Campidano, abaixo do castelo de  Monreale. Aqui passou sua feliz infância.

 Esta pequena cidade se caracteriza  por sua  estrutura urbanística, típica dos centros de cultura agrícola, onde prevalece a construção de casas  grandes, com amplos quintais com salas e arcos. Sua fama  vem  desde a antiga fundição, ao famoso  açafrão produzido ali.

 Sua origem remonta  aos  Nuraghes. A cidade é chamado de San Gavino, como consequência do assentamento dos primeiros habitantes ao redor da aldeia de Nurazzeddu, que incluiu uma pequena igreja dedicada a San Gavino. Já o nome Monreale foi adicionado mais tarde durante a dominação espanhola, que no tribunal de Arbórea levou este nome pela  proximidade da vila com  o castelo de Monreale.

 Nesse lugar, viveu com seus pais e  vários outros irmãos. Entretanto, ele  não é o único  com dons artísticos na família, seguindo os passos do irmão mais velho, também brilhante  nas duas artes, com quem  aprendeu  as primeiras lições  e a aptidão pela pintura e o ofício de oleiro.

 Porém, Fernando  fixou residente em Villacidro, onde tem sua oficina de artes, e  se diz muito satisfeito e realizado profissionalmente, mais nunca  esquecendo de suas raízes Sangavineses.

 Fernando é sempre requisitado para mostrar os seus belíssimos trabalhos, em  grandes  exposições  de artes e eventos variados. E devido ao seu talento e reconhecimento artístico,  é comum  também receber convites para se  unir na realização de trabalhos, com outros artistas também  de igual renome, a exemplo  um seu  compatriota o pintor,  Toni Pilloni.

 Está parceria foi  para  pintar o  grande mural “Civilità  Contadina”, no pátio da casa-museu etnográfico Dona Máxima em San Gavino, onde  Fernando sintetiza a  imagem moderna e tradicional que caracteriza suas obras,  seja ela em um simples prato de cerâmica ou um trabalho gráfico como desse Mural.

                                        Abaixo destaco  uma pequena galeira das artes de Fernando Marrocu 

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fernando pinturas em ceramica

pinturas em ceramica de fernando   ALGUNS VÍDEOS MAIS VISUALIZADOS DOS TRABALHOS DE FERNANDO.

   VALE A PENA CONFERIR

MÃOS VASAIO.wmv – Criando um Vaso

…. laboratório para a arte cerâmica de Fernando Marrocu, Villacidro.

 É um exemplo de decoração rápido , decora um vaso ainda  molhado ..

Neste vídeo aparecem os trabalhos realizados em  diferentes  momentos, alguns têm em San Gavino outros Villacidro. Arte e pinturas de cerâmica:

Fonte – Pg – facebook

Por SSTM – Brasil 

Edição Lucinha Dettori 

Revisor de Texto Italiano – Alexandre Ucha 

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TESTO IN ITALIANO –

 Cari amici,

Quando ho occasione cerco notizie sulla Sardegna e io sono sempre sorpresa per la vasta gamma di talenti, soprattutto nell’arte.

Questa volta, voglio mettere in evidenza uno, che pochi mesi fa ho accompagnato nelle sue varie manifestazioni in Sardegna, o guardando i numerosi video su internet, ho evidenziato in questo breve articolo per la gioia di tutti voi. Da vedere le opere realizzate dalle abili mani di questo straordinario e dotato artista sardo.

 Ho sempre segnalare un po ‘la storia della vita delle persone presenti sul blog, ma mai invasivo, per rispettare la privacy di ciascuno. Ma confesso che su questo straordinario artista in questione, per il suo modo molto riservato di essere, ho estratto molto poco, sia della sua brillante carriera o della sua vita particulare.

Per questo motivo, sottolineo solo alcuni dettagli sulla sua persona, nelle nostre brevi conversazioni in box sul facebook, che trascrivo questo articolo. Uno e forse il dettaglio più importante, lascio per gli ammiratorii e gli appassionati della sua arte bella, fantasticare il significato inimmaginabile delle sue creazioni, tradotto i segni delle sue pennellate magiche nei suoi dipinti e nelle sue ceramiche creativo e quindi saperne di più su questo artista carismatico e famoso della Sardegna.

  Il suo nome è FERNANDO MARROCU; e dietro il suo aspetto serio e introspettivo, il primo contatto con la sua arte, troviamo la leggerezza e la grazia delle mani dell’artista che ti fa un incantesimo elogiativo immediatamente. E gradualmente, artista e arte, si mescolano in una perfetta simbiosi e a questo punto vediamo il tipo striscia, amabile, sensibile e di grande genio e creatività di Fernando Marrocu.

 Lei ha nato negli anni cinquanta nella graziosa città di San Gavino Monreale che è una regione della Sardegna, provincia di Cagliari; e non è l’unico della famiglia con doti artistiche – ha seguito le orme del fratello maggiore, anche brillante nelle due arti, con qui lui ha imparato le sue prime lezioni e talento per la pittura e per l’arte di ceramica.

 San Gavino Monreale è una città situata nel cuore del Medio Campidano, sotto il castello di Monreale. È caratterizzata da una tipica struttura urbanistica dei centri di cultura agricola dove prevale la costruzione di case molto grandi con grandi cortili con archi e sale. Sue date fama torna dal vecchio fonderia per il famoso zafferano prodotto lì.

 Sua origine risale ai nuraghi. La città è chiamata San Gavino a seguito l’insediamento dei primi abitanti intorno al villaggio di Nurazzeddu, che comprendeva una piccola chiesa dedicata a San Gavino.

 Il nome di Monreale è stato aggiunto più tardi durante la dominazione spagnola, che nella Corte di Arbórea ha condotto questo nome dalla vicinanza della città con il castello di Monreale.

 Ma Fernando si stabilirono residente a Villacidro, dove ha la bottega d’arte. Ci sembra di essere molto felice e realizzato professionalmente, pur non dimenticando le sue radici sangavinese.

 Fernando è sempre richiesto per grandi mostre ed esposizioni presso fiere con il loro bellissimo lavoro e, insieme ad altri artisti, anche di uguale fama come il suo connazionale Toni Pilloni, si unirono per dipingere i grandi murale “Civilità Contadina” nel cortile della Casa-Museo Etnografico Dona Maxima in San Gavino, dove sintetizza l’immagine tradizionale e moderna che caratterizza le sue opere, se si tratta di un piatto di ceramica o un lavoro grafico come questo murale.

 Qui di seguito evidenzio i migliori video su spettacoli ed alcuni sorprendenti creazioni in ceramica di Fernando Marrocus. Vale la pena di verificare.

Di. SSTM – Brasil 

Por Lucinha Dettori 

Revisiore in italiano : Alexandre Ucha 

 

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SÉRIE POETAS SARDOS : HOMENAGEIA ‘MARIA CARMELA DETTORI’ ESCRITORA E POETA DA NOVA GERAÇÃO DA SARDEGNA .

25 nov

Edição: SSTM em português
Por lucinha detorri
 
 
Foto
Queridos amigos,

Hoje quero apresentar uma querida amiga, MARIA CARMELA DETTORI, da nova geração de jovens e talentosos  escritores e poetas  Sassareses. Assim  como escrevi sobre  seu  irmão, também grande poeta e escritor “ GAVINO DETTORI,  não me é difícil escrecer sobre Carmela, pois a mesma traz consigo, o carisma peculiar  do  povo da ilha de sardegna, como,  a altivez  e  o  orgulho por suas  raízes e origem milenar, sentimentos estes que compartilho igualmente, como uma descendente de Sardos Sassarese.

Ao ler seus poemas através da rede social, pedi para que me enviasse um pequeno ressumo sobre sua carreira e suas premiações literárias, o que me foi prontamente enviado.

Ao ler o contéudo da remessa,  me deparei com a mais humilde, singela e discreta descrição de  uma pessoa  sobre si  mesma e sobre o seu trabalho. Isto, não me surpreendeu absolutamente , ao contrario,me encantou, sabedora que sou destas e tantas  outras característica marcantes do caráter  da maioria dos sardos. 

 Transcrevo do texto original .

 ““Nasci em sassari e meu arrependimento é não ter vivido  ali o  suficiente para saber disso. Mas estou feliz por ter vivido no campidano , o sul da sardenha , onde tenho todas as lembranças de criança e da minha juventude. Agora eu vivo em salargiu , a 10 minutos de carro de cagliari.

Eu comecei há alguns meses atrás a minha antiga paixão de poesia e histórias curtas ( contos, sobretudo) , coloquei  um pouco de lado pelo família e trabalho, mas nunca esqueci nem e nem deixei totalmente de lado.

Escrever para mim é uma necessidade, um elemento vital , como comer a salada …. Sem os dois não vivo ! Poesia mi enche a alma, me tranquiliza, dá-me uma sensação de harmonia incomparável , mesmo quando escrevendo contos de fadas .

Neste verão de 2013,descobri as composições japonesas , principalmente haiku, eu estou apaixonada , eu estava fascinado , porque é como se para me manter sempre abraçou ao sonho, a harmonia, a essência das coisas , a  valorização dos aspectos que nos faz perder a corrida diária, que me mantém pela mão quando eu escrevo poemas , porque me ensinaram a escrever simples , despretensiosa , sem retórica desnecessária, enquanto compreensão sublime a essência de si mesmo, a alma do universo. Eu não tenho pretensões , apenas queria transmitir minhas emoções e partilhar as dos outros.”

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Trascrivo il testo stoo ricevuto:

 Oggi voglio presentarvi un caro amico, MARIA CARMELA DETTORI, la nuova generazione di talentuosi giovani scrittori e poeti Sassareses. Come ho scritto di suo fratello, anche un grande poeta e scrittore “GAVINO DETTORI, non è difficile per me scrivere di Carmela, perché porta con sé, il carisma speciale del popolo dell’isola di Sardegna, come la superbia e l’orgoglio delle loro radici e antica origine, che condividono anche questi sentimenti, come discendente di sardi Sassarese.

 Quando ho letto algune di sue  poesie tramite il social network, subito ho chiesto un ressumo della sua carriera e premi letterari, che è stato prontamente enviato.

Al leggere il contenuto di trasporto, mi sono imbattuto nel più  semplice e discreto descrizione di una persona su di te e del tuo lavoro, cosa che non mi ha sorpreso assolutamente , invece me affascinato,perchè  io sono consapevola di  queste e molte altre caracteristica dei   carattere dei  sardi.(lucinha Dettori)

testo originale                   

 Sono nata a sassari e il mio rammarico è non averci vissuto abbastanza per conoscerla. Però sono comunque felice di aver vissuto nel campidano, il sud della sardegna, dove ho tutti i ricordi di bambina e fanciulla.

Ora vivo a selargius, a 10 minuti di macchina da cagliari. Ho ripreso da qualche mese la vecchia passione della poesia e dei racconti (fiabe sopratutto), messa un po’ da parte per la famiglia e il lavoro, ma mai dimenticata né smessa del tutto.

Scrivere per me è un’esigenza, un elemento vitale, come mangiare l’insalata …. Senza loro due non vivo!! La poesia mi riempie l’anima, mi pacifica, mi da un senso di armonia ineguagliabile, scrivere fiabe lo stesso.

Da quest’estate 2013 ho scoperto le composizioni giapponesi, prima fra tutte l’haiku, me ne sono innamorata, mi ha avvinta, perchè è come se mi tenesse sempre abbracciata al sogno, all’armonia, all’essenziale delle cose, all’apprezzamento di quegli aspetti che la fretta quotidiana ci fa sfuggire, mi tiene per mano anche quando scrivo poesie, perchè mi ha insegnato la scrittura semplice, senza artifizi, senza retoriche inutili, pur nel sublime cogliere l’essenza di se stessi, dell’anima, dell’universo. Non ho pretese, solo voglia di trasmettere le mie emozioni e di condividere quelle degli altri.” Maria Carmela Dettori

 Agumas de suas belas e premiadas poesias.
Tradução livre – em português.

anjinho

Crianças cortadas…

 Você não tem asas para voar,
Nem baús secretos onde
Colocar seus sonhos,
Nem casacos escuros sobre
Os quais  protegerà os seus amanhãs,
Você não tem pernas rápidas
A subir ao longo dos rios,
Nem voz suficiente
Para quebrar as paredes.
 
Você só tem olhos
Para olhar ao redor,
Mãos pequenas
Para levar pedras
E consumar jogos já terminados,
Através do esqueleto de sua mãe.
 
Você só tem olhos
Para ver o grão secar
E rezar para o céu uma razão
De tal pena esquecida,
Mãos pequenas
Para preencher o luto
Uma alegria imediatamente roubada
A covardia de uma raiz infectada,
Enquanto o vento sopra
Raiva impotente e aquietada.
 
Você só tem olhos
De lágrimas sem fim
E mãos pequenas
Estrela incineradas.
 
De maria carmela Dettori
 Bimbe recise
 Non hai ali per volare,
 né scrigni segreti dove
 racchiudere i tuoi sogni,
 né scuri mantelli sotto
 cui proteggere i tuoi domani.
  
Non hai gambe veloci
 per scavalcare i fiumi,
 né voce sufficiente
 per frantumare i muri
 di una pietà dimenticata.
 
Hai solo occhi
 per guardarti intorno,
 per vedere il grano inaridire
 mentre muta attraversi
 lo scheletro di tua madre. 
                                                                                                    
 Piccole mani
 per trascinare sassi
 e consumare giochi già finiti,
 mentre il vento soffia
 un’ira impotente e s’acquieta. 
                                                                    
 Hai solo occhi e piccole mani
 per ricoprire il lutto
 di una gioia subito rubata
dalla viltà di una radice infetta,
 
anima senza cielo che l’aspetta.
 Hai solo occhi per lacrime infinite
 e piccole mani per stelle incenerite.

Maria Carmela Dettori

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Tradução livre – em português.

Sardegna-18/11/2013 – 12 vítimas, quatro crianças)

boneca

Pequenino não tenha medo

Pequeno, não tenha medo
Pequeno, não tenha medo,
Dê ao papai a sua mãozinha,
Siga-me no caminho
Das estrelas e sorriso,
Aqui, perto de outros
Que hoje que nos faz companhia,
Ouça aqui, vem tão doce
O canto dos rouxinóis
Que acompanha o sono das crianças.
 
Querida, ouça, fica mais perto de mim,
Seca, os olhos de sua mãezinha,
Pela coragem de seu pequeno coraçãozinho,
Diga a ela que a amo tanto,
Faça um círculo com as outras crianças aqui
E lhes conforta  o  choro
Que agora carrega a cruz de recordações eternas,
Apertar-lhe forte, dá-lhe  um carinho,
Um beijo na testa e a respiração quente
De sua inocência.
 
Pequeno, vamos lá, não tenha medo,
A noite é mais para nós, nunc acaba
Como a luz de sua breve vida. (sardegna-18/11/2013 – 12 vittime, 4 bambini)

 PICCOLO NON AVERE PAURA

Piccolo, non aver paura
Piccolo, non aver paura,
Dai a papà la tua manina,
Seguimi nel cammino
Delle stelle e sorridi,
Quassù, vicino agli altri
Che oggi ci fanno compagnia,
Ascolta quassù, come arriva dolce
Il canto degli usignoli
Che accompagna il sonno dei bambini.
 
Tesoro, ascolta, stammi più vicino,
Asciuga gli occhi della tua mammina,
Dalle il coraggio del tuo cuoricino,
Dille che l’amiamo tanto,
Fai un girotondo qui con gli altri bimbi
E consolate il pianto
Di chi porta ora la croce del ricordo eterno,
Stringila forte, dalle una carezza,
Un bacio sulla fronte e l’alito caldo
Della tua innocenza.
 
Piccolo, vieni, non aver paura,
La notte per noi è ormai finita,
Come la luce della tua breve vita.
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.Buongiorno, amore
 
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Come s’indora la tua pelle
Ai primi raggi del sole!
E com’è bello baciarla
Appena sveglia,
Mentre ti guardo
Che ancora dormi
E ti accarezzo i capelli
Con il mio respiro.
 
Mi siedo nuda
Sul cuscino che odora
Dei sogni appena chiusi
E aspetto di bere il mio caffè
Dalle tue labbra.
 
Dalla tenda  socchiusa
Un raggio di luce
Si ferma sul davanzale,
Raccontandomi l’alba
Di un autunno radioso
Che seduce il giorno
Con i suoi profumi,
Mentre dal chiaroscuro
Si staglia sul tuo viso
L’arcobaleno.
 
Socchiudi gli occhi
E divertita rido
Della tua fragilità
Nel miracolo d’amore,
Mentre cavalchi abissi
Per arrivare al cielo
  serrandomi le mani.

Maria carmela dettori

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Sardegna

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Amo questa mia terra                                              

Che ha sofferto tanto,
Amo le sue pietre antiche
Che hanno riso e pianto,
Testimoni senz’occhi
Di libertà negate da arroganti
Dei in doppiopetto, immuni
Ad anatemi e filo spinato.
 
Madre clemente di figli ingrati
Che nelle sue viscere
L’oscura notte hanno calato,
Contaminando i campi
Con sangue sconsacrato,                        
Vedeva aratri e vanghe
Farsi coltelli a serramanico,
Lembi di manti appesi
Ai rami secchi dei monti,
A seguire la scia del mulo
A guardia della grotta,
Vedeva rive di smeraldo
Consumarsi in gorghi
Di rifiuti di cemento,                  
Vedeva i figli andare
E mangiar fiele, piegati
Dall’odio e dalla fame,
Vedeva i cieli oscurarsi
Nell’infamia e disonore,
Subiva il colpo e
Risollevava il capo,
Certa come fa una madre
Che ad ogni giorno perso
D’un altro c’è il riscatto.
 
Amo questa mia terra,
Questa mia donna stanca, 
Ancora a piedi scalzi,                 
Feriti da straniere spine,                                                                                                                                       
Così bella e calda
Nel riflesso del suo mare,
Così capace ancora
Di farmi innamorare
Con vesti ricamate
Di cicatrici al sole.
 
Maria carmela dettori
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La matita rotta

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Non buttarmi via,
Mettimi nelle mani
Di un bambino
E saprò fare per te
Ancora mille meraviglie,
Saprò scrivere
Le poesie più belle,
Le più belle lettere d’amore,
Saprò disegnare
Solo cieli con le stelle,
Dove volano
In pace gli aeroplani,
Soltanto prati
Dove passan  coccinelle
Che ste col fango
Si fanno burattini,
Saprò disegnare notti
Dove s’ode solo
Il canto degli uccelli
E l’unica luce accesa
È l’occhio della luna,
Saprò disegnare
Mani impiastricciate
Di coloriringono altre mani
In un girotondo
Di canzoni,
Dagli occhi di un bambino
Saprò disegnare
Il sole e arcobaleni
Di piogge naturali
E quel sorriso
Che il mondo
Ha perso
Nel retro di una foto
In un album
Chiuso a chiave
In un cassetto.
Maria carmela dettori
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Meditazione
 
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Seduto sulla croce antica stava gesù,
Vecchio nel volto e sul corpo
Le cicatrici del tempo che fu,
Sul capo bianchi capelli senza spine,
Negli occhi dubbi ed inquietudine,
Le lacrime scendevano calde, giù,
A lambire i piedi nudi, infiltrando
I cunicoli del consunto legno
E crescendo rivoli per terra, diritti,
Lunghi sino alle deserte valli, laggiù,          
Andavano  in fondo sino al mare,         
E nelle fitte reti di un pescatore,
Così, senza far rumore, potessero
Scalfire il vento e i muri del disonore,
E si guardava nelle ombre delle case,
Dentro mosaici di ricche cattedrali,
In alto su cime di monti solitari,
Su pareti dense d’acre odore di gas,
Dentro vuoti cassetti di perle rubate,
Su strade di fango e tafani voraci,
Sul fondo di calici di vino e champagne,
Sui corpi ammassati in piazze e borgate
O in campi di rovi, lavanda e lillà,
Su muri dipinti di bianchi palazzi,
Su corse di bimbi troncate a metà
Nel triste tripudio alla più falsa libertà,
Conosceva quell’uomo inchiodato là,
Due volte appeso e riappeso al muro,
Ovunque, in ogni angolo della terra
Dove c’era un dio che muto aspettava.
 
Si sollevò stanco, lasciò la croce e andò,
Il peso era immenso, le spalle curve,
Un vecchio bastone batteva il passo,
Più e più volte barcollando sopraffatto,
Quanta fatica danno le miserie del mondo!,
Con i piedi dilaniati e la fronte madida
Si fermò, davanti a lui la tomba di sua madre:
-madre, solo ora asciugo il tuo infinito pianto,
Ma sappi che per quanti  mi usino e rinneghino,
Facendo scempio delle mie parole e fatti,
Per quanto triste sia il fardello che ti porto,
So di aver lasciato la speranza nelle case
Di chi le mie lotte ha fatto sue e
Sempre per amore e libertà combatte,
Senza celarsi dietro un cristo in croce-
Posò un fiore e si spostò di lato:
-giuseppe, padre mio, non ti ho mai tradito,
E sono tanti a percorrere ogni giorno
La via dell’esempio di tuo figlio,
Dando la vita o no non ha importanza,
Crescendo con coraggio e senza pena
Un seme, un albero, un bosco smisurato,
Che ponga radici in ogni animo avvizzito.
 
Perché ogni goccia che nel mare sta
È mare stesso e vive per l’eternità-.
Su quella tomba un altro fiore nacque,
Gesù s’alzò e ricominciò il cammino,
Debole il passo e fragile il bastone,
Il suo posto era là, su quella croce antica,
Non sarebbe più disceso, era destino.
 
Il suo tempo finito non fu mai sprecato.
Ogni goccia sa dove il mare va.
Maria carmela dettori.

“PALAVRAS DE ADMIRAÇÃO DO GRANDE HISTORIADOR INGLÊS ERIC J.HOBSBAWM AO ‘NINO’ OU ANTONIO GRAMSCI

6 out

di Paulo Pulina.
Fonte Tuttus in pari
Ediçao em português –Brasil – SSTM
Por Lucinha Dettori
 
                             “Estou convencido de que você será sempre lembrado como o maior Sardo do último século “J.HOBSBAWM

                                                                             ANTONIO GRAMSCI

 TEXTO TRADUZIDO PARA O PORTUGUÊS.

Colaboração de Rodrigo Jurucê

O historiador britânico Eric J. Hobsbawm (Alexandria, Egito, 09 de junho de 1917 – Londres, 1 de outubro de 2012) foi um admirador apaixonado de Antonio Gramsci e dirigiu uma “carta de vídeo” comovente e bonita (na pronuncia italiana, e registrada  em  23 de março 2007 por iniciativa do falecido Giorgio Baratta, Massimiliano Bomba e Ganho Gianfilippo), que muitos sites da Internet, ao dar a notícia da morte de Hobsbawm, reprisaram do You Tube como um arquivo de áudio aqui reproduzida . Mas  nenhum desses sites, no entanto, publicaram a transcrição das palavras pronunciadas em italiano por Hobsbawm.

Aqui estão elas.

  ” Vídeo-Carta de Eric Hobsbawm a Antonio Gramsci (2007),
pela ocasião dos 70 anos da morte de Gramsci (1891-1937)

“Caro Nino, você está morto há 70 anos, mas eu te conheço bem, te conheço bem dos seus retratos, de tudo que li sobre você, de escritores, de historiadores que estudaram sua vida e, sobretudo, das suas próprias palavras.

Você nasceu no mesmo ano que o meu pai e, portanto, este é um elo entre nós, mas eu não te imagino meu pai, pelo contrário, eu imagino um companheiro de luta, um companheiro de pensamento, um companheiro de análise da vida.

Conheço pouco a sua Sardenha, é verdade que tem havido (mesmo em Barbagia, para o momento), mas é realmente muito difícil de entender a natureza do ambiente em que você nasceu e cresceu. Mas sim essas regiões, digamos, que são ao mesmo tempo nacionais e periféricas, que são ao mesmo tempo centrais ambos hora central, ligadas ao centro e de fato oprimidos pelo centro. Eu os conheço bem porque eu venho também de um velho império e de um país multinacional que é somente aquele dos ingleses, mas também dos galeses. E também quando eu estou em minha pequena casa no País de Gales, que é um pouco digamos “periférico”, eu entendo um pouco o que sentem os sardos em relação à Itália e ao mundo maior.

Você, Nino, foi muito mais que um Sardo. Mas sem a Sardenha, é impossível compreendê-lo.

Eu li primeiramente suas comoventes “Cartas do cárcere”. Eu continuo a te ler nos “Cadernos do Cárcere”. Eu continuo a conhecê-lo porque você, em suma, continua vivo. Está vivo para todos intelectuais do mundo e você está vivo para todos aqueles que querem um mundo melhor, um mundo mais justo, um mundo onde os pobres têm a possibilidade de serem verdadeiramente seres humanos.

Fizemos progressos desde o tempo de setenta anos atrás, pelo menos na Europa, mas há sempre no grande mundo (e Gramsci esteve sempre consciente do mundo global), há agora uma grande maioria de pessoas que são como aqueles de sua infância e você que soube identificá-los com seus interesses e soube como fazer para transformar a sua sorte e seu destino. E esperamos continuar a fazer o mesmo.

Então, te saúdo de longe e espero que mais [pessoas] em sua Sardenha irão sempre recordar de você, e estou convencido que sempre recordam do maior sardo do último século.”

 

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 Testo original:   

a cura di Paolo Pulina

 TESTIMONIANZE DELL’AMMIRAZIONE DEL GRANDE STORICO INGLESE ERIC J. HOBSBAWM PER IL SARDO “NINO” GRAMSCI

Il grande storico inglese Eric J. Hobsbawm (Alessandria d’Egitto, 9 giugno 1917 – Londra, 1º ottobre 2012) era un appassionato  estimatore di Antonio Gramsci e gli indirizzò una bella e commovente “videolettera” (da lui pronunciata in italiano e registrata il 23 marzo 2007 per  iniziativa del compianto  Giorgio Baratta, di Massimiliano Bomba e di Gianfilippo Guadagno), che molti siti Internet, nel dare  la notizia della scomparsa di Hobsbawm,  hanno ripreso  da You Tube  come documento audio qui sopra riprodotto.

 Nessuno di questi siti ha però pubblicato la trascrizione delle parole dette in italiano da Hobsbawm.

Eccole qui di seguito.

 «Caro Nino, tu sei morto da 70 anni ma io ti conosco bene, ti conosco bene dai tuoi ritratti, da tutto ciò che ho letto, dagli  scrittori e dagli storici che hanno studiato la tua vita e soprattutto da tutte le tue parole.  

 Tu sei nato nello stesso anno di  mio padre e quindi  anche questo è un collegamento fra di noi ma io non ti immagino mio padre,  al contrario, ti immagino un compagno di lotta,  un compagno  di pensiero,  un compagno  di analisi della vita.  

 Conosco poco la tua Sardegna, è vero che ci sono stato (anche in Barbagia, per il momento),  ma davvero è difficilissimo capire la natura dell’ambiente in cui sei nato e cresciuto. Invece sì  queste regioni – diciamo, che sono allo stesso tempo nazionali e periferiche, che sono allo stesso tempo centrali,  legate al centro, e insomma  oppresse dal centro –  io le conosco bene perché vengo da un vecchio impero e da un paese multinazionale che  non è solo quello degli inglesi ma anche dei gallesi. E quando sono nella mia piccola casa in Galles (che è un paese  un po’ periferico)  capisco un po’ ciò che sentono i Sardi in relazione all’Italia e al mondo più grande.

 Tu, Nino, sei  stato molto di più di un Sardo  ma  senza la Sardegna è impossibile capirti.

Io ho letto prima le tue commoventi “Lettere dal carcere”, io continuo a leggerti nei “Quaderni del carcere”, io continuo a conoscerti perché insomma tu sei vivo, sei vivo  per tutti gli intellettuali del mondo e sei vivo per tutti coloro che vogliono un mondo migliore, un mondo più giusto, un mondo  dove i poveri hanno la possibilità di diventare dei veri esseri umani.

 Abbiamo fatto progressi dal tempo di settant’anni fa, almeno in Europa, ma c’è sempre nel  grande mondo  (e Gramsci è sempre stato cosciente del mondo globale), c’è ancora una  grande maggioranza di gente che sono come quelli della tua infanzia e tu ti sei  identificato con i loro interessi  e sapevi come fare per cambiarli, per cambiare  la loro sorte e  il loro destino e speriamo che continuiamo a farlo.

 Allora, ti saluto di lontano e spero che nella tua Sardegna si ricordino sempre di te e sono convinto che ti ricorderanno sempre come il più grande Sardo dell’ultimo secolo». 

 

 

‘ESTUPRO EM SALÒ” TEXTO DO GRANDE POETA SARDO-CAGLIARITANO – AGORA EM VÍDEO

29 jul

                                                                                        

                      

GIANNI MASCIA  é um incansável  ativista das causas sociais , poeta e  escritor com várias premiações na Sardenha, editou este lindo texto e  vídeo, baseado na vida real para denunciar as  mazelas da nossa aldeia  global e a eterna indiferença dos indiferentes.

Testo di Gianni Mascia 

Criação e elaboração do Vídeo: Roberta Locca

Duração: ‎2:15

Por SSTM em português

Edição – Luciha Dettori 


 

 

 

 

 

 

 

ESTUPRO EM SALÒ –                                 

 .…..Ele mastiga e cospe fora a alma amaldiçoada / a besta que está  devorando seus filhos / a besta que apaga os lírios / vida manchado de  sangue ..            

 Dois jovens estudantes , um de  14 anos e outro de  15  anos foram detidos por uma suposta agressão sexual de grupo.Isto ocorreu durante as horas de aulas numa escola  secundária localização em   Salò , região da Lombardia, porvincia de  Brescia.- Itália.

Um terceiro rapaz não foi preso porque ele tem menos de 14 anos. O  estupro teria também envolvido 12 outros colegas por terem  acusado o professor, a fim de esconder o que estava acontecendo.

 O  professor disse à polícia que ele não tinha percebido nada.(reportagem completa em Italiano link abaixo)

fonte : http://www.tgcom.mediaset.it/cronaca/articoli/articolo477720.shtml


          


A LUZ DO DIVINO NA AUSTRÁLIA – O MAIS RECENTE LIVRO DO RENOMADO ESCRITOR E POETA SARDO – CRISTOFORO PADDU

16 jun

 O BLOG  Sardegna  Sa  terra mia, tem a honra de apresentar em primeira mão uma nova edição do grande escritor e Poeta Sardo Cristoforo Paddu  em uma narrativa biográfica da infância e juventude passados na cadade di ILLORAI (SS) de TEREZA GESSA COSSA, uma  Sassarese que imigrou para Sidney nos anos 60.

A Associação Onlus Sri Sathya Sai Sewing Service For The World (South Hurstville – Sydney) publicado em Portugal(Puttaparthi – Andra Pradesh) Sai Light in Austrália ” em italiano, (LA LUCE DI SAI IN AUSTRÁLIA),   ou em português/brasileiro “A LUZ DO DIVINO NA AUSTRÁLIA ” cujo autor é Christofo Puddu: é  uma narrativa,  biográfica da infância e juventude em Illorai (SS) e subsequente história de migração para a Oceania de Teresa Gessa-Cossa, residente em  Sidney desde o início dos anos sessenta, é uma extraordinária  narrativa de experiência de fé, solidariedade e sinais, que são consideradas “intervenção sobrenatural” do Avatar Sathya Sai Baba e Swami (religioso indiano  que morreu em 24 de abril de 2011.

 Este era considerado um deus vivo por milhões de seus fiéis seguidores, organizados em mais de 126 países ao redor do mundo que ensinou uma espiritualidade e valores humanos em um sinal de respeito e legitimidade em todas as instituições e as tradições de fé).

A edição italiana da publicação, hoje procurada por muitos dos fiéis do “santo”  indiano que materializava vários objetos indianos e a sagrada cinza Vibhuti, pode ser obtido a partir de:

Codato Ezio (Via Genova, 7 30172 Mestre-VE),

 e-mail: @ezio.codato yahoo.it, 

telefone: 041 5311203 (casa) – 347 2927531(telemóvel). 

Em um apêndice ao relatório do livro “científico-experimental”, pelo Dr. Anthony Martin em “Luz do Sai”materializou em 1995, em Sydney, na casa de Cossa-Gessa, e considerada como uma manifestação tangível da divindade doAvatar Sathya Sai Baba.

As receitas provenientes desta  publicação,  serão enviadas à organização sem fins lucrativos dirigida por Sri Sathya Sai de serviço de costura para o mundo em Sydney, que destina-se exclusivamente a apoiar projectos humanitários. ‘ LUCE DI SAI IN AUSTALIA’’ estará disponível em breve, incluindo as versões em Inglês e Espanhol.

Puddu Christopher, Puttaparthi,Andhra Pradesh, 2011, Euro 12,00)

 L’associazione  Onlus Sri Sathya Sai Sewing Service For The World (South Hurstville – Sydney) ha pubblicato in India (Puttaparthi – Andra Pradesh) “LA LUCE DI SAI IN AUSTRALIA” (Sai Light in Austrália) di cui è autore Cristoforo Puddu: se tratta della narrazione biografica dell’infanzia e giovinezza in Illorai (SS) e susseguente storia di emigrazione in Oceania di Teresa Gessa-Cossa, residente a Sydney dagli inizi anni Sessanta del secolo scorso; straordinarie esperienze di fede, solidarietà e segni miracolosi, ritenuti opera “d’intervento soprannaturale” dell’Avatar e Swami Sathya Sai Baba (Religioso indiano scomparso il 24 aprile 2011, considerato una divinità vivente da milioni di suoi fedeli e seguaci -presenti ed organizzati in più di 126 Paesi in tutto il mondo- a cui insegnava una spiritualità di valori umani nel segno del rispetto e legittimità di tutte le istituzioni e tradizioni di fede).

 L’edizione italiana della pubblicazione, subito ricercata dai numerosi fedeli del “santo” indiano che materializzava svariati oggetti e la sacra cenere Vibhuti,  può essere richiesta a:

 Ezio Codato ( Via Genova, 7   30172 MESTRE -VE- );

e-mail: ezio.codato@yahoo.it;

recapiti telefonici: 041 5311203 (ab.) – 347 2927531 (cell.). 

In appendice al libro la relazione “scientifica-sperimentale” del Dr. Anthony Martin sulla “Luce di Sai” materializzatasi nel 1995 a Sydney, nell’abitazione dei Cossa-Gessa, e considerata una manifestazione sensibile della divinità dell’Avatar  Sathya Sai Baba.

 I proventi della pubblicazione, gestiti dalla Onlus Sri Sathya Sai Sewing Service For The World di Sydney, sono destinati integralmente al sostegno di progetti umanitari. “LA LUCE DI SAI IN AUSTRALIA” sarà disponibile, entro breve, anche nelle versioni in lingua inglese e spagnola.   

  (LA LUCE DI SAI IN AUSTRALIA, Cristoforo Puddu, Puttaparthi-Andra Pradesh, 2011, Euro 12,00)