SASSARI PRONTA PARA A FESTA DA “CAVALDAGADA SARDA” : ESTE ANO COM A PRESENÇA DA TV BRASILEIRA

18 maio

O grande desfile de Trajes típicos o domingo 20 de maio será o ponto de partida para um documentário. Lançamento do programa de exposições e eventos na Piazza d’Italia Sassari. 

A imagem pode conter: 1 pessoa, óculos de solSugetão de Post ; Chiara Dettori – Olbia
Fonta : La Nuova SardenhaBlog Sardegna Sa Terra Mia – Brasil 
Transcrição do texto em português -Lucinha Dettori –

Haverá também a televisão nacional brasileira nos próximos dias na cidade para produzir um documentário sobre Sassari, suas tradições e, em particular, sobre a “Cavalgada da Sarda”. Até mesmo um grupo de fotógrafos dos Estados Unidos, Austrália e Áustria escolheu o desfile de domingo como tema de uma reportagem de imagens na Sardenha, além de um fotógrafo freelancer do Rio de Janeiro. 

Apesar do clima de inverno, a cidade espera pelo sol e se prepara para o grande evento que atrairá milhares de turistas ao longo do caminho. Já no início da Piazza d’Italia a revisão de canções e danças tradicionais da Sardenha pela Associazione Sardegna Folk.

UM POUCO DA EXTENSA PROGRAMAÇAO

Sexta-feira, maio 18 a 18 retornará o evento antecipado em Monte Accoddi com “Vozes e sons de mitos e rituais”, apresentado por Giuliano Marongiu. A noite inclui um desempenho de Roberto Tangianu para launeddas, o conteúdo “Gennargentu” de Fonni, o coro “Bachis Sulis” de Aritzo, dirigido por Michele Turnu, que vai acompanhar o desfile de máscaras da Sardenha Carnaval, o Mamutzones Antigos Samugheo, é Mustayonis e s’Orku Foresu Sestu, Sos Corriolos Neoneli, Sos Corrajos Paulilatino, S’Urtzu e sos Bardianos de Ula e Urthos e Buttudos Fonni. A noite vai fechar com um site específico performance “Koi, dançamos cantando”, dirigido por Chiara Murru com máscaras de Mamuntones Franco Venda e jogos ao vivo por Francesco Medda.

As notícias de 2018 serão um espaço disponível perto do altar pré-Nurágico onde você pode estacionar em total segurança. De sexta a domingo, o centro da cidade abrigará uma série de iniciativas dedicadas à comida e ao vinho. Ele retornará à Piazza Castello Pani di Sardegna, exposições, degustações, reuniões, oficinas e muito mais para apresentar a cultura de sabores e sabores da Sardenha pelo evento Sardenha. Na Piazza Fiume, haverá o festival Beauty Food – Eat & Buffas, organizado pelas associações S’Andala e Abbì.

Dois importantes eventos com a arte de Angelo Maggi enriquecerão o programa do Maggio Sassarese e do Cavalcata de 4 a 26 de maio na Sala G. Duce no Palazzo Ducale.

 

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LÁGIMAS POR ROSELLO : Como o fio de Ariadne no labirinto… A história de uma família de emigrados Sardos no Brasil

1 maio

 

 Livro  impresso apenas por demanda –  maiores informações através do  e-mail:mariluciaheitor@terra.com.br

Maria Rosa Dominici

Fonte : categoria | Antropologia, Direitos Humanos, Família e Menores

Lágrimas por Rosello, de Lucinha Dettori – Uma historia de emigrantes Sardos no Brasil –

Blog. SSTM – Brasil
Postado em 01 mai 2018 por Maria Rosa DOMINICI – 

       Meu nome na introdução que escrevi deste livro para esta amiga do facebbok, brasileira, ainda me emociona desde quando ela me pediu para fazer esse trabalho, mesmo porque  sou pouco familiarizada com o Português. Temerária, mas eu gosto de me desafiar, concordei, porque existem ecos, embora distantes, que ressoam em uma parte da minha infância.

Está é a história de uma menina, filha pai de emigrante de origem da Sardenha.
Lembro-me da reunião sobre social, que eu falava sobre as meninas, falava do amor pela arqueologia e pela Sardenha, contava da minha experiência no Brasil, incluindo uma conferência na Universidade de St. Agostino Montes Claros, da minha amiga karinne que  me havia  enviado um convite para o VIII Congresso Brasileiro Direito do Estado e Teoria, IV seminário Internacional de Direitos Humanos de 10/13 Maio de 2011, e como dali continuei para Fortaleza para visitar a sede de uma ONG, do qual, era um membro do CDA.

Ao retornar daquela viagem, escrevi um relatório sobre Fortaleza e turismo sexual.
Durante esse tempo no Brasil fiz belos e construtivos conhecimentos, tanto que o prof. José Luiz Quadros Magalhães, depois de hospedar sobre o seu blog alguns dos meus artigos, me levou a criar o meu próprio site vitimologia, que foi projetado e construído com Emilio Viano, Karinne Ferreira Braga e outros colaboradores e eu publicamos o relatório em 28/11/2011 sobre  “Fortaleza, Inferno dos pequenos anjos” na http://www.crimevictimpsicantropos.com.
O conjunto de interesses e experiências comuns, fez com  que, Lucinha Dettori, e eu nos tornassemos amigas no FaceBook.

Dettori traduzindo e publicando em seu site alguns dos meus artigos, um dia me perguntou se eu estava disposto a ler o seu livro, escrito em Português e, em seguida, se eu gostaria de expressar minhas observações na introdução do mesmo.Obviamente disse que sim, encontrando uma história notável / testemunho de emigrantes da Sardenha no Brasil, era a história de seus antepassados.

ESTRANHAS COINCIDÊNCIAS NESTE PERÍODO DA MINHA VIDA. EM SÍNTESE, NO PRESENTE DE  CADA UM DE NÓS, EXISTEM RAÍZES DO PASSADO, NAQUELE PASSADO QUE TEM VISTO MUITOS ITALIANO COMO EMIGRANTES A PROCURAR , NÃO APENAS FORTUNA, MA SIMPLESMENTE SUSTENTO PARA A PRÓPRIA FAMÍLIA nos países mais ‘ou menos distante.

Sou grato a Dettori  porque ela me permite expressar meu amor por esta terra generosa, bonito e complexa que é o Brasil,
bom dia Brasil, obrigada.

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Daí a introdução, escrita por mim, a versão bilingue, é claro, a versão em Português é Lucinha.

O livro de Lucinha Dettori é um testemunho valioso, através da palavra escrita e o revelar e revelar-se a si próprio, o que o faz situar-se entre um texto sociológico, o exame minucioso das aventuras dos primeiros imigrantes Sardos, um livro histórico e político, do período entre o final do século XVIII e início do século XIX até o presente momento, um livro psico-antropológico do qual emerge confrontos entre usos e costumes de vários povos europeus que procuravam inserir-se e integrar-se no Brasil, através do texto de uma crônica autobiográfica frequentemente frustrada por preconceitos, pobreza, miséria e infortúnio. Interessante a distorção de alguns sobrenomes para torná-los semelhantes aos locais de origem, derivada da transcrição de documentos e a diferença linguística, bem como, a dificuldade em encontrar documentos que comprovem os primeiros assentamentos parentais que intensamente e com obstinação, a autora conseguiu recuperar.

São tantas as páginas que prendem pela mão o leitor e o conduz ao lado de Lucinha, para ver, viver, e sentir aquilo que ela mesma experimentou, quase como cicerone de si mesma. Ela é um bacharel em turismo e também acompanhante das dobras mais profundas da alma emigrante, estrangeira em pátria de outros… E talvez na própria.

Emigração, matrimônios mistos, fadiga, resgate social, ilusões e esperança, tudo isso nestas páginas, mas principalmente uma forte vontade gravada no coração de uma menina determinada a realizar o seu retorno ao passado…..

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TESTO EM ITALIANO 

categoria | Antropologica, Diritti umani, Famiglia e Minori
Lágrimas por Rosello, de Lucinha Dettori por Lucinha Dettori Scano.Storia di emigrazione
Inserito il 01 maggio 2018 da Maria Rosa DOMINICI

 Il mio nome nell’introduzione che scrissi per questo libro di questa amica fb ,brasiliana ,mi emoziona ancora come quando mi chiese di farlo,un’impresa ,per me che non conosco bene il portoghese,temeraria,ma il mettermi alla prova mi piace e accettai,anche perchè ci sono echi seppur lontani che risuonano in una mia parte infantile.

E ‘la storia di una bambina,figlia di un padre emigrante di origini sarde.
Ricordo l’incontro sul Social,parlavo di vittime bambine,parlavo dell’amore per l’archeologia e per la Sardegna,raccontavo della mia esperienza in Brasile ,fra una conferenza all’Università Sant’Agostino di Montes Claros,della mia allieva/amica Karinne che appunto mi aveva invitato al VIII° Congresso Brasileiro Direito e Teoria do Estado,IV° Seminario Internacional de Direitos Humanos del 10/13 maggio 2011,e come da li prosegui per Fortaleza per visitare la sede di una ONG,di cui,all’epoca,ero membro del CDA.

Al rientro da quel viaggio scrissi un report su Fortaleza e il turismo sessuale.
Durante quel periodo in Brasile si crearono belle e costruttive conoscenze,tanto che il prof. Jose Luiz Quadros Magalhães ,dopo aver ospitato sul suo blog alcuni miei articoli,mi incitò a creare un mio sito di vittimologia,che fu pensato e realizzato con Emilio Viano,Karinne Braga Ferreira e altri collaboratori e il 28/11/2011 pubblicai il report “Fortaleza, l’inferno dei piccoli angeli” su http://www.crimevictimpsicantropos.com.
L’insieme di interessi ed esperienze comuni,fece si che con Lucinha Dettori divenissimo amiche su Face Book.

Dettori pubblicò e tradusse sul suo sito alcuni miei articoli,poi un giorno mi chiese se ero disponibile per leggere il suo libro,scritto in portoghese e se poi le avrei espresso le mie osservazioni e fatto l’introduzione,ovvio che risposi di si,trovandolo un pregevole racconto/testimonianza degli emigranti sardi in Brasile,era la storia dei suoi antenati.

E oggi I° maggio 2018 ,mi sembra giusto e bello pubblicare questa storia,documento autobiografico di intenso valore testimoniale, dei lavoratori migranti di circa 2 e piu’ secoli fa.

STRANE COINCIDENZE IN QUESTO PERIODO DELLA MIA VITA,IN SINTESI IL PRESENTE DI OGNUNO DI NOI ,HA RADICI NEL PASSATO,IN QUEL PASSATO CHE HA VISTO MOLTI ITALIANI COME EMIGRANTI PER CERCARE,NON SOLO FORTUNA,MA SEMPLICEMENTE SOSTEGNO PER LE PROPRIE FAMIGLIE in Paesi piu’ o meno lontani.

Sono grata a Dettori perchè mi permette cosi ,di esprimere il mio amore per questa terra generosa,bella e complessa che è il Brasile,
bom dia brasill,obrigada.

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Prefazione al testo di L.DETTORI

Ecco quindi l’introduzione,da me scritta,nella versione bilingue,ovviamente la traduzione portoghese è di Lucinha.

Il libro di Dettori è un testimone prezioso,tramite la parola scritta , il raccontare e il raccontarsi che lo fa situare ,fra un testo sociologico,(la disanima delle peripezie dei primi emigranti sardi), e un libro storico e politico dell’epoca di fine ‘800 e inizi ‘900 ,fino all’attualità,è un libro psicoantropologico in cui emergono scontri fra usanze e costumi di vari popoli europei che cercavano di inserirsi e integrarsi in Brasile .

E’il testo di una cronaca familiare, autobiografica, spesso frustrata e intrisa da preconcetti razzisti, stigmi come :povertà,disagi ,malattie e sfortuna.
Interessante la distorsione dei cognomi in modo da renderli simili a quelli locali,cosi come la difficoltà ,per Dettori, nel trovare documenti comprovanti i primi insediamenti parentali, che cosi fortemente e con pervicacia l’autrice è riuscita a recuperare.

Tutto ciò rende importante questo libro supportato da documenti e foto d’epoca, che a sociologi,storiografi, studiosi di flussi migratori ,fornirà un valido aiuto informativo.
Non è da meno la serie di ritratti psicologici che ci regala Lucinha,donna colta ,fine osservatrice dell’epopea familiare.
Dal nonno materno,rigido al punto di dannare la propria figlia perché ama un sardo,(di situazione lavorativa ed economica inferiore),alla nonna materna cosi presente come figura genitoriale importante,alla madrina ,buona figura di sostegno e attenzione nei riguardi della piccola e della sua famiglia,Dettori descrivere il funerale di questa benefattrice con parole che catturano l’immaginario ,tanto che “sembra di esserci”.

La madre di Dettori è donna capace di reagire a preconcetti e pregiudizi,vince,per lei,l’amore verso il suo uomo ,sardo affascinante con un temperamento passionale,in nome di ciò sfida tutto e tutti,riuscendo ad intraprendere una sua attività,oltre che avere l’impegno di moglie e madre.
Molte le disgrazie e tanta la fede come appare dai fatti dell’”acqua di marzo…e il quadro di San Sebastiano”,anche se con il vaiolo di Lucinha e de suo fratellino sembrò continuare la cattiva sorte..e il padre in tutto ciò era scomparso per una sua dipendenza dall’alcool..che purtroppo subentrava come reazione secondaria ai vari eventi drammatici che per un lungo periodo perseguitarono la famiglia…..

Purtroppo, in seguito alla distruzione della casa in cui abitava la famiglia, questa fu separata,la madre andò a vivere nell’albergo in cui lavorava e i figli divisi fra vari conoscenti.
In effetti ,l’autrice ricorda e sottolinea come in quell’epoca ,cosi problematica e…pionieristica ,la distinzione fra bontà e cattiveria fosse ancora chiara.
Fu poi recuperata l’immagine del padre in quanto non era scomparso nel momento del bisogno ,perché ubriaco,ma disperato aveva tentato il suicidio e poi aveva ripreso a lavorare ,cosi fu raccontato dai suoi colleghi,quando tornò in famiglia.
Di quei fatti rimasero cicatrici corporee e ferite dello spirito.

Queste pagine hanno in sè l’intensità della storia e la passionalità del romanzo, sicuramente rappresentano un giusto riconoscimento per gli emigranti tutti,in questo specifico,gli italiani sardi.

Tanti emigranti che con il loro lavoro contribuirono alla crescita e allo sviluppo di questo bel Paese dell’America Latina,il Brasile
Grazie all’autrice di questo significativo libro/ documento
Maria Rosa Dominici Bortolotti

 Il libro verrà presentato in Sardegna in settembre di quest’anno,probabilmente lo faremo insieme
grazie
Maria Rosa Dominici Bortolotti

 

SÉRIE OS GRANDES PINTORES SARDOS: Da “Arte pela Arte”, HUBERT ZOBOLI – embeleza as paredes de pubs, restaurantes e casas inglesas.

24 abr

 

 

 

 

 

 

 

 

Queridos amigos,

Continuando na série ” OS GANDES PINORES SARDOS “, conheci um, que que me trouxe muitas curiosidades. Seu nome é HUBERT ZOBOLI, e vive na Inglaterra há 23 anos.

Mesmo vivendo tanto tempo fora da Sardenha, ele ainda preserva fortemente suas raízes, seu bom humor, (mesmo que agora um pouco “britânico”) a alegria de viver, a simpatia e o cavalheirismo. Em síntese, Hubert e discreto e de poucas palavras, traço característico da maioria dos insulanos. Quem o conhece, difícil esquece-lo.

  Curioso? Vamos conhecer um pouco mais sobre a vida desse pintor:

Hubert Zoboli nasceu em Carbonia em 08/05/1950. Filho de mãe Sarda e do Pai Emiliano, dedicou grande parte de sua vida como jogador de futebol, seguindo os passos de seu pai, Carlo, que hoje dá nome ao estádio de futebol de Carbonia. 

 Desde cedo ele foi atraído pela arte. Em design, competiu principalmente na escola, com personagens que agora são designers famosos. O uso de cores, particularmente aquelas com óleo, ocorre durante a puberdade quando ainda vivia em Carbonia.

 A morte prematura de uma irmã, leva-o a expressar a sua dor nas suas pinturas, que hoje enfeitam as paredes dos pubs, restaurantes e casas inglesas.

 Ele não vende seus quadros, e crê na ‘Arte pela Arte” e mesmo os atributos de estima feito por diversos e importantes expoentes no campo da arte, ele se define, sem falsa modéstia um “Imbratattore di tela”, (um pintor meio sem jeito) telas estas, que agora fazem lindas mostras privados em restaurantes, pubs e case particulares em toda a Europa.

 Sua imensa curiosidade leva-o em sua poliedricidade, a investigar os cantos mais escondidos do conhecimento desde o material ao espiritual e em suas obras ele tenta imprimir o fruto desta pesquisa contínua tentando interpretar a Pirandelliana, parte do `ator. mas sempre sem a famosa máscara !

                                                            ADMIREMOS UMA PEQUENA E EXPRESSIVA MOSTRA  DE  SUAS INUMERAS OBRAS 

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TEXTO ADAPTADO DO PORTUGUÊS 

 SERIE GRANDE PITTORI SARDI: Da “Arte all’Arte” Hubert Zoboli abbellisce le pareti di pub, ristoranti e case inglesi.

Cari amici

Continuando nella serie ” I GANDE PINTORES SARDI”, ne ho incontrato uno, che mi ha portato molte curiosità. Il suo nome è HUBERT ZOBOLI, e ha vissuto in Inghilterra per 23 anni.

Pur vivendo così a lungo fuori dalla Sardegna, conserva ancora con forza le sue radici, il suo buonumore, (anche ora un po ‘”britânico”) la gioia di vivere, la simpatia e la cavalleria.In breve, Hubert è discreto e con poche parole , un tratto caratteristico della maggior parte degli isolani, chi lo sa, difficile da dimenticare.

   Curioso? Conosciamo un po ‘di più sulla vita di questo pittore:

Hubert Zoboli è nato a Carbonia il 05/08/1950. Figlio di madre Sarda e il padre Emiliano, dedicato gran parte della sua vita come un giocatore di calcio, seguendo le orme del padre, Carlo, ora il nome lo stadio di calcio di Carbonia.

Fin dalla tenera età è stato attratto dall’arte. Nel design, ha gareggiato principalmente a scuola, con personaggi che ora sono famosi designer. L’uso dei colori, in particolare quelli con olio, si verifica durante la pubertà mentre si vive ancora a Carbonia.

La morte prematura di una sorella lo porta ad esprimere il suo dolore nei suoi dipinti, che oggi adornano le pareti di pub, ristoranti e case inglesi.

Non vende i suoi quadri, e crede nell ‘”Arte per l’arte” e anche gli attributi di stima fatti da vari esponenti nel campo dell’arte, definisce se stesso senza immodestia un “Imbratattore di tela” (un pittore semiromantico ) questi schermi che ora fanno bellissimi spettacoli privati ​​in ristoranti, pub e case private in tutta Europa.

La sua immensa curiosità lo porta nella sua poliedricità a indagare gli angoli nascosti della conoscenza dal materiale allo spirituale e nelle sue opere cerca di stampare il frutto di questa continua ricerca, cercando di interpretare la Pirandelliana, parte dell’attore .. ma sempre senza la famosa maschera ………… !!

Blog Sardenha Sa Terra Mia – Brasil

Por : Lucinha Detori

 

SÉRIE GRANDES PINTORES SARDOS :  Entre efeitos extraordinários de luz e sombra ROBERTO LUIU pinta o rosto e a identidade de Sassari.

22 abr

                               Talentoso jovem pintor sassarese – ROBERTO LUIU

Queridos amigos,

Com grata satisfação edito este post, na série “GRANDES PINTORES SARDOS”, para  divulgar  a beleza harmônica da arte de ROBERTO LUIU,  um admirável pintor Sassere, que tão generosamente me cedeu a pintura “Vallada del Rosello” (foto abaixo) como capa do livro que  acabei de escrever sobre as reminiscências dos meus avós sassares, cujo  enredo gira em torno deste fabuloso monumento renascentista do século XVII,  único da Sardenha.

                                         Vallata del Rosello – olio su tela cm. 30×24

Vamos então conhecer ou relembrar pouco da biografia desse admirável jovem pintor Sassares, que nasceu no distrito de Sassari, muito graciosa e tranquilo, que tive o prazer de visitar, por nome Leite Doce ou em sassares, Latti Dozzi, com 9000 habitantes.

Roberto confessa que tem muito orgulho de seus pais terem nascido dentro das paredes do centro histórico de Sassari, assim como meus avós paternos.  Ele nasceu e se criou em Via Pasubio, e se mudou com a família para a área de Late Dolce, onde ainda mora. 

Ele ama esse bairro e ali criou fortes raízes. E foi justamente neste local que ele pintou a sua obra de arte predileta e, que mais ama que é   “Sassari alla finestra – Panorama e Duomo di San Nicola, já mencionada em outros posts desse Blog. 

Vamos relembrar um pouco da Biografia desse proeminente artista sardo.

Nascido em Sassari em 1966, ele se projetou desde 1987, ano da sua estreia, com uma atividade artística intensa, ganhando muitos prêmios, reconhecimento crítico e audiências. Roberto expõe em Sassari, Ardara, Roma, Sorso, Porto Torres, Cagliari, Santa Teresa di Gallura e Osilo.

Mais tarde, dedicou-se quase exclusivamente para a sua cidade. Sua primeira exposição individual “ERA UMA VEZ…. SASSARI” foi apresentado em 2001 no curso de Sassari. No ano seguinte, apresenta sua segunda exposição individual “Sassari”, apresentado no Salão de prestígio do Palazzo Ducale Duce sempre em Sassari.

Em 2005, ele irá novamente retratar “Sassari” expondo, ao palácio da frumentaria,  com um maior número de obras para além das apresentadas no ano de 2002. Em 2007, será a vez de “Notturni Sassaresi” apresentada na sala de Duce.

A exposição foi um enorme sucesso. Ele apresentou uma Sassari de ontem e hoje exclusivamente durante a brisa da noite com efeitos extraordinários de luz e sombra. Em 2010, novamente na sala Duce, Luiu apresenta “O mè Ziddai”. Outro grande sucesso do público no teatro. “(Da revista” “Sassari”, ontem … Hoje … Amanhã, No. 0).

“A paixão pelo desenho estava presente desde a minha infância. Como um adolescente eu decidi fazer a coisa mais a sério tentando pintura. E esta é a minha mais cara e grande paixão, que agora  cultivo o crescimento, inabalável. (A revista “Sassari, ontem … hoje e….amanhã,  No. 2)  Abro a pequena galeria da imensa coletânea das lindas obras de Luiu para apreciação de vocês.

 

      Testo adaptado pra o italiano.            

Cari amici,

Con gratitudine, sto modificando questo post nella serie “GRANDES SARDOS PAINTERS”, per promuovere l’armoniosa bellezza dell’arte di ROBERTO LUIU, un ammirevole pittore Sassere, che così generosamente mi ha regalato il dipinto “Vallada del Rosello” (foto sotto)
come copertina del libro che ho appena scritto sulle reminiscenze dei miei nonni sassares, la cui trama ruota intorno a questo favoloso  monumento  del rinascimento e  unico della Sardegna del  secolo XVII.

Facciamo quindi conoscere o ricordare poco della biografia di questo mirabile giovane pittore Sassares, nato in un grazioso e tranquillo quartiere di Sassari, che ho avuto il privilegio di conoscere, per nome Late Dolce o in sassares, Latti Dozzi, con 9000 abitanti.

Roberto confessa di essere molto orgoglioso del fatto che i suoi genitori siano nati all’interno delle mura del centro storico di Sassari, così come i miei nonni paterni. È nato e cresciuto in Via Pasubio e si è trasferito con la sua famiglia nella zona del Lateo Dolce, dove vive tuttora.

Ama questo quartiere e ha creato forti radici lì. Ed è proprio in questo luogo che ha dipinto la sua opera d’arte preferita e che ama di più che è “Sassari alla finestra – Panorama e Duomo di San Nicola, già citato in altri post di questo Blog.”  In cui , apro la piccola galleria dell’immensa collezione del bellissime opere di Luiu per il tuo apprezzamento.     Ricordiamo un po ‘della biografia di questo eminente artista sardo.

“Roberto Luiu nasce a Sassari nel 1966. Ha svolto a partire dal 1987, anno del suo debutto, un’intensa attività artistica conquistando non pochi riconoscimenti di critica e di pubblico. Roberto espone a Sassari, Ardara, Roma, Sorso, Porto Torres, Cagliari, Santa Teresa di Gallura e Osilo.

Sucessivamente si dedica quasi completamente alla sua città. La sua primissima mostra personale “C’era una volta… Sassari” fu presentata nel 2001 ovviamente a Sassari. L’anno successivo presenta la sua seconda personale “Sassari” presentata nella prestigiosa Sala Duce del Palazzo Ducale sempre a Sassari.

Nel 2005 si ripropone ancora una volta con “Sassari” esponendo, al palazzo della Frumentaria, un maggior numero di opere oltre a quelle presentate nell’anno 2002. Nel 2007 sarà la volta di “Notturni Sassaresi” presentata nella Sala Duce.

La mostra ebbe un enorme successo. Presentava una Sassari di ieri e di oggi esclusivamente durante la brezza notturna con straordinari effetti di luci e ombre. Nel 2010, sempre nella Sala Duce, Luiu presenta “La mè Ziddai”. Altro enorme successo da parte del pubblico presente in sala.” (Dalla rivista “Sassari, Ieri…Oggi…Domani, n° 0).

“La passione per il disegno era presente fin dalla mia infanzia. Da adolescente decisi di rendere la cosa più seriamente provando con la pittura. ed ecco la mia più grande e cara passione, ancora oggi coltivo, senza sosta. (Dalla rivista “Sassari, Ieri…Oggi..Domani, n° 2)

 

Nota

ROBERTO LUIU – O GRANDE PINTOR SASSARESE DOS EFEITOS EXTRAORDINÁRIOS DE LUZ E SOMBRA

21 abr

Sardegna Sa Terra Mia

roberto 2                                                                                                        Talentoso jovem pintor sassarese – ROBERTO LUIU

Caros Amigos, 

Em um dos muitos contatos com meu caro amigo DOMENICO MELIA,pesquisador da antiga história  da Sardenha, perguntei-lhe sobre uma foto muito intrigante que havia descoberto na internet sobre a Fontana de Rosello, um dos temas centrais do livro que acabei de escreve sobre minhas raizes sardas, o qual será disponibilizado  em breve, no formato E-book.

Esta pintura, por nome,  Vallata del Rosello – olio su tela cm. 30×24, me chamou muito a atenção, justamente pelos contrates de luz e sombras que faz desta pintura, algo diferente  e fascinante.

Me…

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