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POEMA DE GAVINO DETTORI – MEMÓRIAS “ABRAÇA-ME FORTE”…

18 mar

POEMA DE GAVINO

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Poema: Memorias
De Gavino Dettori
tradução não literária.

Lucinha Dettori

  Por SSTM – Brasil

Memórias.
Abraça-me forte,
deixe-me sentir o que é o amor.
não o recordo mais.
Não tenha medo, a vida
é agora em mim, somente
as lembranças  da juventude
estavam adormecidas.
Elas  haviam desaparecido,
derrotada pela idade
que avança: é duro,
ver, com a passar do tempo,
atenuar sempre mais os sentimentos
mais belos, enquanto voltam à memória os momentos tristes atravessados.
Não!Eu não quero ver cair na indiferença as alegrias do passado:

abraça-me forte,

não permita que elas voem em céus distantes.
Gavino Dettori, 17 de março de 2016

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testo originale.
Memorie.
Stringimi forte a te,
fammi sentire cosa
sia l’amore. Ormai
non lo ricordo più.
Non aver paura, la vita
è ancora in me, solo
i ricordi della gioventù
si erano affievoliti,
sconfitti dall’età
che avanza: è duro
vedere, con lo scorrere
del tempo, affievolirsi
sempre più i sentimenti
più belli, mentre tornano
alla memoria i momenti
tristi attraversati. No!
Non voglio veder cadere
nell’indifferenza le gioie
del passato: stringimi
forte a te, non permettere
che volino in cieli lontani.
Gavino Dettori, 17 marzo 2016

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SÉRIE POETAS SARDOS – HISTÓRIAS DE VIDAS – GAVINO DETTORI

9 mar

                                                                              UM LINDO POEMA  PARA A SEMANA 
                                  ‘ AS VEZES PERDER O EQUILÍBRIO POR AMOR É VIVER O PRÓPRIO  EQUILÍBRIO’
                                                                                                 COMER, REZAR E AMAR
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 DI GAVINO DETTORI
HISTÓRIAS DE VIDAS.
POR : SSTM – BRASIL
ED. E TRADUÇÃO NÃO LITERÁRIA
LUCINHA DETTORI
——————————

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Histórias de vidas.

Ele a ama.

O amor de um amor

sem fim, aqueles
que não deixam
espaço para nenhuma altro
dentro do coração.

Mas ela tem um outro dentro de si
Ele sofre, sente-se
condenado a uma vida
miserável e vazia.

Sente-se
inútil e reza,

para que ele tramonte  rápido o pôr do sol

Ele a ama, e tem só 

ela em seus pensamentos.
Parece uma história de felicidade
sem fim.

Mas na erva
oculta  da vida
há sempre uma serpente escondida:
a outra, de repente explode
e aquele amor que parecia
infinito num piscar de olhos, como o sopro do
vento, ele cai na rede preso.

Ela não fica
quer morrer de desespero.
Ele a ama, ela ama
outro, gostos incerto,
ama os dois.

Ele não se importa com a atenção,
ela é conquistada,
o outro não se importa com o jogo a
três!
O triângulo é fechado
e ninguém nunca vai quebrá-lo.

Eu poderia continuar agora
a ler histórias da vidas escritas
de um modo justo,
seguro ou inseguro e errado
sem ter em conta
a igualdade e diversidade
que a natureza, em sua harmonia,
impõe ao ser humano,
nos seus intervalos de imperfeições
rompe sem arrependimento algum,
com extrema facilidade,
tanto de deixar sem defesa a natureza.!
Gavino Dettori, 09 de marco de 2015 –

—————————————-

TEXTO ORIGINAL ITALIANO

Storie di vita.
Lui l’ama.
L’ama di un amore
senza fine, di quelli
che non lasciano
spazio per nessun’altra
dentro il cuore.
Ma lei ha un altro
amore dentro se.
Lui soffre, si sente
condannato ad una vita
grama e vuota. Si sente
inutile e prega
che per lui tramonti
presto il sole.
Lei l’ama, lui ha solo
lei nei suoi pensieri.
Pare una storia di felicità
senza fine. Ma nell’erba
incolta della vita
c’è sempre una serpe celata:
l’altra irrompe all’improvviso
in quell’amore che sembrava
infinito e, in un soffio
di vento, lui cade nella rete
tesa. A lei non rimane
che morire di disperazione.
Lui l’ama, lei l’ama
L’altro, dai gusti incerti,
li ama entrambi.
Lui non disdegna le attenzioni,
lei è conquistata,
all’altro non dispiace il gioco
a tre! Il triangolo si chiude
e nessuno mai lo romperà.
Potrei continuare ancora
a leggere storie scritte
dalla vita in modo giusto,
sicuro o insicuro ed errato
senza tener conto
di eguaglianze o diversità
che la natura, nella sua armonia,
impone ma che l’essere umano,
nella sua imperfezione rompe
senza pentimento alcuno,
con facilità estrema, tanto
da lasciare senza difese la natura!
Gavino Dettori, 9 marzo 2015 —

SÉRIE : POETAS E POEMAS DA SARDENHA – NEM TUDO ENVELHECE – GAVINO DETTORI

27 fev

gavno ecologicmanete correto Di. Gavino Dettori –                         Um   Poeta sardo “ecologicamente” correto 

Por SSNT – Brasil

Ed. e tradução não literária

Lucinha Dettori                                                                            

                                                                            Nem tudo  envelhece.

scorre il tempo

escorre o tempo.
E com ele o passar
das horas, os dias, meses
e anos. Por Toda Parte
passa, o envelhecimento
e morre, estreito
nas garras do tempo.
Só que ele não passa
e não envelhece:
o amor verdadeiro!
Ao contrário,   escorre 
no tempo e o faz 
eterno, sólido
e inabalável,
só ele o  amor
sincero. O amor fraternal
a um amigo
ou para o  seu próximo
. Mas aquele que se cimentifica
mais do que qualquer outro
e aquele para ele e verso a  ela:
dura para sempre, para além
vida.Basta provar que é verdadeiro e sincero!

Do Original 

Non tutto invecchia.

Scorre il tempo.
E con lui passano
l’ore, i giorni, i mesi
e gli anni. Tutto
passa, invecchia
e muore, stretto
dalla morsa del tempo.
Solo lui non passa
e non invecchia:
il vero amore!
Anzi, lo scorrere
del tempo lo rende
eterno, solido
ed incrollabile,
solo lui l’amore
sincero. Amore
fraterno, amore
per un amico
o per il prossimo
tuo. Ma quello
che si cementifica
più d’ogni altro
e quello di lei verso
lui e di lui verso lei:
dura in eterno, oltre
la vita. Basta provare
che sia vero e sincero!

POETAS E POESIAS SARDA : DI CARMELA DETTORI

18 out

 
Por SSTM – Brasil
Edião – Lucinha dettori
                                                                                                                          
POETISA CARMELA DETTORI
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poesia de carmela
EU 

A vida não me muda,
sou sempre a mesma,
sou muitas vezes alegre,
às vezes deprimida,
e me embaralho, e fico confusa,
Lamento, me bato,
corro e retardo,
uma mãe que amamenta,
Uma mulher que espera,
um caso de amor acabado,
uma paixão à espreita,
Você, do meu ventre
demônio ou anjo.

Às vezes eu me torna poesia,
às vezes  barro,
uma angustiosa noite esvaziada
da qual sugo a casca,
entre o vinho e a sujeira,
às vezes sou firmamento,
de brilhantes estrelas,
que ofereço aos transeuntes.

Nossa vida afinal
não muda,
e uma paleta de autor,
com contornos e sombreados,
nos quais, algumas vezes,
tem um colorido comun.

Hoje, sou cinza
como um céu de chuva,
amanhã sou amarelo
como os raios do sol.

E nos corações de todos,
se possível fosse, eu, o pintor,
somente faria  com o  negro,
dois traços de mistério. 

-MCD-

IO
La vita non mi cambia,
sono sempre la stessa,
spesso sono allegra,
a volte sono depressa,
e mi arrabatto, mi confondo,
mi rinnego, mi sbatto,
corro e rallento,
una madre che allatta,
una donna che aspetta,
un amore finito,
una passione in agguato,
tu, del mio ventre
angelo indemoniato.
A volte divento poesia,
a volte son fango,
un’uggiosa serata svuotata
di cui succhio la buccia,
tra vino e sporcizia,
a volte son firmamento,
di stelle sfavillanti,
che offro ai passanti.
La nostra vita alla fine
non cambia,
tavolozza d’autore,
contorni netti e sfumati,
da cui ognuno, di volta in volta,
mutua un colore.
Oggi sono grigia
come un cielo di pioggia,
domani sono gialla
come i raggi del sole.
E nel cuore di tutti,
s’esser potessi, io, il pittore,
solo farei col nero,
due schizzi di mistero.
-MCD-
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AMO
Na minha vida, eu não fiz mais que 
AMAR,
além de todo o senso comum,
sobre o coração
quebrado no peito,
quando a sua volta está desmoronando
quebrado com chicotadas,
quando o corvo resmungou
voraz seu ódio
e dizia-me odeia!
EU  AMAVA!
Eu nunca perdoei
meus carrascos,
sepultado na indiferença,
sobre as feridas, bordei
AMOR,
inexato, exagerado, o meu passo 
era mais longo do que o meu
rancor.
 
A carícia negado,
paixão assustada, frustrada,
como cristais  de espumantes
que caem em partículas de gelo,
e a gazela nunca está ofegante, 
corria e gritava mais e mais
AMOR,
errado, incompreendido, esmagado
como grãos de trigo nas pedras,
mas como a única razão
nunca derrotado,
fonte da sua própria fonte,
agora e sempre
ao lado do caminho,
agora e sempre
ao  lado do caminho !
 ———————————————-XXXXX———————
AMO
Nella mia vita non ho fatto che
AMARE,
oltre ogni buonsenso,
oltre il cuore che
si frantumava in petto,
 
quando la schiena cadeva a pezzi
rotta dalle frustate,
quando il corvo gracchiava
famelico il suo odio
e mi diceva ODIA!
Io AMAVO!
 
Non ho mai perdonato
i miei carnefici,
sepolti nell’indifferenza,
sulle ferite ho ricamato
AMORE,
impreciso, esagerato, sfruttato,
il mio passo era più lungo
del rancore.
 
Una carezza negata,
passione impaurita, frustrata,
cristalli scintillanti
che cadevano in pulviscoli di brina,
e la gazzella non ansimava, mai,
e più correva e più gridava
AMORE,
sbagliato, incompreso, schiacciato
come grani di grano dalle pietre,
ma come unica ragione
mai sconfitto,
fonte della sua stessa fonte,
ancora e sempre
gli cammino affianco,
ancora e sempre
gli cammino… affianco!
-MCD-
 

 

BIOGRAFIA DA POETISA – GIGLIOLA PINNA -SASSARESE E RADICADA EM PORTO TORRES – SARDEGNA

29 out


Gigliola fin nasceu em Sassari em 06 / 03 / 1966,  em Sassari , mas  há 15 anos reside em PortoTorres. 

Poeta, bem como «autor de prosa e letras para canções participaram do primeiro concurso de redação em uma idade muito jovem” e é classificada em primeiro lugar. 

Ela é membro da Academia dos  Poetas do Sol de Roma também, está inscrito na  Se\. música  com a qualifiação de autora de  peça literária. Desde 1991,  é autodidata  e se dedicada à composição de versos no Vernáculo Sassarese.         

                                                         TORRE DI  di Porto Torres   –FOTO DI – Belissario Fasano –              

  BIOGRAFIA LITERÁRIA DI  GIGLIOLA PINNA

Gigliola Pinna nasce a Sassari il 06/ 03/ 1966 ma daquindici anni risiede a Porto Torres. Poetessa nonche’ autrice di prosa e testi per canzoni ha partecipato al primo concorso letTerario in giovanissima eta’ classificandosi al 1° posto. Membro dell’Accademia dei Poeti del Sole di Roma è anche iscritta alla S.I.A.E. nella sez. musica con la qualifica di Autore della parte letteraria. Dal 1991 da autodidatta si e’ dedicata alla composizione di versi in vernacolo sassarese.                           
Conferimenti POESIA IN ITALIANO
– prima classificata con “ricordo”
premio nazionale o.c.e., milano 1981
– prima classificata ex aequo con “voglia di vivere”
premio internazionale oscar del mare, roma 1989
-terza classificata con il testo della canzone “jenny”
premio internazionale natale di pace,luca sei marsi 1988
-superpremio dante alighieri con “il cuore di un poeta”
premio internazionale omaggio a dante alighieri, roma 1989
-seconda classificata ex aequo con “il mare”
premio internazionale sibilla tivoli 1989
-premio del gran sasso con “stasera il cielo piange”
premio internazionale del gran sasso roma 1990
-seconda classificata nella sez. Musica “autore della parte letteraria” in occasione della xiii festa europea degli sconosciuti ariccia 1992.
3° premio nazionale del giornalino scolastico con “il piu grande” elaborato inserito nel giornalino della direzione didattica di roccapiemonte salerno 2010

conferimenti poesia in sassarese:

-seconda classificata con “nui bianchi”
premio culleziu sez giovani sassari 1991
-segnalazione con ” in brazzu a te”
premio regionale festha dell’emigrante luras 1991
-prima classificata con “la festha”
premio regionale nanni pinna oschiri 1992
-seconda clasificata co “torru a te”
premio culleziu sassari 1993
-segnalazione con ” l’undi di lu mari”
premio sassarese logudorese carbonazzi sassari 1993
-segnalazione nell sez. Prosa con ” un cuzoru d’ammenti”
premio carbonazzi sassari 1993
-premio m.caterina muresu con la “mariposa”
premio di letteratura sarda romangia sennori 1993
-terza classificata con “pinsamenti d’una mamma”
premio regionale nanni pinna oschiri 1994
-segnalazione con “l’usthima ucciadda”
premio agniru canu sassari 1994
-menzione d’onore con “aizareddu di piu'”
premio regionale nanni pinna oschiri 2001
-menzione d’onore con “la canzona di la sera”
premio di poesia sarda “donne e poesia in sardegna”
mores 20o1
-2° classificata con “sassari in vidrina”
v premio poesia satirica migheli oscheri 2002
-menzione d’onore con ” lu giogu di li gasthi”
1° edizione del premio di poesia giorgio pinna pozzomaggiore 2004
-menzione d’onore con “cioccuri”
xxiii edizione del premio regionale nanni pinna oscheri 2004
-segnalazione con “la cumpagna di l’isthelli”
xxiv ediz. Premio regionale nanni pinna oschiri 2006
-1° classificata con ” a luzi di candera”
3° edizione premio poesia e narrativa luna nuova sez poesia sarda sassari 2007

pubblicazioni:

 – il cuore di un poeta 1989
– nui bianchi (nuvole bianche) 1995
– uniguanti fiori (alcuni fiori) 2000
– a luzi di candera (a lume di candela) 2008
– prendi priziosi ischinchiddi di l’anima (perle preziose scintille dell’anima) 2011

Originalmente PUBLICADO NO MURAL DE gigliola

De: mirko maspero